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Sequestrada pelo Alfa

Sequestrada pelo Alfa

Autor:: J P Andrade
Gênero: Lobisomem
- Escrava sexual? É isso que você pensou? - Para o que mais teria me arrastado até aqui? - falei, minha voz tremula. Ele respirou fundo e me encarou, da ponta dos pés até o alto da minha cabeça com uma expressão avaliadora que me fez me encolher. - Não se tenha em tão alta estima, fêmea, você não preenche os requisitos para uma escrava sexual minha. - Há! E quais seriam eles? Ele novamente me olhou com aquela expressão presunçosa e avaliadora, mas dessa vez eu estufei o peito e ele pareceu notar, mesmo que por um segundo. - O primeiro deles é ser bonita. - O que? Você acabou de me chamar de feia? - Isso é importante? - Mas é claro, primeiro, porque você está errado! Eu não sou feia e preencho todos os requisitos para uma escrava sexual! - Pela deusa o que eu estava dizendo? Marius me olhou parecendo visivelmente confuso, até que perguntou: - Por que parece que está se candidatando? Jane é uma loba órfã e rejeitada, que sonha em receber seu lobo e ir embora do orfanato. Em uma noite, quando vai para uma festa com sua amiga, Jane se vê em perigo ao perceber que não havia festa, apenas três lobos que tinham as piores intenções com ela. Tudo muda quando o terrível e cruel, lobo Marius, acusado de massacrar sua própria alcateia no passado, a salva. Ou melhor, a sequestra. Marius deixa claro que Jane será sua prisioneira durante um ano, até receber seu lobo e poder dar a ele o que ele deseja. Mas como Jane pode confiar em um assassino? E o que fazer com a atração selvagem que ambos sentem, se estão presos um com o outro em uma cabana isolada?

Capítulo 1 Clareira

Orfanato Delister

POV JANE

Eu respirei fundo, enquanto a senhora Calister nos colocava em filas muito bem-organizadas na sala principal. A Luna da alcateia Delister estava chegando para visitar o orfanato e deveríamos estar todas apresentáveis.

De repente, a senhora Calister olhou para mim, então eu soube que ela me bateria.

- Mas o que significa isso Jane? - ela apontou para as pequenas manchas de café na barra da minha saia, eu olhei imediatamente para Hayley que sorria maldosamente.

- Senhora Calister... - tentei explicar, mas ela desferiu um tapa contra o meu rosto tão forte que eu caí para trás.

Arregalei os olhos quando vi um dente meu no tapete.

- A Luna Clarisse está vindo para cá ver como eu estou administrando o orfanato e você mancha sua melhor roupa! Ah, sua órfã imunda!

Hayley havia jogado seu café na minha roupa de propósito, mas a senhora Calister não se importava com isso.

Ela me puxou pelos cabelos e me arrastou para fora da sala, me empurrando em direção as escadas.

Cai sentada no primeiro degrau, o sangue em minha cabeça fervendo enquanto a dor no meu rosto e na minha boca sem o meu dente, faziam minhas pernas tremerem. A senhora Calister era uma loba muito forte e cruel.

- Vá para o quarto e fique lá, direi que está doente. Sua idiota.

Ela fez uma careta de desprezo e saiu.

Cuspi o sangue em minha boca e meus olhos começaram a arder, odiei o nó que se formou em minha garganta, o formigamento em meu nariz enquanto eu tentava desesperadamente não chorar.

Apenas mais um ano nesse orfanato, só mais um ano, então eu faria dezoito anos e receberia o meu lobo e poderia me juntar as forças do rei alfa como uma loba rastreadora.

Em meu pescoço, eu trazia a marca de uma loba rastreadora, um pequeno círculo vermelho. Isso significava que o meu pai havia sido um lobo rastreador, essa habilidade era passada apenas de pai para filho.

Havia muitos lobos rastreadores, mas todos trabalhavam para o rei Alfa na capital, e eu finalmente sairia da cidade Delister.

