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Um Amor no OFF

Um Amor no OFF

Autor:: LennyRodriggues
Gênero: Romance
Em um mundo cheio de hipocrisia e desânimo no amor. Tessa conhecerá as suas vitalidade e limites. Talvez um arrependimento no decorrer das suas limitações. Tessa Virtue é uma moça de vinte nove anos que nunca teve nenhum relacionamento sério. A garota é uma trabalhadora de marketing, que mora em um povoado de Antares. Tess, como era chamada por seus amigos, foi transferida para a empresa AM Digitais. Conhecerá Aaron Miller, um empresário importante. O democrata é um jovem de trinta e cinco anos que trabalha desde cedo, para aumentar a publicidade da sua empresa. Um jovem destemido, sério e lindo. Aaron observará Tess ao longo do tempo e pedirá para ficar no off, sem compromisso e não poderá se apaixonar. Será que eles irão se apaixonar?

Capítulo 1 Prólogo

Melhor é ficar no off?Quer ser feliz? Não conte a ninguém, porque ninguém precisa saber da tua vida, das tuas conquistas, dos caminhos que pretendes seguir, dos tombos ou fracassos.

- Hoje amanheci cansada de tanto trabalhar. Necessito descansar. Irei ligar para a minha amiga, Clécia Rivera para curtir uma sexta-feira à noite. Os meus pais não paravam de discutir por bobagens, por dinheiro. As vezes fico no tédio quando eles fazem isso.Será que eu terei uma liberdade, para viver em paz. Quem dera que alguém me bancase assim não trabalharia e não ficava tão cansada. Naquele instante ouve batidas na minha porta. Era a minha mãe, Cristina me chamando para o jantar. Tenho que aguentar as discussões desnecessárias diante da mesa. O meu irmão Alisson, ficava em silêncio todos o jantar. Esperava que ele se levantasse e parasse os dois de brigarem. Então... eu me levantei e uivei em clamor que os meus pais parassem de brigarem. O meu pai parou por um momento, expulsado da mesa. Cristina olhou para ele e disse:- Edgar não fale assim com a minha filha e não a expulse da mesa.

- Desde quanto tem que entrar no meio da conversa dos adultos, em?

- Não precisa gritar Edgar, não seja arrogante. Critina sentou na cadeira, indignada com a aquela situação. Voltei para o meu quarto, arrasada com aquela situação. Entrei no notebook, olhando os sites de empregos. Mesmo trabalhando na empresa pequena onde moro, não compensava com os trabalhos pesados e ganhava poucos. No site achei uma oferta imensa de trabalho, na empresa AM Digitais. Enviei um currículo por imail e fiquei esperando esperançosa. Mamãe abriu a porta do meu quarto, com um prato de comida. Eu observei o rosto dela e percebi que a minha mãe não estava nada bem, e disse enquanto pegava o meu prato de comida:-Mamãe irei levá-la para bem longe de todas as agressões do papai.

- Edgar não me agride, filha.

- Agride sim, com palavras dolorosa mamãe. Não deixe se levar pela a vivência de anos. Pode acabar por uma simples palavras desnecessária. Não romantize um relacionamento ofensivo. Quando eu sair daqui e viver bem não passará mais por isso, está bem?

- Não se preocupe,filha.

A minha mãe saiu ainda mais preocupada. Me deixando sozinha. Nem tanto sozinha, o meu irmão entrou e sentou na minha cama. Olhei para ele e esperei Alisson falar. Um sorriso esbrangiu e disse:- Papai está extrapolando, irmã. Temos que tirar a mamãe dessa situação, se ela não quer tirarmos pelo o bem dela. Disse ele. Não pude deixar de concordar e respondi:- Envie um currículo para a empresa AM Digitais.Na descrição, disse que paga muito. Me demitiu-me do emprego ontem, por isso que eu não fui hoje á empresa.

- A mãe e o pai já sabem?

