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Todo o desejo!

Todo o desejo!

Autor:: Paula Tekila
Gênero: Contos
Embarque em uma jornada sensual por meio de diversas histórias apaixonantes. Cada conto é uma janela para desejos secretos e encontros ardentes, explorando os limites da paixão e do prazer. Prepare-se para uma leitura envolvente que despertará seus sentidos e deixará sua imaginação à solta! LINGUAGEM EXPLÍCITA!

Capítulo 1 O diário de Ana Brenda - Capítulo 1

Dizem que toda garota sonha em ser uma princesa, eu não. Pelo menos não como as dos contos de fadas, submissa, boba e romântica demais. Trabalho como vendedora em uma loja de lingeries, como podem imaginar, recebo diversas cantadas diariamente. Elas vêm de homens e mulheres o tempo todo.

Era uma segunda-feira, eu estava no balcão atendendo uma senhora que com certeza era libriana, mostrei quase o estoque inteiro para ela e nada de se decidir. No final, comprou uma mísera calcinha de algodão e pobre do marido dela!

Embalei e ela foi pagar no caixa, depois, um homem muito bonito entrou na loja. Era moreno, tinha uma barba média e bem cuidada, porte atlético e aparentava ter uns trinta e poucos anos.

Ana Brenda – Bom dia, como posso ajudá-lo?

Vinícius – Bom dia moça, estou aqui para escolher uma lingerie para minha namorada.

Ana Brenda – Ela é do tipo mais reservada ou ousada?

Vinícius – Reservada, até demais.

Sorrimos, mostrei uns modelos de renda em cores mais neutras. Reparei que ele olhava para minha boca...

Ana Brenda – Esse é muito bonito, um dos mais disputados da loja. Ela usa qual tamanho?

Vinícius – Tamanho M, realmente é muito bonito. Vou ficar com esse.

Ana Brenda – Vou embrulhar para presente.

Fiz uma embalagem bonita, ele pagou e depois veio pegar o presente.

Vinícius – Adorei o seu atendimento me chamo Vinícius, quem sabe possa me passar seu contato para as próximas compras é claro.

Eu sorri, que safado! Olhei para o caixa e Daniele estava mexendo no celular, anotei meu número pessoal e passei para ele.

Ana Brenda – Até a próxima Vinícius.

Trabalhei o restante do dia, fui para casa. Divido um apartamento com minha amiga Gabriela, para variar ela não tinha feito o jantar e o jeito foi pedir um sanduíche.

Ana Brenda – Hoje na loja atendi o homem mais gostoso que já vi na minha vida.

Gabriela – E se eu te conheço bem você flertou com ele.

Ana Brenda – Dessa vez fui inocente, ele que trocou olhares e até pediu meu contato.

Gabriela – Então é só uma questão de tempo para vocês sentar nele.

Ana Brenda – E aquele homem merece a melhor de todas as performances!

Tomei um banho, ensaboei todo o meu corpo pensando nele. Alisando de cima para baixo entre meus lábios vaginais, fiquei molhada imaginando sua língua fazendo aquele trabalho para mim. Massageei meus mamilos com a outra mão, me toquei até gozar por várias vezes e assim dormi satisfeita.

A semana passou normalmente, clientes entram e saem e eu já até tinha me esquecido do boy magia. Até que na sexta-feira à noite ele me ligou, levei um grande susto.

Ana Brenda – Alô.

Vinícius – Como vai Ana Brenda? Acho que nem vai mais se lembrar de mim, sou Vinícius um cliente que você atendeu a uns dias.

Ana Brenda – Sim eu me lembro, estou bem.

Fiquei meio sem graça e nem sabia o que dizer a ele.

Vinícius – Acho que percebeu que fiquei interessado em você, não sou muito de ficar dando voltas. Prefiro sempre ser direto!

Ana Brenda – E eu prefiro que seja assim. Também fiquei afim de provar o seu membro.

Vinícius – Ele já está molhado e duro esperando pela sua bocetinh* molhada!

Só de ouvir a voz dele meu clitóris endureceu, meus lábios vaginais se abriram e fiquei molhada de vontade.

Vinícius – Quero te comer hoje à noite, me passe seu endereço e irei te buscar.

Passei o endereço para ele e combinamos às 20:00, até escolhi uma lingerie para usar para ele naquela ocasião. Saí do trabalho às 18:00, tomei um banho demorado jantei algo leve pois queria quicar muito em cima daquele homem gostoso. Escolhi um vestido tubinho preto, usava uma lingerie vermelha, se a namorada dele era do tipo recatada e sonsa, já era a hora dele provar algo mais interessante que o arroz e feijão que ela deve dar na hora do sexo.

