Ana Narrando:
Era manhã de uma sexta feira, o céu estava nublado, Romeu esfregava seu rosto em minha mão, me levantei ainda meio sonolenta, acendi a luz, e comecei a arrumar todo meu quarto, Romeu ainda me perseguia – ele queria comida- fui até a cozinha e despejei um pouco de ração em sua vasilha, comi um pouco de cereal e corri para me vestir, era dia de trabalhar, e eu estava adiantada, mas ainda tinha que passar no banco para pagar algumas contas.
Corri no banho, vesti um vestido florido branco no fundo eflores lilás, calcei minha botinha ate o tornozelo marrom escura, deixei os cabelos soltos,passei um perfume muito rápido, e agarrei minha bolsa, dei um beijinho no Romeu, e sai as pressas, paguei duas contas, o céu estava pronto para uma chuva, na verdade parecia que iria cair océu daquele jeito, senti meu celular vibrando e atendi o mesmo.
Xxx
Ana: Oi Giovana. Giovana era uma amiga de trabalho
Giovana: a Carla está dizendo que hoje a biblioteca abre uns10 minutos mais tarde por conta to pó. Carla era a diretora, e tínhamos de obedecer, eu já estava uns 15 minutos adiantada do trabalho, ou seja havia 25 minutos que eu poderia estar dormindo.
Ana: Ta tudo bem, tchau.
Xxx
Não queria ir para o colégio, então avistei um bar, daquelesbem simples, entrei no mesmo, para pedir algo para beber, nada alcoólico, simplesmente um suco de laranja, pedipara uma senhora que estava atrás do balcão, na noite passada foi uma das piores noites que eu já havia passado, era o meu 4 namoro que havia se desfeito, parecia que o Pedro não suportavaapenas olhar pra mim sem pensar em sexo, ele não queria uma noite romântica, vendo filmes e comendo chocolate, ele queria uma noite quente, uma noite inteira de umas fodas selvagens, e eunão era assim, sem perceber que estava brincando com o canudinho entre meus dentes, resolvi parar com aqueles pensamentos, e prestar atenção nas pessoas ao meu redor, havia um casal de velhinhos, uma guria comendo pão de queijo, parecia ter uns 12 anos, e estava atrasada para o colégio, e havia um homem de chinelo, com uma bermuda branca e uma blusa preta estilo polo, seu cabelo estava em pé por conta do gel, ou laquê sei lá, ele estava usando óculos de sol, não dava para ver como seus olhos eram, e foi ai que eu fiquei encarando o mesmo, achando que era a coisa mais normal do mundo, sua barba estava por fazer, sua xícara de café foi enchida trêsvezes, acho que ele estava com insônia, fitei o mesmo anotar algumas coisas em uma agenda, o jeito dele mexer a canetame fez ficar bem concentrada, quando o mesmo tirou os óculos meu estômago se revirou, meus olhos não conseguiam mais olhar para outro lugar ao não ser para os olhos daquele estranho, olhei com muito custo para o relógio, e percebi que era hora de ir, me levantei deixando o suco pela metade, paguei a senhora, e fui me levantando quandosinto uma mão pesada em meu braço.
Xxx: Olá...
Ana: Oi, desculpa eu preciso ir.Eu juro que tentei não agir como uma louca, na hora em que seus olhos se coincidiram com o meu meus lábios queriam sorrir, mas consegui doma-los por certo tempo ate me virar novamente de costas, e aquele Deus grego vir atrás de mim.
Xxx: Só um minuto, é... Ele sorriu, puta que pariu ele sorriu, parecia que ele tinha mil dentes brancos em seus lábios, mas claro que é só um modo de falar, era lindo.
Ana: É?
Xxx: Desculpe, me chamo Bruno, muito prazer.
Ana: O prazer é todo meu. Sai andando segurando minha pasta, atravessei a rua pronta para pegar um táxi quando sinto a mesma mão me puxando novamente, mas desta vez eu estava ficando irritada, ele já havia falado o que queria poxa, já havia se apresentado e tudo mais.
Bruno: Olá de novo, bom... Eu não sei seu nome.
Ana: É porque eu não disse. Virei-me e entrei no táxi, sim eu estava cansada de me iludir com qualquer rostinho bonito, ele ficou lá parado com as mãos na cintura, com um sorriso no rosto, pera o que ele estava achando graça, Talvez ele estivesse sem graça.
Meu dia no trabalho foi ótimo, exceto pela Giovana que ficou uma fera comigo quando eu disse que não havia dado bola para o Bruno.
Giovana: Como assim Ana? Tudo bem que você acabou de terminar um relacionamento mas o Pedro era um idiota por completo, até quando você vai ficar na onda dele, esperando ele voltar?
Aquilo me acertou que até doeu meu coração, fiquei refletindo o que ela tinha dito, além do mais a Gi é a minha melhor amiga, tudo ela sabe, mas desta vez senti que ela estava tentando me proteger não sei, ela é a única que aguenta meus dias de TPM, apenas consegui responder.
