Alícia
Olá, tudo bem!! Me chamo Alícia Silva tenho 16 anos, estou no orfanato a mais de 2 anos, vim parar aqui, depois de um terrível acidente, aonde estava voltando de férias com meus pais: José Silva e minha mãe Ana Silva, estava tarde da noite e chovia muito, deixando a estrada ainda mais perigosa, para quem estava atrás do volante, meu pai seguia com a velocidade reduzida, pois não conseguia ver direito a pista já que ela estava encharcada pela chuva, e um caminhão na tentativa de ultrapassa a via, acabou atingindo... nosso carro em cheio, ainda consigo sentir o gosto amargo em minha boca só em lembrar desse acidente que marou a minha vida. Eu era de família simples, mas feliz, meus pais não gostavam de fala sobre os seus familiares! Então neste acidente acabei perdendo meus bens mais precioso... minha família, e acabei aqui neste orfanato por indicação da assistente social Joana Oliveira, como morávamos de aluguel não restou muitas coisas, mas dona Marília coordenadora do orfanato me acolheu mesmo estando em estado de choque, eu queria acreditar que eu estava sozinha nessa vida, não sabia o que pensar? Ou como agir me vi perdida!
Nick
Oi! Me chamo Nicolas Franz! tenho 17 anos, estou louco para completar 18 e cair fora desse inferno, digamos que não me dou bem com regras ou muitos menos ordens, estou aqui a mais de 7 anos... isso mesmo ninguém que adotar um adolescente que só apronta, então aqui estou eu! Morava com minha avó Lia... as vezes me bate uma saudade!! Minha mãe teve um parto difícil, nasci prematuro e minha mãe faleceu assim que eu nasci, Helena Franz mulher guerreira, minha vó sempre me contava como eu era desejado por ela, mas não consegui conhecê-la, meu pai esse nunca conheci, minha vó dizia que ele namorava minha mãe, mas a largou assim que soube que ela estava grávida! Até chegou a cogitar em interromper a gestação da minha mãe! Mas minha mãe seguiu em frente. E estou aqui... mas irei atrás desse homem. Ele tem que pagar por fazer de nossas vidas um inferno, quando eu completei 9 anos minha vó me falou nome dele é Marcos Alencar, não tenho o nome dele no meu registro, mas sei que ele vai ter que me reconhecer, quando minha vó sofreu um infarto, fiquei no desespero pois éramos só nós dois, então um vizinho viu e chamou a ambulância, no hospital como era de menor e não podia acompanhar e não tinha família tiver que ir pro orfanato, aonde acabei me transformando em menino que nem eu mesmo sabia que existia dentro de mim! Aos poucos foi difícil me acostumar aqui, quando recebi a notícia da morte da minha vó, fiquei desolado, era muito novo, mais uma coisa eu tinha certeza de que eu estava sozinho! Fui crescendo tentei fugir 3 vezes, mas sempre me achavam e estou aqui, quando os casais vêm no orfanato não tenho mais esperança, pois já estou adolescente e eles sempre querem crianças menores ou recém-nascido. Mas eu irei superar, e superar as dificuldades! Nem que para isso eu tenha que fazer uma besteira mais aqui eu não fico!
Me chamo Alícia Silva tenho 16 anos sou uma menina morena com cabelos castanhos lisos, olhos de jabuticaba como dizia meu pai, me parecia muito com minha mãe! Sinto tanta falta deles, que chegar a doer dentro do meu coração, por que tinha que acontecer logo comigo? Eu não consigo entender por que eu? E agora sofro a cada dia que passa sentindo falta deles...