. . .

Daiane abriu a porta do quarto que compartilhávamos horas depois, enquanto eu olhava pela janela todas as lobas retornando com algo em suas mãos. Sacolas de presentes, penteados novos. Senti uma pontada de inveja, mas fechei a janela.

- Jane, você não vai acreditar em tudo que fizemos hoje! A Luna Clarisse nos levou para sua alcateia, comemos, recebemos alguns presentes, olhe essa trança que uma das lobas fez no meu cabelo! - Daiane mostrou uma trança dupla e longa, que havia ficado perfeito em seu cabelo loiro sujo.

Apenas assenti.

Daiane deve ter percebido meu desanimo, porque se aproximou rapidamente e se sentou ao meu lado.

- Um dos lobos que conheci me chamou para uma festa na clareira... podemos fugir e ir depois da meia noite.

Fiz uma careta sem qualquer animo para uma festa ou para fugir no meio da noite.

- Vamos Jane, assim você irá se divertir, o que Calister fez hoje foi injusto. Aquela cobra da Hayley fez aquilo porque sabe que você iria conquistar o coração da Luna.

Eu duvidava muito que Hayley pensasse assim, afinal, ela sabia que mesmo que não tivesse pais, eles haviam morrido no massacre da alcateia Lua de Prata, feito pelo terrível lobo Sombrio.

Já eu, havia sido abandonada na porta do orfanato.

Ela trazia uma marca no pescoço que dizia que ela seria uma loba destinada a um Alfa, que seria uma Luna. E eu, com sorte, ficaria arriscando a vida nas estradas seguindo o cheiro de lobos que haviam cometido crimes contra nosso rei Alfa.

Mas eu sabia que Daiane queria me animar e não pude resistir aos seus olhos esperançosos.

- Está bem, vamos escapar durante a noite.

. . .

Já se passavam da meia noite quando caminhando pela trilha em direção a clareira onde teria a festa com os lobos amigos de Daiane.

- Tem certeza de que você sabe o caminho? Está tão escuro aqui... - falei, olhando ao redor. Não parecia estar havendo festa em lugar algum, estava tão silencioso.

- É claro que sei. Dany me mostrou o caminho que deveria seguir.

Logo chegamos à clareira, mas não havia festa alguma. Eu não considero três machos ao redor de uma fogueira uma festa.

Assim que vi isso, senti um pressentimento ruim e segurei o braço de Daiane antes que eles nos vissem.

- Vamos embora, isso está estranho.

Daiane puxou seu braço da minha mão e me olhou como se eu fosse uma tonta e neurótica, para meu desgosto, ela se virou para os machos e acenou, gritando:

- Dany! Dany!

Dany era o mais alto do grupo, com cabelos claros e rosto quadrado, assim que nos viu, seus amigos se levantaram e sorriram acenando, mesmo assim, eu não achei que eles pareciam amigáveis.

Daiane correu em sua direção e o macho a pegou no colo, a beijando profundamente.

Fiquei sem reação, nunca a tinha visto beijar ninguém.

Pensei em voltar quando meu olhar se cruzou com os dos outros machos que pareciam me encarar em expectativa, mas como eu poderia deixá-la sozinha no meio de todos aqueles machos?

Eu deveria ter ido embora...

Segui em direção a clareira e todos nos cumprimentamos, enquanto Daiane se sentou ao lado de Dany.

Fiquei entre dois machos e que se chamavam Caio e Paul.

- Achei que haveria mais pessoas aqui, já que é uma festa. - falei, meu olhar se estreitando para Dany.

Dany sorriu de um jeito que não gostei e respondeu:

- Se há um macho e uma fêmea, é uma festa. - respondeu zombando.

Senti arrepios no pescoço e foi nesse momento que Caio colocou uma mão na minha perna.

Bati em sua mão no mesmo instante e ele gargalhou como se estivesse se divertindo.

- Veja Dany como ela é brava! - zombou Caio.