Ana: Não estou esperando pelo Pedro.
Giovana: E nem por um príncipe encantado né, acorda Ana.
Refleti tudo o que ela havia dito, fui embora um pouco calada ainda absorvendo tudo, todas aquelas palavras, normalmente eu era a realista, sempre fui, mas enfim aquele não era meu dia.
Ao chegar em casa, coloquei comida para o Romeu, tomei um banho rápido, e me enrolei na toalha, coloquei um shorts jeans e uma blusa regatas azul escuro, calcei meus chinelos, e fui para o super mercado, peguei as minhas chaves e fui de taxi, comecei a pegar o que eu precisava e quando decidi ir pegar pão para jantar, eu já não cozinha muito bem, então...
Xxx: Olha a garota sem nome.
Virei-me era o Bruno, esse garoto estava me seguindo só pode.
Ana: Garoto tu te me seguindo? Assim de novo tu? Eu em. Virei-me e continuei o meu pedidoBruno Narrando:
Era um dia comum, Renatinha iria passar lá em casa, então havia muitas coisas para fazer, afinal ela era gostosa, passei no mesmo bar de sempre logo de manhã para tomar café, estava exausto, tinha muitas papeladas me esperando na empresa, maldita hora em que fui escolher administração, ao pedir meu terceiro café, percebi uma garota entrando e pedindo um suco, ela sentou-se do meu lado, e eu fiquei a obervando, ela não reparou muito pois estava de óculos de sol, anotei algumas coisas na agenda que eu tinha que fazer hoje, e quando ela se levantou, segurei a pelo braço, seus olhos eram amendoados, e tinham um brilho diferente, pensei em chama lá para sair comigo, mas seria muito previsível, ela não havia me dito seu nome, e eu precisava saber, então assim que ela me deu as costas, joguei meu dinheiro para a balconista, disse a ela que poderia ficar com o troco, então senti sua mão sobre a minha.
Brenda: Ela é difícil, vai com calma.
Olhei para a mesma e fiz que sim com a cabeça, fui para fora segurando minhas coisas, e a segurei novamente pelo braço, ela se fez de difícil, e isso sim foi sexy, aquele olhar perigoso me encarando, pensei comigo " toda guria quer sair comigo" .
Mesmo assim fui embora, a deixei para lá, ainda iria descobrir seu nome, voltaria quantas vezes fosse preciso naquele bar para descobrir algo sobre ela.
Mais tarde depois de um dia cansativo no trabalho, fui ao super mercado, para buscar um vinho, queijos, e outros pesticos para que a Renatinha finalmente se surpreendesse comigo.
Encontrei aquela mesma garota, e não me contive tive de ir lá para falar com ela, de inicio achei até que ela fosse pegar o vinho do meu carrinho e jogar na minha cabeça, mas ao invés disso ela só me tratou mal mesmo.
Ana Narrando:
Ana: Vai garoto responde. Disse um pouco alterada
Bruno: Primeiro eu me chamo Bruno, e você já sabe disso, e segundo não estou gritando com você, a propósito eu só vim fazer algumas compras, e o mercado que eu saiba é publico certo?
Ana: Ana. Eu tinha ficado um pouco sem graça então disse meu nome, para por fim ele parar de ficar enchendo meu saco peguei os pães e sai andando.
Bruno: Ana me ligue qualquer dia desses. Ele estendeu o cartão dele e eu apenas peguei.
Passei pelo caixa, e quando fui sair com todas aquelas sacolas percebi que Bruno estava do meu lado.
Ana: Eu já lhe disse meu nome, o que quer agora?
Bruno: Quer uma carona?
Ana: Não muito obrigada, eu mal te conheço, não posso pegar uma carona com você.
Bruno: Claro, você está certa, afinal eu poderia ser um serial killer. Ele soltou uma risada, e eu caminhei ate o ponto de taxi com minhas sacolas, ao perceber que nenhum daqueles idiotas carros pararam para mim, fui andando a pé, aquelas sacolas estavam muito pesadas.
Bruno: Tem certeza que não quer uma carona?
Ana: Tá, mas é porque essas sacolas estão muito pesadas. Abri a porta de trás e coloquei as sacolas, dei meia volta no carro, e entrei, coloquei o cinto de segurança.
Ana: Eu moro num bairro depois do bar que você viu hoje de manhã.
Bruno: Você poderia ir tomar um café comigo algum dia desses, que tal?
Ana: Não, muito obrigada.
Bruno: Semana que vem, sexta, vamos para um jantar, sem compromisso, reservei um restaurante para fechar alguns negócios e foi desmarcado, mas a reserva não posso pois já paguei, então esteja pronta as – ele olhou no relógio e depois pra mim- 19h30.