- Não Alisson, com tantas discussões, não tive tempo.

- Irmã irei viajar, para estudar. Voltarei no final do ano.

- Estudar o que? Se não quer nada com a vida ?

Ele gargalhou e respondeu destacadamente:- Sabe que eu tenho os meus rolês.

- Sei, se chama rabo de saia Alisson.

- Já estou de partida, tire-a a mamãe daqui e quando conseguir envie o endereço.

- Está bem, irmão.

Alisson saiu do quarto. Continuei sozinha e pensativa se eu saia para a curtir ou ficaria em casa, triste e sozinha. Clécia enviou uma mensagem pelo WhatsApp, dizendo que viria me buscar às 8:00 ao observar o horário no meu relógio de pulso já às oito. Pulei da cama, abri o meu guarda roupa e peguei um vestido básico, o único que era novo naquele momento. Vesti rapidamente e fui de frente ao espelho para rebocar o meu rosto. É lá nessa festa que eu encontrei o meu marido. É hilário, não é? Acabo rindo sozinha. Não é brincadeira não, eu estou precisando desencalhar, já estou pra titia. Irei fazer trinta anos e eu nada. Todas as minhas amigas, menos Clecia e eu. As outras estão com os seus maridos e felizes e eu? Encalhada. Em cima da penteadeira havia um único batom, um vermelho cereja. Depois de pronta e em cima de um salto quinze, irei dançar até o dia clarear. E voltarei para casa de saltos na mão. Sorri desesperada.

Em questão de segundos, Clécia buzinou com o seu carro do ano. Sai correndo feito raios, para aproveitar o resto daquela noite.Os meus pais, estavam na sala. Não se importaram e não percebeu enquanto saia. Não parava de brigar e eu andei pensando: Como eles tinham razão para brigar? Será que o meu pai não ama a minha mãe? Ele está incomodado porque não ganha o suficiente para manter a nossa casa? Só é na minha casa que acontecem esses tipos de brigas? Na verdade, brigas têm que ser saudáveis e não com arrogância, intolerância e agressão mental.

Ao entrar no carro. O som estava nas alturas. E Clécia sempre escandalosa em sua maquiagem e sua roupa com lantejoulas. - Amiga o nosso amigo do trabalho irá estar lá. O Rodrigo Arquivos.

- Aquele garoto é muito chato, Clécia, e quem convidou?

- Eu é claro. Rodrigo pode ser chato, mais eu irei ficar com ele hoje à noite

- Boa sorte, eu escolho beber algo que me faça esquecer todas as indiferenças, assim me sinto menos mal.

Pelo o retrovisor Class sorriu e aumentou ainda mais o som.Ao estacionar o carro. Cless pediu que eu descesse primeiro que iria estacionar o carro.

O amor nasce das pequenas coisas, vive delas e por elas às vezes morre.– A verdadeira amizade é um amor que nunca morre. Feliz daquele que encontra o verdadeiro amor sem as cicatrizes da decepção.– Dessa vida a gente só leva o que tem guardado no coração. – Não amo para fazer sentido, amo para perder os sentidos. As vezes precisamos do amor para nos pousar e sentir cada vez mais acolhida, naquele amor que nós criamos. Somos sempre subjugado pela imperfeições... diante de tudo somos sempre refém do verdadeiro amor

Capítulo 2 02

Parei em frente a uma boate, a mais descolada da cidade. Algumas garotas entravam com seus jeitos robustos e sua maquiagem nada haver para aquela noite. Sorri disfarçadamente e me mantive em pé esperando a minha amiga chegar. Lá vem ela com a sua sandália dourada que brilhava até no escuro. Cles é divertida, ao contrário de mim. Por ser uma garota que está prestes a completar trinta, pareço uma velha de oitenta anos. A boate estava cheia de todos os tipos de mundanos, alguns bebiam como se não houvesse o amanhã.

