Era uma manhã ensolarada em Aracaju, Sergipe, quando os destinos de três pessoas se entrelaçaram. Isabelly, uma jovem recém-formada em publicidade e propaganda, estava em busca de emprego para se sustentar. Ela morava em um modesto apartamento que seus pais haviam comprado quando ela passou em primeiro lugar no vestibular da UFS. Até então, eles haviam arcado com todas as suas despesas, mas agora era hora de Isabelly encontrar seu próprio caminho.
Do outro lado da cidade, no Bairro 13 de julho, Dominic, conhecido como Nic pelos amigos e Dom pelas belas mulheres, era um jovem de vinte e cinco anos. Ele era CEO e sócio de uma renomada empresa de publicidade chamada MIP, que havia herdado dos seus pais. Infelizmente, seus pais faleceram em um trágico acidente de avião quando ele tinha apenas doze anos. Desde então, seu tio Stefan e sua tia Claire o criaram como se fosse seu próprio filho. Após atingir a maioridade, Dominic assumiu a presidência da empresa e trouxe seu primo Alexander, mais conhecido como Alec, para ser seu sócio.
Alec, com seus vinte e três anos, era o parceiro de negócios de Dominic. Juntos, eles eram donos da MetaImagem Publicidade, a maior empresa do ramo em Sergipe. Com a matriz localizada na capital, Aracaju, eles também possuíam filiais espalhadas por todo o estado.
Os destinos de Isabelly, Dominic e Alec estavam prestes a se cruzar. Cada um com suas próprias histórias e ambições, eles estavam prestes a embarcar em uma jornada cheia de encontros, desafios e paixões inesperadas. Enquanto Isabelly buscava emprego e independência, Dominic e Alec enfrentavam os desafios de administrar uma empresa de sucesso e lidar com os fantasmas do passado.
O que o futuro reservava para esses três personagens? Apenas o tempo e suas próprias escolhas poderiam dizer. Em um mundo de amor sem regras ou tabus, suas vidas estavam prestes a se entrelaçar de maneiras que eles jamais imaginaram.
Isabelly acorda cedo e verifica o relógio: são cinco e meia da manhã. Dirige-se ao banheiro para um banho rápido, pois o clima está extremamente frio, o que é incomum para a estação da primavera. Ao abrir o guarda-roupa, escolhe uma roupa adequada para o dia.
Prepara um café preto forte e sem açúcar, para despertar mais rapidamente. Pega sua pasta, que contém alguns currículos, documentos e um jornal com anúncios de emprego. O dia passa rapidamente enquanto ele entra e sai de várias empresas de publicidade, procurando uma oportunidade. Agora, só resta a mais disputada: MetaImagem Publicidade, que está em busca de uma assistente para a diretoria.
Decide tentar a sorte lá, embora acredite ser difícil conseguir sem agendar um horário. No entanto, já que a vaga foi anunciada no jornal, não custa nada tentar. Ao entrar no prédio, Isabelly se aproxima da recepcionista e se encaminha para o elevador. De repente, escuta alguém dizer:
- Segura pra mim.
Ela estende a mão e a porta do elevador se abre novamente. Um homem de cabelos lisos e loiros, com quase dois metros de altura, musculoso, mas sem exagero, entra. Está vestindo um terno cinza e uma gravata vermelha:
- Obrigado, senhorita! - diz Dominic.
Quando Isabelly olha nos olhos do desconhecido, sente-se fascinada. Percebe que o homem tem heterocromia, assim como sua amiga Nelly.
Dominic se surpreende com a atenção intensa de uma bela mulher que parece fixar o olhar nele. Nunca a havia visto antes naquele lugar. Ao observá-la, percebe sua beleza deslumbrante, com um corpo escultural, seios de tamanho médio, cintura fina, olhos azuis e cabelos platinados. A boca dela também chama sua atenção, e ele se imagina mordendo seus lábios até que mudem de cor de rosa para vermelho. No entanto, ele se repreende internamente:
- Pare com isso, Nic. Você nem sequer a conhece.
Decidindo agir de forma gentil, Dominic se aproxima da mulher e pergunta:
- Moça, você está bem?
Isabelly se surpreende com a pergunta e responde confusa:
- Oi?
Dominic repete sua preocupação:
- Você está bem?
Isabelly se pega olhando para ele com uma expressão boba no rosto, mas rapidamente se recupera e aperta o botão do décimo andar. Ele também estava prestes a apertar o mesmo andar e decide puxar assunto:
- Você está indo para a diretoria?
