Por ter crescido no subúrbio de uma cidade grande como São Paulo, meus pais sempre tiveram uma preocupação excessiva comigo. Desde pequena, fui criada debaixo de muita proteção e regras bastante rígidas. Para ir ao curso, por exemplo, eu precisava estar acompanhada do meu irmão mais velho, da minha mãe ou até mesmo do meu pai. Eles sempre encontravam uma maneira de me vigiar, principalmente por medo dos perigos de uma cidade enorme e movimentada como São Paulo.
Meu nome é Mônica e, mesmo depois de crescer, aquela criação extremamente protetora continuou influenciando minha maneira de enxergar o mundo.
Minha rotina sempre foi muito diferente da de outras meninas da minha idade. Mesmo acompanhada dos meus pais, eu frequentava uma igreja evangélica existente no nosso bairro e cresci aprendendo a ser uma pessoa extremamente caseira. Enquanto minhas amigas começavam a descobrir festas, namorados e outras coisas da adolescência, eu ainda brincava de boneca aos dezesseis anos e não sentia que havia alguma coisa errada nisso. Era simplesmente o universo no qual tinha sido criada.
Sempre fui estudiosa e dedicada. Antes mesmo de completar meus dezoito anos, ainda virgem, consegui passar em uma universidade pública para cursar Pedagogia. Foi uma felicidade enorme para meus pais, que sempre depositaram muitas expectativas nos meus estudos, mas ninguém percebeu que aquela conquista também representava o começo da minha independência.
De repente, adquiri uma liberdade à qual não estava acostumada.
Passei a sair sozinha, conhecer pessoas diferentes e conviver com homens e mulheres que tinham experiências completamente diferentes das minhas. Somente então comecei a descobrir, na prática, coisas que até aquele momento conhecia apenas na teoria, por ter lido a respeito, ouvido conversas escondidas ou assistido na televisão.
Namorar.
Desejar alguém.
Fazer s.exo.
Aos vinte e um anos, eu já não era mais aquela adolescente inocente que precisava ser acompanhada pela família para todos os lugares, embora ainda carregasse muito daquela criação comigo. Antes de começar o segundo período da faculdade, eu já estava de namorico com um colega da universidade. Foi com ele que, algum tempo antes, perdi minha virgindade no quarto onde ele morava.
Depois daquela primeira experiência, voltei algumas vezes ao quarto dele para tr.ansar. Eu estava principalmente tentando descobrir aquele tal prazer que tantas mulheres diziam sentir fazendo s.exo.
Eu queria entender o que havia de tão maravilhoso naquilo.
O problema era que nunca conseguia.
Era sempre a mesma história. Meu namorado g.ozava em menos de dois minutos, enquanto eu mal tinha começado a sentir alguma coisa. Depois, vinha com a desculpa de que a camisinha atrapalhava, diminuía a sensibilidade e por isso ele não conseguia controlar.
Eu escutava, aceitava e ficava pensando se o problema estava comigo.
Talvez eu simplesmente não gostasse tanto de s.exo quanto as outras mulheres.
Foi nessa época que uma colega da faculdade, Mariza, me convidou para ir até sua casa. Precisávamos fazer juntas uma pesquisa pedagógica usando o computador dela.
Aceitei sem imaginar o que estava me esperando naquela casa.
Mariza era órfã de mãe e morava com o pai.
Assim que cheguei, ela fez questão de nos apresentar.
Foi quando conheci Sérgio.
E alguma coisa dentro de mim simplesmente enlouqueceu.
Sérgio tinha quarenta e três anos. Era um coroa pintoso, daqueles homens maduros que pareciam saber exatamente o efeito que causavam quando entravam em algum lugar. Tinha aproximadamente 1,80 metro de altura, cerca de setenta quilos, alguns fios grisalhos começando a aparecer entre os cabelos e um sorriso franco, bonito e extremamente charmoso.
Mas foram os olhos dele que me desmontaram.
Sérgio tinha um olhar penetrante, seguro, quase desconcertante.
Quando Mariza nos apresentou, ele se aproximou para me cumprimentar com dois beijinhos no rosto e, por algum motivo que eu mesma não consegui compreender naquele instante, minhas pernas ficaram bambas.
Meu coração começou a bater em um ritmo alucinante.
Senti minhas mãos esfriarem.
Era absurdo.
Eu tinha acabado de conhecer aquele homem.
Mesmo assim, quando Sérgio segurou minha mão e ficou me olhando diretamente nos olhos, tive a estranha impressão de que estava nua diante dele.