Gostaria de ser radical e beber sem se importar com a diabetes. Como não gosto de ficar doente e preservo a minha vida, prefiro curtir com um suco de uva. A minha amiga e eu fomos até o bar pedir uma bebida sem álcool, enquanto pedia Clécia foi até o banheiro. Observava todos naquele lugar tão lotado. De repente um senhor muito charmoso e lindo sentou ao meu lado e pediu um Whisky. O homem virou para mim e perguntou se eu queria beber com ele, voltei para ele e disse:- Já me servi, senhor. Muito obrigada, por me oferecer. Para mim eu já tinha visto esse homem e não sei de onde. Clécia voltou do banheiro e percebeu que o homem não parava de me encarar. - Amiga, porque este homem não para de te olhar? Perguntou Cless.

- Eu não sei, desde a hora que eu cheguei aqui nesse bar, este homem veio e me perguntou se eu queria uma bebida.

- E aceitou?

- Claro que não né? Clecia não parece que é adulta, se fosse você aceitaria sem pensar. Está parecendo uma criança.

- Aquele partidaço? Eu não perco nada. Disse Tess.

Revirei os olhos e dei de ombros para ela. E voltei ao bar. A minha amiga é diferente de mim, não pode ver um homem em sua frente que vai para o abate. O carinha se aproximou de mim mais uma vez e disse :- Posso dançar com você?

- Está bem, assim me deixará em paz.

O homem bonitão sorriu para mim, mostrando os seus dentes brancos, a sua boca eram largos e as covinhas nas suas bochechas. Por ser um homem alto, pele branca e de cabelos negros , me apaixonaria fácil. Mas eu não sei nada daquele homem e muito menos o nome dele. Aceitei dançar e senti o seu perfume importado, os músculos do seu pescoço estavam torneados e me fez sentir algo estranho por ele. O meu corpo ferveu por um instante, imaginei que era o calor daquela boate e dei de ombros e voltei a observá-los. Um garoto que estava com a minha amiga Cless acenou para o bonitão. Talvez era conhecido. Aquela dança foi interrompida por um instante, pela chamada de celular. O garoto atendeu e saiu sem dizer nada, me deixando sozinha e a minha amiga saiu e me deixou na boate também. Saí da festa, para voltar para casa, não fazia sentido curtir sozinha. A única amiga que eu tinha para curtir, saiu e não disse nada. Chamei um táxi. Não demorou muito para um táxi estacionar. Em todo o caminho estava tão cansada de tudo, que para mim foi perdendo a graça.

Ao chegar em casa. Estava tranquilo e sem barulho. Fui para o meu quarto, olhar o notebook para saber se fui aceita na empresa. Estava ansiosa e com medo também. Assim que abri, lá estava o email enviado com a resposta. Depois de ler, pulei de felicidades , por ser aceita. Começaria no dia seguinte. Deitei na cama de felicidades que eu não liguei para tirar o meu vestido. Pela exaustão, acabou adormecendo.

No dia seguinte, minha mãe entrou no meu quarto de manhã cedo, para ir à padaria comprar os pães. E ela iria à igreja. Não recomendava acordar tão cedo, até que eu lembrei do meu novo emprego. Olhei para a mamãe e disse antes que ela saísse do quarto:- Mamãe?

- Sim, filha?

- Irei para o meu novo trabalho, na outra cidade mamãe.

- E onde ficará?

- Não sei ainda, verei quando eu chegar.

- Cuidado, Tessa. Não confie em ninguém.

- Está bem, mamãe. Me dê a sua benção.

Mamãe me abraçou, e me abraçou.

- Quando chegar na cidade de Antares me avise. Leve algumas roupas, não ande desprevenida.Tem dinheiro?

- Sim, mamãe tem algumas economias. Não se preocupe comigo.

- Se preocupo, eu sou mãe.