Não usei uma make muito marcada ou forte, passei um perfume suave e na hora marcada ele buzinou.

Gabriel – Vá e trepe como se fosse eu!

Sorri e abri a porta, o carro dele era top. Entrei e ele já foi passando a mão na minha coxa.

Vinícius – Como você está deliciosa.

Retribuí passando a mão no membro dele por cima da calça, já estava duro e parecia grande e grosso. Fomos nos tocando até chegarmos na porta do motel, ele quis me surpreender e fomos para o mais caro da cidade.

Vinícius – Quero sua suíte master.

Entramos no quarto, uau que coisa linda e de bom gosto. Nunca tinha entrado em um tão caro, mal joguei minha bolsa sobre o móvel e ele veio me agarrando, parecia faminto por uma pele diferente. Me cheirava o pescoço e eu de costas, esfregava minhas nádegas sobre seu membro que estava duro e louco para encontrar o caminho da minha piscante bocetinh*. Eu estava assanhada e doida para quicar loucamente em cima dele até gozar.

Vinícius – Que corpo gostoso morena!

Ele passou a mão nos meus seios sentindo meus mamilos rígidos marcando o tecido fino de vestido, senti sua respiração ofegante por trás da minha orelha. Sua mão desceu até o meio das minhas pernas acariciando meu sexo e logo sentiu minha calcinha de renda.

Ana Brenda – Gostou da minha escolha para essa noite?

Vinícius – Acho que você deve tirar o vestido para que eu possa avaliar melhor.

Me virei de frente, fui puxando-o pela camisa e o derrubei sentado na cama. Ele passava a mão em seu membro enquanto me olhava com cara de safado. Tirei meu vestido por cima, ele ficou em êxtase admirando meu corpo...

Apenas uma minúscula calcinha de renda me separava da nudez completa, ele colocou o membro para fora. Era rosado e gigante, do tipo lisinho e delicioso de mamar. Fiquei admirando-o se masturbar e fazer aquela expressão gostosa de desejo e prazer, imaginei os dedos dele passando na minha bocet* por cima da calcinha e de pé comecei a me masturbar também.

Vinícius – Não me tortura assim, vem me dar essa vagina gostosa.

Montei em cima dele, nos beijamos na boca e foi intenso, lambíamos e chupávamos nossas línguas. Ele saiu do beijo e chupou meu pescoço enquanto me fazia gemer e molhar de tesão. Eu mexia sobre seu membro desnudo e esfregava minha bocet* coberta por aquela calcinha rendada. Saí de cima e peguei sua rola com força fazendo ele saber o quanto eu sou treinada para dar prazer, dei uma cuspida para deixar tudo ainda mais molhadinho e olhando nos olhos dele com uma expressão travessa eu dei uma chupada estalada e ele revirou os olhos levantando meus cabelos com uma das mãos.

Vinícius – Que tesão de boquinha!

Não o deixei retomar o fôlego e traguei inteira até os testículos, movi meu rosto aceleradamente para cima e para baixo. Ele gemia pedindo mais, mais e começou a puxar forte meus cabelos.

Aquele sabor delicioso da sua excitação deixava minha xota encharcada, fiz ele gozar na minha boca.

Vinícius – Assim eu vou goz*!! Hmmmmm

Chupei tudo e depois comecei a rir da expressão de surpresa dele por eu ter forçado sua finalização assim.

Vinícius – Assim não vale debochar de mim, você me fez acabar rápido demais.

Me deitei na cama com os braços para cima, ele veio me beijando inteira. Puxou minha calcinha para baixo e começou a tocar meu clitóris, agora sim posso dizer que tenho um bom homem na cama.

Ana Brenda – Isso, faz o que você sempre quis comigo!

Ele meteu dois dedos dentro e seguiu me castigando com a ponta língua, tive um orgasmo incrível na boca dele. Vinícius introduziu o dedo melado na minha boca e chupei, antes de me recuperar do orgasmo ele meteu o membro com toda a força dentro de mim. Foi inesperadamente gostoso e forte, dei um forte grito, ele começou comer com força. Segurando meu quadril e tirando o membro todo só para meter tudo de novo e de novo. A cada investida dele eu gritava...

Ana Brenda – Isso fod* fod* sua gata vai vai!