Isabelly responde:
- Sim, vim em resposta ao anúncio de assistente.
Dominic continua:
- Que legal. Você tem alguma experiência?
Isabelly responde sinceramente:
- Não, sou recém-formada e ainda não trabalhei nessa área, mas aprendo rápido.
Enquanto falam, seus olhares se encontram e Isabelly fica hipnotizada pelos olhos dele. Dominic a examinou de cima a baixo, lambe os lábios e exibe um sorriso sugestivo. Curioso, ele pergunta:
- Qual é o seu nome, senhorita?
Isabelly responde:
- Isabelly Herondale.
Assim que Isabelly pronuncia seu nome, o elevador para e as portas se abrem. Dominic lhe dá passagem e ela se dirige à recepção da diretoria. Ao se apresentar, Isabelly percebe que está sendo observada, mas ao olhar para trás, não vê ninguém além do rapaz do elevador. A recepcionista, chamada Clara, a cumprimenta:
- Boa tarde, meu nome é Clara. Irei falar com o responsável pelas entrevistas. Desculpe, aguarde um momento.
Enquanto Clara atende uma ligação, Isabelly aguarda pacientemente. Ela ouve Clara mencionar o nome "senhor Salvatore" e um certo "senhor Alexander". Parece haver algum tipo de mudança de planos. Clara retorna sua atenção para Isabelly e diz:
- Desculpe pelo transtorno, senhorita Herondale. Vou levá-la até o CEO da empresa. Hoje ele deseja conduzir as entrevistas pessoalmente, mas como só há você, podemos ir agora.
O andar para o qual elas se dirigem é espaçoso, porém sombrio, com uma decoração predominantemente em preto e cinza. Isabelly para diante de uma porta enorme, onde lê o nome "Dominic Salvatore - CEO MIP". Clara bate na porta e entra, anunciando a presença de Isabelly.
Ao entrar, Isabelly vê o CEO com a cabeça baixa. Assim que Dominic ergue a cabeça, seus olhos penetrantes, os mesmos que a hipnotizaram no elevador, a encaram novamente.
Assim que Dominic sai do elevador, ele fica observando-a por um momento, mas em seguida segue em direção à sua sala e começa a refletir consigo mesmo:
- Hoje, meu primo, serei eu quem realizará as entrevistas para a vaga de assistente, e não você. Sim, ela despertou o meu interesse.
Dominic se senta em sua mesa, pega o telefone e liga para Clara, informando que ele será o responsável pelas entrevistas. Após a ligação, ele retira o terno e fica apenas com a camisa. Enquanto assinava alguns documentos, alguém bateu na porta. Clara entra e, ao erguer a cabeça, ele se perde novamente naqueles olhos.
Isabelly senta, ainda sentindo uma descarga elétrica percorrer seu corpo pelo toque dele ao cumprimentá-la e pedir que ela se sentasse. Ela entrega seu currículo a Dominic:
- Podemos começar a entrevista, senhorita Herondale? - pergunta Dominic.
- Sim, senhor Salvatore.
O simples fato de Isabelly o chamar de "senhor" arrepiou todo o corpo de Dominic, fazendo-o sentir um calor intenso de desejo. Ele pensa consigo mesmo: "Nossa, com apenas uma palavra, essa mulher me instigou desse jeito. Imagino você de joelhos na minha frente, amarrada, vendada e encoleirada."
Dominic se recompõe de seus pensamentos lascivos e continua olhando o currículo de Isabelly, fazendo algumas perguntas:
- Você não tem experiência?
Isabelly abaixa a cabeça e responde:
- Não, senhor.
Dominic prossegue:
- Então, por que escolheu a MIP?
Isabelly responde:
- Senhor, essa empresa é a melhor em termos de publicidade no estado. É o sonho de qualquer recém-formado. Além disso, eu aprendo rápido. É só mandar e eu obedeço!
Dominic fica impressionado, pensando consigo mesmo: "Nossa, caramba. Não sei se essa submissão é apenas profissional ou se, por trás desse rostinho lindo, de olhos azuis e cabelos platinados, se esconde uma submissa perfeita."
A entrevista continua por mais algum tempo, e Dominic descobre que Isabelly é filha única, mora sozinha em um pequeno apartamento em um bairro nobre da capital e tem uma melhor amiga chamada Nelly. Ele nota que Isabelly fala com muito carinho sobre sua amiga e percebe o quanto ela a ama. Após mais de meia hora de entrevista, a porta se abre de repente:
- Oi, primo! - diz Alexander.