Me levantei e olhei para Daiane.

- Vamos, já está tarde.

Daiane parecia desconfortável com o que Caio fez comigo e se levantou, Dany a puxou com toda a força a obrigando a se sentar ao meu lado.

Avancei para resgatá-la, mas senti mãos grandes me puxarem pela cintura e me deparei com Caio me jogando para trás, para cima de Paul, que para meu horror, rasgou minha blusa, enquanto os machos explodiam em gargalhadas sinistras.

Capítulo 2 O lobo negro

Meu sangue gelou enquanto tentava cobrir meus seios com os braços.

Olhei para os três machos, me encarando com um olhar de luxuria em seus olhos e engoli em seco, meu coração batia tão forte que parecia que iria explodir.

Dany continuava segurando Daiane, que parecia estar horrorizada com o que estava acontecendo.

- Dany, me solte. O que estão fazendo? - sua voz estava tremula.

Daiane ainda não havia entendido, mas eu sim.

- Eu disse, sua órfã imbecil, que haveria uma festa aqui na clareira. E vocês só vão embora quando eu e meus amigos nos cansarmos! - ele rosnou, enquanto segurava o rosto de Daiane com força.

A loba já estava chorando e eu senti um ódio terrível, olhei ao redor rapidamente e vi um pedaço de madeira que poderia me servir.

Caio foi o primeiro que avançou em minha direção, me abaixei e peguei a madeira, o acertei no rosto com toda a minha força, ele caiu de joelhos por causa de seu olho direito que foi atingido.

Nem sequer tive tempo de ficar aliviada com isso, porque Caio se colocou em movimento tão rápido que não pude acompanhar.

O macho se jogou em cima de mim, seu corpo pesado esmagando o meu, enquanto suas mãos arrancaram das minhas mãos minha arma improvisada.

- Gosta de lutar, sua vadia? - rosnou Caio contra o meu rosto enquanto eu ouvia os gritos de Daiane.

Eu me debati contra ele, lutando com todas as minhas forças enquanto ele se esfregava contra mim e ria.

- Eu te disse que era fácil trazer elas para cá, são órfãs carentes de atenção! - riu com escárnio Dany.

Eu continuei lutando contra Caio, até que vi Paul se levantando, havia sangue em sua sobrancelha e sua expressão estava furiosa.

- Saia de cima dela, eu quero ser o primeiro. - ele esbravejou e eu gritei de revolta.

A essa altura, Daiane já estava gritando e chorando, enquanto Dany a segurava e a obrigava a ficar em seu colo.

- Mande-os parar! Por favor! Mande-os Parar! - ela gritava enquanto chorava inconsolável.

Caio saiu de cima de mim e eu tentei correr, mas Paul imediatamente me dominou, me virando de costas para ele e levantando minha saia.

Ele se colocou em cima de mim, sua ereção se pressionando contra meu traseiro enquanto eu me debatia contra ele.

Paul colocou uma mão em minha cabeça e empurrou meu rosto de perfil na grama.

Senti que tudo ao meu redor ficava mais lento e mais cinza, como se tudo estivesse simplesmente perdendo a cor, conseguia ouvir as batidas insanas do meu próprio coração, enquanto meu corpo começava a desistir de seus protestos.

Mesmo que minha mente não estivesse pronta para desistir, Paul estava com todo o seu peso sobre mim, que dificultava até mesmo que eu respirasse corretamente, com sua mão grande e forte pressionando meu rosto para a grama, também não ajudava.

Foi nesse momento que meu corpo pareceu congelar, meus membros completamente imobilizados, enquanto eu sentia sua ereção me pressionar por trás e seu rosto se curvando até meu ouvido esquerdo.

- Está gostando, sua vadia? Eu sei que está gostando de me sentir assim contra você.

Senti nojo de sua voz e um ódio quase intoxicante me consumiu.