Ana: Bruno, eu mal te conheço, sério.
Bruno: Bom você pegou carona comigo, e eu já poderia ter lhe matado caso quisesse.
Com todo aquele humor acabei aceitando, expliquei o caminho para ele, e finalmente o mesmo me ajudou a subir com as sacolas ate o apartamento.
Ana: Obrigada, pela carona, por me ajudar a trazer as sacolas, sexta?.
Bruno: As 19h. Ele se inclinou para dar aqueles beijos na onde as bochechas se esfregam, apenas estendi a mão, e ele apertou a mesma.
Quando finalmente ele deu meia volta, fechei a porta, e guardei todos os meus mantimentos, entrei em algumas redes sociais, e peguei o livro que eu estava lendo no momento "O diário de Anne Frank", li algumas páginas, até cair no sono, e acordar só no outro dia com a minha mãe quase arrebentando a porta de tanto bater.Ana: O que tu quer?, pra que ficar batendo assim?
Marisa: Precisava deixar a Camile com você, vou trabalhar hoje Isabel, eu te mandei mensagem ontem a noite.
Minha mãe era uma doida, totalmente, tinha duas filhas uma bem pequena de 3 anos, e outra eu de 23, e Camile também se chamava Ana, Ana Camile e Ana Isabel, vai saber o porque.
Ana: E porque não a deixou com o papai?, hoje vou no clube com a Giovana.
Marisa: Seu pai foi trabalhar hoje com o tio Sérgio, ou seja você fica com a Camile hoje.
Ana: Mas mãe... eu tenho coisas pra fazer, e a mulher do tio Sérgio, ela também tem uma filha a Ingryd ela tem a idade da Camile, e ela nem trabalha.
Marisa: Ana Isabel - fedeu ela nunca me chama de Ana- hoje você fica com a Camile, fui. Ela deu um beijinho na testa da Camile e um na minha testa, aquela pirralha me olhou e abraçou minhas pernas.
Camile: Chocolate tata. Não fazia a menor ideia de como cuidar de uma criança de 3 ou seja la qual for a idade da pirralha.
Ana: Espera ai. Vasculhei a bolsa dela e não achei absolutamente nada de roupa de banho.
-
O dia foi tranquilo, não pude ir no clube pois infelizmente minha maravilhosa mãe esqueceu de trazer o bikini da Camile, ela dormiu praticamente a tarde toda, e eu apenas lendo, e resolvendo algumas coisas no notbook para a Giovana do trabalho, enquanto a mesma estava nadando.Chegou finalmente sexta, a semana inteira foi uma droga, trabalho, casa, bar, suco de laranja entre outros, mas finalmente chegou sexta, não que eu estava muito ansiosa para ir, mas cara era sexta, e minha sexta passada foi uma droga, coloquei um vestido preto simples, nada muito grudado, bem soltinho, calcei um salto, abusei no rímel, e batom vermelho, agarrei minha bolsa e quando deu finalmente 19h a campainha tocou, imaginei que ele já estaria lá uns 5 minutos adiantado e resolveu apertar só agora, ele estava de terno, com a gravata azul,ele me deu um beijo na mão, e eu soltei uma risada, descemos as escadas, e quando chegamos no carro, ele abriu a porta pra mim, foi quando percebi que ele queria me impressionar.
Ana: Não me impressiono com coisas fúteis, saiba você que eu só estou indo pela comida.
Bruno: Sinceridade não falta em você.
Ele deu meia volta, e entrou no carro.
Ana: E ai?, estou apropriada para o jantar?
Bruno: Você está com batom no dente. Ele riu, e eu fiquei mais vermelha que o tom do meu batom.
Ana: Você é péssimo.
Bruno: E você está muito cheirosa. seu sorriso ficou de lado, e eu abaixei a cabeça encarando minha unhas pintadas de vermelha.
Ana: Já chegamos?. Ele parou o carro, e um mini projeto de homem pegou as chaves dele, o mesmo deu meia volta, quando ele ia abrir a porta, eu mesmo fiz.
Bruno: Sou cavalheiro mesmo com uma dama que não se pareça com uma.
Ana: Mas é essa dama que não se parece com uma, que você convidou para este lugar que você reservou ontem, boa desculpa em sr. Bruno.
Bruno: Como sabe que reservei ontem?
Ana: É o lugar aonde meu pai e minha mãe vem direto, e dizem que só se pode reservar um dia antes. Pisquei para o mesmo, e ele me seguiu.
Bruno: É aquela ali. ele apontou para uma mesa de frente para uma enorme janela, as estrelas estavam lindas, e o cenário que ele escolheu para aquela noite me surpreendeu, mas não demostrei.
Bruno: Vem cá. Ele me puxou ate a mesa, e puxou a cadeira, olhei para o mesmo, e comecei a rir.
Ana: Você acha mesmo que vai me surpreender com essas atitudes?
