Gênero Ranking
Baixar App HOT
Início > Moderno > Um Amor Maduro
Um Amor Maduro

Um Amor Maduro

Autor:: Ninha Cardoso
Gênero: Moderno
Conteúdo adulto. Sexo, violência e palavras pesadas. Luthor é um médico viúvo que há muito tempo não se interessa por ninguém desde a morte de sua esposa. Ele tenta se manter preso à memória dela. Mas anos depois, seu coração está aberto a novas experiências e ele começa a ver Ane, uma amiga de seus filhos, com outros olhos e acaba se apaixonando. O problema é que Ane tem vinte e oito anos e a diferença de idade o incomoda. Ele se acha velho demais para ela. Já Ane, não vê problema nenhum na diferença de idade entre ela e Luthor e sempre gostou dele secretamente. Sempre o achou o homem mais lindo e sexy de toda a cidade, mas respeitava seu luto. Agora que ele parece interessado, ela não quer perder a chance de tentar. Ela só espera contar com a sorte para que seu desejo se realize.

Capítulo 1 Início Capítulo 1

Parte 1...

Estava difícil se concentrar sabendo que Ane estava ali tão perto, em sua cozinha. Ele tinha que manter seu pensamento concentrado para não cair em tentação. Uma bela tentação, diga-se de passagem. Essa tentação estava fazendo seu coração bater mais forte do que o normal e ele não tinha certeza de como agir diante disso.

Ela era amiga de seu filho Jonas e de sua mais nova Layla e os dois tinham pedido a ele que a abrigasse por um tempo, enquanto a casa dela passava por uma limpeza geral, após um invasor ter deixado toda sua sala e quarto em total confusão. O que foi muito assustador para ela. Não tendo outro local para ir, os dois acharam uma boa ideia que ela ficasse na casa do pai deles.

Claro que os filhos logo tentaram ajudar a amiga. Ane não tinha parentes desde que sua mãe e única companheira, havia morrido em um acidente trágico dois anos antes, por causa de um ex - amante violento que acabou se tornando seu marido depois, por total forçação de barra.

Ele mesmo não acreditava que fosse só uma coincidência esse ataque à casa dela, logo depois que Antônio, o ex de sua mãe escapou da cadeia durante a transferência dele para a capital. Certas coisas desse tipo raramente são coincidências.

Aliás, ele nem entendia como a mãe dela tinha aceitado se casar com Antônio após tanto tempo sendo maltratada por ele. Talvez por pressão ou medo, quem sabe? Todo mundo contava uma versão diferente, mas ele apenas ouvia, nada dizia. Cada pessoa tem seu motivo para certas atitudes.

Andaluz era uma cidade pequena e os crimes mais sérios, que por sorte eram pouquíssimos, eram julgados na capital onde havia mais estrutura jurídica.

Durante uma parada na estrada não se sabe como, todos os presos que estavam sendo transferidos acabaram fugindo. O caso ainda estava sob investigação. A polícia suspeitava que alguém de dentro estava de acordo com algum deles. E ele pensava que poderia ser mesmo isso. Cabia mais na versão.

Uma noite Ane estava em casa e viu alguém em sua janela, olhando para dentro da casa, mas não conseguiu ver bem quem era. Ficou preocupada.

Ela ligou para a polícia que apareceu e fez uma busca na casa toda, mas não encontrou ninguém. No dia seguinte quando chegou em casa da academia, sua sala estava de pernas para o ar com tudo revirado e seu quarto estava a maior bagunça. Até seu colchão havia sido rasgado. Isso foi muito assustador para ela, que morava sozinha e com poucos vizinhos por perto.

Layla achou melhor que ela não ficasse mais na casa por um tempo e Ane pediu uma semana de folga no trabalho.

Como Jonas morava longe e Layla tinha acabado de se casar, Ane resolveu ficar em uma pensão por uma semana, mas os filhos pediram que ele a recebesse em casa. Também não confiavam que ela ficasse em uma pousada ou pensão.