Era isso, eu seria violada por aqueles machos nojentos que me viam como lixo, e nada jamais seria feito sobre isso.

Porque eu não passava de uma órfã rejeitada, não haveria um pai para limpar minha honra os matando, não haveria um companheiro disposto a tudo para me vingar. Na verdade, nem as autoridades fariam muito esforço para puni-los, porque eu não era ninguém, e se contasse, só estaria manchando minha própria imagem.

Teria que ouvir coisas como "Por que você fugiu no meio da noite para se encontrar com machos?"

Eles diriam que foi consensual, sim, com certeza.

Fechei os olhos, tentando me desligar do que estava acontecendo, lutando para não sentir, não ouvir...

Até que um rosnado baixo e sinistro me fez arregalar os olhos.

Paul afrouxou seu aperto sobre meus braços e cabeça, me permitindo levantar um pouco o rosto e olhar na direção do rosnado, que aparentemente, não havia sido minha imaginação.

Das sombras da floresta, um lobo negro e gigante surgiu, seus olhos eram de um vermelho escuro e denso, suas presas brancas e afiadas.

Paul rapidamente saiu de cima de mim, caindo para trás assustado, enquanto Caio recuava igualmente assustado.

Eu pude ouvir Dany gritar para que o lobo se afastasse, mas ele continuou avançando, seus olhos pediam sangue e eu sabia, que ele iria matar todos nós, porque ele era o lobo negro.

O mesmo que massacrou sua própria alcateia.

Marius Blaine.

Capítulo 3 Salva

Tudo que passava pela minha cabeça era:

Ao menos ele me mataria rapidamente e eu não seria abusada.

Eu estranhamente não senti medo, foi como se esse pensamento me confortasse, isso, até ouvir os gritos de horror e medo de Daiane, o que me fez despertar para o fato de que eu estava prestes a morrer, o que era bem ruim...

O enorme lobo negro avançou e eu sabia que seria sua primeira vítima, já que estava deitada no chão e era a mais próxima dele, pensei em fechar os olhos e torcer para que ele me matasse rapidamente, mas não os fechei.

Afinal, onde estava o meu espírito de luta? Como eu podia desistir assim tão fácil, quando tudo que fiz nos meus dezessete anos foi lutar e sobreviver, suportar todos os abusos e desprezo no orfanato. Eu morreria assim, quieta e conformada?

Antes que eu pudesse colocar em prática esse pensamento, o lobo avançou contra mim, por um segundo, eu o vi olhar diretamente para mim, como se estivesse percebendo algo, ele desviou seu caminho.

Eu me virei, a tempo de ver o macho avançar primeiro contra Paul, arrancando sua cabeça em uma única mordida.

Um grito agudo e horrorizado soou na clareira e foi apenas segundos depois que percebi que era eu gritando, desesperadamente.

A cabeça de Paul caiu sobre a pequena fogueira, fazendo a única luz naquele lugar tremeluzir.

Marius Blaine avançou contra Caio e Dany, ambos haviam tentando correr, mas ele foi mais rápido, os destroçando, seus membros sendo arrancados e voando pela clareira.

O cheiro de sangue pairava no ar, assim como o medo.

Olhei ao redor, procurando por Daiane, mas ela havia sumido.

Ela tinha corrido e me deixado para trás.

Tentei me levantar quando o lobo se virou em minha direção, suas patas estavam com sangue, assim como seus dentes, o sangue dos outros machos que tinham seus membros espalhados pela clareira. Meu primeiro instinto foi tentar cobrir meus seios com os retalhos do que havia sido minha blusa, amarrando-a ao redor.

Mas logo depois disso, foi como se meu corpo fosse perdendo as forças.

Senti meus joelhos vacilarem e cai de joelhos, levante-se, mexa-se, agora não é hora de paralisar de medo!

Eu queria gritar e bater em mim mesma, como eu poderia congelar de terror enquanto Daiane tinha sido rápida e inteligente o suficiente para se enfiar no mato e desaparecer?