Bruno: Se você não sabe minha mãe me deu uma boa educação, e meu pai me ensinou como tratar uma mulher de verdade, mas se você se considerar uma menininha depravada me avise agora para que eu possa inventar uma desculpa e cair fora.
Ana: Calma, eu só estava rindo.
Bruno: Você estava rindo de mim, rindo da minha atitude, e que eu saiba eu vim vestido formal não como um palhaço. Tá ele estava com raiva quando disse isso, então eu fechei a cara, e chamei o garçom de inicio ele pediu um vinho tinto de 1963, apreciei aquele vinho, até que começamos uma conversa, eu estava normal, falava o que tinha vontade, então do nada assim sem mais nem menos, aparece um cara, também de terno, cumprimentando o Bruno.
Xxx: Eai Brunãaaao, quem é essa? A famosa Renata? Muito prazer.
Bruno: Carlos essa é a Ana, e não tem Renata.
Carlos: Essa é a nova namorada?
Ele deu batidinhas no meu ombro, então virei para o mesmo e disse
Ana: Você quer dar alguns tapas no meu traseiro?
Todos me olharam assustados, e ele respondeu meio gaguejando.
Carlos: N-Não.
Ana: Então não dê tapinhas no meu ombro como se eu fosse uma égua.
Carlos: Te vejo segunda.
Bruno: O que foi aquilo garota?
Ana: Eu vim vestida formal não com uma fantasia de égua. Pisquei e sai da mesa irritada.
Bruno: Aonde você vai?
Ana: Arrumar uma desculpa e cair fora.
Senti seus braços apertarem os meus, e me puxar para mais perto, de certo algumas pessoas a nossa volta já tinham visto aquela cena, então ele me puxou pela cintura, me fazendo sentir sua respiração.
Ana: O que você quer Bruno?
Bruno: Você.Nossos lábios finalmente se tocaram, algumas pessoas em nossa volta bateram palma, e eu só conseguia ouvir o barulho das mãos batendo uma na outra, nosso beijo passou para um beijão, e então quando ele parou, senti meu rosto corado.
Bruno: Foi melhor do que eu planejava.
Ana: E o que você estava planejando?
Bruno: Cena típica, te levar para casa, e te roubar um beijo, mas isso foi bem melhor, agora vem, temos uma garrafa de vinho aberta esperando por nós.
Sentamos-nos e pedimos nossa macarronada, tomamos vinho, e ele me levou para casa em seguida.
Bruno: Bom aqui é a sua deixa.
Ana: Você tinha planejado me beijar, e eu estou esperando esse planejamento dar certo. Sorri para ele, e o mesmo me puxou pela cintura, colocou a mão no meu cabelo e me ofereceu seus lábios carnudos, para que eu pudesse beija-lo com fervura, nossos beijos pareciam estalos, estava muito bom quando fomos vencidos pela falta de ar.
Bruno: Foi muito bom sair com você Ana.
Ana: É foi legal até. Sorri, ele virou de costas e desceu as escadas, entrei em casa e fiquei na porta por uns 10 segundos pensando na vida, e do nada veio o Pedro na minha mente.
1 mês atrás...
Pedro: Ana meu amor, você está ai?
Ana: Vida minhaaaaaaa, você chegou. Pedro estava viajando por 7 dias, ficamos todo esse tempo sem nós falar, abri a porta, e pulei em cima dele, o mesmo me segurou me beijando.
Pedro: Precisamos conversar.
Ana: Sim, tenho tanta coisa pra te contar, sabe a Giovana e o Hugo então, eles estão juntos e...
Pedro: Eu fiquei com a Paula.
Ana: Mas só de beijo?
Pedro: Ana eu fiz sexo com ela, sexo, eu te traí.
Ana: Não me surpreende mais, você não me surpreende mais Pedro.
Pedro: Mas não vim me confessar, eu vim dizer que eu não quero mais nada com você, não quero mais olhar pra você, e nem mesmo falar com você.
Ana: Tá.
Pedro: COMO VOCÊ TA CALMA ANA ISABEL? –ele gritou- e eu me assustei
Ana: Você quer que eu faça o que? Não vou berrar te pedindo pra ficar, se você quiser ir vai.
Pedro: Eu vou, mas me promete uma coisa?
Ana: O que?
Pedro: Não venha atrás de mim.
Ana: Tudo bem.
Assim que ele saiu por aquela porta, meus olhos disseram pra mim " pronto agora ta tudo certo, você já pode chorar" minhas lágrimas caíram sem minha permissão, foi algo surreal, ele havia me dado um pé na bunda, iríamos completar quase 1 ano juntos, e ele me traí acha que ta tudo bem?, homem não presta nem depois de um ano.No outro dia já era sábado, estava muito ansiosa para sair com a Giovana, quando recebi uma mensagem de bom dia do Bruno, eu até passei meu numero para ele em uma hora do jantar vai, não poderia ser tão difícil a esse ponto.
