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Sádica em dose dupla-submissão

Sádica em dose dupla-submissão

Autor:: Autor Emerson S
Gênero: Romance
Laura Benelli, vive na expectativa de se auto conhecer $exualmente, entretanto o BD$M é a única coisa que lhe conforta quando se trata de buscar prazer através da dor alheia. Ao descobrir a personalidade Sadomasoqui$ta, as suas relações sexuais se tornaram verdadeiras aventuras, paixões e muitas descobertas sobre si mesma. Todavia não foi inteligente se apaixonar pelo o CEO mais rico do país, e o advogado mais renomado do Brasil. Agora, Laura, pode provar do doce amargo de brincar com os sentimentos de alguém e ter os piores momentos conturbados após eles descobrirem e um deles tornar-se obsessivo e perigoso.

Capítulo 1 1° Capítulo-Copacabana

- Para, para, por favor, para! - eu grito desesperadamente ao ver meu pai agredindo a minha mãe bêbado. - Por favor!

- Wellington, solta ela - clama a minha mãe após meu pai me pegar pelo pescoço com força. - Ou você solta ela ou eu...

Eu vi a minha mãe parar no meio da sua fala e correr até a cozinha rapidamente a procura de uma solução de me tirar das garras do meu pai como uma mãe furiosa ao vê seus filhos em perigo, no meu caso já estou entre a vida e a morte.

A minha irmã, Ketellyn Benelli, permanece no quarto trancada após eu a ter trancado para que ela se privasse de ver tais barbaridades, ela é apenas uma garota de 16 anos e não precisa passar por isso.

- Abre aqui, o que tá acontecendo? - grita a minha irmã trancada no quarto. - Laura, por favor! abre, me deixa sair.

Eu... eu infelizmente não tenho como responder, já me falta o ar, já não ouço nem a minha própria respiração enquanto meu pai me enforca e diz: - Quem você pensa que é sua vagabunda? Agora você vai pagar por sua estupidez.

Os olhos dele lacrimejam de ódio, as veias do seu rosto parecem sair do seu corpo, ele está transformado.

Não demora muito até a minha mãe aparecer com duas facas enormes em suas mãos, atrás dela está a minha irmã.

São exatamente às 23 horas da noite, uma linda noite de domingo para alguns, para a minha família é uma noite de aflição e vai ser longa. Mas a única coisa que tentei, era não ver a minha irmã menor presenciando o que a minha mãe está prestes a fazer, ela não devia ter deixado a Ketellyn sair do quarto. Furiosamente a minha mãe se aproxima do meu pai e grita:

- Vai para o inferno!?

- Não mãe!? - implora minha irmã. - Não!

Seis meses depois. 24 de junho de 2022, às 10hs!

- Vamos, Laura, não podemos perder o voo - ouço minha mãe me dando pressas.

- Só mais um pouco, já estou indo - respondi enquanto terminava a minha carta de despedida.

New York, nunca vou me esquecer desse lugar maravilhoso, embora a minha vida foi limitada dentro dessa casa que nos últimos tempos presenciei coisas horríveis, mas deixarei essa carta para que quem for a próxima dona ou dono dessa residência fique ciente que aqui é amaldiçoado.

"Até parece que alguém vai acreditar em maldições."

Mas enfim, meu nome é Laura Benelli, minha irmã se chama Ketellyn Benelli e a minha mãe, Amanda Benelli, nesse momento estamos com as malas prontas para embarcarmos com destino ao Brasil, eu particularmente nunca fui lá, mas já ouvir falar que têm as mulheres mais cobiçadas do mundo que é o país do futebol e tem o melhor baile de carnaval de todos os tempos, espero que eu faça alguns amigos lá, a Ketellyn por exemplo está muito feliz.

- Já estou pronta - disse.

- Ok, vamos Ketellyn - disse a minha mãe chamando a Ketellyn.

- Vamos mãe - Respondeu.

Pego as malas, eu e a Ketellyn fomos na frente, logo percebo a minha mãe atrasar os passos segurando uma mochila com a mão esquerda e com uma bolsa de ombro no braço direito, as suas passadas ficam lentas e ela olha para trás por alguns segundos, que provavelmente foram suficientes para passar uma retrospectiva de tudo que aconteceu aqui, às lágrimas descem em seus olhos deixando para trás tudo o que causou dores e angústias, uma nova vida talvez esteja por vir.

- Mãe, a senhora está bem? - perguntei.

- Sim, estou ótima, temos que ir, vamos!

Em seguida entramos no carro e seguimos viagem rumo ao aeroporto, dos Estados Unidos para o Brasil é em média 14 horas de voo, então teremos uma longa jornada pela frente.

Eu me sento no canto da janela, a minha irmã no meio e minha mãe ao lado oposto.