Vinícius – Minha namorada não aguentaria uma transa gostosa assim, toma mais!

Quanto mais eu gritava, mais gostoso ele me dava, cheguei ao climax no seu membro.

Vinícius – Que delícia sentir o calor da sua vagina no meu p*u.

Ele mandou com mais força para dentro e acabou Finalizando também, era apenas a segunda nele nessa noite e eu não estava disposta a dar sossego. Fomos para a hidromassagem, ele entrou primeiro e me sentei na sua frente, massageou minhas costas com delicadeza e eu sentia sua pica dura no meio das minhas nádegas, sua mão desceu para minhas coxas, barriga e eu estava louca para dar de novo.

Me virei para frente dele, comecei a acariciar seu membro por baixo d'água batendo uma punheta bem gostosa e olhando bem de perto sua expressão de prazer, me sentei sobre ele e encaixei minha bocetinh* no seu enorme membro, ele me beijou na boca e encostei meus seios nos dele esfregando conforme quicava sobre ele e nos fazia enlouquecer. Fodemos assim por alguns minutos.

Vinícius – Vira o rabo para mim piranha!

Apoiei minha barriga na borda fria da banheira e aquele safado me fodeu de quatro.

Vinícius – Como você fica gostosa assim, feito uma cachorra tragando meu membro.

Eu me movia com força empurrando minha bunda para devorar seu membro bem gostoso.

Vinícius intensificou as bombadas, ele arfou e senti a barriga dele se contrair conforme metia mais aceleradamente. Sentir suas bolas me baterem por trás era uma delícia, eu estava tão molhada e nem era da água da banheira, seu membro entrava e saia deslizando por dentro de uma maneira sublime.

Até eu sentir seu leite ser lançado para dentro com vontade, apertei o seu membro para ajudar a sair até a última gota.

Ana Brenda – Isso goza gostoso na sua puta!

Vinícius – Que bocet* gostosa, tesão.

Se a vadia da namorada dele quisesse, ia ter que apelar para um vibrador ou meter os dedos. Eu não queria o deixar sair, sem estar totalmente esgotado, ele pensou que saindo do banho iríamos para casa, nada. Derrubei ele na cama e comecei a chupar de novo...

Vinícius – Que boca gostosa, isso lambe chupa!

Chupei até ele gozar mais uma vez, seu membro tremia de tanto comer.

Vinícius – Você é máquina! Nunca imaginei que alguém pudesse me deixar assim tão fraco.

Ana Brenda – Comigo todos acabam assim, sem forças.

Vinícius – Posso te ligar de novo?

Ana Brenda – Eu te ligo!

Minha frase substituta para: se eu não achar outro membro interessante, quem sabe eu volte a sentar no seu. Seja legal, pegue sua senha e volte ao final da fila!

Capítulo 2 O diário de Ana Brenda - Capítulo 2

A semana estava tranquila, até demais para quem gosta de estar sempre na ativa sexualmente. Depois de mais um dia esgotante naquela loja, eu fui para casa, assisti a um bom filme pornô e brinquei com meu Dildo de 21 centímetros e gozei muito como sempre. Depois fui tomar um banho para relaxar o corpo e a mente por completo, saí do banheiro e sequei os cabelos com meu enorme secador, vi o celular acender com uma notificação e logo fui ver do que se tratava.

Minha amiga Marcela ia dar uma festa em seu apartamento, fez questão de me convidar usando uma figurinha erótica. As festas dela sempre acaba em uma deliciosa putaria, apesar de que eu perdi a última por estar menstruada...

Marcela – Dessa vez convidarei dois amigos do meu trabalho, são deliciosos e sei que você vai gostar!

Ana Brenda – Espero que não sejam do tipo fresco.

Marcela – Eles não são e posso apostar que fodem bem, te espero na sexta-feira às 22:00.

Ana Brenda – Eu irei!

Naquela semana eu ainda não tinha transado e estava subindo pelas paredes de tesão, minha última aliviada havia sido com um cliente do trabalho cujo nome nem me recordo. Dois homens poderiam me ajudar a apagar um pouco do fogo acumulado, no sábado me arrumei com uma saia preta e uma camisa estampada, nada sexy demais a não ser pelo fato de ir sem calcinha e fui para o apartamento de Marcela.

Ela abriu a porta com um sorriso enorme e a cara de safada estampada na testa, já estava na companhia de dois homens lindos e fortes.

Netto – Você disse que sua amiga era gata, mas acho que economizou nos elogios.

Ana Brenda – Muito prazer, me chamo Ana Brenda.