"Bruno:
Bom dia flor do dia, (que cantada brega) ok,
Vamos tomar um sorvete hoje?"
Eu já sabia que o Bruno só queria transar comigo, mas acontece que eu não fazia sexo a muito tempo, e eu nem sentia falta, mandei mensagem pra ele respondendo que até poderia ir, Giovana saiu com o Hugo para o shopping, estava um calorão, então usei e abusei do mini shorts, e uma blusa cavadinha, usei o meu cabelo amarrado, e uma sandália aberta mostrando os dedos, que por sinal estavam bem cuidados, passei um perfume mais leve e usei rímel apenas, peguei minha bolsa, fiz carinho no Romeu, e sai ele estava me esperando na portaria, entrei no carro, e ele me surpreendeu me cumprimentando com um selinho.
Bruno: Vamos tomar um sorvete okay?
Ana: Tudo bem, aonde tu quiser ir eu vou. Não eu não deveria ter dito isso.
Bruno: Poderíamos ir em casa mas não vamos, pois quero ficar só eu e você. Ele sorriu e acelerou, quando chegamos na sorveteria, pedimos nosso sorvete, e logo em seguida ele chegou, ficamos conversando um pouco até que uma loirex chega e começa a dar um show quando vê o Bruno segurando minha mão e conversando comigo.
XXX: BRUNO?, COMO ASSIM? Você e essa piriguete?
Bruno: Renata?, o que você ta fazendo aqui?
Ahh então essa era a famosa Renata, ela parecia um pouco assustada, estava ficando vermelha., com um salto 15 nos pés, fiquei imaginando a dor, e fechei a cara.
Renata: Então é assim? Você me leva para sua casa, conheci o seu irmão, e até seu cachorro, e você vem e faz isso?, me troca por uma qualquer? Fala sério em.
Ana: Uma qualquer? Oha me desculpe eu não sei quem é você, e nem to afim de saber, por mim você é apenas uma louca me chamando me qualquer, e com certeza você não vai querer me ver louca certo? – me levantei e a encarei- O Bruno tá sim saindo comigo, se você não soube segurar ele, sinto muito, agora para você não ficar mais envergonhada ainda, sai de fininho e vai tomar sorvete em outra sorveteria com esse seu salto 15, que se você falar mais um a de mim, eu juro que tiro ele desse seu pé enorme e faço você engolir cada cm.
Renata: Você não vai dizer nada Bruno?
Bruno: E precisa?, ela já disse tudo.
Bruno Narrando:
Depois de ter ido tomar sorvete com a Ana, aquela guria não saiu da minha cabeça por um bom tempo, até o Renan meu irmão mais novo percebeu.
Renan: Qual é Bruno, quem é dessa vez?
Bruno: Quem o que ?
Renan: A doida que te quis.
Bruno: Calado muleque, o nome dela é Ana, eu encontrei com ela naquele bar que eu vou todo dia de manhã pra tomar café, ela foi tomar um suco e nós se encontramos lá.
Renan: Ela é gostosa igual a Renata?
Bruno: Não sei, nunca reparei no corpo dela, sabe os olhos dela são enormes bem brilhosos, e o sorriso é largo, parece que ela sorri de propósito pra me deixar sem graça.
Renan: Ta apaixonado, ferrou.
Bruno: Cala essa sua boca, mas mudando de assunto e a Carlinha?
Renan: Não deu em nada, ela é muito meiga.
Na real eu queria realmente mudar de assunto para não falar mais da Ana, não que eu não gostasse de falar dela, é que talvez eu poderia realmente sentindo algo por ela, mas nada concreto, afinal nem chegamos a trocar tantos beijos, e eu já estava assim.
Depois do sorvete ela foi para a casa cuidar da Camile a mãe dela não parecia muito bem pelo telefone, mas não me importei muito.
Ana Narrando:
Minha mãe havia me ligado no meio do meu encontro com o Bruno, parecia desesperada, então corri para casa para ficar com a minha irmã novamente, ela dormiu a tarde inteira, enquanto eu cozinhava algumas delicias, planejada desta vez fazer eu a surpresa para o bruno, havia salada de frutas, bolo de cenoura, e chocolate, havia suco, refrigerante, tinha até comprado sorvete, e para sair um pouco de doce fiz um fricassê de frango, e fiz arroz soltinho, havia salada, e vinho tinto.
Camile iria dormir em casa comigo esta noite, tomei um banho, e coloquei uma blusa bem larga preta, e um shorts de pijama, prendi o cabelo, e dei um banho na garota, ela ficou de pijama, quando resolvi criar coragem de ligar para o Bruno, minha mãe chega, toda assustada, com os olhos inchados, presumo que chorou o dia todo, ela parecia mais triste do que normal, até parecia que alguém havia morrido, então ela gritou com a Camile.
