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Te amo, te odeio.

Te amo, te odeio.

Autor:: I'm Emili
Gênero: Romance
Após uma desilusão amorosa, Olívia se apaixona novamente, mas dessa vez, é diferente de tudo que já sentiu, pois foi desde o primeiro olhar. Entretanto Agnelo é um homem frio que não acredita no amor. Porém, após um encontro inusitado e muito quente dentro de um carro, os dois não conseguem mais pensar em nada a não ser: fazer de novo. I hate you i love you.

Capítulo 1 PRÓLOGO

Olívia

"Fica comigo, apenas essa noite?" Agnelo olha-me com súplica, seus olhos estão cheios de um brilho estranho, o que faz prender meu olhar dentro deles.

Mas eu ainda estou muito magoada, ele foi horrível comigo mais cedo me magoando de forma que meu coração partiu-se em pedaços.

"Você já se esqueceu do que me disse hoje cedo? O que você acha que eu sou? Um brinquedo?" Protesto furiosa e profundamente magoada por suas palavras ditas de formas cruéis.

"Eu não quis dizer aquilo. Me desculpe, só imploro que durma comigo hoje. Não era isso que queria de mim? Transar, gozar e cair fora?" Eu engulo em seco quando uma onda de lágrimas quer transbordar dos meus olhos, porém eu não o darei o gostinho de me ver chorar. Suas palavras tem efeito dobrado em mim, inclusive quando ditas para me machucar fortemente.

"Você bebeu além da conta, mas você é um idiota! Você está se escutando? Eu odeio você Agnelo, eu odeio você!" Grito para ele não conseguindo mais segurar as lágrimas que me impedem de respirar.

"Você não me odeia, talvez possa odiar, mas é o meu pau que você quer dentro de você, não é?" Diz com olhar de quem quer mesmo machucar meu coração.

"Vá se foder!" Grito pegando minha bolsa que deixei no chão e virando as costas para ele.

Merda, não era para ser, mas estava doendo. Suas palavras me machucaram mais do que deveria.

"Volta aqui, porra!" Ele exclama segurando meu braço.

"Me solta!" Ordeno puxando-o de volta.

Mas além de me soltar ele me puxa e choca nossos lábios, eu solto um gemido de dor e mordo sua boca com ódio.

"Não pense que pode me beijar quando quiser, eu não vou dormir com você, nunca mais!" Decreto e dou uma bofetada em seu rosto.

"Minha ferinha brava, gosta de me bater? Quero me me bata assim na cama." Cada palavra que ele fala me deixa com mais ódio dele, minha vontade é esganar esse filho da puta.

Ele está claramente fora de si!

Cansada de gastar saliva com algo que não vale a pena, que não resultará em nada, saio por essa porta batendo-a com força, no meio desse corredor meu coração dói dentro do peito, que merda eu fui fazer em me apaixonar por um idiota, por correr atrás de um desgraçado que não vale o chão que pisa.

"Porra! Volta aqui mulher!" Ouço Agnelo gritar abrindo a porta e andando atrás de mim. "Eu não consigo mais viver sem seu corpo, por favor..." A última parte sai como um sussurro, mas me faz parar.

Infelizmente suas palavras move algo em mim. Eu estaria sendo tola se voltasse para os braços de um homem que apenas me usou e me humilhou? E se no outro dia ele acordar e me expulsar como outro dia?

Capítulo 2 1

Olívia

Meus pés estão doendo e minhas pernas estão tremendo, peguei o carro de João, meu irmão, emprestado para ir até o hospital, após receber uma mensagem de Eloíse, minha melhor amiga, dizendo que sua bebê iria nascer. João chegou lá acompanhado de Larrisa, sua namorada, no carro dela, assim que a nossa sobrinha nasceu, que por sinal é a bebê mais linda que já vi na minha vida, acabou o horário de visitas e somente Julian pôde ficar.