- Muito prazer, Mônica!
Engoli em seco antes de conseguir responder:
- O prazer é todo meu, senhor Sérgio!
O sorriso dele aumentou discretamente.
Tive que me controlar para esconder aquele nervosismo inexplicável.
Dei graças a Deus quando Mariza finalmente me levou para seu quarto, onde estava o computador, porque precisava desesperadamente me afastar daquele homem e entender o que diabos estava acontecendo comigo.
Só que, mesmo tentando me concentrar na pesquisa, minha cabeça continuava voltando para ele.
No dia seguinte, na faculdade, Mariza comentou casualmente:
- Meu pai disse que gostou muito de te conhecer... Falou que te achou muito linda!
Meu coração deu aquele pulinho ridículo novamente.
Tentei parecer indiferente.
- Também gostei dele. Achei-o muito simpático!
Mariza imediatamente fez uma expressão desconfiada e respondeu em tom de brincadeira:
- Iiiiihhhhh! Cuidado, menina... Meu pai não é flor que se cheire, hein?
Eu ri.
Tentei tratar aquilo como brincadeira.
Deve ter passado pouco mais de uma semana quando Mariza voltou ao assunto.
- Hoje meu pai perguntou por você... Quis saber por que você não foi mais lá em casa!
Dessa vez, achei realmente estranho.
Olhei para ela, curiosa.
- Mas por que será que ele perguntou por mim, Mariza?
Ela deu risada.
- Ué... Pelo que ele falou, ficou gamadão em você... Hahahahaha!
Mesmo sabendo que Mariza provavelmente estava brincando, aquelas palavras mexeram comigo de uma maneira que eu não gostaria de admitir.
Durante vários dias, fiquei me lembrando da primeira vez que vi aquele homão lindo.
O sorriso.
Os cabelos começando a ficar grisalhos.
A segurança.
A voz.
Principalmente aquele olhar.
Eu estava quase conseguindo esquecer quando, certo dia, abri meus e-mails e encontrei uma mensagem cujo remetente era "Sérgio Romero".
Meu coração disparou imediatamente.
Abri.
"Oi, gatinha! Nunca mais esqueci de você... Será que eu posso te encontrar?"
Fiquei olhando para a tela durante vários segundos.
Não sabia se respondia.
Não sabia sequer como ele tinha conseguido meu endereço de e-mail, embora fosse bastante fácil imaginar.
A verdade é que fiquei empolgada.
Muito.
Acho que trocamos mais de cinquenta e-mails antes que eu finalmente concordasse em encontrá-lo. A cada mensagem, Sérgio escrevia coisas bonitas, fazia elogios e demonstrava um interesse que me deixava cada vez mais impressionada.
Sem perceber, comecei a me apaixonar.
Na verdade, desde os primeiros e-mails eu já tinha vontade de encontrá-lo.
O meu maior medo era Mariza descobrir.
Ela era minha colega. Sérgio era pai dela. Além disso, havia uma diferença de vinte e dois anos entre nós. Eu tinha vinte e um; ele, quarenta e três.
Não queria confusão para o meu lado.
Por isso, somente aceitei encontrá-lo com uma condição: tudo teria que acontecer escondido.
Combinamos uma quinta-feira, às dezenove horas.
Eu faltaria às aulas.
Sérgio me buscou em um lugar previamente combinado e dirigiu até o estacionamento de um grande shopping de São Paulo. O movimento era intenso, mas ele procurou uma parte mais reservada. Os vidros fumê do carro impediam que as pessoas que eventualmente circulassem por perto enxergassem claramente o que acontecia no interior do veículo.
Eu estava tão nervosa que mal conseguia conversar normalmente.
Não demorou nem dez minutos para Sérgio se aproximar, me puxar para perto dele e beijar minha boca com tanta intensidade que senti um calor enorme tomar conta do meu corpo.
Foi completamente diferente dos beijos do meu namorado.
Havia segurança na maneira como aquele homem me tocava.
Experiência.
Firmeza.
E aquilo mexeu comigo imediatamente.
Achando que não deveria me comportar como uma menina muito fácil, tentei resistir à nova investida, empurrando-o com uma das mãos contra seu peito. Sérgio segurou meu braço e voltou a me beijar, fazendo desaparecer boa parte da minha determinação.
Sua língua entrou na minha boca, arrancando de mim uma reação que não consegui controlar. Quando sua mão começou a apertar meu peitinho, levei um susto e imediatamente fiquei ainda mais consciente do lugar onde estávamos.