- Meninas, meninas, acordem - disse minha mãe chamando nós.

- O que houve? - perguntei.

Me pego confusa já é noite e não faço ideia de onde estamos. Sim, verdade, Brasil! Chegamos no aeroporto do Rio de Janeiro, logo senti a temperatura aquecer o meu corpo, talvez eu estivesse me despedindo dos casacos.

Após o desembarque iremos passar a noite no hotel e quando o dia amanhecer iremos para a nossa nova casa, não vejo a hora de chegar para montar novamente o meu quarto de sadomasoquismo, ouvir dizerem que os brasileiros adoram fantasias e espero que sim.

Ao chegar no hotel escolho uma roupa de dormir como por exemplo um shortinho branco do pano fino e bem curtinho, uma blusinha branca e uma calcinha preta, ponho em cima da cama em seguida retiro aquela roupa que já não existe mais cor no meu corpo ficando só de calcinha e me enrolo com a toalha me direcionando ao banheiro.

Ligo o chuveiro e sinto a água tirando o peso de muitas humilhações sofridas durante todos esses anos, ao fechar os olhos me pego em 24 de janeiro. O dia que meu próprio pai quase tirou a minha vida.

Fecho os punhos suspendendo os dois braços, pressiono os punhos na parede, baixo a cabeça e sinto a água cair sobre o meu corpo me transmitido os últimos momentos de ódio, lembranças que a cada 24 horas me faz sentir dor.

Desligo o chuveiro, pego a toalha, como meço a me secar e visto o baby Doll, me deito na cama, logo pego no sono.

Acordo às 10 da manhã com os raios de Sol do rio de janeiro batendo no meu lindo rosto que me faz levantar e ir em direção a janela e me deparo com uma linda vista, as praias de Copacabana.

- Laura, que bom que já está de pé, vamos temos que ir. - disse minha mãe.

- Ok, já estou indo - afirmei.

Deixamos o hotel e fomos para a sonhada casa que fica aqui mesmo em Copacabana, 40 minutos depois enfim chegamos. Uma casa enorme com um pequeno jardim na frente do jeito que a minha mãe gosta, eu fiquei com os quartos dos fundos, gosto de privacidade.

Ao deixar minhas coisas no quarto volto para ajudar com as restantes coisas no carro.

- Laura, você não está se esquecendo que hoje é o aniversário de Ketellyn não, né? - indagou minha mãe desconfiada.

Está na hora de deixá-la voar, permitir ela viver, logo ela entrará na faculdade e temos que estarmos prontas, esse é o meu último semestre e o primeiro semestre dela.

Logo chega a noite, abro uma das minhas malas, retiro um par de algemas e um chicote e começo a dar voltas pelo quarto, me pego nas vezes que sempre estive sozinha, sem ninguém para brincar.

Janeiro 2011

- Maninha, olha o teu brinco que eu achei - disse a minha irmã de sete anos.

- Que inferno, Ketellyn, me devolve essa merda, garota - retruquei furiosamente.

- Eu não vou te dar - afirmou ela com o brinco cor de ouro e reluzindo ao sol.

Uma vista linda em frente ao jardim que a minha mãe gosta de cultivar e um lindo sol aparecendo na cidade de New York, mas essa paz sumiu quando vejo a minha irmã mais nova debochando.

Furiosamente me levanto do banco de madeira em frente ao jardim e vou na direção da Ketellyn com muita raiva.

- Me devolve isso agora, garota insuportável.

- Laura, quem é você pra falar assim com ela - questionou a minha mãe ao ver eu se alterar com a Ketellyn.

- Olha só, e a senhora, mãe? - perguntei. - Porquê a senhora e o papai só se importam com a Ketellyn, vocês não se importam comigo, o papai vai matar a senhora e a Ketellyn, mas nessa droga de casa, parece que eu não existo pra vocês, vão para o inferno.

- Laura, volta aqui - chamou minha mãe..

Dou as costas a ela e caminho em direção a um pé de árvore e sento encostando as minhas costas sobre o caule e choro horrores.

Eu não sei, mas talvez o desprezo que tive desde 2002 me fez me tornar uma pessoa sádica, me fez desejar ver as pessoas sofrerem e hoje eu procuro prazer no sofrimento alheio, mas quando eu trato alguém mal ou quando sou cruel ao extremo, eu também chego a me arrepender, consigo sentir uma sensação de remorso, às vezes já me comparei uma psicopata ou que estivesse um problema mental talvez, porém acho que sou apenas uma garota que não recebeu afeto de seus pais na infância e hoje sou uma pessoa com personalidade em sadismo, entretanto o que eu posso fazer? Nada! Aceitar quem eu sou, vamos lá, Laura Benelli, vamos conhecer o verdadeiro mundo do sadomasoquismo, vamos procurar os masoquistas. Afinal, eles gostam de procurar prazer na humilhação e eu em humilhar e tá tudo certo.