João voltou para onde ele tinha vindo, e eu como sou a dama da sorte, para não dizer o contrário, acabo de ficar sem gasolina no meio do caminho pelo simples fato de ter esquecido de abastecer o carro quando sai de casa. Portanto, com um galão em mãos, caminho quase vinte minutos na busca de algum posto de gasolina. Quando já cansada, quase parando sem forças para andar, avisto um lugar aceso, já é noite por isso o grande destaque, estou tão cansada que por um momento penso ser uma miragem.

Com a suposta miragem de um posto de combustível, apresso meus passos, meus saltos já estão torturando meus pés, porém é muito melhor sentir um pouco mais de dor agora do que ficar pela rua a mercê de qualquer coisa. Avisto mais de perto e sim, é um posto, ainda bem!

"Boa noite!" Exclamo com a respiração ofegante e cansada para um homem com o uniforme do local.

"Boa noite senhora, em que posso ajudá-la?" O homem de meia idade e de baixa estatura me pergunta com um sorriso no rosto.

"A gasolina do meu carro acabou a alguns quilômetros daqui, enche esse galão para mim por favor." Falei olhando em volta procurando um bebedouro. "Tem bebedouro aqui?" Pergunto quando não vejo nada.

"Tem sim senhora." Ele responde e aponta para uma lojinha no fundo do posto.

"Obrigada senhor, e a propósito, sou senhorita." Digo e lhe retribuo um sorriso.

Enquanto ele enche meu galão, caminho até o bebedouro, estou a ponto de cair no chão, meus pés estão doendo demais! Mas preciso ser firme, amanhã irei dormir até a próxima hora de dormir, após isso irei até um SPA para pés, cuidar desses maltratados aqui.

Aperto o pequeno botão para que a água saia e então me delicio com a água gelada na minha garganta seca. Nunca pensei que água fosse tão gostosa, mesmo não tendo gosto de nada, nesse momento ela é a oitava maravilha do mundo para mim. Depois de alguns minutos bebendo água sem parar, sinto meu estômago roncar, graças a Deus estou em frente a uma loja de conveniência, entro nela e compro algumas bobeiras para comer, Doritos de pimenta e um suco de frutas cítricas.

Após pagar a moça do caixa, com minha sacolinha em mãos, saio da lojinha, encontro o senhor que me atendeu e ele me entrega o galão com a gasolina, dou-lhe o dinheiro e ele vai para algum lugar dizendo que irá buscar o troco. Fico na espera, com medo é claro, a avenida está vazia e só existe eu, a moça da loja e esse senhor aparentemente simpático. De repente sinto um arrepio estranho na espinha, olho para o céu e começo a tremer de frio.

Mas talvez não tenha sido apenas o vento, para minha terrível surpresa, quando olho para a entrada do posto, de lá vem um carro, aí senhor, eu jamais poderia confundir aquele carro, merda, aquele Honda Civic preto, Agnelo!

Pelo amor de Deus Olívia! Isso foi a quatro meses atrás, você já deveria ter esquecido!

Mas foi tão bom, foi tão gostoso...

Cala a boca!

No meio da minha briga interna, o senhor do posto chama minha atenção, ele tem um breve sorriso no rosto, estendendo a mão para mim ele me entrega o troco do meu dinheiro. Nessa altura do campeonato já tenho todos os meus órgãos internos estremecidos, por fora minhas mãos suam e minhas pernas pensam em vacilar mais uma vez.

Foi só a droga de uma transa dentro de um carro, depois disso teve a promessa de nunca mais fazer, então por favor, fica quietinha aí!

Penso olhando para minha parte inferior que só de lembrar da pegada daquele maldito, fica pulsando dentro da calcinha.

Assim que pego o dinheiro, viro o rosto rapidamente para que ele não me veja, de soslaio vejo quando ele sai do carro, todo firme em sua pose de superioridade e arrogância, ele é tão seguro de si, sua roupa elegante mostra como ele deve levar uma vida sofisticada, coisa que não enche meus olhos, vivo da mesma forma, entretanto não sou arrogante. Ele é tão bonito, tão alto, forte e bom...

Trato de apressar meus passos e sair dali o mais rápido possível, além de estar andando sozinha no meio da noite, não posso ariscar ficar de lerdeza por aí. O carro está muito longe e só de pensar no tanto que terei de andar já sinto vontade de gritar de frustração. Quando estou atravessando a rua, ouço a voz grave e sensual ao mesmo tempo chamar o meu nome. Oh não!