Achei que Marcela tinha sugerido um sexo grupal, mas eu me enganei. Depois de nos cumprimentarmos e bebermos um vinho falando sobre nossos trabalhos, ela levou o outro rapaz para o quarto e logo começaram os gemidos.

Ana Brenda – Achei que minha amiga tivesse um pouco mais de imaginação.

Netto – Não gostou da minha companhia?

Ana Brenda – Sim, mas acho que seria mais gostoso se brincássemos todos juntos, não acha?

Netto – Eu acho, mas vai ser um prazer te comer com ou sem ela.

Ana Brenda – Então vamos começar a nossa festinha!

Os olhos dele foram direto para minha boca e nos beijamos, de repente ele se ajoelhou levantando minha saia e eu que estava sem calcinha recebi uma deliciosa chupada que me deixou maluca de tesão. Ele passava a língua pelo meu clitóris com muita vontade e pressão, suas chupadas eram deliciosas demais e me fizeram gemer muito alto e sem nenhum pudor.

Ana Brenda – Isso, mama essa bocetinh*!

Estava difícil me manter de pé, gozei gostoso com sua língua me esfregando todos os pedacinhos da bocet* e ele seguiu sugando cada gota do meu orgasmo. Ele já estava suando de tesão e melado com o meu mel por toda a boca, empurrei ele no sofá e abri seu zíper revelando seu membro belo e duro, era branco não muito longo, mas bem gordo e gostoso passei a ponta da minha língua bem devagar e observei a reação que causei a ele. Estava bem molhadinho e me deu água na boca provar o seu gosto.

Netto – Por favor, me chupa! Me chupa, safada!

Fiz o que ele pediu, enterrei toda a sua pica, até sentir a glande no fundo da minha garganta recém preparada por uma bala que causa um delicioso frescor. Quiquei com boca no membro dele várias vezes, subindo e descendo e ele gemia deito um louco. Minha bocet* estava escorrendo de vontade de comer aquele membro inteirinho.

Ele se levantou e queria meter, mas eu o afastei e tirei uma camisinha da minha bolsa. Coloquei na boca daquele jeitinho especial e em uma mamada coloquei delicadamente no seu membro.

Netto – Que vadia profissional!

Fui escorada contra a parede, ele abriu minha camisa e tirou meus peitos os mamando bem gostoso e mordendo com vontade. Que tesão, dedilhando minha bocetinh* e esfregando seu polegar no meio dos meus grandes lábios até quase me fazer gozar, passei as pernas em volta dele e então me penetrou bem forte, nos olhávamos no fundo dos olhos enquanto fodíamos loucamente naquela sala.

Eu já estava suada assim como ele também, paramos um pouco e eu fiquei de joelhos no sofá com o traseiro para cima. Ele encaixou com força e segurando minha cintura fodeu com força e golpeava minha bunda, enquanto isso eu me masturbava gostoso sentindo aquele membro enorme me deixar tremendo as pernas de prazer.

Netto – Que tesão de bocet*, toma mais cachorra.

Ana Brenda – Me faz feliz por trás benzinho!.

Ele tirou o membro da minha xota e guiou até o meio da minha bunda, ele merecia comer tudo de mim. Senti ele forçando a cabeça gigante nas minhas pregas e elas se abrindo enquanto a bocetinh* pingava de vontade de uma surra deliciosa atrás. Foi entrando devagar, aquela tortura gostosa me deixou alucinada... eu mesma empurrei as nádegas contra sua pélvis e ele entrou por inteiro, demos um baita gemido.

Fui me movendo devagar até meu corpo se adaptar aquilo tudo por dentro, fui me movendo e dando prazer a nós dois. Me masturbando e pedindo mais...

Ana Brenda – Que membro gostoso de caralho, me fode isso. hmmmm

Netto – Que delícia, eu vou acabar bem rápido dentro de ti!

O senti encher a camisinha, era um desperdício de leite que poderia escorrer pelas minhas pernas e eu adoro. Mas aquele cara era desconhecido e não posso dar chance para o azar.

Netto – Deculpe, não aguentei ficar contigo por muito tempo.

Ele retirou a camisinha do pai quase todo retraído, continuei a masturbar minha bocetinh* até chegar ao orgasmo. Me vendo delirar de prazer seu membro endureceu de novo e meu corpo já o queria dentro de novo.

Ana Brenda – Senta nesse sofá!