Pego o celular, vou até o Google e pesquiso "Masoquistas Brasil" logo sou redirecionada a uma página de masoquistas anônimos, faço o cadastro e vejo um chat abrir na tela.

"Olá, sou Brayan Jhonson, seja bem-vinda ao "Masoquistas Brasil" em quê posso ajudá-la?"

"Oi, me chamo Laura Benelli, gostaria de entrar para o grupo."

"Por favor! Vamos precisar dos seus documentos, estarei te mandando os requisitos."

Após realizar todo o procedimento é hora de pegar o endereço.

"Todos os seus dados foram validados, senhorita Laura, precisamos que compareça aqui para assinarmos o contrato de consentimento."

Dou um sorriso de canto e logo corro para o banheiro. Após o banho, visto um sutiã bem ousado com alguns detalhes de pontas que liga a um objeto parecido uma coleira no pescoço, também visto uma calcinha preta e um casaco preto por cima com uma calça moletom para poder sair na rua sem ser assediada.

Aproveito que já são às 23hs30min e já estão todos dormindo, pego as chaves do carro novo da minha mãe e dirijo até o local indicado, liguei um som eletrônico.

40 minutos depois chego ao lugar, uma enorme comunidade tipo um condomínio, estou me perguntando se é uma vila de Masoquistas ou é apenas um condomínio que também vivem os mesmos aqui, logo aperto a campainha e ouço o megafone falar.

- Olá, quem gostaria? - perguntou.

- Oh... oi, estou procurando o Brayan, conhece? - perguntei com um pouco de vergonha.

- Você é a Sra. Laura? - perguntou.

- Sim, eu mesma - respondi.

- Ok, senhora, 14° andar.

Após o porteiro liberar o acesso eu vou até o prédio e entro, pego o elevador até o local. Ao chegar me dirijo até a recepcionista.

- Olá, gostaria de falar com o Brayan - disse eu.

- Boa noite, seu nome, por favor! - pergunta a recepcionista.

- Meu nome é Laura, Laura Benelli.

- Você é uma nova masoquista no grupo? - indagou.

- Desculpa, eu não sou masoquista.

- Tendi, então infelizmente você não poderá conversar com o Brayan, aqui é uma comunidade apenas para submissos - questionou. - Desculpa!

- Mas... olha..eu... - Desculpas, senhora, infelizmente não podemos - disse interrompendo-me.

- Tá, tá, "puta merda que droga" - eu disse em pensamentos me retirando do local.

Eu já estou muito puta, porém não há nada que eu possa fazer, infelizmente eu dei viagem perdida, gastei gasolina e é isso aí, o que mais poderia me acontecer?

- Senhorita Laura, aonde pensa que vai? - disse uma voz suave com um tom grave vindo do lado posterior.

- Senhor, ela na... - Eu sei Débora, quero que ela entre - disse ele interrompendo a recepcionista.

Eu me viro lentamente e me surpreende "Puta merda, é o Brayan johnson?" Pensei.

- Venha, me acompanhe, por favor!

Capítulo 2 2° Capítulo-Dor e prazer!

Então o acompanhei até o escritório, um lugar bem organizado, parece até uma empresa ou talvez seja.

Entro após o Brayan, uma sala bem espaçosa e confortável, ele se dirige até a sua mesa e eu sento em uma poltrona preta e marcia.

- Então, Sra. Laura, uma sadomasoquista procurando masoquistas, pelo visto está louca pra se divertir, certo? - indagou indiscretamente.

- Sim, quero dar dor, quero humilhar e quero prazer - afirmei fixada nos olhos do Brayan.

Confesso! O Cara é gostoso, ele é um negro gostoso, os cabelos cacheados com um corte bem social e seus olhos pretos, seus lábios são carnudos, seu corpo atlético dentro de uma camiseta apertada, aparentemente parece até ser um macho alfa Dominador, estou curiosa para saber o que ele é.

- Então, estou de frente com um submisso? - perguntei.

- Sim, você está, confesso que estou excitado só de pensar em você me humilhar.

- Mas o que te faz pensar que estou querendo te humilhar, ou até mesmo transar com você? - perguntei.

- Talvez os seus olhos fixando nos meus lábios, e a sua mente me levando no quarto erótico e me maltratando - afirmou com clareza. - Desculpe, talvez eu me precipitei.

Me levanto lentamente da poltrona, suspendo a minha mão esquerda alguns centímetros acima do rosto dele e pauso.

- Me dê um motivo para eu não descer a minha mão na sua cara - retruquei.