Depois de um terrível acidente, aonde estava voltando de férias com meus pais: José Silva e minha mãe Ana Silva, estava tarde da noite e chovia muito, deixando a estrada ainda mais perigosa, para quem estava atrás do volante, meu pai seguia com a velocidade reduzida, pois não conseguia ver direito a pista já que ela estava encharcada pela chuva, e um caminhão na tentativa de ultrapassa a via, acabou atingindo... nosso carro em cheio, ainda consigo sentir o gosto amargo em minha boca só em lembrar desse acidente que marcou a minha vida. Eu era de família simples, mas feliz, meus pais não gostavam de fala sobre os seus familiares! Éramos uma família feliz por mais que só fosse nos três, e nas férias meu pai sempre nos levava para alguma viagem, como eles nunca me falaram se eu tinha avós, tios ou primos sempre acreditei que éramos só nós três, meus pais trabalhavam muito, mas nunca me faltou nada, principalmente amor, por isso sinto tanta falta deles. Então neste acidente acabei perdendo meus bens mais precioso... minha família, e acabei aqui neste orfanato por indicação da assistente social Joana Oliveira, como morávamos de aluguel não restou muitas coisas, mas dona Marília coordenadora do orfanato me acolheu mesmo estando em estado de choque, eu não queria acreditar que eu estava sozinha nessa vida, não sabia o que pensar? Ou como agir me vi perdida! Cada dia que passo aqui nesse orfanato fico me perguntando o porquê eles nunca tocaram no assunto do restante da nossa família, mas não vale a pena ficar pensando principalmente agora que estou sozinha nesse mundo. Quando a ficha caiu! Realmente eu estou só, o que será de mim? Dos meus sonhos? Será que eu irei conseguir ter uma vida melhor estando aqui nesse orfanato? A dona Marília é tão boa comigo, a cada dia tento superar, nestes dias até sai do quarto, o que era quase impossível, mais eu não gostava muito, gosto de ficar no quarto junto com minha tristeza e saudades que sinto deles, mais estou tentando sair desse sofrimento, Uma das meninas junto com a psicóloga que vem de vez enquanto aqui, chegou a conversar comigo sobre aceitação, de que meus pais se foram e que eu teria que começar me reerguei pois não era isso que eles queria para mim! E ela estava certa mais era difícil sair desse sofrimento! Então por isso de eu tentar sair um pouco, e me adaptar a esse lugar frio, sem vida. Quando eu estava no pátio eu vi algo que me chamou atenção, ele era diferente, bonito, alto, e o que me chamou mais atenção foi seus olhos um olhar frio, ele estava acompanhado de alguns policiais, o que será que ele aprontou? Aquilo despertou a minha curiosidade. Os nossos olhos se encontraram, deu até uns calafrios, eu fico me perguntando será que eu vou conseguir realizar meus sonhos de me tornar uma boa administradora, era isso que eu queria ser desde que comecei a entender sobre empresas, meu pai sempre disse que sou boa em cálculos desde pequena, sempre fui esperta para estudar, era algo que sempre me fascinou aprender descobrir mais e mais... Ele sempre dizia que estudo é uma base de tudo que queremos, será que vou conseguir, não quero ser adotada por ninguém, não sei o que me espera fora desse orfanato, mais também tenho medo sair, medo de que alguém me faça mau. Pensa Alícia. Falo em pensamento...
Oi! Me chamo Nicolas Franz! tenho 17 anos, estou louco para completar 18 e sair desse inferno, digamos que não me dou bem com regras ou muitos menos ordens, estou aqui a mais de 7 anos... isso mesmo ninguém que adotar um adolescente que só apronta, então aqui estou eu! Morava com minha avó Lia...