Dominic responde de maneira brusca:
- Não sabe bater na porta?
Alexander entra e vê uma mulher de costas na sala junto com Dominic. Ele pensa que é uma das imensas fãs de Dominic, mas percebe assim que ela se vira, assustada, que não se trata de nenhuma fã.
Alexander a olha, conhecendo como conhece Dominic, e tem a sensação de que ela é diferente.
- Desculpe, primo, não sabia que estava ocupado.
Dominic responde:
- Ela não é uma visitante.
Isabelly se levanta, vira-se para Alexander e estende a mão para cumprimentá-lo:
- Isabelly Herondale, prazer em conhecê-lo, senhor.
Alexander responde:
- Alexander Salvatore, prazer em conhecê-la, bela dama.
Dominic interrompe:
- Senhorita Herondale, terminamos aqui. Por favor, aguarde lá fora. Vou conversar com o Alexander e lhe darei uma resposta em breve!
Isabelly levantou e cumprimentou os dois, analisando-os. Eles eram bastante diferentes: enquanto um era alto e loiro, o outro era mais baixo e moreno. Os olhos de Alexander eram acinzentados e brilhantes, e ele era um pouco mais baixo que Dominic, mas também muito bonito.
Em seguida, Isabelly saiu da sala e foi em direção à mesa de Clara. Estava nervosa, mas confiante de que conseguiria. Finalmente, seria o emprego dos seus sonhos.
ENQUANTO ISSO NA SALA DE NIC
Alec olhou para Isabelly com admiração e comentou:
- Primo de Deus, quem é essa bela mulher com seus olhinhos azuis e aquele belo corpo?
Dominic riu e respondeu:
- Deixa de ser tarado, Alec!
Alec se defendeu:
- Não sou um tarado, mas ela é muito linda!
Dominic brincou:
- Tu és um safado. - E ambos riram. - Ela veio para a vaga de nossa assistente.
Alec ficou surpreso:
- Sério?
Dominic explicou:
- Sim, mesmo não tendo experiência, ela parece ser esforçada. Pensei em dar três meses a ela para ver se corresponde à nossa altura.
Alec concorda:
- Bom, você que fez a entrevista, você decide.
Dominic decidiu:
- Darei essa chance, mas só para lembrar, ela disse algo que na calça pulsou!
Alec curioso perguntou:
- O que ela falou?
Dominic provocou:
- Quer saber demais, vou mandá-la entrar.
Dominic chamou Clara e pediu para que Isabelly entrasse. Clara desligou o telefone, olhou para Isabelly e disse:
- Minha querida.
Isabelly respondeu:
- Sim, dona Clara.
Clara informou:
- O senhor Salvatore pediu para a senhorita entrar.
Isabelly agradeceu:
- Obrigada, Clara.
Isabelly caminhou em direção à sala de Dominic, observando a decoração escura pelo caminho e pensando que aquele andar merecia um pouco de cor.
Ao chegar à porta da sala, ouviu a risada de Dominic e Alexander que vinha de dentro. Ela bateu na porta e aguardou permissão para entrar.
Os dois disseram ao mesmo tempo: "Entre!" Isabelly entrou na sala e viu Alexander e Dominic sentados em um sofá vermelho no canto. Observou a decoração, com janelas que tomavam toda a parede, permitindo ver a cidade inteira dali. Havia cortinas, cor vinho, uma mesa acinzentada na qual Dominic estava sentado durante a entrevista, uma grande mesa de reuniões e o sofá vermelho onde eles estavam agora. Isabelly disse educadamente: "Com licença, senhores Salvatore."
Dominic levantou e se aproximou dela, anunciando:
- Senhorita Herondale, conversei com meu primo e sócio e decidimos dar três meses de experiência.
Isabelly ficou emocionada e acabou pulando nos braços de Dominic. Ela sentiu um arrepio quando ele cheirou seu pescoço, certamente sentindo o doce aroma de sândalo que ela adorava usar, tanto em perfume como em hidratante. Ela também percebeu o aroma amadeirado de almíscar que vinha de Dominic. Alexander os observava com uma expressão intrigante, cheirando o cabelo de Isabelly. Ela percebeu que sua atitude pegou Dominic de surpresa, então rapidamente se afastou, mesmo desejando permanecer em seus braços.
