Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Moderno > Traição, Queda e A Ascensão
Traição, Queda e A Ascensão

Traição, Queda e A Ascensão

Autor:: Mu Yu
Gênero: Moderno
Quando a faca do agressor me apunhalou, meu marido estava ajudando sua jovem aprendiz a procurar um cachorro. Essa frase resume a dor e a ironia da minha vida passada. Eu, Sofia Mendes, uma arquiteta renomada, descobri que Ricardo Almeida, meu marido chef, me traía com sua aprendiz, Clara Lima. No dia em que fui brutalmente atacada por um cliente furioso, Ricardo não estava lá para me ajudar; ele estava com Clara, procurando o cachorrinho perdido dela. Mesmo ferida, salvei minha carreira, mas Clara morreu em um assalto naquela mesma noite. Ricardo, consumido pela culpa, me culpou pela morte dela. Fui promovida, mas na festa de comemoração, Ricardo, bêbado e insano, orquestrou um falso assalto. Ele filmou a agressão e me empurrou de um terraço, gritando: "Você tirou tudo de mim, Sofia. Agora vou tirar tudo de você." Caí, mas não morri. Acordei em um hospital, com o corpo quebrado, mas a mente lúcida. A dor e a traição acenderam em mim uma certeza fria e dura como aço: vingança. De repente, estou de volta. No momento exato em que tudo começou a dar errado, na sala de reuniões, Mário Costa gritando. Meu corpo está intacto, sem dor. Meu marido, Ricardo, novamente não está aqui, ocupado com o cachorrinho de Clara. Desta vez, eu não serei uma vítima passiva. Desta vez, eu lutarei.

Introdução

Quando a faca do agressor me apunhalou, meu marido estava ajudando sua jovem aprendiz a procurar um cachorro. Essa frase resume a dor e a ironia da minha vida passada.

Eu, Sofia Mendes, uma arquiteta renomada, descobri que Ricardo Almeida, meu marido chef, me traía com sua aprendiz, Clara Lima. No dia em que fui brutalmente atacada por um cliente furioso, Ricardo não estava lá para me ajudar; ele estava com Clara, procurando o cachorrinho perdido dela.

Mesmo ferida, salvei minha carreira, mas Clara morreu em um assalto naquela mesma noite. Ricardo, consumido pela culpa, me culpou pela morte dela. Fui promovida, mas na festa de comemoração, Ricardo, bêbado e insano, orquestrou um falso assalto. Ele filmou a agressão e me empurrou de um terraço, gritando: "Você tirou tudo de mim, Sofia. Agora vou tirar tudo de você."

Caí, mas não morri. Acordei em um hospital, com o corpo quebrado, mas a mente lúcida. A dor e a traição acenderam em mim uma certeza fria e dura como aço: vingança.

De repente, estou de volta. No momento exato em que tudo começou a dar errado, na sala de reuniões, Mário Costa gritando. Meu corpo está intacto, sem dor. Meu marido, Ricardo, novamente não está aqui, ocupado com o cachorrinho de Clara. Desta vez, eu não serei uma vítima passiva. Desta vez, eu lutarei.

Capítulo 1

Quando a faca do agressor me apunhalou, meu marido estava ajudando sua jovem aprendiz a procurar um cachorro.

Essa frase resume a ironia e a dor da minha vida passada.

Meu nome é Sofia Mendes. Eu era uma arquiteta renomada, casada com Ricardo Almeida, um chef de cozinha famoso e carismático. Nossa vida parecia perfeita, um conto de fadas moderno para as revistas de celebridades. Mas por trás das portas fechadas, a perfeição desmoronava.

Eu descobri que Ricardo estava me traindo com Clara Lima, sua aprendiz. Ela era jovem, ambiciosa e, como vim a descobrir tarde demais, perigosamente ingênua.

O clímax da minha primeira vida aconteceu durante a apresentação de um projeto crucial. Um cliente, Mário Costa, ficou insatisfeito com meu design. Ele ficou furioso, começou a gritar e, em um surto de violência, me atacou. Ele me apunhalou.

Naquele momento, eu precisava do meu marido. Mas Ricardo não estava lá. Ele estava com Clara, em algum parque, procurando o cachorrinho de estimação dela que havia se perdido.

Mesmo ferida, consegui manter a calma. Consegui acalmar a situação e evitar que minha carreira fosse destruída junto com meu corpo. Salvei o projeto e a reputação da empresa.

Mas o destino tem um humor cruel. Naquela mesma noite, Clara, sozinha depois que Ricardo a deixou, foi assaltada. Os ladrões a agrediram e, na confusão, ela sofreu um acidente. Ela morreu.

A morte de Clara destruiu Ricardo. Ele mergulhou em uma depressão profunda, alimentada por culpa e autopiedade. E ele me culpou.

Para minha surpresa, em meio a todo esse caos, fui promovida. A empresa valorizou minha coragem e profissionalismo durante o ataque. Tornei-me diretora de projetos. Uma vitória amarga, conquistada com meu próprio sangue.

A empresa organizou uma festa para comemorar minha promoção. Ricardo apareceu, bêbado e transtornado. Seus olhos queimavam de ódio. Ele havia planejado tudo.

Ele orquestrou um falso assalto. Seus comparsas me seguraram, me agrediram, enquanto Ricardo, meu marido, filmava tudo com o celular, o rosto distorcido em um sorriso demente.

"Se não fosse por você, Clara ainda estaria aqui!", ele gritou, a voz rouca de álcool e fúria.