Marisa: Camile, já para o quarto, AGORA. Ela foi então com os olhinhos arregalados, e com o Romeu no colo.
Ana: Que foi?
Marisa: Seu pai, aquele idiota cachorro, filho de uma mãe.
Ana: Se acalma, espera ai. Fui até a cozinha peguei um copo de água com açúcar e dei para ela beber, setamos no sofá e as palavras foram cuspidas de sua boca
Marisa: Seu pai me traiu com a Claudinha, eu descobri hoje, ela estava muito quieta comigo, nem falava muito sobre o Ricardo o marido dela, seu pai saia todos os dias os mesmo horários, e dizia que ia trabalhar até mesmo nos domingos, eu liguei no trabalho dele, e descobri que ele tinha pego um adiantamento de salario, ele disse que iria pagar uns remédios da Camile, mas eu descobri que ele comprou um vestido caríssimo para aquela vadia.
Ana: Não sei o que devo te falar.
Marisa: Nada só escuta, e me dê seu ombro pra mim chorar.
Ana: Tudo bem, venha cá meu amor. Abracei-a como ela fazia comigo quando era pequena e tinha medo de monstros, ou quando meu pai chegava bêbado e queria bater em mim, por motivos x.
Marisa: Eu não sei o que faço.
Ana: Quer que a Camile fique aqui um tempo?, até você ficar bem?
Marisa: Vou pra casa de sua avó.
Ana: Ta tudo bem, eu cuido dela aqui, prometo viu.
Ver ela chorar era horrível, doía em mim.
Ana Narrando:
A comida já estava na mesa, meus planos haviam acabado, então coloquei o prato da Camile e o da minha mãe, ela não comeu muito, e saiu em seguida para ir arrumar a mala, iria passar apenas 7 dias na vovó.
Recebi uma ligação de Bruno logo depois que Camile havia dormido, estava vendo filme, e ele me ligou.
Bruno: Oi.
Ana: Oi.
Bruno: Você não parece muito bem.
Ana: Aconteceu algumas coisas, com minha mãe, eu havia preparado um jantar aqui em casa, mas foi tudo de repente.
Bruno: Quer que eu vá ai?, ainda não jantei, não me importo de comer sobras requentadas.
Ana: Você vem?
Bruno: Claro.
Ana: Minha irmã está dormindo, então não vamos poder falar muito alto.
Bruno: Não me importo, em 15 minutos eu estou ai.
fim da ligação.
Ele realmente chegou no horário, esquentei a comida, ele a devorou como se realmente não estivesse comido, servi o vinho, e contei a ele o que havia acontecido, e comecei a chorar, não sei porque as lágrimas caiam sem minha permissão, ele puxou a cadeira do meu lado, e me abraçou.
Bruno: Vou te contar uma história.
Ana: Ta bom.
Bruno: Quando eu tinha 6 anos, meu pai foi embora com outra mulher, minha mãe ficou tão doente, doente mesmo, os médicos diagnosticaram depressão, e depois de um més ela se matou, encontrei ela no banheiro com duas cartas, uma para mim ler na mesma hora que eu encontrasse ela, e outra dizendo que havia mais cartas em uma gaveta, tinha muitas cartas, para mim ler para meu primeiro filho, tinha carta pra mim ler no meu casamento, carta da faculdade, carta de 15 anos, e por ai vai, no total ela escreveu 44 cartas, e eu não abri todas, já meu pai foi morar com essa mulher que engravidou assim que meu pai foi embora, e assim nasceu meu irmão Renan, meu pai não esqueceu que eu existia nem quando minha mãe se foi, o velório foi cheio de parentes, meu pai foi depois, e eu ouvi ele dizendo algumas coisas para minha mãe, nada se declarando, mas ele disse, foi incrível, minha mãe se foi, e eu ganhei um anjo, perdi todo afeto de mãe, mas meu pai sempre esteve comigo, hoje em dia eu amo minha madrasta, e meu irmão, ela é um anjo também, e no meio dessas 44 cartas ela escreveu para a Yasmim, que é a mulher do meu pai, então sua mãe esta no mesmo rumo que o meu, sozinha, mas ela ainda tem você.
Ana: É eu sei que ela tem, mas e eu? Tenho quem?
Bruno: você tem a mim, você tem a sua irmã,agora é com você.
Ana: Fica aqui comigo hoje?
Bruno: Fico.
Nós arrumamos a minha cama, e eu me vesti, ele me abraçou e me ouviu chorar, assim dormi com ele fazendo carinho no meu cabelo, e ouvindo como foi o dia dele.
Acordei já era 11hrs, com a Camile pulando em cima de mim e do Bruno.
Camile: Eu to com fomeeeeee, acorda Tata.
Ana: Gulosaaaaa, deixa eu acordar.
Camile: Quem é você?