as vezes me bate uma saudade!! Minha mãe teve um parto difícil, nasci prematuro e minha mãe faleceu assim que eu nasci, Helena Franz mulher guerreira, minha vó sempre me contava como eu era desejado por ela, mas não consegui conhecê-la, meu pai esse nunca conheci, minha vó dizia que ele namorava minha mãe, mas a largou assim que soube que ela estava grávida! Até chegou a cogitar em interromper a gestação da minha mãe! Mas minha mãe seguiu em frente. E estou aqui... Eu sei que no futuro serei o orgulho da minha mãe e minha vó que tanto cuidou de mim, mas Deus a levou e eu fiquei sozinho com os dias contados nesse orfanato, sei que tem muita coisa errada por aqui, por isso Marília vivi no meu pé, fico pensando como será meu pai, o porquê ele não me quiz? Será que ela já tinha uma família? E não queria assumir um filho? Mas irei atrás desse homem. Ele tem que pagar por fazer de nossas vidas um inferno. Quando eu completei 9 anos minha vó me falou nome dele é Marcos Alencar, não tenho o nome dele no meu registro, mas sei que ele vai ter que me reconhecer, quando minha vó sofreu um infarto, fiquei no desespero pois éramos só nós dois, então um vizinho viu e chamou a ambulância, no hospital como era de menor e não podia acompanhar e não tinha família tiver que ir pro orfanato, aonde acabei me transformando em menino que nem eu mesmo sabia que existia dentro de mim! Aos poucos foi difícil me acostumar aqui, quando recebi a notícia da morte da minha vó, fiquei desolado, era muito novo, mais uma coisa eu tinha certeza de que eu estava sozinho! Fui crescendo tentei fugir 3 vezes, mas sempre me achavam e estou aqui, quando os casais vêm no orfanato não tenho mais esperança, pois já estou adolescente e eles sempre querem crianças menores ou recém-nascido. Mas eu irei superar, e superar as dificuldades! Nem que para isso eu tenha que fazer uma besteira mais aqui eu não fico! Mas uma vez conseguiram me pegar, não quero, mas ficar aqui, os vizinhos do orfanato me viram fugir e chamaram a polícia, que saco! Eu tenho que pensar direito na próxima vez, não posso deixá-los me pegarem mais uma vez. - Ou se ajeita ou vai acabar no lar para menores detidos, você escolhe? Se eu fosse você ficava de boa no orfanato, pois nas ruas é muito perigoso, você pode se envolver com pessoas erradas onde não tem caminho de volta. _diz os policiais irritados. - Digamos que eu não ligo, ainda irei sair daqui e realizar meu maior sonho ir atrás do meu pai, ele sim irá ter uma surpresa ao me ver. _falo no calor do momento. - Você sabe quem é o seu pai? _ um dos policiais me perguntou. -Não, só tenho o nome dele! Mas ele não sabe sobre mim. - Hum! Entendi, mas preste atenção da próxima vez irei levar você preso. _ diz outro policial. Quando chegamos no orfanato, todos olham para trás sei que as vezes chamo atenção, mas eu não ligo. Sinto algo diferente me chamando atenção! Uma menina. Ela é linda! Quem será ela? Nunca a vi por aqui, será que é a menina que só fazia chorar e dormir? Não pode ser, lembro quando a menina chegou aqui só se ouvia o choro dela não era nada escandaloso, mas a noite quando todos iam embora e só ficávamos nós, dava para ouvir o choro dela, um choro de dor. Depois que me livrar do castigo, irei falar com ela! Eu gosto de ajudar as pessoas que estão tristes mais a maioria aqui só me vê como um rebelde, gosto de uma menina que adotei como minha irmã Gabi, ela é incrível, muito esperta. Sou tirado dos meus pensamentos. - Nicolas, você está muito encrencado viu! Ira fazer ações para ajudar na manutenção do orfanato como castigo, e não participará dos jogos da escola! _ diz dona Marília a coordenadora um pouco irritada. - Não irei fazer nada! Não sou funcionário do orfanato, e eu irei participar sim do torneio da escola, você não manda em mim! _ respondi nervoso. - Ou você faz o que dei como castigo ou ficará no dormitório por uma semana você escolhe? _ Marília continua me dando ordens. Ela sabe que eu gosto de jogar bola, e faz isso para me pôr na linha. - Você não tem coração não né? Está bem!! Irei cumpri o meu castigo, mas um dia eu vou embora e nunca mais voltoooo!!! _ respondi concordando. Ela pensa que pode me enganar só fez esse teatro por causa dos policiais, ela nem mesmo ligar para o que eu faço.