Ele me arrastou até a beirada do terraço. O vento frio da noite batia no meu rosto, misturando-se com as lágrimas e o sangue.

"Você tirou tudo de mim, Sofia. Agora vou tirar tudo de você."

Com um último grito de ódio, ele me empurrou.

Eu caí. A cidade abaixo de mim era um borrão de luzes e escuridão. A dor foi a última coisa que senti.

Mas eu não morri.

Acordei em um quarto de hospital, o corpo quebrado, mas a mente surpreendentemente lúcida. A primeira notícia que recebi foi que o cliente que me atacou, Mário Costa, estava causando problemas novamente, exigindo que o projeto fosse refeito.

Naquele momento, deitada na cama do hospital, com o corpo doendo e o coração em pedaços, uma nova certeza nasceu dentro de mim. Uma certeza fria e dura como aço.

A vingança.

Jurei a mim mesma que Ricardo Almeida sentiria a mesma dor. Ele sentiria a dor da humilhação. Ele sentiria a dor da ruína total. Eu o destruiria, e faria isso usando a inteligência e a força que ele tanto desprezou.

Esta era a minha promessa. E desta vez, eu não iria falhar.

Capítulo 2

O barulho. Foi o barulho que me trouxe de volta.

Gritos abafados, o som de um copo quebrando no chão.

Abri os olhos.

Não era o teto branco e estéril do hospital. Era o teto elegante da sala de reuniões da empresa. A luz era forte, artificial.

Meu coração disparou. Meu corpo estava inteiro, sem dor, sem cicatrizes. Eu usava meu terno cinza, o mesmo que vestia no dia da apresentação.

Olhei para minhas mãos. Elas estavam limpas, sem as marcas da agressão, sem os hematomas da queda.

Isso não era possível.

"Sofia! Você está me ouvindo?"

A voz era do Dr. Roberto Silva, o diretor da empresa. Ele estava ao meu lado, o rosto pálido de preocupação.

"O que está acontecendo com esse homem? Ele enlouqueceu?", ele perguntou, olhando para o outro lado da grande mesa de reuniões.

Lá estava ele. Mário Costa. O cliente. O homem que me apunhalou.

Ele estava de pé, o rosto vermelho de raiva, agitando os braços e gritando com minha equipe.

"Eu disse que não gostei! Esse projeto é um lixo! Vocês acham que eu sou idiota?"

Meu estagiário, Lucas Oliveira, um jovem leal e corajoso, tentava acalmá-lo.

"Senhor Costa, por favor, vamos conversar..."

"Cala a boca, garoto!", Mário gritou, empurrando Lucas para o lado.

Era a mesma cena. Exatamente a mesma cena da minha vida passada.

Eu estava de volta.

De alguma forma, eu tinha voltado ao momento em que tudo começou a dar errado.

Dr. Roberto se virou para mim, a frustração evidente em sua voz.

"Sofia, onde está o seu marido? Ricardo não deveria estar aqui para te apoiar? Ele é o chef famoso, a presença dele acalmaria qualquer cliente!"

Na minha vida passada, eu inventei uma desculpa. Disse que ele teve uma emergência no restaurante.

Mas esta era a minha segunda chance.

Respirei fundo, a adrenalina me dando uma clareza que eu não tive da primeira vez.

"Ele não pôde vir, Dr. Roberto", eu disse, minha voz calma e firme.

Os olhos de todos na sala se voltaram para mim. Até Mário Costa parou de gritar por um segundo.

Eu continuei, falando alto o suficiente para que todos ouvissem.

"O cachorrinho da aprendiz dele, Clara Lima, se perdeu. Ricardo está muito preocupado, então foi ajudá-la a procurar."

Um silêncio constrangedor tomou conta da sala.

Pude ver as engrenagens girando na cabeça das pessoas. Um chef famoso, marido de uma arquiteta de topo, faltando a uma apresentação crucial para... procurar o cachorro de sua jovem aprendiz?

Vi a troca de olhares entre minhas colegas. Vi a sobrancelha de Dr. Roberto se arquear em desaprovação. A semente da dúvida estava plantada.

Mário Costa, no entanto, não se importava com fofocas. Ele queria violência.

"Chega de conversa!", ele berrou. Ele pegou uma maquete cara do projeto e a atirou contra a parede, onde ela se espatifou em mil pedaços.

Seus dois seguranças, dois homens grandes e com cara de poucos amigos, se moveram para bloquear as portas.

"Ninguém sai daqui até que a arquiteta me dê um projeto que preste!", Mário declarou, apontando um dedo grosso para mim. "E para garantir que vocês vão cooperar, todos os celulares aqui."

Seus homens começaram a recolher os celulares de todos, jogando-os em uma sacola.

Estávamos presos. Exatamente como da última vez.

Mas desta vez, algo estava diferente. Eu estava diferente.

Enquanto um dos seguranças pegava o celular de Lucas, ouvi duas secretárias sussurrando perto da máquina de café.

"Esse Mário Costa... ele não é só um cliente rico. Ouvi dizer que ele tem conexões perigosas. Que ele não é um homem com quem se brinca."

"Conexões? Que tipo de conexões?", perguntou a outra.

"Do tipo que faz as pessoas desaparecerem."

Na minha primeira vida, eu estava apavorada demais para prestar atenção. Agora, eu ouvia tudo. Cada palavra era uma peça do quebra-cabeça.

Eu sabia o que viria a seguir. Mário me atacaria. E Ricardo não atenderia ao telefone.

Mas desta vez, eu não seria uma vítima passiva. Desta vez, eu lutaria. E eu venceria.

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022