Mesmo assim, aqueles braços fortes foram minando o restinho da minha vontade de resistir.
Fui deixando.
Não demorou para Sérgio baixar a alça da minha blusa, colocar meu peito para fora e começar a ch.upar.
Assustada e excitada ao mesmo tempo, eu olhava para fora e enxergava os vultos das pessoas passando perto do carro. O medo de alguém perceber alguma coisa tornava meu coração ainda mais acelerado.
- Para, Sérgio... Para... Por favor!
Ele percebeu meu nervosismo e propôs me levar para algum lugar mais discreto.
Eu me apavorei.
Insisti tanto que ele acabou me levando para a faculdade, e ainda consegui pegar as duas últimas aulas.
Duas esquinas antes da faculdade, porém, Sérgio perguntou se poderíamos nos encontrar novamente na semana seguinte. Antes que eu respondesse, aproximou-se e voltou a me beijar.
Então fez um pedido:
- Gostaria que você viesse de saia. Tudo bem?
Eu sequer tinha concordado em encontrá-lo novamente, então nem me dei ao trabalho de responder sobre a saia.
Nos dias seguintes, recebi mais e-mails e algumas ligações no celular.
Durante duas semanas, recusei todos os convites para encontrá-lo.
Tentava convencer a mim mesma de que precisava acabar com aquilo.
Mas já estava tão apaixonada que, no final, resolvi que todos os riscos valeriam a pena apenas para estar novamente nos braços daquele homem.
E fui de saia.
Escolhi uma um pouco curta.
Às vinte horas, Sérgio entrou novamente no estacionamento de um enorme shopping e procurou uma das vagas mais afastadas possíveis.
No escuro e protegidos pelos vidros fumê, começamos novamente a nos agarrar, beijar e passar as mãos um pelo outro.
Em poucos minutos, eu já estava sem calcinha.
Foi então que Sérgio fez minha mão tocar algo quente, grosso e extremamente duro.
Fiquei gelada de pavor.
Ele tinha colocado seu p.into para fora.
Passei a mão desde o saco até a ponta e tive a impressão de que aquilo tinha mais de um palmo da minha mão. Meus dedos mal conseguiam se fechar ao redor daquela coisa duríssima.
Olhei assustada para ele.
- Você é louco, Sérgio... Guarda isso antes que algum segurança resolva vir ver o que está acontecendo aqui dentro do carro!
Ele sorriu.
- Eu só guardo se você aceitar ir comigo para outro lugar!
- Para onde, Sérgio?
- Conheço um motel aqui perto. Bem discreto.
Minha resposta foi imediata:
- De jeito nenhum, Sérgio! Nunca que vou aceitar entrar num motel com você ou com qualquer outra pessoa!
- Mas eu não posso ficar desse jeito, Mônica... Sente só como ele está duro!
Realmente, seu p.into estava num estado que parecia impossível de guardar novamente dentro das calças.
Foi então que tive uma brilhante ideia.
- A única coisa que eu posso fazer para lhe ajudar é fazer isso... Olha!
Comecei a movimentar minha mão naquele c.acetão.
Sérgio voltou a me beijar na boca enquanto brincava com um dos dedos na minha b.oceta.
Mesmo naquela posição incômoda dentro do carro, não demorou para eu ter um razoável o.rgasmo. Pouco depois, Sérgio pegou rapidamente um pano que guardava no porta-luvas e g.ozou sobre ele.
Saí daquele carro ainda mais confusa.
Porque meu namorado nunca tinha conseguido provocar em mim as sensações que aquele homem de quarenta e três anos estava despertando apenas com beijos, mãos e carícias.
Naquela mesma semana, Sérgio me ligou dizendo que Mariza viajaria com alguns amigos para passar o fim de semana em Campos do Jordão. Ela sairia na sexta-feira à noite e, portanto, ele ficaria sozinho em casa.
Sérgio queria que eu fosse até lá.
Dessa vez, eu sabia perfeitamente o que aquele convite significava.
Pensei em tudo que poderia acontecer comigo sozinha com aquele homem vinte e dois anos mais velho do que eu. Pensei na diferença de idade, na minha amizade com Mariza e no tamanho da confusão que surgiria caso alguém descobrisse.
Mas também me lembrei da sensação maravilhosa de ser beijada por ele.
De ser tocada.
E daquele membro enorme que havia segurado e m.asturbado dentro do carro.
Aceitei.
