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Um Coração Inocente

Um Coração Inocente

Autor:: Tali Oliver
Gênero: Romance
Não sei bem como foi que tudo começou só me lembro de ver ele entrando pela porta da igreja com um cabelo Black e uma calça Jean azul clara. Ele na sua grande imponência e beleza passa por mim e pela Gigi que estávamos na porta e apenas acenou com a cabeça e não disse mais nada. Seu irmão por sua vez que já estava indo algum tempo na nossa igreja dá um sorri para mim entra e senta nós últimos bancos. Ao vê-lo entrar ainda que eu nunca tinha o visto antes meu coração parecia que iria pular do peito, eu mal o conhecia mais eu já sabia que eu iria ama-lo para sempre. Mas era assim que eu me sentia como se fosse ama-lo para sempre mesmo sabendo que ele nem sabia que eu existia Guto era um ótimo tocador de bateria e seu irmão o Marcinho tocava violão e como não tinha músico na igreja, fiquei imaginando que eles poderiam ser os novos músicos oficiais. conversei com o pastor e consegui que eles se tornasse os músicos da igreja. o tempo passa essa amizade vai ficando cada vez mais íntima ao ponto de pedir para ele namorar comigo, porém foi em vão. Nossa sintonia era tão boa que às vezes eu pensava em algo e quando iriamos conversar ele falava a mesma coisa que eu estava pensando, tinha situação que eu estava falando alguma coisa ele completava a frase ou até mesma falávamos juntos, parecia coisa combinada, era impressionante a concordância que existia entre nós. mas ainda assim a resposta dele foi não. mas ao passar o tempo ele repensou e decidiu aceitar. e então começamos a namorar eu estava muito feliz, mas essa felicidade não durou muito, começou as mentiras os enganos, Guto de gigi estava juntos e traindo Cris pelas costas, ninguem sabia, Sol desconfiava mas ainda não tinha certeza, mas dentro do que ela sabia, alertou a Cris, mas ainda assim não foi o suficiente para ela acreditar, o amor pelo Guto era muito grande e isso a deixava cego. Quando Guto percebeu que sua farsa estava para ser descoberta, decidiu pedir a Cris em noivado, isso era só para ganhar tempo, para a Gigi ficar maior de idade e poder ficar com ele. preparamos tudo para o noivado, mas quando faltava dois meses ele simplesmente terminou com a Cris nem dar nenhuma explicação. Cris ficou arrasada e achou que iria morrer em um momento bem difícil. Passa esse momento e Cris ressurge, das cinzas mas forte mais bonita pronta para dar o troco e mostrar que ela é muito mais mulher do que todos esperavam. 6. O que torna a história especial e atraente

Capítulo 1 Prolongo

Outubro 2011 não tinha como esquecer essa data, foi a data que mudou minha vida não sei até onde irei falar ou se conseguirei falar tudo que aconteceu no final deste ano até o ano de 2013, mas eu nunca vi a vida de uma pessoa mudar tão rápido de uma hora para outra e contemplar a mudança de caráter que eu acreditava ser totalmente idôneo sem um prévio aviso.

Uma história intensa de amor e decepção, uma mistura de amizade, sedução e traição juntas em uma única mulher. Baseado em fatos reais. Acredito que você irá ri, chorar, se enfurecer e principalmente se emocionar com essa história, vá até o final para que você entenda toda trama.

Capitulo um ...

O encontro.

Não sei bem como foi que tudo começou só me lembro de ver ele entrando pela porta da igreja com um cabelo Black e uma calça Jean azul clara. Ele na sua grande imponência e beleza passa por mim e pela Gigi que estávamos na porta e apenas acenou com a cabeça e não disse mais nada. Seu irmão por sua vez que já estava indo algum tempo na nossa igreja dá um sorri para mim entra e senta nós últimos bancos.

Ao vê-lo entrar ainda que eu nunca tinha o visto antes meu coração parecia que iria pular do peito, eu mal o conhecia mais eu já sabia que eu iria ama-lo para sempre. Sempre? Será que sempre não é muito tempo? Mas era assim que eu me sentia como se fosse ama-lo para sempre mesmo sabendo que ele nem sabia que eu existia, nem meu nome ele sabia. As vezes penso que foi uma obsessão à primeira vista, porque foi exatamente o que eu sentir. Apesar que ele estava ali somente como um visitante e não como um membro permanente da nossa igreja. Mas com certeza eu iria fazer de tudo para ele deixar de ser visitante e se tornasse membro oficial só não sabia como.

O tempo foi passando e ele estava cada vez mais frequente em nossa igreja, apesar de sua dureza e timidez ainda assim eu consegui derrubar cada barreira e fui me aproximando conversando tentando conhece-lo melhor pegando amizade até que ele deixou realmente de ser visitante e passou ser membro da minha igreja. Augusto esse era seu nome porem todos o chamava de Guto. Guto era lindo um negro de vinte e dois anos alto com um sorriso encantador, um olhar tímido, mas ao mesmo tempo intimidador e autoritário, um corpo maravilhoso chegava a ser ostentador para um homem tão novo, mas é claro que os detalhe você verá mais para frente. E eu não iria ficar de fora de chama-lo do apelido que somente os amigos ou os mais íntimos o chamava.