"Olívia?" Ele chama e é como se todos os meus músculos parassem de se mover, feito uma tola viro-me para trás imediatamente. "Eu sabia que conhecia essa pessoa de algum lugar." Ele diz com um olhar malicioso.

"Ah, oi!" Falo introvertida. Vamos lá Olívia, você nunca foi tímida.

"O que faz sozinha aqui?" Indaga franzindo o cenho.

"Eu estava voltando da maternidade, fui visitar Eloíse e meu carro acabou a gasolina." Explico sem precisar aumentar o tom de voz já que Agnelo já se encontra de pé na minha frente.

"A que distância?" Ele pergunta olhando em volta.

"Aqui pertinho." Minto com o coração acelerado dentro do peito, estou morrendo de medo que ele consiga ouvir. "Escuta... Eu tenho que ir, meu dia já foi complicado demais por hoje. Me desculpe." Digo virando-me, não suporto estar assim tão perto, faz tempo, mas eu sinto algo que não posso fingir estando tão próxima.

"É muito perigoso você sozinha por essas ruas desertas, você já viu que horas são?" Ele pergunta com tom de voz firme.

"Sim, mas eu não tenho culpa que o meu carro resolveu acabar a gasolina no meio da noite e em uma avenida deserta!" Me defendo. Na verdade a culpa foi sim minha, eu esqueci de abastecer no caminho de ida.

"Porque não abasteceu antes? Não sabe que essa região é perigosa? Me dá esse galão, deve estar pesado." Ordena com a voz dura.

"Não, eu não sei pelo simples fato de nunca ter ficado parada aqui, e não precisa, deixa que eu levo, é aqui perto e estou com pressa." Falo estressada.

Quem Agnelo pensa que é para aparecer depois de quatro meses, do nada e querer me ajudar assim? E ainda por cima querer dar-me lições.

"Para de ser teimosa! Vou levar para você sim e ponto final, onde está o carro?" Pergunta mais uma vez tomando o galão das minhas mãos, confesso sinto um grande alívio pois estava pesado sim.

"Só não discuto com você agora porquê estou cansada demais para isso. Já que quer me ajudar, então vamos e se prepare para andar porquê o carro não está perto como eu disse." Revelo sem me importar com nada, sinto meu corpo tão cansado que só desejo dormir.

"Então espera aqui, vou terminar de abastecer meu carro e então vamos até lá." Sem esperar resposta da minha parte, o homem forte a minha frente vira-se e atravessa a rua correndo.

Fico aqui em pé, de repente sentindo mais frio do que antes, por onde será que esse homem andou durante os quatro meses em que nem notícias dele eu ouvi? A única coisa que sei agora, é que ele mexeu comigo, não era para ser assim, mas senti algo diferente assim que eu coloquei meus olhos no carro dele entrando naquele posto, mas para minha derrota, ele parece nem se lembrar da nossa transa. Na realidade, acho que ele só lembrou de mim como amiga da esposa do amigo dele.

Assusto-me com a buzina do carro dele trazendo-me de volta.

"Entra!" Ordenou. Revirei meus olhos e entrei de cara amarrada dentro do carro.

Oh não, veio a tona tudo o que aconteceu aqui dentro, para mim aquele dia será inesquecível, não me importo se ele não se lembra mais, eu me lembro pois foi bom para mim e eu quem procurou aquilo. Sinto de repente meu corpo ficar quente, totalmente diferente do frio que faz lá fora, isso somente por lembrar do dia em que ele me pegou aqui.

"Você pode ligar o ar?" Pergunto inquieta no banco, eu estou sentada no banco do carona, exatamente onde aconteceu.

"Para quê, se está frio?" Indaga e dá partida no carro.

"Eu estou com calor, liga aí por favor?" Peço em tom irônico.

"Certo então." Responde e liga o ar, sinto-me um tanto melhor, mas não totalmente. "Você se lembra da última vez que esteve dentro desse carro?" Engasgo com minha própria saliva.