Dei outra camisinha e dessa vez ele mesmo colocou, me sentei de costas e ele guiou o membro até minhas nádegas. Sentei com vontade e ele gemeu...

Ana Brenda – Se controle para receber o que vou te dar.

Comecei a sentar loucamente em cima dele, ele me ajudava se movendo forte por baixo. Eu queria dar até ficar dolorida, ele estava fazendo muito esforço para aguentar me segurou sentada no seu colo e começou a me masturbar.

Ana Brenda – Que tesão, isso, isso não para...

Netto – Delícia de mulher.

Depois de me realizar com ele, o saf*do lambeu e me fez provar também. Segui sentando no seu membro sem piedade e gozei de novo, um orgasmo anal era tudo o que eu precisava para sorrir pelo resto daquela foda gostosa. Me tremi inteira e gritei de prazer, ele não se aguentou e ejaculou de novo bem gostoso e gemendo ao meu ouvido.

Netto – Você é uma verdadeira safada. Quero seu contato, preciso te comer de novo!

Me levantei de cima dele, peguei minha roupa e vesti enquanto ele ficou ainda recuperando as forças depois daquela gozada deliciosa.

Ana Brenda – Diga para Marcela que a festa foi ótima, peça a ela meu contato e tenha uma boa noite.

No dia seguinte recebi uma ligação dele, pedindo para marcarmos mais um encontro. Não vou negar que o membro dele é muito bom e só de me lembrar dá vontade de sentar de novo, talvez eu o procurasse outro dia.

Capítulo 3 O diário de Ana Brenda - Capítulo 3

Eu já estava estressada de ficar em casa presa no feriado do dia das mães, a minha, mora no interior e eu não conseguiria ir visita esse ano, pelo menos não nessa data. Entediada de ver tanta bobagem na TV aberta, resolvi pedir alguma coisa para comer e já havia passado do horário do jantar. Gabriel tinha ido viajar para ver os pais e a casa toda minha, tomei um banho e vesti minha camisola de seda, nunca tinham demorado tanto para trazer uma comida, eu já estava me preparando para reclamar e muito com o entregador.

Comecei a chupar um pirulito que tinha esquecido dentro da bolsa do trabalho, para espantar um pouco a fome. Finalmente tocaram a campainha, fui atender com o pirulito no canto da boca, o entregador era um garoto até bonito devia ter seus dezoito aninhos. Quando me viu até abriu a boca, coitado.

Ana Brenda – Acho que hoje as entregas demoraram um pouco além do habitual.

Ricardo – Desculpe moça, mas é que hoje tivemos muitos pedidos.

Ana Brenda – Entre.

Ele ficou meio constrangido, mas entrou com a pizza nas mãos. Fui até o sofá e me abaixei colocando o traseiro para cima, para pegar o dinheiro, é claro.

Ana Brenda – Vou te dar uma boa gorjeta, mesmo com a demora eu acho que você merece um...agrado!

Ricardo – Eu, eu nem sei o que dizer moça.

Tirei meu pirulito da boca, dei uma olhada no seu membro duro e marcado sob a calça. Devia estar bem molhadinho, enchi minha boca de água pensando em chupar tudo aquilo, passei a ponta da minha língua delicadamente no pirulito e ele suspirou de tesão.

Ana Brenda – Quer um pedaço da pizza?

Passei entre ele e o balcão esfregando minha bunda no seu membro, ele estava louco para me comer e seus olhares não deixavam dúvida. Me virei de frente para ele, passando a língua com muita velocidade no pirulito e mostrando para ele como eu queria que fosse feito na minha molhada bocetinh*.

Ana Brenda – Vai comer ou ficar olhando?

Passei meus braços pelo seu pescoço e nos beijamos, peguei suas tímidas mãos e coloquei na minha bunda.

Ricardo – Você é muito gostosa, que tesão!

Ana Brenda – Então faça um trabalho bem feito e te darei uma boa gorjeta.

Ele me beijou com mais vontade, descendo a boca por todo o meu corpo até chegar aos meus seios. Beliscava meus mamilos com seus dedos e eu já sentia meus fluídos vaginais escorreram pelas pernas de tanta vontade. Fui guiando-o para a cozinha, tirei minha calcinha e comecei a passar o pirulito no meu clitóris me masturbando com ele.

Ricardo – Você é uma safad*.

Ana Brenda – Quer fazer isso para mim?

Ricardo – Claro, gostosa.