A minha mãe saiu, me deixando sozinha. Estava com nó na garganta, com vontade de chorar. Tenho que ir em busca de trabalho para dar mais felicidades e conforto a minha mãe. Peguei uma roupa adequada para o primeiro dia de trabalho ou uma entrevista. Não tinha muitas opções no meu guarda roupa e peguei uma saia e blusa de manga longa. Me olhei no espelho e não me valorizei naquela estampa dos tecidos. Não tinha opção eram essas roupas que eu ia. Depois de estar pronta, desci e fui para a rua comprar os pães. O meu pai nem ligou para a minha saída, não entendo a falta de atenção dele.

O dia estava radiante naquele sábado. Caminhei pela estrada de barro e os vizinhos observando a minha roupa e o meu cabelo rabo de cavalo. Sorria para ela e dava um bom dia. Comprei o pão para o café da manhã e voltei para casa o mais rápido possível. Um carro estava estacionado na frente da minha casa, um rapaz estava parado e encostado no carro. Me aproximei e percebi que era o homem da boate da noite anterior. Soltei um gatinho e pensei "puta que pariu" o que esse homem faz aqui? Me aproximei para mais perto e perguntei :- O que o senhor faz aqui?

- Estou em busca de Tessa Virtue.

- Sou eu, Tessa Virtue.

- Vim buscá-la para a empresa e a senhorita não voltará para casa hoje, iremos a um evento.

- Senhor eu não tenho...Fui interrompida. – Não me chame de senhor, me chame Aaron Miller. Não se preocupe com a roupa, pedirei que a minha assistente compre uma roupa adequada para você. Vamos?

- Deixe levar esse pacote e voltarei logo.

Capítulo 3 03

- Não demore, senhorita, estamos atrasados. Sussurrou Aaron.

- Está bem. Respondi revirando os olhos. Por Deus, estava com o coração partido, em deixar a minha mãe. Prometo que daqui a um mês venho buscá-la.Peguei uma mala pequena com poucas roupas que eu tinha. Ia me despedir do meu pai, infelizmente não me deu muita bola. Meu irmão foi viajar a trabalho e eu estou saindo de casa também, o que será da mamãe? Quando estava mais íntima daquele homem com cara de mau, fechei a porta antes de sair e me aproximei do carro.Aaron abriu a porta para mim, e eu estava me sentindo uma princesa. Eu sei que sonho demais acordada, se eu não fizer isso eu não sou eu. Abri um sorriso largo e entrei imediatamente. O garoto abriu novamente a porta e disse:- Sai e senta na frente. Ordenou ele.

Sem entender a decisão repentina, apenas sai e fui para o banco da frente. Ao assumir o volante, o homem arrogante ficou em silêncio durante toda a viagem. Até receber uma chamada, Aaron atendeu:- Diga Eduardo?

- Sonia e Otto convocaram uma reunião e quer você em cinco minutos.

- Em cinco minutos não chegarei, o trânsito está um caos. Avisa a mamãe que eu chego daqui uma hora. Disse ele. - Está bem meu amigo .

-Felippe chegou?

- Não, os seus pais estão furiosos, Felippe é muito arrogante.Deve está com a Dora.

- Está bem, amigo, quando eu chegar eu resolvo e eu mesmo irei buscar o abusado do meu irmão. Terminou ele ao desligar. - Tessa?

- Sim, senhor?

- Não se aproxime do meu irmão Felippe. E não confie nele, entendeu?

- Claro que sim, não se preocupe. Prometeu ela.

- Lembrando mais uma vez, não me chame de senhor. Chame-me apenas de Aaron, ok?

- Hum, está bem Aaron.

Enquanto se mantinha em silêncio. Observava o quanto o meu chefe era atraente e sua barba bem feita lhe deixava ainda mais lindo e a sua covinha em suas bochechas ficavam com um sorriso perfeito, quando ele ria por algo que via no celular, olhava rapidamente para ele não perceber que eu estava olhando. Eu ando pensando,o porquê Aaron não lembrou de mim da noite passada? Claro deve estar no efeito do álcool, que boba eu fui achando que eu tinha encontrado o amor da minha vida. Este homem não é pra mim, observando bem ele é perfeito demais. É rico, tem uma vida tranquila e uma família educada e normal. Mas...A minha família é completamente complicada, meu pai nunca se importou com o que faço, com quem saio para ele estava tudo na mesma, o interesse é brigar e brigar.