De repente, o lobo foi mudando sua forma, seu focinho dando lugar a um nariz, suas patas aos braços, e logo ele era um macho de quase dois metros de puro músculo e completamente nu.

Seus cabelos em um tom escuro e seus olhos, estreitos e obscuros, me encaravam como se eu fosse o seu lanche.

Ah, porque sai de casa hoje...

Engoli em seco e peguei a primeira pedra que vi no chão.

- Fique longe de mim! - alertei, minha voz saindo tremula para o meu desgosto.

O macho apenas me olhou, inclinando sua cabeça levemente para o lado, seu olhar descendo para a pedra em minha mão, em seguida subindo de volta para o meu rosto.

Para a minha surpresa, ele sorriu diabolicamente e disse:

- Interrompi sua festinha?

Eu o encarei chocada e de boca aberta, não porque pensasse que ele não podia falar, eu apenas achei que ele diria algo mais ameaçador como "Vou matar você e beber seu sangue e comer sua carne" Não me julgue, há muitas lendas sobre lobos negros e ninguém realmente ficou vivo após se encontrar com um deles para contar se são reais ou não.

Vi em sua expressão que ele parecia estar zombando de mim.

- O que? - foi a única coisa que consegui balbuciar, enquanto segurava a pedra com força.

- Acho que salvei você deles, não é? - ele disse, sua expressão enigmática, o macho deu passo a frente e eu recuei vários, em uma posição defensiva.

- Não se aproxime, fique aí!

- O que vai fazer se eu me aproximar? - ele questionou e para meu horror, começou a caminhar em minha direção, e eu não conseguia ignorar seu corpo nu e musculoso.

Entrei rapidamente em pânico e sem pensar no que estava fazendo, lancei a pedra contra ele, que acertou direto em sua testa.

- Ah! Você não desviou! - falei. Por que eu estava falando isso? Que bom que ele não desviou, agora saberia que eu poderia feri-lo.

Ele pareceu chocado quando um filete de sangue desceu por sua testa, agora um pouco machucada, o macho tocou com a ponta dos dedos e me olhou parecendo levemente irritado.

- Não acredito que você jogou uma pedra contra o seu salvador, como você é ingrata. - anunciou e ele e começou a caminhar em minha direção.

Antes que eu pudesse me afastar mais, o macho me segurou pelos pulsos e me encurralou contra uma arvore. Seus olhos eram muito escuros, suas sobrancelhas retas e espessas, enquanto seus cabelos tinham um tom escuro de castanho, ondulados e precisando urgente de um corte, mas porque eu estava reparando nisso, só a deusa sabia.

Suas mãos se fecharam com força sobre meus pulsos, enquanto ele inclinou a cabeça e seu olhar desceu para o meu pescoço, senti meu coração disparar, enlouquecido com a proximidade com aquele macho que ainda trazia o cheiro do sangue dos outros em seu corpo.

- Me solte, sua besta sem consciência. - exigi.

O macho levantou o olhar para mim, um sorriso se curvou em seus lábios enquanto ele dizia:

- Você vem comigo, fêmea.

Eu estava prestes a dizer "Nem pensar" quando o macho me jogou por cima de seus ombros e começou a caminhar para o meio da floresta comigo em seus ombros.

- Ah, o que está fazendo? Eu não tenho nenhuma utilidade, me deixe ir! - gritei a plenos pulmões, enquanto era levada por ele.

Por vários minutos gritei e bati contra suas costas que pareciam serem feitas apenas de músculos, mas era inútil. Ele estava me carregando por uma trilha densa e com pedras, mas nem sequer sua respiração estava alterada. Eu não conseguia ver nada naquela escuridão, além de estar de cabeça para baixo.

Estava começando a me sentir mal e não sabia há quanto tempo estávamos na trilha, e nem para onde estávamos indo, até que algo terrível me ocorreu.

Ele devia viver sozinho... e eu seria sua escrava sexual!

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