Não teria nenhum problema nisso, se não fosse o caso dele estar de olho nela já há um bom tempo. E isso foi acontecendo sem que ele tivesse noção. Apenas aconteceu. Ele despertou para esse sentimento.

Ele nunca tivera outra mulher desde que sua esposa morrera. Aliás, ele nunca tivera outra mulher em sua vida que não tenha sido Marise.

Eles se casaram ainda muito jovens e imaturos. Ela com apenas dezesseis anos e ele dezessete.

Começaram a namorar ainda na escola e quando ela engravidou por um descuido deles, ele logo assumiu sua resposabilidade e a pediu em casamento, mesmo não tendo como sustentá-la. Queria fazer o certo, mesmo tendo noção de que era muito difícil.

Só não poderia pedir jamais que ela fizesse um aborto ou mesmo abandoná-la com um filho. Ele não tinha essa criação, não era uma pessoa sem caráter.

Eles se casaram e foram morar na casa que sua avó lhe dera como um presente de casamento. Infelizmente, Marise perdeu a criança três meses depois disso, mas isso não foi impedimento para eles continuarem o casamento e foram felizes juntos, aprendendo sobre a vida aos poucos. E não foi fácil.

Seu filho mais velho, Jonas, só veio anos depois quando eles estavam mais velhos e melhores de vida, o que foi bom. Dois anos depois dele veio Layla e eles conseguiram mais um de seus sonhos que era ter um casal de filhos.

Marise tinha sido uma boa esposa, apesar de discordarem em muitas coisas, inclusive na cama. E ela não gostava de conversar sobre certos assuntos, achando que isso não era adequado, o que foi um pouco frustrante para ele.

Luthor sempre quis tentar coisas diferentes para melhorar a relação deles e não cair na mesmice, mas ela se recusava. Qualquer coisa nova ou diferente demais para ela, era logo cortado da conversa.

Era uma mulher muito religiosa e sempre via algo de errado ou pecado em tentar algo novo na cama. Para ela o sexo normal era o mesmo papai-e-mamãe de sempre. Ainda que isso acabasse sendo uma rotina que estava atrapalhando o casamento deles.

Se falasse em ver um filme erótico, tentar uma nova posição ou outra coisa do tipo, logo se formava uma discussão. Como ele era apaixonado por Marise, sempre acabava encerrando o assunto para não criar uma briga, mas com o tempo isso foi se acumulando e causando um certo incômodo na relação deles. Foi esfriando essa parte.

Ela percebia que tinha algo errado, mas nunca perguntou nada e ele também não teve coragem de falar, o que foi uma bobagem, porque em um relacionamento maduro as pessoas precisam falar o que sentem e o que querem para não acabarem com raiva da outra e isso mata o amor.

Ele não deixou de amá-la, mas perdeu o interesse sexual e passou a cumprir apenas o de sempre. E isso acabava com ele por dentro.

Fora essas coisas, o resto era comum de acontecer em um relacionamento que começou muito cedo. Eles mal se conheciam e logo se casaram, mas foram bons tempos ao lado de Marise. Ela era um boa esposa.

Ele nunca foi infiel a ela, pelo menos não em corpo, mas em mente imaginava como seria ter uma transa com uma das mulheres lindas que via nos filmes que assistia quando estava sozinho em casa.

Capítulo 2 Continua Capítulo 1-2

Parte 2...

Mas isso não é uma traição de fato, era apenas desejo não realizado. Marise era uma ótima esposa, mas como amante não sabia definir.

O problema agora era Ane, que estava conseguindo deixá-lo louco com seu caminhar elegante e sensual ao mesmo tempo. E isso acontecia muito. E ela nem fazia isso de propósito, era natural dela. Sempre foi assim desde que ele passou a observar mais quando ela estava por perto.