Bruno: Sou o amigo da Tata. ele olhou pra mim e sorriu, retribui o sorriso, e levantei para preparar o café, havia bolo, fiz café preto pois sabia que o Bruno gostava, preparei a mesa, ele estava sem camisa, e deu para ver exatamente como seu corpo era.
Bruno: Bom dia meninas.
Camile mostrou todos seus brinquedos para o Bruno.
Ana: Você já tem que ir?. Tínhamos acabado de tomar café, e ele estava vendo desenho com a Camile, que estava deitada no seu colo.
Bruno: Não tenho que ir, mas você quer que eu vá?
Ana: Claro que não, é que vai vir uma amiga aqui com o namorado dela, achei que você iria se incomodar.
Bruno: Não me importo, fique tranquila. Assim que ele fechou a boca a campainha tocou.
Ana: Não morre mais. Abri a porta, e a Giovana entrou com o Hugo.
Giovana: Amigaaaaaa, que saudades. Ela pulou em mim e ficou envergonhada depois que percebeu que o Bruno estava sentado com a Camile.
Ana: Giovana este é o Bruno, meu amigo, e Bruno está é minha melhor amiga, esse é o Hugo, ele vai fazer uma comida Baiana para nós, uma farofa e uma feijoada bem gostosa.
Bruno: Então temos um baiano aqui?
Hugo: Não eu sou daqui de Curitiba mesmo, estou cursando gastronomia, então como a Gio esta com vontade e a Aninha propôs fazer aqui, porque não né, aliais muito prazer.
Bruno: Se você vai fazer, eu pelo menos te ajudo, bora lá. Bruno me surpreendeu quando levantou e me deu um selinho demorado e molhado, corei no mesmo instante, e contei tudo o que havia acontecido durante o tempo que não nos víamos, ela ficou chocada, e me falou para contratar uma pisciologa para a pequena Camile que no momento estava brincando com umas crianças no playground do prédio, e com a baba de um deles que disse que cuidaria dela.
Assim que eles foram embora, lavei a louça junto com o Bruno, ele me sujou muito de sabão, a tarde foi sossegada nada de muitas pessoas enchendo o saco ligando toda hora, e nada de trabalho, Camile pediu para dormir na casa da amiguinha dela que era no 3° andar, deixei ela ir contando que até as 11 horas ela estaria em casa para ir a escola.
Bruno: Já é 23hrs, amanhã eu trabalho.
Ana: Quer dormir aqui de novo?
Bruno Narrando:
Como iria negar um convite daqueles, afinal fiquei com ela a tarde toda, o Hugo era boa pinta.
Hugo: E ai?, estão juntos a quanto tempo?
Bruno: 2 semanas.
Hugo: Nossa é recente, você não sabe o quanto essa menina come rs.
O dia foi ótimo, e não houve como dizer não, pois não querida dizer, então a beijei, beijei muito, senti seus lábios contra os meus, eram macios, eram cheio de mistério, segurei ela pela cintura, coloquei suas pernas na minha cintura, e a levei no colo até a cama, deitei por cima dela, e tudo começou a esquentar, ela tirou a minha blusa, e a jogou longe, beijou meu pescoço e pude ouvir sua respiração ofegante, tirei sua blusa, e desabotoei seu sutiã, cai de boca em seus seios médios, com o bico rosado e durinhos, ela fechou os olhos e suspirou, ainda com as pernas na minha cintura, ela tirou meu shorts e minha cueca, deixando meu membro rosando em sua coxa, tirei uma calcinha e seu shorts, abri suas pernas e a chupei, ela soltou um gemido alto e abafado ao mesmo tempo, ela não aguentou por muito tempo e disse alto, ou melhor implorando.
Ana: Vem Bruno. subi o mais rápido possível e introduzi meu membro na sua bct, fiz alguns movimentos vai e vem ouvindo seu gemido em meu ouvido, fiquei louco ou ver que ela estava gostando, aumentei o ritmo e fui bombando mais forte, ela gemia o mais gostoso que poderia, pois estava me deixando mais exitado que o normal, a coloquei de lado, coloquei na entrada na bct dela, e fui bombando com mais força, até ouvir seu gemido de dor, conclui que estava gostoso pois ela não pediu para parar, com uma mão segurando um seio e a outra apertando sua cintura, ela pediu para irmos de quatro e deixar a luz acesa, e novamente ela acendeu mais ainda meu desejo por ela, assim que vi aquela bunda empinada para mim não resisti e deu um tapa bem forte, fazendo ela soltar um palavrão, sorri, e coloquei novamente nela, fazendo muitos movimentos, estava quase gozando quando ela me disse
Ana: Vem por cima Bruno.
Assim fiz como ela queria, fui por cima e penetrei nela.