Isabelly se desculpou:
- Desculpe, senhor Salvatore, foi a emoção de realizar meu sonho de trabalhar na MIP!
Dominic a tranquilizou:
- Tudo bem, senhorita, fico feliz em ajudar com seu sonho. Está com seus documentos?
Isabelly confirmou:
- Sim!
Dominic orientou:
- Então passe no RH, leve seus documentos, pegue a guia para seus exames admissionais e nos veremos em breve!
Isabelly pediu:
- Por favor, me chame de Isabelly ou Isy!
Dominic concordou:
- Então me chame de Dom!
Alexander se juntou à brincadeira:
- E eu de Alec!"
Os três riram e Isabelly agradeceu:
- Certo, Dom e Alec, obrigada pela chance. Vocês não irão se arrepender.
Dominic finalizou:
- Certo, Isy. Até breve.
Isabelly saiu da sala em direção ao seu apartamento, sem imaginar que esses dois homens iriam virar sua vida de ponta a cabeça.
NA SALA DE DOMINIC
- Dom, o que foi isso? - Alec perguntou, olhando para Dominic sem entender.
- Oi? - respondeu Dominic confuso.
- O que está acontecendo com você? - Alec continuou.
Dominic ainda sem compreender, questionou:
- Continuo sem entender, Alec.
- Nossa, você deixou ela te tocar. - explicou Alec
Dominic finalmente compreendeu:
- Ah, foi isso? - falou Dominic.
Alec continuou:
- Você nunca deixou nenhuma mulher te tocar desde os dezoito anos. Sempre ficava com todas com os braços amarrados. Essa você deixou te tocar e ainda cheirou o cabelo dela.
- Fui pego desprevenido e fiquei hipnotizado por ela! - Dominic tentou se justificar.
Os dois se olharam e riram alto:
- Você está lascado, Dom. - provocou Alec!
- Tá louco, foi só surpresa. - negou Dominic .
- Tá bom então. - concluiu Alec
Enquanto Alec observava a mudança de atitude de Dominic, percebeu que essa mulher veio para confundi-los. Isy parecia ter algo misterioso e submisso.
Isy chamou um carro de aplicativo e foi para casa. Em seguida, enviou uma mensagem para sua amiga Nelly, que morava em uma cidade próxima da capital:
- Oi, amiga linda, tenho novidades para contar.
- O que é, Isy? Estou nervosa, fale! - respondeu Nelly, ansiosa.
- Arrumei um emprego. Você já pode vir morar comigo, Nelly. - revelou Isy.
- Jura, amiga? Onde? - Nelly ficou surpresa.
- Na MIP! - respondeu Isy animada.
- Amiga, sua louca! Era seu sonho trabalhar lá - exclamou Nelly.
- Sim, amiga.- concordou Isy.
- Daqui a dois meses acaba a faculdade e vou praí dividir as despesas com você, Isy. - planejou Nelly.
- Que bom, vou aguardar ansioso. - Isy ficou feliz com a notícia
- Beijo, amiga. Mais tarde falo com você! - Nelly se despediu.
Isy chegou em casa cansada, tomou um banho e preparou um sanduíche natural para comer com um copo de suco de laranja. Depois, deitou-se
No dia seguinte, Isy tinha vários papéis para Dominic e Alec assinarem. Ela passou primeiro na sala do Alec:
- Alec, tenho esses papéis para você e o Dom assinarem.
- Tá corrido hoje, né, Isy? - percebeu Alec a correria.
- Um pouquinho, mas adoro a ação! - respondeu Isabelly animada.
- Pronto, Isy. Leve para o Dom. Já assinei esses. Tem mais? - concluiu Alec.
- Não, Alec. Só esses por hoje. Obrigada. - explicou Isabelly.
- De nada, linda. - respondeu Alec carinhosamente.
Isabelly saiu da sala de Alec e foi diretamente para a sala de Dom. Ela bateu na porta e aguardou permissão para entrar:
- Entra! - falou Dom.
Isabelly entrou e entregou os últimos papéis do dia para Dom:
- Obrigado, Isy! - agradeceu Dominic.
Dominic pediu para Isy esperar. Isy parou, sem entender. Dominic levantou-se da sua mesa, olhou para ela e a beijou.