No sábado, acordei muito mais cedo do que costumava. Tomei um banho caprichado, escolhi cuidadosamente um perfume suave, coloquei uma calcinha bem s.exy, minissaia e uma blusa bastante decotada. Decidi deixar o sutiã de lado.
Quando a porta da casa se abriu e vi Sérgio usando apenas uma bermuda, com o peitoral completamente descoberto, tive certeza de que estava entrando voluntariamente no covil do lobo que me esperava para me comer todinha.
Meu coração disparou.
Bastou ele me abraçar e me beijar para minha b.oceta começar a se contrair enquanto eu imaginava aquele homem me levando para a cama.
No sofá da sala, Sérgio tirou minha blusa e começou a m.amar alternadamente meus seios. Pouco depois, também tirou minha calcinha.
- Vamos lá para o meu quarto. Quero você peladinha para mim!
Fiquei nervosa.
Eu sabia exatamente o que estava prestes a acontecer.
- Mas... Mas... Você vai usar camisinha, não vai?
- Não se preocupe com isso... Prometo que não vou g.ozar dentro, tá bom?
Neguei imediatamente.
- Não, Sérgio. Sem camisinha eu não vou deixar!
- Tudo bem, Mônica. Então a gente só fica na cama fazendo alguns carinhos.
Olhei seriamente para ele.
- Você promete que não vai me obrigar a tr.ansar com você sem camisinha?
Sérgio respondeu:
- Bem, Mônica! Prometo que hoje eu não vou comer sua b.oceta. Mas você vai deixar atrás, não vai?
Eu já tinha dado minha bundinha somente duas vezes para meu namorado. Naquela circunstância, pensei que pelo menos daquela maneira não correria risco de gravidez.
- Eu deixo, Sérgio... Mas estou muito nervosa!
Ele foi extremamente carinhoso enquanto me levava para o quarto.
Quando chegamos ao lado da cama, Sérgio terminou de tirar a única peça de roupa que ainda restava em meu corpo: a saia.
Fez com que eu me deitasse.
Ele permaneceu de pé por alguns instantes e tirou a bermuda, ficando completamente nu diante de mim, com aquele seu imenso e grosso p.into apontado em minha direção.
Só de olhar, senti novamente aquele frio na barriga.
Sérgio se deitou comigo, me abraçou e, durante aproximadamente quinze minutos, ficamos apenas nos beijos. Enquanto nossas bocas se encontravam, sua mão percorria lentamente meu corpo, massageava meus peitinhos e descia até minha b.oceta, onde continuava me bolinando e fazendo com que eu ficasse cada vez mais molhada de t.esão.
Eu estava tão excitada que quase pedi para ele meter na minha b.oceta mesmo sem camisinha.
Mas não precisei dizer nada.
Sérgio introduziu três dedos ao mesmo tempo e começou a movimentá-los como se fossem um p.into, fazendo meu corpo reagir até eu chegar ao o.rgasmo.
Ainda estava tentando recuperar o fôlego quando ele me fez virar de bruços.
Massageou minha bunda demoradamente, apertando e acariciando antes de abrir minhas nádegas com as mãos e expor meu c.uzinho. Depois de salivar bastante no alvo, foi lentamente me colocando de quatro.
Meu nervosismo voltou com força.
Aquele p.irocão começou a entrar no meu rabo e me fez gritar e rebolar muito, principalmente enquanto meu corpo tentava se acostumar com o tamanho dele, até não restar nada para fora daqueles vinte e dois centímetros.
Sérgio ficou parado.
Esperou.
Somente quando percebeu que eu havia começado a me acostumar com aquela tora, iniciou os movimentos.
Começou a bombar.
Foram vários minutos de Sérgio socando seu grosso p.au no meu c.uzinho. Minhas pernas começaram a perder as forças, e eu provavelmente teria desabado sobre a cama se ele não estivesse me segurando com um dos braços firmemente ao redor da cintura.
Eu nunca tinha sentido verdadeiro prazer numa relação s.exual.
E, de repente, aquele homem estava despertando sensações que eu nem sequer sabia que meu corpo era capaz de sentir.
Mesmo sendo no meu c.u, tive um novo e incrível o.rgasmo sem sequer encostar a mão na minha b.oceta.
Depois, tomamos banho juntos.
Quando saímos do banheiro e voltamos para a cama, já estávamos novamente na maior pegação.
Beija daqui.
Beija dali.
Mão nela.
Mão nele.
E então surgiu dentro de mim um desejo que já não conseguia ignorar.