- Tenta, e eu posso simplesmente te processar, pois não estou consentido com o ato, mas eu posso consentir - sugeriu ele olhando para mim.

- Como? - perguntei ao mesmo tempo que meu corpo desejava buscar o prazer fazendo ele sentir a minha mão na cara.

- Simplesmente assinando um contrato de consentimentos - disse tirando um contrato do bolso da calça e pondo em cima da mesa. - Então?

- Porque devo assinar? - perguntei.

- Porque isso aqui não é bagunça, no mundo do masoquismo existem regras, existem limites e consentimento de ambas partes.

Abaixo a minha mão e pego o contrato para ler as cláusulas.

Assinado hoje, 27 de Junho de 2022("O Início da

Vigência")

ENTRE

Sr.

----------------------------------------------------------------- ("a

Dominadora")

Srta. ------------------------------------------------------------------

("O Submisso")

AS PARTES CONCORDAM COM OS TERMOS ABAIXO

1 - Os termos a seguir são parte de um contrato vinculante

entre a dominadora e o submisso.

TERMOS FUNDAMENTAIS

2- Manter o respeito e o consenso entre ambas partes.

3- O submisso autoriza o uso da humilhação e a provação de dores desde que não passe dos limites a ponto de machucar ou ferir o submisso.

4- O submisso autoriza o uso de objetos como algemas, cordas, chocolates entre outros.

5- Em caso de dor ou violência ao extremo, a dominante deve parar imediatamente com a ação.

6- Em caso de quebra de contrato o indivíduo deverá pagar uma multa equivalente a 1.500.000.

- Agora que você assinou, vem comigo, quero te mostrar uma coisa - disse se levantando e caminhando em direção a porta.

- Ok, vamos! - aceitei.

Pegamos um elevador até o 15° andar, a porta se abre e dirigimos para um novo escritório, sei lá , ele põe a digital em um leitor ao lado da porta e a mesma se abre lentamente, logo um clarão vermelho reluz para fora da sala, ele entra e pede para eu entrar.

Uma enorme suíte de jogos eróticos perfeita, uma cama de casal montada com barras e cintos de retenção, mesa para castidade ao lado da cama um enorme armário preto com pequenos detalhes vermelhos, logo eu vou até o armário e abro as enormes portas.

E aqui estão diversos acessórios como cinto de castidade, algemas de couro com pelúcia, vendas para os olhos, estimulador de sensações, bracelete sado, chicotes com franjas, mordaças com prendedor, uma enorme variedade de chicotes e algemas que eu jamais pude imaginar. Olha esse cinto de castidade peniano, ao lado um balanço erótico, nossa, que lugar perfeito, confesso que estou até me sentindo em um paraíso ao subir uma sensação de uma mulher realizada, eu sempre via vídeos e pesquisava no Google, e agora estou vendo tudo isso na minha frente.

- Caraca, que perfeito! - afirmei com um sorriso no rosto. - Amei isso aqui.

- Você nunca entrou em um quarto de jogos? - perguntou.

- Não, eu estava comprando algumas coisas, mas depois do meu último relacionamento eu não sabia o que eu era - expliquei desviando o olhar para o chão.

- Como assim? O que houve com o seu relacionamento? - indagou.

- É uma longa história, você não vai querer me ouvir - disse tentando querer ouvir.

- Espera, temos a noite toda aqui, se quiser pode contar, vou amar te ouvir.

- Ta!

Com o passar do tempo eu fui descobrindo a sexualidade e conforme eu descobria eu ia despertando a curiosidade em ver pessoas sendo torturadas na hora do ato sexual, eu via vídeos e etc. Na minha concepção todo mundo gostava disso e não seria um problema fazer isso em um relacionamento caso eu me envolvesse, mas eu estava enganada, logo em 2019 eu conheci um rapaz, ele era incrível e eu sempre tratei ele com autoridade, sempre queria está acima dele, entretanto de certa forma ele não me deixava por nada até quando chegou o dia da nossa primeira relação sexual, confesso que a forma que ele se redimia para mim, causava desejos fortes de fazer loucuras com ele vendo ele se humilhando, então fomos para o meu quarto, estávamos nos beijando loucamente, ele estava tão excitado e louco para meter naquele momento que ao pedir para que fechasse os olhos ele fechou, então eu peguei uma venda preta, coloquei nos seus olhos e pedir para deitar e pergunte:

- Você confia em mim?

- Sim, eu confio - afirmou.

Então eu continuei amarrando seus braços e pernas na cama e coloquei uma gaiola de castidade em seu pênis preso com um cadeado, então ele viu seu penes ser constrangido ainda quando estava no estado flácido e não receber o preenchimento devido com sangue que bloqueia a ereção, eu sentir o seu incómodo e em seguida tirei a venda dos seus olhos, ele perguntou:

- Laura, o que você está fazendo? - perguntou assustado.