O beijo começou amoroso e calmo, mas logo se tornou quente, possessivo e dominante. Dominic a apertava junto ao seu peito, e ela sentiu-se molhada rapidamente. Estavam tão concentrados no beijo que não ouviram a porta se abrir.
Quando sentiu alguém atrás da Isy, beijando seu pescoço e sentiu o membro duro do Alec pressionando sua bunda, Dominic parou de beijá-la e ela olhou para trás, vendo Alec tocando-a. Dominic olhou nos olhos dela, com um olhar penetrante e dominante, e ordenou:
- Ajoelhe-se doce Isy!
Isy não disse nada, apenas se ajoelhou, parecia que ele tinha o dom de domina-la:
- Boa menina, achamos Alec nossa doce submissa. - falou Dom com desejo.
- Parece que sim primo, achamos. - concordou Alec com satisfação.
Dom a pegou pelo braço e rasgou a blusa e a saia dela, a deixando apenas de calcinha de renda vermelha:
- Puta merda Isy como você é linda e saborosa. - exclamou Dom.
Alec tirou a gravata e amarrou as mãos da Isy atrás das costas dela, levando-a até aquele sofá vermelho:
- Hoje eu e Dom iremos nos divertir, mas quero saber de você aceita? - perguntou Alec a Isy.
- Sim senhor Alec. - respondeu Isy com submissão.
- Que submissão mais gostosa Dom.
Alec e Dom sentaram no sofá e a puseram no meio dos dois.
Dom beijava a boca da Isy, enquanto Alec mordia a orelha dela, Alec gemia no ouvido da Isy.
Isy sentia a mão deles em cada um dos seus seios, eles apertavam e a deixava mais molhada.
Alec mordeu o pescoço dela que gemia alto, aquilo estava deixando Isy muito excitada:
- Ah Alec, você é tão mal, não me provoca assim. - falou Isy com tesão.
- Você gosta, gostosa. - exclamou Alec.
Dom passava a mão na bocetinha molhada dela, ainda coberta pela calcinha que já está encharcada:
- Dom ela ta tão molhada. - conluio Alec
- Deixa eu ver, primo. - falou Dom com curiosidade.
Dom puxou a calcinha dela, a rasgando, cheirou a calcinha e falou:
- Como você é cheirosa, mas vamos sentir o seu sabor.
Os dois se levantaram, Alec tirou sua calça junto com a cueca e ela se assustou com aquele membro grande de quase vinte e um centímetros e muito grosso, Dom a colocou deitada no sofá, e abriu bem as pernas dela, enquanto Alec se masturbava.
Dom caiu de boca na menina muito molhada dela, ele lambia seus grandes lábios, mordia seu ponto mais sensível, Isy se arrepiava inteira e Alec ordenou:
- Abre essa boquinha linda Isy, abre.
Ela abriu e viu Alec vindo com aquele pau enorme, na sua boca e começou a chupa-lo, tinha dificuldade por causa do tamanho mas babava muito e Alec gemia, pedia mais da boca dela.
Dom colocou dois dedos na sua boceta e chupava enquanto fazia movimento de vai e vem:
- Dom, por favor. - pediu Isy com um tesão grande.
Isy começou a sentir o êxtase chegando, seu corpo queimava e minhas bochechas avermelhadas:
- Porque quer que eu pare doce Isy? - perguntou Dom.
- Eu vou gozar assim. - exclamou Isy.
Assim que Isy falou, Dom mordeu seu ponto inchado e sensível, enfiou três dedos fundo e de uma vez.
Ela gozou na boca dele, Isy tremia inteira e sentia sua garganta ser preenchida pelo leite quente e viscoso do Alec.
Dom olhou pra ela e disse:
- Doce Isy isso é só o começo e é hora de acordar doce Isy
De repente acordei suada na minha cama e tudo isso não passou de um sonho.
Isy acordou sentindo-se excitada após um sonho envolvendo seus chefes. Precisava aliviar-se e decidiu acessar sua página favorita no notebook. Pegou o aparelho no criado-mudo e abriu a página onde encontrava conteúdos que a estimulavam. Observava as imagens de mulheres amarradas, com nádegas avermelhadas de tapas de seus dominadores, algumas ajoelhadas, vendadas, usando coleiras com os nomes de seus mestres.
Aquela visão a excitava de uma maneira indescritível. Começou a se tocar com intensidade, até que sentiu seu orgasmo atingir o clímax. Deixou-se cair na cama, extasiada e satisfeita.