Ela andava pela casa e ele tinha que fazer de conta que estava tudo bem para não passar vergonha ao ficar de p*u duro só de olhar pra ela. Era um sufoco. Apesar de ser bem mais velho do que ela, sempre se cuidou muito bem e sua saúde estava perfeita. Tinha todos os reflexos em dia, mesmo estando um pouco fora de forma com relação ao sexo. Essas coisas não se esquecem.

Especialmente quando ela ia usar a academia que tinha nos fundos da casa e a via passar com aquelas roupas coladas. E que corpo ela tinha. Tudo na medida certa para tirar seu sossego. Ele até tentava não ficar observando, mas é como se seus olhos fossem grudados nela. Até seu cheiro estava chamando mais sua atenção do que o normal.

Ane não era virgem, sabia disso porque já havia escutado uma conversa de Layla ao telefone com ela. Não foi por querer, mas acabou ouvindo uma parte e elas falavam sobre a nova transa de Ane. Era algum colega de trabalho dela.

Em seus vinte e oito anos ela já tinha transado mais do que ele com cinquenta e seis. Pelo menos no número de parceiros. Ele só tivera a esposa. Até pensava em ter uma amante, mas isso nunca chegou a acontecer realmente, ele não conseguia trair a esposa.

Quando Layla lhe disse o que havia acontecido na casa, ele logo ficou preocupado com a segurança de Ane e aceitou de imediato que ela ficasse com ele, enquanto as coisas eram organizadas na casa. Ficou preocupado e desconfiado que talvez tivesse a ver com o ex marido da mãe dela.

Ela já estava há quatro dias com ele e cada vez mais ficava interessado nela e não apenas por seu corpo que era delicioso de se ver, mas em seu jeitinho também. Principalmente suas risadas.

Ane era inteligente e divertida, além de educada e gentil, coisas que ele gostava muito. Ela era boa de conversa e sabia falar sobre muitos assuntos, não era travada ou fútil.

Ele trabalhava tanto que não parava para prestar atenção às amizades dos filhos, apesar de conhecer quase todos e muitos eram de longa data.

Um dia ele observou enquanto Layla e Ane estavam na piscina conversando e mais três amigos chegaram.

Um deles ficou dando em cima de Ane e ele não gostou de ver aquilo, mesmo que ela não tivesse dado atenção às cantadas do rapaz. E ficou encucado por um bom tempo, tentando compreender porque ele se sentiu mal quando viu que o rapaz dava em cima dela.

A partir daí se ligou que estava interessado nela, mas a questão da diferença de idade não o permitiu seguir adiante, até agora. Era uma barreira para ele, mas devido o aumento de seu interesse, já começava a recuar sobre esse pensamento.

Ele tinha um consultório no centro e outro menor em casa que atendia durante três dias na semana e também para emergências.

Trabalhar em casa era melhor do que ter que se deslocar até o centro todos os dias, mas agora com Ane em casa ele até achava melhor estar na clínica do centro para não ter tentação. Que era muita.

Agora ela estava na cozinha preparando o jantar. Só Deus sabe como ele gosta dessa sensação de ter alguém em casa. Fazia tempo que não sentia esse conforto caseiro. E ela estava preenchendo bem essa parte.

Depois que os meninos saíram ficou um pouco solitário morar naquela casa grande sem mais ninguém para fazer companhia. E era bom ter uma mulher com ele.

Ane era animada, usava a piscina, a academia, fazia comida para eles e estava sempre disposta a uma conversa. E ela era muito mais inteligente do que ele achava. Foi percebendo que era fácil ficar ao lado dela, rir e conversar sobre muitas coisas, porque ela acompanhava seu pensamento e até concordavam em muitas coisas que ele achava antes que não, justo pela diferença de idade.

Ficou um pouco receoso da filha achar ruim que ele tivesse um contato mais íntimo com a amiga, mas ao contrário disso, ela disse que estava tudo bem e que seria ótimo para os dois, pois ambos eram sozinhos.

Se sentia até um pouco envergonhado, mas não dava para continuar negando que ele queria muito ficar com Ane.