- Você me pertence - respondi.

Desabotoei meu sutiã, virei de costa para ele e lentamente fui tirando a minha calcinha preta e literalmente fina, então viro para ele, subi em cima dele completamente pelada e o chupo todo o seu corpo, logo começo a sentir o quanto ele queria se livrar dali para me atacar como um animal feroz atrás da sua refeição saborosa, ele me olhava com um olhar implorando para sair, e quanto mais ele implorava, mais me excitava, então fui perto da boca dele aproximando a minha vargina da mesma e pergunto:

- Você quer sair?

- Sim, por favor! Me tira daqui - disse suplicando. - Eu faço o que você quiser, mas me tira daqui.

- Então me chupa, me chupa até eu gozar e eu te liberto.

E assim ele fez, me chupou como chupava um manga doce se lambuzando todo em meu lubrificante que descia frequentemente ao ver ele sendo completamente controlado por mim e sentido dor, eu gemia, urrava, gritava mandado ele continuar e ele continuava e então eu tive um orgasmo intenso que expelir um fluido claro bem parecido xixi sem parar no rosto dele e ao finalizar, usei a frase.

- Gostoso!

- Tá, agora me solta por favor? - Implorou novamente.

Então eu-o soltei e não foi como eu esperei que fosse, ele surtou, eu não reconhecia aquela pessoa tão doce, gentil e calma, ele simplesmente odiou.

- Que porra foi essa, Laura? - retrucou furioso enquanto se vestia.

- Que foi, Pietro? Você não gostou? - perguntei.

- Não, Laura, não gostei, você foi ridícula, eu não sou o seu brinquedo sexual, você não pode sair por aí amarrando as pessoas e gozando na cara delas - abespinhou-se - Acabou, não chega mais perto de mim, você é louca.

- Não, espera!

Ele não quis nem ouvir, simplesmente saiu muito irritado e foi embora e nunca mais me mandou mensagem, desapareceu como o vento, depois disso eu me senti culpada,e sentir uma pessoa deplorável, não sabia os meus limites, sendo assim eu parei de continuar, fui pesquisar e pesquisar.

- Enfim, foi isso - concluir.

- Olha, o que você fez, embora você estava se divertindo, você foi um tanto egoísta, você não respeitou as escolhas dele e deveria ter conversado com ele antes, muitas pessoas na sociedade ver você como uma psicopata para algumas pessoas alguém que tem a personalidade Sádica é uma pessoa cruel sem remorsos e etc, em vista disso é natural que ele se sinta assim, além do mais nem todo mundo curte sadomasoquismo, então, é complicado, mas precisa estabelecer esse limite, e deixar claro antes de se relacionar alguém para evitar esse tipo de transtorno - explicou ele.

- Então, eu tenho que estabelecer um limite? - perguntei pegando um par de algemas. - Ajoelha!

- O que você está fazendo - indagou!

Surpreendo com um tapa no rosto controlando a minha força em meio termo.

- Senhorita, a partir de hoje você deve me tratar como "Senhorita, Laura Benelli"!? - disse exigindo com um tom de superioridade. - Agora ajoelha!?

- Sim, srta, Laura.

Por seguinte, ele se ajoelhou aos meus pés.

- Eu sou a sua dona, beija os meus pés e adore-os - ordenei.

E assim ele desce lentamente para beijá-los, estou calçada com um sapato de salto alto do tipo agulha.

Suspendo o pé direito enquanto ele beija meu pé esquerdo, eu cravo a agulha do sapato em suas costas e sinto a respiração forte de prazer vindo dele.

- Fala que você é meu?! - ordeno novamente pressionando mais forte o sapato sobre a suas costas - Fala, anda, fala seu merda!?

- Eu... Eu sou... sou - diz gaguejando tentando se concentrar na fala enquanto a dor toma e eu o interrompo. - Eu não tô ouvindo, fala mais alto?!

- Eu sou seu, eu sou seu!? - afirmou.

Retiro o pé das costas dele "Anda, levanta"!

Ele voltou a ficar de joelho, coloquei uma coleira, prendo as algemas com uma correia sobre a coleira e ordenei a ficar de pé, em seguida deitar sobre a mesa.

Retiro o casaco que estou vestida e a calça moletom ficando só de sutiã e calcinha, acendo um cigarro e enquanto o submisso se deita sobre a mesa de frente eu dou uma tragada no cigarro e solto a fumaça sobre o seu rosto, jogo as cinzas sobre o seu tórax e ele se espreme de dor fechando os olhos gemendo profundamente com a respiração.

- Vai para cama, anda!? - ordenei..