Agora, precisava tomar um banho para dormir bem, pois no dia seguinte teria exames admissionais pela manhã. Tomou um banho, vestiu apenas uma calcinha e voltou para a cama. Fechou os olhos e adormeceu.
Alec e Dom chegaram em casa depois de uma tarde estressante na empresa. Estava exausto e ansiava por um banho, e sua cama.
Dom ao entrar no quarto, dirigiu-se imediatamente ao banheiro. Retirou suas roupas, ligou o chuveiro e deixou a água fria cair sobre seu corpo. De repente, a imagem de Isy veio à sua mente. Ele lembrava-se daquela boca rosada, do tom de pele dela e, é claro, imaginava dar tapas naquela bundinha até que ficasse avermelhada, bem como morder os seios médios e firmes dela.
Com esses pensamentos excitantes, ele começou a se masturbar e alcançou rapidamente um orgasmo intenso. Parecia que havia passado muitos dias sem uma mulher, embora tenha se passado apenas uma semana desde que saiu com Mari, sua submissa mais recente. No entanto, ele estava considerando seriamente trocar sua submissa. Mari desejava mais do que apenas uma sessão com seu dominador, mas ele só queria um relacionamento baseado em sexo forte e bruto. Esses termos foram estabelecidos quando assinaram o contrato de dominação e submissão, e ela estava ciente disso. Vestiu uma cueca box preta e se jogou na cama, adormecendo enquanto pensava em sua assistente.
Uma semana se passou, Isy fez todos os exames, e naquele momento estava de frente ao guarda-roupa procurando uma roupa para seu primeiro dia de trabalho.
Isy escolheu para o primeiro dia de trabalho, uma opção adequada de roupa feminina social, era um conjunto de blazer e calça de alfaiataria. Um blazer de corte clássico, de cor cinza feito de um tecido de alta qualidade. Uma calça de alfaiataria de modelagem reta na cor preta. Isy colocou uma blusa de seda na cor branca. Para completar o look, optou por um par de sapatos de estilo scarpin, de cor preta, que harmonizou com as demais peças usadas pela Isy. Adicionou alguns acessórios discretos para complementar o visual, com um colar delicado, brincos discretos e uma bolsa estruturada, pegou seu cappuccino que adorava e foi para a MIP.
EM OUTRA PARTE DA CIDADE
Dom acabara de tomar um banho e se dirigiu ao closet para se vestir, ainda envolto em uma toalha. A semana anterior tinha sido extremamente corrida, repleta de trabalho, mas a figura da doce Isy não saía da sua mente. No sábado, havia ido à sua boate de BDSM, um ambiente que englobava práticas consensuais como bondage, disciplina, dominação e submissão, sadomasoquismo e outros padrões relacionados ao comportamento sexual humano. Apesar da ampla variedade de práticas, muitas delas eram realizadas por pessoas que não se consideram praticantes de BDSM, sendo conhecidas como baunilha ou vanilla.
Uma das marcas mais populares desse universo era a coleira, um símbolo de submissão amplamente adotado pelos adeptos do BDSM. É importante ressaltar que todas as práticas do BDSM são consensuais e podem ou não envolver atos sexuais. Dentro desse contexto, os termos "submisso" e "dominante" (ou "dominador(a)") eram frequentemente utilizados para distinguir os papéis desempenhados pelos participantes. O dominante assumia o controle psicológico e/ou físico sobre o parceiro submisso.
Naquela noite, Dom havia ido à sua boate favorita, mas ninguém despertou seu interesse como a doce Isy. Tivera uma tentativa com Mari, mas não foi bem-sucedida. Embora ela o tivesse estimulado com desejo e paixão, o sexo foi bruto e intenso, e apenas servira para aumentar ainda mais o desejo de dominar a doce Isy.
Hoje seria o primeiro dia de Isy na empresa. Ele escolheu sua roupa, vestiu-se e saiu para tomar café. O encontrou com Alec nas escadas de sua casa, ambos vestidos de forma social, mas com um toque despojado.
- Bom dia, primo. - falou Alec.
- Bom dia, primo. Hoje o dia será agitado, teremos várias reuniões. - exclamou Dom
- Ainda bem que Isy começará hoje, ela nos ajudará bastante. - falou alec com felicidade
- Com certeza.
Após o café, entraram no carro e partiram para a MIP.