Merda, ele se lembra!

Capítulo 3 2

Agnelo

Depois de quatro meses viajando pela Europa curtindo a vida e gastando dinheiro atoa, procurando das melhores mulheres aos melhores vinhos, retorno ao meu lar, a Inglaterra, a pedido do meu amigo Julian, ele informou-me do nascimento de sua filhinha e eu quis prestigiar dessa alegria com ele. Nunca vi um homem tão feliz naquela maternidade igual hoje cedo quando vi meu amigo, ele estava emocionado e sorrindo atoa, não é para menos, ele tem tudo que qualquer homem de bem poderia querer, uma bela mulher, fiel e agora uma família. Sinto não ser um homem de bem.

Dirigindo a noite pela estrada, após sair de um bar no qual tomei alguns copinhos de whisky, vejo o painel do carro acender informando a falta de gasolina, por sorte avisto um posto de gasolina próximo, mas no momento em que eu parei o carro, meus olhos avistaram uma certa pessoa, não fazia do meu feitio lembrar de mulher nenhuma, mas aquela eu sabia que já tinha pegado, estava sozinha ali no meio do nada, procurei ao redor para ver se tinha um carro ou alguém esperando mas não tinha nada. Quando aproximei o olhar, lembrei-me imediatamente, Olívia, era ela sim, a amiga de Eloíse.

Quando me aproximei dela, a moça começou a andar rápido para o outro lado da rua, estava agindo estranho, meu trabalho sempre me deu um faro especial para tudo. Talvez ela tivesse em perigo, eu não tinha motivo nenhum para ajudá-la, era um safado mas não um monstro.

Quando chamei-a, ela pareceu mais nervosa do que nunca, estar tão perto olhando aquele rosto, me trouxe as lembranças do dia em que ela se jogou para mim dentro do meu carro e que eu fodi a boceta pequena e deliciosa dela. Mas o que? Desde quando eu lembrava das minhas transas passadas? Porra.

Insisti para que ela aceitasse minha ajuda, eu não podia deixá-la ali a mercê de qualquer coisa, era uma mulher linda e jovem andando sozinha em uma avenida deserta. Talvez fosse mais do que isso, fosse a vontade de experimentá-la novamente, ela fora tão boa que ali naquele momento eu só conseguia pensar em toma-la novamente.

Agora a contragosto dentro do meu carro, observo-a inquieta, exatamente igual aquele dia. Porra eu sou mesmo uma safado filho da puta, só consigo pensar em como ela é gostosa, sua saia acima dos joelhos deixam a mostra sua bela coxa, meu pau está totalmente duro dentro da calça, faço de tudo para que ela não note, não ainda. Mas sem pensar em nada, faço uma breve pergunta que tenho certeza, irá fazê-la lembrar-se também.

"Você se lembra da última vez que esteve dentro desse carro?" Indago e olho para ela que de repente fica petrificada e com o rosto vermelho.

"C-claro." Ela responde e da um sorriso sem graça, olho novamente para suas coxas e ela as aperta uma na outra.

"Ainda não entendo o que deu em você aquele dia " Falo calmamente.

"Eu estava com vontade de transar com você, muita... Então aproveitei o momento a sós. Simples!" Ela solta rapidamente e eu sinto meu pau se contrair.

"Eu quero transar com você agora, quero aproveitar o momento a sós, é simples... Você topa?" Entrego o jogo e então ela me olha surpresa.

"O que?!" Ela pergunta com os olhos arregalados.

"Você não quer?" Pergunto um pouco chateado com o pensamento de ela não me querer.

"Olha... Aquele dia, eu prometi que não iria procurá-lo mais e..." Ela diz mas eu a interrompo.

"Você não procurou mesmo, me senti usado." Brinco. "Entretanto, fui eu quem te achei agora, e sou eu quem quer, não me diga que não quer fazer de novo?" Porra, não entendo o que deu em mim, já estou insistindo e nunca fui disso.

"Merda, Agnelo!" Ela exclama. "Eu quero, mas..." Ela parece perdida em suas palavras.