O submisso se levanta, dirige-se a cama, retiro a cueca do mesmo deixando pelado e prático um oral apertando suas bolas cravando as unhas.

O prazer e a dor toma conta do quarto e incendeia-nos sobre a cama, em seguida coloco o preservativo, refiro a calcinha e começo a cavalgada no pênis do submisso sem parar.

- Abre a boca - falei. - Anda !?

Ele obedece e eu esfrego a calcinha na cara do mesmo, e depois enfio na sua boca.

me vejo em outra dimensão enquanto cavalgo nesse pênis ereto e firme, descubro a magia de dar e receber prazer através da dor, e juntos gememos alto através de um prazer incontrolável, famintos por sexo a gente goza juntos.

Ao ver o sorriso dele de satisfação me deixou contente e realizada, estou de fato entrando em uma nova dimensão de vida, aprendendo coisas novas. Deito ao lado do Brayan e respiro fundo.

- Você gostou? - perguntou.

- Eu amei, você é incrível!? - afirmei.

- Tá, mas você já pode me soltar - retrucou.

- Puta merda, desculpa.

Capítulo 3 3° Capítulo-Uma filha pervertida!

Após soltá-lo rimos muito, tomamos banho e nos vestimos, em seguida fomos comer alguma coisa, já era em torno das quatro horas da manhã, não havia mais ninguém no prédio, apenas a gente caminhando fora do quarto.

- Você pode ficar aqui até a hora que você quiser? - indaguei.

- Sim, porquê não? - perguntou retoricamente.

- Talvez porque os funcionários precisam ir para suas casas? - perguntei retoricamente. - E você ainda está aqui.

- Você não precisa ir para casa quando você é o dono - afirmou.

- O quê? Você é o dono desse lugar?! - indaguei novamente surpresa.

- Esse lugar é uma empresa, eu sou o diretor do Banco "IVB- investimentos Brasil", o meu pai ainda está a frente, mas somos os bilionários mais ricos do Brasil com uma arrecadação de 18 bilhões de reais.

- Tá, eu tô confusa, e o lance do site, a suíte, etc. - questionei com dúvidas.

- Você entrou em um site anônimo, lá não tem CNPJ e nem nada que se refere a uma empresa, e a suíte é porquê esse prédio é meu particular, toda essa estrutura e a cada metro quadrado é meu, então, eu simplesmente quis uma suíte aqui, entendeu? - explicou.

- Ok, entendi, agora eu preciso ir - falei.

- Espera, não vai comer alguma coisa? - perguntou.

- Não, na verdade estou sem fome, desculpa - disse.

- Geralmente as pessoas sentem bastante fome após transar - brincou com um sorriso. - Tá vou te levar até seu carro.

- Obrigada! - agradeci dando um abraço e um beijo no rosto - Vamos!

Fomos até o carro.

- Toma, é meu cartão, qualquer coisa me liga.

Pego o cartão sem falar nada e olho para ele, ligo o carro passo a primeira e saiu.

Puta merda, eu nem cheguei no Brasil direito e eu transei com o homem mais rico do país, quem vai acreditar que transei com o dono da IVB? Laura Benelli transou com o homem mais rico, tá? Mas foi incrível, eu nunca vou me esquecer de hoje, ligo o som do carro e sigo o caminho cantando.

Only love can hurt like this de Paloma faith.

Enfim chego em casa, ao chegar vou direto para o meu quarto.

- Laura, onde você estava até esse horário?

Gelei ao ouvir a minha mãe me enquadrar na porta do meu quarto e então eu me viro.

- Desculpa, eu sei que cheguei muito tarde, contudo foi porque fiz uns amigos brasileiros novos e aí ficamos jogando conversa fora - disse inventando uma desculpa mais esfarrapada da minha vida.

- Olha, aqui não é New York, você está no Brasil e sabe o que significa? Aqui é perigoso, Laura! - Reclamou indignada.

- Tá, eu sei, não vai acontecer novamente, agora preciso ir dormir - finalizei.

Dou as costas, levo a mão direita até a maçaneta da porta e ouço um barulho de uma bolsa grande cheia de objetos caindo no chão.

- De quem são esses trens, são dos seus novos amigos, também? - retrucou.

"Que merda, Ketellyn, o que você fez" pensei.

Solto a maçaneta e me viro, lá estão os meus objetos de jogos sadomasoquistas. Confesso que neste momento não sei onde devo enfiar a minha cara.

- São meus - Afirmei.

- Laura, eu não criei você para fazer essas safadezas - contestou.

- Sério? Quando você e o papai me criaram mesmo? Você nunca se importa e nem se importou comigo, porque agora isso te incomoda? - desabafei.