A encontrou debruçada sobre a panela no fogão. Usava uma calça jeans clarinha com uma blusa branca e ele se aproximou devagar. Ela se virou e sorriu para ele.

- Oi. Já vai ficar pronto o jantar - ela sorriu delicada.

- Vou tomar um banho antes - ele ficou um pouco envergonhado ao olhar para sua blusa e notar que estava sem sutiã. Seus olhos seguiram direto para seus seios altos.

" Deus meu, que tortura!"

Ele estava com problemas. Seria difícil esconder sua atração por ela se ficasse de andando por aí de p*u duro durante o jantar. Além da enorme vergonha que iria sentir. Sorriu de volta para ela com naturalidade e abriu o refrigerador para pegar algo gelado para acalmar seus nervos. Tinha que mudar o pensamento.

- Volto daqui a pouco.

Piscou o olho e saiu querendo demonstrar que estava tudo normal. Não estava. Seu corpo estava aceso por ela. Estava desejoso de um contato maior.

Durante o banho ficou imaginando as posições sexuais que poderia fazer com ela. Todas que nunca havia feito com Marise e outras que surgiram em sua mente de velho pervertido. E sorriu.

Até pensou em f**ê-la em cada canto da casa para fazer o que sempre quis e em cada móvel de seu consultório. Tinha altos pensamentos sobre ela embaixo dele.

Era assim que seu desejo por ela estava. No alto.

Capítulo 3 Continua Capítulo 1-3

Parte 3...

Durante o jantar ele tentou ficar relaxado apesar de mirar seus seios sob a camiseta e dar uma geral em sua bunda, enquanto ela não estava olhando e isso o fez mudar de pensamento várias vezes para evitar ficar de p*u duro embaixo da mesa. Era uma tarefa difícil, mas por sorte, ele ainda tinha controle sobre seus pensamentos. Não podia ficar se entregando como se fosse um adolescente, coisa que já era há bastante tempo.

Ane fez um jantar leve como ele gostava e conversaram enquanto comiam. Isso foi bom porque mudou a direção que ia seu pensamento. Ele puxava assunto e ela continuava. Se entendiam bem nesse ponto.

Depois que terminaram, ele a ajudou a lavar a louça e guardar tudo de volta nos armários. Estava acostumando a fazer isso morando sozinho e desde que era ainda casado já ajudava Marise com as coisas. Nunca pensou que isso fosse coisa apenas de mulher. Ele se sentia bem em ajudar nas tarefas de casa.

Sempre foi ativo dentro de casa, nunca deixou as responsabilidades só para ela. Se eram um casal, as coisas tinham que ser feitas juntas. E quando vieram as crianças, ele participava mais porque gostava de dividir o tempo com a família.

Ele ficou na dúvida se Ane estava paquerando com ele ou se era coisa de sua cabeça. Estava há muito tempo sem saber o que era um flerte normal e talvez fosse ele confundindo as coisas.

Ela parecia mais solta e mais falante, mas ele não tinha certeza se era mesmo um flerte da parte dela.. Não queria fazer papel de idiota e nem causar um problema para a filha se avançasse o sinal com a amiga dela.

Decidiu sair e deixar que ela terminasse. Estava escolhendo um filme passando de canal em canal, quando ela entrou na sala de televisão usando só um short curto branco, uma blusinha solta de alcinhas finas e de pés descalços. Muito sexy.

" Jesus... E agora como vou fazer para me esconder?"

Ele com certeza precisava muito transar para aliviar a mente e o corpo, porque ficou logo excitado ao vê-la entrar e sentar no sofá ao seu lado. Pegou uma almofada pequena e colocou no colo para esconder a ereção antes que ela visse. Ficaria sem jeito.

- Atrapalho se ficar aqui com você um pouco? - ela mexeu no cabelo - Não quero me deitar agora - sorriu - Acho que comi demais hoje - bateu na barriga lisinha.

- Não, não - nem mesmo a olhou, para evitar - Estou só buscando algo diferente para assistir. Não tem problema que fique.