Ana: Vou gozar, vou go... Ela tirou as pernas de mim, e finalmente gozei em sua boca, ela foi até o banheiro, e voltou com o halito cheirando menta, conversamos um tempo até eu cair no sono primeiro que ela, estava cansado e teria muitas papeladas para resolver amanhã
Ana narrando:
Assim que acordei o Bruno não estava mais em casa, havia um bilhete com uma letra tremida com a caneta azul, escrito.
"Fui trabalhar te ligo na hora que for almoçar um grande beijo"
Me espreguicei e fui para a cozinha, fiz almoço, iria trabalhar apenas de tarde hoje, terminei o almoço e fui buscar a Camile na casa da amiguinha, dei banho na mesma, e tomei o meu, enquanto ela estava almoçando, troquei a mesma para a aula, peguei sua mochilinha ea deixei vendo televisão enquanto colocava minha calça jeans, e uma blusa branca, vesti meu all star branco, peguei minha mochila, penteei o cabelo, e passei um batom mais claro, deixei Camile na escola, e fui para o trabalho, recebi uma ligação da Giovana mas nada muito sério.
Giovana: Não pude ir trabalhar hoje de manhã, borá ir pra balada quinta?
Ana: Não dá, só sábado, borá?
Giovana: Vamos sim, leva o seu mozão.
Ana: Giovana, eu já disse que não tenho nada com o Bruno.
Giovana: Mesmo assim, tchau, vou no medico.
Minha semana foi ótima, eu e Bruno trocamos algumas mensagens, e eu já havia falado sobre a balada, ele disse que iria me pegar as 23h30, então teria muito tempo para me arrumar, minha mãe havia voltado antes do previsto, pegou a Camile, e cortou o cabelo, fez até uma tatuagem, ela estava decidida a mudar, e eu concordava com tudo que ela havia dito, já era 18hrs e a Giovana já havia chegado.
Giovana: O Hugo disse que não se importa se eu dançar a noite toda.
Ana: E nem tem que se importar, você só tem que respeitar ele, mas em... qual vestido eu vou?, e qual salto?
Giovana: Vestido preto é muito previsível, vestido vermelho é ousado, vestido rosa é brega.
Ana: Até porque eu não tenho nenhum vestido rosa né Giovana.
Giovana: Bom eu vou de saia de oncinha e uma blusa preta, com um salto azul escuro.
Ana: Ótimo assim eu não vou igual a tu, você ja trouxe toda sua roupa?
Giovana: Trouxe sim, vou dormir no Hugo, e tenho tudo o que preciso lá.
Ana: Tá bom então, bora comer alguma coisa, e se arrumar.
Giovana e eu comemos algumas porcarias que havia no armário, tomamos coca cola, e ficamos conversando sobre o trabalho, sobre a sogra dela, cunhada, e tals.
Ana: já sei a roupa que vou. Tomei banho, fiz baby liss nas pontas do cabelo, deixei a franja para trás, coloquei minha roupa, e passei uma maquiagem bem ousada com um batom vermelho realçando meus lábios, passei perfume, e peguei minha bolsa preta de lado.
Ao descer com a Giovana vimos o Bruno com uma calça jeans simples, e uma blusa branca, com um tênis de marca, Hugo já estava na fila guardando um lugar pra nós.
Bruno: Oi minha gata. Ele esticou-se todo e me deu um beijão na frente da Giovana que revirou os olhos assim que terminamos o beijo limpando o canto de nossas bocas por conta do batom.
Giovana: Podemos ir?
Bruno: Você está tão cheirosa. Ele ligou o carro e deu um cheiro no meu pescoço.
Ana: É eu sei. O que houve com a minha mãe e meu pai não era problema meu mas mesmo assim eu estava insegura com qualquer outro homem.
Ao chegar na balada estava bombando muitos homens lindos, e poucas mulheres não sabia o real motivo, mas logo a mulherada começou a chegar, entramos na fila e entramos, estava tocando sertanejo, fomos para o balcão de bebidas, e pegamos uma caipirinha só para começar, a musica estava tão boa que eu e Giovana fomos para o meio da pista começamos a dançar já estava começando a lotar, e eu não estava me importando se o Bruno estava dançando com outra ou não, o que ele estava fazendo não era problema meu, um cara chegou bem perto de mim, e me cutucou.
xxx: Oi Moça.
Ana: Oi. Gritei por conta do som
xxx: Você está acompanhada?
Ana: Não, na verdade sim, eu uns amigos
xxx: Como tu se chama?
Ana: Ana, e você?
xxx: Gustavo, muito prazer, tu está linda, o que faz?
Ana: Sou bibliotecária de uma escola aqui perto.
Gustavo: Olha só, sei que você não me perguntou mas eu sou Bancário, nada muito concreto mas tudo bem.
Ana: Hum, tá.
Gustavo: Tu tem quantos anos?
Ana: Faz diferença você perguntar minha idade, e ficar enrolando?, tu quer só me beijar assim como beijou aquela ruiva ali ôh que esta te olhando com uma cara nada boa.