Vejo a minha mãe se aproximar de mim e deixar a sua mão registrada na minha cara.

- Eu sou a sua mãe, independente de qualquer coisa, você está sobre o meu teto, aqui quem manda sou eu - manifestou-se. - Amanhã não quero ver essas porcarias aqui, ou você sumirá junto.

Após o discurso de ódio, a minha mãe se retira, prossigo para o meu quarto com muita raiva, deito na cama e me pego refletindo sobre a vida .

De fato agora tenho uma missão bem maior que é descobrir onde irei guardar essas coisas bem longe da minha mãe ou ela vai tacar fogo, com certeza! Depois penso nisso, pego a bolsa e jogo debaixo da cama, agora preciso achar uma coisa muito importante.

Desbloqueio o celular, vou em agenda e procuro por Pietro, foda-se o horário, vou ligar mesmo Assim.

Chamando...

"Alô?"

"Olá Pietro, sei que não me conhece mais, porém preciso falar com você."

"Laura, Você está me ligando esse horário espero que seja algo muito sério."

" Sim, muito sério, Olha, você sempre foi uma pessoa maravilhosa comigo, mas eu sei que falhei, não fui coerente e te humilhei, contudo te liguei esse horário para me redimir, naquela época eu era um jovem me descobrindo e eu não sabia dos meus limites, não sabia quem era eu e nem o que eu estava fazendo, entretanto hoje eu sou uma mulher madura, com responsabilidades e sei exatamente o que eu quero."

"Está pedindo para voltar, Laura?"

"Não, Prieto, estou pedindo para você me perdoar, só isso."

"Hahaha, Laura, olha, aquela época também eu tinha muitas dúvidas sobre mim, porquê você acha que eu achei completamente horrível, e simplesmente sumir da sua vida, por mais que eu achasse errado e não deveria ter simplesmente sumido, mas sempre foi muita pressão da sociedade, pressão dos meus pais, dos meus amigos, medo da sociedade me julgar e o mundo me abandonar, ser um macho alfa é vantagem na sociedade machista que vivemos hoje, então, sempre achei que se eu encarasse a realidade eu iria ser julgado, iria passar de maioria para minoria, mas esses anos eu aprendi que temos que ser quem somos e foda-se, temos que se jogar e fazer o que queremos, ah, eu pesquisei, você é uma sadomasoquista, eu só não quis entrar mais em contato porque já tinha passado e não valia mais apena"

"Pietro, do que você está falando? Eu não estou te entendendo, você pode explicar direito?"

"Laura, você se lembra quando eu pedir para você parar, quando você gozou na minha cara despejando o seu esguicho sobre o meu rosto?"

"Sim lembro, mas onde você quer chegar?"

"Então, foi ali que eu percebi que não dar para modificar a realidade, não dar para forçar algo que não é para ser, era a mesma coisa de você forçar se afastar de alguém quando na verdade você quer está perto ou tentar namorar uma pessoa que só dar errado, isso acontece porque a gente somos teimosos, todavia o que tô querendo dizer, Laura: é que finalmente eu me assumir gay.

Após um tempo conversando desligamos a ligação e eu fui dormir.

- Mãe, não, por favor, para...!? - gritava minha irmã em mais um dos seus sonhos frequentes - Ah...!?

Após dormir confusa depois de meu ex me contar que se revelou gay, eu acordo com os gritos da minha irmã após ter mais um pesadelo desde o dia 24 de Janeiro de 2022, aquela cena não sai da sua mente é como se algo terrível ainda estivesse por vir.

Me levanto, acendo o abajur e vou até o quarto da Ketellyn, abro a porta devagar, acendo a luz do quarto e encontro ela apavorada segurando a coberta na altura do queixo bem forte com as duas mãos.

- Ketellyn? - perguntei.

Ela apenas me olha e não diz uma palavra, me aproximo, sento na beirada da cama e pego a sua mão direita.

- Teve outro pesadelo com o papai, não foi? - perguntei. - Tá tudo bem, eu estou aqui.

- Foi - respondeu com um olhar de pavor - Eu sinto que algo ruim vai acontecer, Laura, ainda não acabou.

- Não, não, já acabou, ele não está mais aqui, já acabou - eu disse tentando confortá-la.

Com duas balançadas na cabeça lentamente ela confirma que está tudo bem, dou um beijo na testa da Ketellyn, me levanto ao apagar a luz e volto para o meu quarto dormir.

Domingo 08hs da manhã e eu acordo como sempre após o sol de copacabana bater no meu rosto refletido pela Janela do meu quarto, hoje pela primeira vez desde que cheguei ao Brasil, eu e a minha mãe vamos dar uns rolês com ketellyn para comemorar o aniversário dela, vamos ver as maravilhas de Copacabana, primeiro temos que curtir as praias maravilhosas do Brasil, ainda bem que a minha mãe é brasileira, então desde que nascemos ela sempre ensinou a língua portuguesa para a gente já que temos uma dupla nacionalidade.