- Eu gosto de filmes de terror - dobrou as pernas sobre o sofá - Sempre estou buscando um para ver.

- Mesmo? - ele riu de leve - E por que? Logo terror?

- Ah! - ela deu de ombro - Não sei realmente, só gosto. Mas não daqueles exagerados, cheios de morte e sangue. Só daqueles mais levinhos. Na verdade até me divertem com as loucuras que criam.

- Acho que não tem nenhum passando no momento - seria até bom ver um filme de terror para espantar seu tesão - Pelo menos não vi nenhum sendo anunciado para hoje.

- Não tem problema, eu vejo qualquer coisa que estiver vendo - deitou a cabeça no encosto e cruzou as mãos sobre o colo.

Luthor a olhou de lado. As pernas compridas dobradas, a blusinha folgada deixando ver um pouco do contorno dos seios. Iria ficar louco. Era brincadeira tanta tentação. E seu coração já batia acelerado. Chegou a engolir em seco olhando as pernas dela.

Após um instante, depois de muito trocar, ele parou em um canal de natureza onde passava um documentário sobre leões. Deixou rolar para se distrair e estava quase conseguindo, quando a cena muda e passa para um casal de leões acasalando.

Foi até engraçado de certa forma, porque os dois se olharam ao mesmo tempo e riram. Não quis dar uma de puritano e deixou a cena rolando na televisão. Na verdade, ele estava até interessado em ver.

- Nossa, acho que agora entendi porque dizem que é o rei da selva - ela deu uma risadinha - Que gás! - comentou.

Ele ficou um pouco sem jeito. Nunca tinha falado coisas mais quentes com ela. Aliás, nem com a esposa falecida porque Marise não gostava desse tipo de coisa. Ficou na dúvida do que responder.

- É... Eles são muito... Ferozes mesmo.

" Uau, que ridículo. Ferozes?"

- Ferozes? - ela riu cruzando os braços - Estava falando sobre o fogo no sexo. Eles vão longe nisso. Nem mesmo o calor da selva incomoda.

Ele levantou depressa antes que falasse alguma bobagem e pediu licença para verificar algo no escritório. Ela nem teve tempo de dizer nada porque ele sumiu pela porta. Se ficasse acabaria fazendo um papel de idiota e era tudo o que ele não queria.

** ** **

Luthor ficou até mais tarde trancado no escritório e só saiu de lá quando viu que Ane já estava no quarto. Foi para o quarto também tentar dormir, mas isso demorou porque continuava a pensar em Ane. Seu corpo queria que ele tivesse tentado algo, mas sua mente o impediu.

Na manhã seguinte ele já estava na cozinha quando ela entrou e parecia séria.

- Desculpe por ontem, Luthor - disse baixo e séria - Foi só um comentário besta. Não queria te aborrecer.

Ele suspirou. Na verdade ele tinha saído rápido para não acabar cedendo à vontade de pular em cima dela no sofá.

- Tudo bem, eu entendi. Não se incomode por isso.

Ela apertou as mãos e parecia nervosa. A culpa era dele, claro. Poderia ter sido mais adulto.

- Eu sei que agi errado, mas não tive a intenção mesmo, só achei que foi engraçado o que disse. Pareceu que eu era uma safada qualquer - fez um biquinho triste.

Ele foi até ela e segurou suas mãos. De imediato seu coração bateu mais forte pelo toque.

- Não diga essas coisas feias sobre você. Eu não pensei nada disso e não quero que repita. Eu só...

Luthor a puxou para mais perto e ficou um instante a encarando para ter coragem de fazer o que estava com vontade há tempos.

- Eu... Eu quero beijar você - murmurou indeciso.

Ela arregalou os olhos e depois sorriu.

- Não precisa avisar, eu também quero que me beije.

Ele ficou espantado, mas não parou para pensar e desceu a boca sobre a dela causando uma faísca entre eles.

Baixar livro

COPYRIGHT(©) 2022