Eu queria aquela p.ica dentro da minha b.oceta.
Pelo tempo que Sérgio havia levado comendo minha bundinha - tinham sido vários minutos -, calculei que ele ainda demoraria bastante para sentir vontade de g.ozar novamente.
Olhei para ele.
- Você jura que g.oza fora se eu deixar na minha b.oceta?
- Claro que sim, meu amor... Jamais pensaria em magoar você ou deixar você preocupada!
Enquanto falava, Sérgio já estava entrando no meio das minhas pernas.
Mal encostou o p.au na minha b.oceta e começou a empurrar.
A sensação foi tão intensa que tive a impressão de estar sendo arrombada e de que a ponta daquela p.ica enorme chegaria a qualquer momento na minha garganta.
Cada socada que Sérgio dava fazia meu corpo vibrar de prazer.
Não demorou para eu sentir meu terceiro o.rgasmo em poucas horas.
Eu mal conseguia acreditar.
Sérgio continuou socando, cada vez com mais força. Talvez tenham se passado mais cinco minutos quando eu estava novamente gritando e g.ozando feito uma cadela no cio.
Quando Sérgio finalmente tirou para g.ozar sobre minha barriga, minha b.oceta estava toda ardida de tanto levar p.irocadas.
Eu estava completamente esgotada.
Sem forças nem mesmo para levantar da cama.
Fiquei deitada tentando recuperar a respiração e olhando para aquele homem de quarenta e três anos, percebendo que alguma coisa havia mudado definitivamente dentro de mim.
Eu estava apaixonadíssima por Sérgio.
Porém, aos poucos, comecei a cair na realidade.
Eu tinha vinte e um anos.
Ele tinha quarenta e três.
E comecei a acreditar que Sérgio jamais assumiria um compromisso realmente sério comigo por causa dos vinte e dois anos de diferença entre nós, mesmo que Mariza, sua própria filha, aceitasse nosso relacionamento.
Continuei com meu namoradinho, que continuava sem conseguir me satisfazer na cama.
Ao mesmo tempo, durante um bom período, continuei indo com Sérgio para motéis e vivendo escondida aquela relação intensa que havia começado quase por acaso depois de uma simples visita à casa de Mariza.
Mas Sérgio também despertou alguma coisa em mim.
Passei a perceber que minha atração não era simplesmente por ele.
Eu gostava de homens mais velhos.
Gostava dos coroas.
Depois dele, acabei me envolvendo s.exualmente com vários homens mais velhos.
A menina extremamente protegida pelos pais, tinha descoberto finalmente o que realmente despertava seu desejo.
Essa aventura começou dentro de um ônibus lotado em Curitiba, numa daquelas tardes abafadas em que parecia que metade da cidade tinha resolvido voltar para casa ao mesmo tempo.
Meu nome é Magali. Tenho vinte e três anos, sou morena clara, tenho cabelos cacheados castanho-escuros que chegam um pouco abaixo dos ombros, 1,62 de altura e um corpo que nunca foi exatamente de academia. Tenho quadris largos, cintura marcada, coxas grossas e peitos pequenos. Sempre gostei do meu corpo daquele jeito, principalmente porque descobri cedo que sabia muito bem como usá-lo quando queria chamar atenção.
Cá pra nós, eu nunca fui uma mulher romântica, dessas que sonham com namoro sério, jantar à luz de velas, andar de mãos dadas, receber flores e ficar mandando mensagem de bom-dia todos os dias.
Isso nunca combinou muito comigo.
Gosto de encontros casuais, sem grandes compromissos e, principalmente, sem cobranças. Talvez porque não tenha muito tempo ou paciência para me dedicar a um relacionamento agora.
Estou completamente envolvida com a faculdade e o trabalho. Minha rotina é uma loucura. Saio cedo, trabalho durante boa parte do dia e vou direto para a faculdade no fim da tarde. Quando chego em casa, normalmente só quero tomar banho, comer alguma coisa e dormir.
Mas, claro, de vez em quando bate aquela vontade de f.oder...
E quando bate, bate com força.
Nessas horas, recorro à minha agenda de contatinhos ou simplesmente arrumo uma p.ica por aí para sentar e matar minha vontade.
Nunca fiz questão de transformar s.exo em romance.
Para mim, desejo podia ser apenas desejo.
E naquele dia, em especial, o t.esão estava a mil!
Não sei explicar o motivo. Talvez fossem os vários dias sem ficar com ninguém, talvez fosse simplesmente meu corpo enlouquecendo. Parecia que minha b.uceta pegava fogo. Desde que acordei, estava inquieta, sensível, pensando em s.exo e louca para dar uma.