- Meninas, venham tomar café - ouço minha mãe gritar da cozinha.

Vejo a Ketellyn passar lentamente após a minha mãe chamar para o café.

- Não dá, agora estou indo tomar banho para sairmos, estou sem fome, obrigada - expliquei.

Difícil vai ser encontrar um biquíni no estilo brasileiro, mas vamos lá que tal um preto floral com um decote V profundo? É, esse com certeza vai ficar perfeito, após escolher o biquíni vou correndo para o banheiro, a Ketellyn escolheu um biquíni azul marinho com gola estampada, achei que ficou lindo nela, até porque os seios da minha irmã parecem silicones de tão duros que são, ela puxou a minha mãe, tem a pele morena e os cabelos pretos cacheados valorizando a beleza incrível que ela tem, pesando apenas 55 kg com 1,65 de altura. A minha mãe preferiu um maiô colorido com recortes laterais fio dental, uma coisa eu tenho que dizer, a minha mãe tem 45 anos, a sua pele com zero de rugas e seus lindos cabelos ondulados pretos acompanhando de um tom de pele negro e seu corpo valorizado pesando 70 kg com 1,65 de altura, faz ela parecer ter 30 aninhos, infelizmente eu sair puxando ao meu pai, mas o que posso fazer a respeito? Nada! Apenas aceito até porque sou linda também, resumindo, apesar de problemáticas, somos mulheres lindas, e que só quer passar uma dia de domingo nas águas cristalinas do Brasil, e assim entramos no carro e fomos a praia que fica apenas dez minutos, encostamos no estacionamento. Uma linda vista da grande praia da zona sul do rio de janeiro e não é atoa que é considerada um das melhores praias do mundo, é incrível esse lugar!

Procuramos uma mesa com um sombreiro para sentarmos, minutos depois chamo a Ketellyn para dar uma volta comigo enquanto a minha mãe batia papo com uma pessoa que ela acabou de conhecer.

- Mãe, voltamos já - avisei.

- Tá, não demora - disse ela.

Surfistas, pessoas lindas, bom, me lembra um pouco a praia de coney Island, a praia mais popular e famosa perto de New York, após nos distanciarmos da minha mãe, passamos por um grupo de jovens que estão bebendo cerveja, são no total 3 garotos magros e altos, eles nos comia com os olhos, mas eu só não esperei que...

- Eita, que morenas gostosas - disse ele ridiculamente - Queria as duas na minha casa. - completou.

Queria muito ter elogiado as praias etc, sem ter que me deparar com três escrotos que não aguentam ver duas mulheres lindas passarem que eles tem que assediar, eu fiquei sabendo que o número de assédio no Brasil é inexplicável, contudo eu não vou deixar esses filhos da puta fazerem o que querem.

Paro ao lado da Ketellyn e a olho.

- Deixa comigo - eu disse.

Ketellyn responde afirmando com a cabeça me olhando, nos viramos e fomos em direção aos rapazes.

- Olha só Bruno, parece que as gatas gostaram de você chamá-las de gostosas hahaha - disse um deles rindo bastante.

- Oi, quem de vocês nos chamou de gostosas? - indaguei.

Rapidamente se glorificando o assediador se pronuncia.

- Foi eu, está afim de uma cerveja? - disse o tal Bruno apontando a latinha de cerveja para mim. - É tudo por minha conta.

- Sim, claro! - afirmei.

Pego a cerveja na mão do garoto e olho bem para cara dele.

- Você tem filhos? ou melhor, filhas? - perguntei.

- Sim, tenho uma de um ano, porém mora com a minha ex - confessou o Bruno. - Porque? Quer ser a madrasta dela? - completou.

- Olha, Bruno, fico feliz que você tenha uma filha, mas você já pensou na possibilidade de você estar com ela na praia quando ela completar a maioridade e outros caras chamaram ela de gostosa ? - Questionei.

- Ah, eu mataria o filho da puta, sem dúvidas - afirmou.

- Então, senhor Bruno, e porque você chama as filhas dos outros de gostosas? Você acha isso certo? Olha, você é ridículo - retruquei.

Abro a cerveja, pego um copo descartável e o empacho até derramar e muito irritada jogo com muita força sobre o rosto do garoto, em seguida viramos e continuamos andando com a mão esquerda levantada apontado o dedo para eles, rimos muito da situação.

Acredito e tenho consciência que não é um caso engraçado ou piada, entretanto ver o brilho daquele trouxa sumindo após tomar a cerveja na cara foi perfeito.

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