Por um momento que eu estava pensando demais. O carro estava estacionado e ouvi uma voz rouca pedindo para descer. - Senhorita? Disse ele , com uma roupa preta e elegante. Olhei para ele e sorri, descendo o mais rápido possível.

- Ruffo está é Tessa, é a minha secretária pessoal, ela irá ficar aqui essa noite. Irei para a empresa e não dará para levá-la, na verdade está um caos.

- É verdade senhor, dona Sônia a sua mãe disse que iria convocar uma reunião.

- Pois leve ela para o quarto de hóspedes, breve irá chegar novas roupas. Receba e peça para Lírios levá-la no quarto.

- Está bem, senhor. Deseja mais alguma coisa?

- Não, Ruffo. Tessa esteja pronta às oito.

- Está bem, Aaron.

Ruffo e eu ficamos parados, observando o chefe partir. O mordomo parecia frio,o seu rosto estava intacta feito uma pedra. Uma senhora saia até o jardim, provavelmente era Lírios. Me aproximei e cumprimentei :- Dona Lírios como está? Sou Tessa.

- Bem vinda Tessa. Me acompanhe irei levá-la para o seu quarto.

- Dona Lírios?

- Sim?

- Eu não entendi o porquê Aaron me trouxe para cá. Hoje mais cedo, disse que eu iria trabalhar em sua empresa.

A senhorita sorriu e respondeu :- Tessa você irá trabalhar aqui, sendo assistente pessoal dele. No escritório tem a secretária Vanessa, faz tudo os senhores desta casa pedem. O Felippe não faz nada , sobe e anda em festa e gasta o seu dinheiro com as mulheres. - Há! Por isso que Aaron pediu para manter longe dele.

- Sim, filha. Disse ela abrindo a porta principal.

Ao avistar o luxo daquela casa , ainda me deparei com um quadro enorme de uma mulher linda , no canto da sala perto do piano. Não parava de olhar para aquele quadro pintado a óleo. - E quem é essa ? Perguntei à senhora.

- Melina, a falecida esposa de Aaron.

Me espantei e fiquei ainda curiosa e perguntei:- Morreu de que ?

- No parto, não resistiu nenhum dos dois. Faz cinco anos que o meu menino está longe de se apaixonar de novo.

- Cinco...cinco anos?

- Sim, vamos!.

Ao subir as escadas, havia móveis pelos corredores. Quadros, castiçais de velas com mosaicos dourados . Aquela mansão foi umas das casas mais lindas que eu já vi. Lírios não parava de sorrir, por me achar boba pelas as cara e bocas que fazia ao ver cada espaço daquela mansão. Ao parar na porta do quarto, a senhora abriu e pediu para eu entrar. - Aqui está, descanse que eu irei trazer o seu café da manhã. Provavelmente não tomou ainda.

- Não, dona Lírios. E eu estou faminta.

A senhorita sorriu gentilmente e saiu.

Não demorou muito para ouvir batidas fortes na porta. Abri a porta deparando-me com um homem moreno, de cabelos cacheados. Pelo o porte dele, sem barba , olhos castanhos eram Felippe. Fingi em não saber quem ele era e perguntei sem hesitar:- O que faz aqui no meu quarto? E quem é você?

- Percebo que és uma garota mal educada. Como sou educado, sou Felippe Miller, irmão do chato de Aaron.

- O que faz aqui senhor Miller? Por favor, saia do meu quarto!

- Gostaria de conhecer a secretária pessoal do meu irmão. Pelo menos ele soube escolher, linda e atraente. Senhor Felippe, saia daqui , agora!

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