O problema era que nenhum dos meus ficantes estava disponível para sair comigo.
Um estava trabalhando.
Outro viajando.
O terceiro visualizou minha mensagem e respondeu quase uma hora depois dizendo que tinha compromisso.
Que ódio.
Antes de sair para a faculdade, já sem conseguir me concentrar direito, peguei um v.ibrador em formato de p.au que guardava para grandes emergências.
E aquela definitivamente era uma emergência.
Coloquei um pouco de lubrificante na ponta, puxei minha calcinha para o lado e meti sem dó na minha b.uceta inchada de t.esão.
Fechei os olhos e comecei a movimentá-lo, tentando aliviar aquela vontade que parecia não passar.
Depois meti um pouquinho no c.u.
Eu adoro s.exo a.nal e adoro me m.asturbar por trás. Sempre gostei daquela sensação diferente e mais intensa, então fiquei algum tempo brincando comigo mesma até sentir meu corpo inteiro estremecer.
Logo g.ozei.
Por alguns segundos, achei que finalmente estaria satisfeita.
Que nada.
Tomei um banho, coloquei um vestidinho leve porque estava fazendo muito calor e saí apressada. Escolhi um vestido soltinho, estampado, acima dos joelhos, perfeito para enfrentar aquela tarde abafada.
Na pressa, até esqueci de colocar uma calcinha...
Só percebi quando já estava longe de casa.
Pensei em voltar.
Desisti.
Mesmo tendo batido uma p.unheta antes de sair, continuava com muito t.esão. Resolvi que depois da faculdade iria direto para casa e passaria a noite sovando meu v.ibrador até finalmente cansar.
Peguei o ônibus lotado.
Era daqueles ônibus grandes que atravessavam boa parte da cidade, passando por vários bairros antes de chegar perto da região onde ficava minha faculdade.
Quando subi e vi aquela quantidade absurda de gente espremida, até fiquei feliz.
Porque, se estava lotado, a probabilidade de acabar me roçando num p.auzudo durante o caminho era grande.
Só de pensar, já sorri sozinha.
Até a faculdade havia um longo trajeto, com várias paradas e ainda uma passagem por um terminal, então eu teria bastante tempo para "caçar" à vontade.
Consegui ficar em pé perto do fundo do ônibus, segurando uma das barras superiores enquanto as pessoas continuavam entrando.
Foi então que alguém encostou na minha bunda.
A princípio, achei que fosse simplesmente por causa da lotação.
O ônibus estava abarrotado.
Mas senti novamente.
Dessa vez, de propósito.
Olhei disfarçadamente para trás e vi um homem sorrindo maliciosamente para mim.
Era bem diferente dos homens que eu normalmente escolhia.
Mais velho.
Depois descobriria que seu nome era Jorge e que tinha trinta e nove anos.
Jorge tinha aproximadamente 1,85 de altura, pele clara levemente bronzeada, cabelos castanho-escuros cortados bem curtos e barba cheia muito bem aparada. Era largo de ombros, tinha braços fortes aparecendo sob as mangas dobradas de uma camisa social azul-clara e aquele jeito de homem sério que contrastava completamente com o sorriso safado que estava me dando.
Não parecia um moleque procurando aventura.
Parecia um homem.
E aquilo imediatamente chamou minha atenção.
Sorri de volta.
Depois virei o rosto para frente, como se absolutamente nada tivesse acontecido.
Enquanto isso, a cada parada, o ônibus parecia ficar ainda mais cheio.
Em determinado momento, senti uma mão na minha bunda.
Dessa vez não havia dúvida.
A mão foi descendo e pegando na minha coxa.
Meu coração acelerou.
Eu só ficava pensando no que deveria fazer, mas não fazia nada.
Por incrível que pareça e por mais errado que pudesse ser, aquela situação proibida acendeu ainda mais meu t.esão.
Então a mão daquele estranho começou a subir lentamente, só que dessa vez entrando por baixo do meu vestido.
A ponta dos dedos parecia pesquisar minha pele de um jeito lento e excitante.
Prendi a respiração.
Àquela altura, o p.au dele já estava muito duro. Eu conseguia sentir perfeitamente através da roupa. Ele encostava forte em mim sempre que o ônibus freava, arrancava novamente ou fazia alguma curva.
De vez em quando, eu olhava para os lados para conferir se alguém estava percebendo tudo aquilo.