"É só uma rapidinha... Depois nunca mais nos vemos de novo, se lembra dessas frases?" Seus olhos se tornam em fúria.

"Sabe o que você me faz pensar? Que todos os homens são assim, idiotas como você, aquilo foi um erro, tá certo? Eu posso até não me arrepender muito, mas foi errado, eu não deveria, porém eu quis e eu faço o que eu quiser!" Ela esbreveja e cruza os braços.

Após alguns minutos de silêncio, eu não sei mais o que dizer, não sou de insistir para ficar com nenhuma mulher, nunca fui, mas essa Olívia, o que ela tem? Que inferno! Ela é tão bonita e deliciosa! Mal posso me lembrar de estar dentro dela aquele dia que tudo em mim vira OLÍVIA! Em quatro meses eu não pensei nela, mas agora, vendo-a de novo, eu a quero.

"Ali está o meu carro, muito obrigada por ter me trago até aqui." Ela me dá um sorriso e sai do carro rapidamente assim que eu paro, levando em suas mãos o galão com a gasolina.

"Espera!" Grito saindo do carro.

"O que foi?" Ela pergunta.

"Deixe-me te ajudar, você sabe como se coloca gasolina comprada assim no galão?" Indago.

"Não!" Ela responde revirando os olhos e então eu tomo a frente.

Pego o que é preciso para abastecer o carro dela, uma mangueira fina e então coloco a gasolina para ela. Após terminar vejo ela me olhar com surpresa.

"Nunca imaginei que fosse assim, para mim era somente derramar lá dentro." Ela fala.

"Ainda bem que te encontrei não é?" Falo e lhe dou um sorriso. Que porra, não sou de sorrir.

"Tudo bem Agnelo, eu sei que você quer transar comigo, e eu também quero. Então vamos deixar de enrolação?" Ela solta deixando-me até um pouco surpreso.

Mas sem perca de tempo eu caminho até ela e tomo seus lábios. Lembro-me agora de que eu não havia a beijado ainda... Seus lábios são macios e sedosos, eu a beijo com volúpia enquanto minhas mãos passeiam pelo seu corpo modelado e pequeno, quero muito tirar toda a roupa dela e vela nua pela primeira vez, mas agora não será possível, quero muito entrar dentro dela e sentir sua carne interna, macia e molhada apertar meu pau dolorido.

Seu beijo é tão gostoso que eu posso ficar a noite inteira beijando-a, desço com meus lábios pelo seu pescoço e sinto seu cheiro único e distinto encher minhas narinas, de sua garganta saem gemidos baixos mas que logo eu farei questão que sejam gritos estrangulados. Com suas mãos ela arranca minha camisa junto com meu terno, ela abre meu cinto e tira meu pau para fora da calça, começando a masturba-lo.

"Caralho!" Gemo sentindo sua mão pequena fazendo movimentos mágicos.

Com minha mão eu tiro sua blusa e beijo seus seios médios mas perfeitos para caber dentro da minha boca, abocanhou seus mamilos durinhos e brinco com as mãos, sem conseguir mais me segurar, com o pau babando de tesão eu a coloco de quatro no capô do carro, puxo sua calcinha para o lado e penetro forte em sua boceta que está encharcada e pulsando.

Ela geme alto e com algumas estocadas já sinto sua carne apertar meu pau e soltar um líquido quente deixando-me maluco de tesão. Seu corpo começa a tremer e ela chora de prazer em meus braços, continuo estocando enquanto com minhas mãos eu aperto sua cintura com posse, que mulher deliciosa é essa. Já provei muitas, mas igual essa não existe, vai além do prazer, é algo indescritível.

Depois de mais alguns minutos e mais algumas posições, sinto que vou explodir, Olívia tem mais um orgasmo e com isso também provoca o meu, quase não dá tempo, mas consigo tirar e derramar tudo em sua bundinha redonda e gostosa.

"Oh!!!" Beijo toda a sua costa grunhindo com o prazer imenso. "Você é boa demais!" Exclamo e quando me dou conta já quero de novo.

Inferno! O que tem nessa garota?

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