Coloquei uma das pernas sobre a cadeira ficando bem aberta, ele passou o pirulito na minha bocetinh*. Joguei a cabeça para trás com aquela sensação gostosa, ele me olhava adorando me dar tanto prazer, até que ele introduziu o pirulito em mim e retirou chupando-o em seguida.

Ana Brenda – Isso safado, me fode gostoso.

Ele fez isso várias vezes, até meteu ele mais uma vez enquanto me estimulava o clitóris com a ponta da língua e eu gozei gostoso. O pirulito saiu lambuzado de prazer, ele levou até a minha boca e nós dois o chupamos juntos.

Tirei minha camisola e a calcinha, ele chupou meus seios, colocou o membro para fora e começou a se masturbar. Era gigante e estava bem molhado, me ajoelhei e comecei a chupar, quando dei uma mamada forte ele ejaculou na minha boca.

Ele ficou tão constrangido em encher minha boca assim tão cedo, que seu rosto se avermelhou enquanto eu cuspia tudo na pia.

Ricardo – Me desculpa por isso, é que já faz algum tempo que eu não...

Ana Brenda – Tudo bem, isso não importa. Vem comigo até o meu quarto.

Ricardo – É que eu ainda tenho uma entrega.

Ana Brenda – Vai me deixar assim?

Ricardo – Claro que não dona.

Ana Brenda – Então vem!

Fomos para o meu quarto, já fui me jogando na cama. Ele pulou por cima e nos beijamos, mandei que tirasse a camisa, deitei ele de costas e montei sobre seu corpo. O toque da minha bocetinh* integralmente nua em suas nádegas era delicioso. Massageei suas costas com os meus mamilos, depois seus ombros com as minhas mãos empregando força maior. Lambi sua nuca, ele gemeu...

Ricardo – Você sabe bem o que está fazendo.

Ana Brenda – Eu gosto de dar um tratamento especial para os novinhos como você.

Ricardo – Estou louco para comer sua bocetinh*.

Ana Brenda – Desculpa, mas seu membro merece minha bunda!

Saí de cima, mandei ele tirar o resto da roupa, montei sobre ele de frente passando minha bocet* em toda a extensão do seu membro duro e melado. Fiquei de quatro do lado dele...

Ana Brenda – Deixe meu rabo pronto para o seu membro.

Tenho certeza de que ele nunca tinha provado o gosto de uma bunda na vida, se sentou na cama e me deu dois tapas nas nádegas. As abriu e começou a lamber meu ânus, estava muito bom para um principiante.

Ana Brenda – Hmmmm você não é tão mal nisso, continue assim me fode com sua língua.

Ricardo – Seu traseiro é delicioso.

Ele passou a língua da bocet* até o meu traseiro, adentrando devagar com a ponta de língua e depois com um dos dedos. Eu revirei os olhos, minha vagina estava pingando e pulsando de vontade.

Ana Brenda – Você conseguiu, é merecedor de me comer de quatro.

Estiquei meu braço e abri uma gaveta pegando uma camisinha e dei para ele, a colocou e foi devagar passando a cabeça do membro na bocet* e no traseiro, me deixando na dúvida sobre por onde ele iria começar.

De repente ele apertou com tudo e entrou com a metade atrás, dei um urro e ele me agarrou o quadril. Aposto que achou que eu ia reclamar, empurrei minha bunda para trás, fazendo ele me penetrar por completo.

Ricardo – Que bundinha apertada, safad*!

Ana Brenda – Fod* fod*.

Comecei a apertar ele com meu traseiro, se eu conseguia fazer isso com a bocetinh* as custas de muito pompoarismo, com o traseiro eu aprendi com a prática. Ele me comia devagar, não sei se estava com medo de ejacular rápido de novo, ou se estava com medo de machucar, o fato é que eu queria uma foda hardcore.

Saí do membro dele sem dizer nada, mandei que se sentasse na borda da cama, peguei seu membro e levei até a entrada do meu rabo. Sentei de uma vez, ia ensinar a ele como tratar um traseiro guloso e faminto como o meu.

Cavalgar sobre ele, gritávamos e ele tentava me segurar pelos quadris para diminuir o ritmo, mas eu não quero parar por nada. Coloquei um dos meus dedos dentro da minha vagina, há tanto tempo eu não provava uma dupla penetração e é tão gostoso.

Estimulei seu membro até ele não resistir e ejacular, fiquei querendo comer muito mais. Porém, esse garoto não daria conta de me deixar satisfeita, paguei a gorjeta e ele foi embora todo feliz. O jeito foi me aliviar com os dedos na bocetinh* até finalizar muito.

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