Ninguém parecia notar nada.
Havia gente olhando o celular, pessoas conversando, outras usando fones de ouvido e algumas simplesmente tentando se equilibrar naquele ônibus lotado.
Olhei para Jorge novamente.
Nossos olhos se encontraram.
Não precisamos dizer nada.
Aceitamos aquele jogo silencioso.
Virei a cabeça novamente para frente e ele se concentrou na minha bunda.
Apertava com força.
Eu sentia as mãos dele afundando na minha bunda com vontade.
Lentamente, abri um pouco mais as pernas para ele.
Foi quando senti um suspiro forte perto do meu ouvido.
- Assim você vai me matar de t.esão, garota! - ele murmurou.
A voz grave dele me provocou um arrepio.
Aquele estranho começou a deslizar sua mão pelo meio das minhas pernas até chegar à minha b.ucetinha totalmente encharcada.
Empinei discretamente a bunda para facilitar.
A mão dele estava quente.
Jorge enfiou a ponta de um dedo e ficou girando dentro de mim.
Aquilo me fez gemer baixinho.
Precisei morder os lábios para controlar qualquer reação mais evidente.
Então ele tirou a mão e me segurou pela cintura.
Para qualquer pessoa que olhasse rapidamente, provavelmente parecíamos namorados voltando juntos para casa.
Jorge me puxou com força, encostando minha bunda no p.au dele.
Dava para sentir que o cara tinha um p.au bem grosso.
Lógico que já fiquei louca para dar meu rabinho para ele.
Comecei a me insinuar cada vez mais.
Aproveitava cada movimento do ônibus para esfregar meu corpo contra o dele.
Jorge aproximou a boca do meu ouvido e perguntou se poderíamos continuar aquilo em outro lugar.
Eu disse que sim.
Trocamos um beijo rápido ali mesmo e continuamos nos esfregando durante o balanço do ônibus.
De repente, ele parou.
Por um instante, achei que tivesse g.ozado dentro da calça.
Mas, segundos depois, senti algo muito quente e duro passando entre minhas pernas.
Fiquei sem acreditar que ele tinha tido coragem de colocar o p.au para fora no meio daquele ônibus lotado.
Discretamente, coloquei a mão nele e apertei.
Nossa!
O cara era realmente bem-dotado.
Eu quase morri de t.esão só de imaginar aquela r.ola gigante dentro de mim.
Aproximei o rosto dele e sussurrei:
- Vamos descer no terminal?
Jorge respondeu imediatamente que sim e colocou aquele p.au delicioso para dentro da calça novamente.
Antes, meteu os dedos na minha b.uceta melada e enfiou tudo.
Uma mulher que estava próxima percebeu alguma movimentação estranha e olhou para nós com uma expressão de reprovação.
Desviei o olhar.
Sinceramente, eu estava pegando fogo.
Sentia meu mel escorrer pelas pernas.
E Jorge estava perfeitamente ciente disso.
Pouco depois, o ônibus entrou no terminal e descemos juntos.
O lugar estava cheio, com pessoas correndo de uma plataforma para outra.
- Para onde a gente vai? - perguntei.
Ele simplesmente respondeu:
- Me segue.
E eu segui.
Sem qualquer apresentação formal.
Sem sobrenome.
Sem telefone.
Sem saber praticamente nada sobre aquele homem.
Saímos do terminal, atravessamos algumas ruas e entramos num hotel simples que alugava quartos por períodos curtos e ficava escondido numa rua lateral, longe da movimentação principal.
Jorge mal conseguia manter as mãos longe de mim.
E eu também não fazia esforço nenhum para manter as minhas longe dele.
Assim que entramos no quarto, ele levantou meu vestido, abriu bem minha bunda e começou a me lamber.
Minha b.uceta estava descoberta, completamente encharcada e aberta.
Senti aquela língua me devorar.
Jorge parecia um animal faminto, louco por b.uceta.
Me colocou de quatro na cama, ajoelhou-se atrás de mim e ficou um tempão ch.upando meu g.relinho e a portinha do meu c.uzinho.
Eu agarrava os lençóis e me contorcia, sentindo todo aquele t.esão acumulado finalmente encontrando uma maneira de sair.
Então Jorge baixou a calça e colocou a r.ola para fora.
Ali, naquele quarto simples, com iluminação fraca, finalmente consegui enxergar direito o que tinha tocado dentro do ônibus.
Parecia um ator p.ornô.
Abri a boca e tentei abocanhar o máximo que conseguia.