Isy chamou um carro de aplicativo e seguiu em direção à MIP. Ao chegar, pegou seu crachá de funcionária e sentiu que os olhos marejaram. Hoje era o dia em que começaria a realizar seu sonho. Dirigiu-se ao elevador e, ao entrar, ouviu alguém dizer:
- Segure aí!
Ela segurou as portas do elevador, que se abriram revelando Dom e Alec à sua frente. Eles estavam deslumbrantes. Dom usava uma camisa branca que destacava seu peitoral, além de óculos escuros. Como ele era lindo. Alec não ficava atrás, com uma simples camisa azul e calças listradas. A visão dos dois a fazia se sentir excitada, lembrando dos sonhos que tivera com eles durante a semana.
- Bom dia, senhores.
- Bom dia, Isy.
- Bom dia, Isy.
Eles seguiram até o andar da diretoria. Isy mantinha seu olhar concentrado à frente, mas sentia dois pares de olhos voltados para ela. Ao chegarem, a porta se abriu e ela foi a primeira a sair:
- Bom dia, Clara. - falou Alec.
- Bom dia, senhores Salvatores. - respondeu Clara.
- Clara, por favor, as chaves da sala da assistente. - pediu Dom
- Aqui, senhor Nic. - falou Clara, entregando as chaves.
Dom pegou as chaves com Clara, olhou para Isy e a chamou para conhecer sua sala. Alec vinha atrás deles. Passaram pela porta da sala de Alec e pararam em uma porta situada entre as salas de Nic e Alec. Era uma sala de cor salmão, um verdadeiro contraste em relação ao resto do andar. Uma lágrima escorreu quando ela viu seu nome escrito na porta:
Isabelly Herondale Assistente da Diretoria
- Meu Deus, que lindo!
- Bem, eu ia perguntar se você gostou, doce Isy, mas depois de ver sua emoção, acredito que sim.
- Sim, Dom, gostei muito.
Isy entrou na sala e observou uma mesa prateada com uma cadeira salmão. Havia um computador, uma impressora e uma grande janela que ia do chão ao teto. Ao lado, uma pequena mesa com uma cafeteira e um frigobar. Quando olhou para os lados da sala, ficou impressionada. Não havia paredes de concreto, apenas duas paredes de vidro que ofereciam total visão e acesso a outras duas salas sem precisar passar pelo corredor.
- Nossa, que linda. - falou Isy com emoção.
- Bem, Isy, você pode ir a qualquer uma de nossas salas sem precisar passar pelo corredor. - explicou Alec.
- Caso não queira olhar para a cara feia do Alec, pode fechar as cortinas vermelhas aqui. - brincou Dom.
- E para não olhar para a cara feia do Nic também, bela dama. - completou Alec
- Bem, agora vamos trabalhar, não é? - falou Isy.
- Se tiver alguma dúvida, bela dama, me procure. - exclamou Alec
- Por que deveria procurar você, seu sem noção? - falou Dom em tom de brincadeira.
Alec se dirigiu à sua sala e Nic à dele. Assim que Nic se sentou atrás de sua mesa, olhou para o lado e viu Isy tentando fazer um expresso para si. Ela estava curvada, o que lhe proporciona uma visão privilegiada de sua bela e redonda bunda.
"Puta merda", pensou Dom, acariciando seu amigo por dentro da calça. "Doce Isy, você vai me enlouquecer. Alec estava certo, estou ferrado, preciso dela. Preciso estar dentro dela com força."
Sentindo-se empolgada, Isy decidiu fazer uma chamada de vídeo para Nelly e planejou ligar para seus pais à noite.
- Alô! Oi, amiga linda. Espere aí, que roupa linda é essa? Amiga, você está maravilhosa com esse visual social.
- Gostou, amiga? Olhe minha sala. - falou Isy com alegria.
Isy girou o celular para mostrar a sala inteira, passando pelas paredes que dava visão para as salas dos rapazes.
Nelly notou algo interessante, mas passou tão rapidamente que não conseguiu ver com clareza. Estava de costas quando Alec se levantou para descobrir com quem ela estava falando. Ele se aproximou por trás, e ela se arrepiou quando ele sussurrou perto de seu ouvido:
- Com quem está conversando, bela dama? Consigo perceber sua felicidade mesmo lá da minha sala! - exclamou Alec.
- Amiga, quem é? - perguntou Nelly.
- Nelly, este é um dos meus chefes, Alexander Salvatore.
- Meu Deus, ele é lindo.
- Ah, Nelly, você me envergonha.