Difícil engolir r.ola grossa.
Jorge segurou meus cabelos e começou a f.oder minha boca.
Engasguei muitas vezes.
Cuspia no p.au para facilitar, batia p.unheta com as duas mãos e ch.upava feito louca.
Ele urrava de prazer!
Até que Jorge posicionou o p.au na entradinha do meu c.u.
Como eu amo s.exo a.nal, adorei imediatamente a ideia.
Abri bem minhas nádegas e disse que ele poderia ficar o tempo que quisesse.
Senti a cabeça entrar.
Na mesma hora, coloquei a mão na boca para controlar o gemido.
O p.au dele começou a entrar mais fundo no meu c.u até entrar completamente.
Ficamos parados durante alguns segundos.
Eu precisava relaxar e me acostumar com o tamanho dele.
Quando consegui, comecei a rebolar loucamente.
Minha bunda encostava no corpo dele de tão fundo que aquele p.au entrava.
O p.au era reto, grande, grosso e tinha as veias bem saltadas.
Nunca tinha visto uma coisa tão linda e gostosa.
Jorge me segurou pela cintura e colocou tudo, até as bolas.
Ele me f.odeu bastante naquela posição.
Meu c.u estava ganhando r.ola violentamente.
Depois, Jorge sentou na cama e pediu para eu cavalgar nele.
Fiquei de frente para aquele homem que eu sequer conhecia uma hora antes e sentei sem dó.
Meu c.u já estava todo aberto mesmo.
Joguei a cabeça para trás, fechei os olhos e aproveitei até o último centímetro dentro de mim.
Nunca tinha me sentido tão p.uta, tão devassa quanto naquele dia.
Não conversamos praticamente nada.
Naquele quarto, só se ouviam gemidos, p.utaria e os sons do s.exo.
Minha b.uceta estava escorrendo t.esão por todos os poros.
Eu já estava ficando louca, quase g.ozando, quando senti aquela p.orra quente jorrando dentro de mim.
Foi uma sensação muito gostosa.
Sentei até o talo e fiquei olhando o rosto de Jorge se contorcendo de prazer.
Mas eu ainda não tinha g.ozado.
Ele tentou recuperar o fôlego antes de perguntar:
- Gostou dessa r.ola?
Sorri.
- Adorei! Quando é que eu vou vê-la de novo?
Foi naquele momento que finalmente descobri um pouco mais sobre aquele estranho.
Jorge começou a se vestir e disse que era casado.
Disse também que aquilo tinha sido apenas uma aventura e que não poderíamos nos encontrar novamente.
Confesso que fiquei surpresa.
Mas também não podia reclamar de compromisso quando eu mesma tinha entrado naquele quarto querendo exatamente uma experiência casual.
Não ficamos nem uma hora lá dentro.
Ele só comeu meu c.u.
Muito bem comido, por sinal.
Nos despedimos sem trocar telefone e cada um foi para seu canto.
Quando saí do hotel, ainda estava completamente excitada.
Entrei no primeiro banheiro que encontrei e sentei na privada para deixar aquela p.orra escorrer.
Naquela hora, estava tão excitada com tudo que tinha acontecido que comecei a me m.asturbar bem ali.
Não me importei de gemer alto.
Minhas pernas tremiam muito.
Eu enfiava dois dedos na minha b.uceta enquanto apertava meu peito com a outra mão, lembrando daquele homem de barba bem aparada, daqueles braços fortes e, principalmente, dele comendo minha bunda.
G.ozei feito louca.
E foi muito gostoso.
Quando finalmente cheguei em casa, pensei que estaria satisfeita.
Não estava.
Ainda me m.asturbei usando meu v.ibrador.
Foi surreal.
Minha b.uceta ficou inchadinha de tanto eu sovar com aquele p.ênis de silicone.
E o mais absurdo era pensar que tudo tinha começado algumas horas antes, quando entrei em um simples ônibus lotado para ir à faculdade.
Eu não sabia o sobrenome de Jorge.
Não tinha o telefone dele.
Não sabia onde ele morava, trabalhava ou se algum dia nossos caminhos voltariam a se cruzar.
Sabia apenas seu primeiro nome, sua idade e que era casado.
Talvez fosse exatamente isso que tornasse aquela história tão diferente das outras.
Jorge entrou na minha vida como um completo desconhecido e saiu dela da mesma maneira.
Sem promessas.
Sem mensagens no dia seguinte.
Sem expectativas.
Exatamente como eu sempre gostei.
Casual.