Guto era um ótimo tocador de bateria e seu irmão o Marcinho tocava violão e como não tinha músico na igreja, fiquei imaginando que eles poderiam ser os novos músicos oficiais e isso me encheu de alegria apesar que não seria assim tão fácil porque apesar de fazer parte da igreja tudo era muito recente, eu precisava conversa com o pastor para ver se ele iria aprovar essa ideia, conversei com o pastor e falei das minhas ideia em convida-los para ser os músicos da igreja o pastor pediu uns dias para pensar mas no final acabou deixando, e eu mais do que depressa dei a notícia e já aproveitei para convida-los para fazer parte do coral pela qual eu era a regente a líder principal e com isso teria cada vez mais contato com o Guto. Cada palavra, cada sorriso dele meu coração transbordava de alegria e paixão, todos ali na igreja percebiam minha simpatia e dedicação para com ele, mesmo que eu tentasse disfarça e mostrar que era somente um carinho de irmão, mas ele porem sempre muito sério quando se tratava das coisas do coração, tratava todos da mesma forma com carinho respeito e atenção sempre deixava claro que a mulher que conseguisse conquistar seu coração seria com certeza sua esposa, eu as vezes me imaginava sendo essa mulher, idealizava várias situações em que eu era a esposa e ele o marido perfeito, imagina nós em casa com filhos ele chegando do serviço, eu esperando por ele com o jantar quase pronto, ele chegava de mansinho na cozinha me abraçava e me dava um beijo terno e apaixonado, me entregava apenas um botão de rosa creme com as pontas chamuscada de vermelho que significava a cor creme era nosso amor puro e singelo, mas as pontas vermelhas era a paixão o fogo o delírio que sempre iria existe entre nós, mas nada daquilo era real apenas na minha cabeça que coisa acontecia na vida real a única coisa que tinha entre nós era a amizade, mas para quem não tinha nada a amizade já era alguma coisa.

Capítulo 2 Capitulo 2

A conquista

Me lembro que no final do mês de outubro Guto praticamente já estava definitivamente na minha igreja, todas as barreiras e receio que ele tinha em relação a mim ou até mesmo a nossa igreja já tinha sido derrubado e ele se mostrou bem adulto apesar de sua idade tão precoce, pois ele só tinha vinte e dois anos, comparado aos meus vinte e seis anos, porem eram vinte e dois anos bem maduro, sabia o que queria, sempre deixava claro sua posição e opinião em relação aos assuntos em questão principalmente quando se tratava das coisas da igreja e isso me encantava. Eu estava ficando ainda mais apaixonada era tanto sentimento que não cabia dentro de mim, eu sempre procurava agrada-lo de alguma forma ficava buscando oportunidade de ter momentos com ele, para poder conversar fala de problemas, ou sair para comer alguma coisa, ainda que minhas intenções eram boas usava esses momentos para me aproxima mostra que eu era uma mulher legal, nós tínhamos tantas coisas em comum, gostávamos das mesmas coisas então porque não poderíamos ficar juntos? Isso não poderia acontecer pelo simples fato que o Guto me via somente como amiga nada mais.

Em novembro daquele mesmo ano sendo mais clara no dia dois de novembro combinamos de fazer um churrasco na casa dele para todos os jovens que fazia parte do coral na época, em meio a organização e arrecadação conseguimos fazer o churrasco, como sempre eu estava como linha de frente e usando todo meu charme para chamar atenção do Guto e ao mesmo tempo dar ao coral uma oportunidade de interagir entre eles e conhecer melhor os meninos que estavam chegando, principalmente com o Guto, pois na minha cabeça se ele continuasse assim tão dedicado e se dando tão bem com a galera com certeza viraria meu segundo líder.

Para algumas pessoas do coral ele já era visto como um segundo líder, mas para outros que ainda estava com seu coração endurecido ele era só mais um que eu havia escolhido como favorito e mais nada. Tudo estava seguindo bem, ele já tinha se entendido com o pessoal do coral e eu já tinha ganhado a confiança dele como amiga, na verdade ele me via somente como amiga, mas também como uma grande mulher de Deus, e eu realmente era uma mulher de Deus orava, jejuava, tudo que eu pensava em fazer pedia a orientação e o direcionamento de Deus, acredito que a chave para nós se tornamos grandes amigos foi meu testemunho e com isso nossa amizade era algo bem sincero.

Nossa sintonia era tão boa que as vezes eu pensava em algo e quando iriamos conversa ele falava a mesma coisa que eu estava pensando, tinha situação que eu estava falando alguma coisa ele completava a frase ou até mesma falávamos juntos, parecia coisa combinada, era impressionante a concordância que existia entre nós. Assim os meses foram se passando e em três meses de amizade parecia que nós conhecíamos a anos, o coral estava cada vez mais acostumado com eles e muito mais animados, com a entrada dos meninos e com a formação da banda deixamos de cantar no play Black e passamos a cantar com instrumento e era muito melhor podíamos brincar mais com os louvores, fazer divisão de naipe vocal, mudar os arranjos, colocar o tom adequado a voz de quem iria solar abrimos um leque de músicas novas e com isso o coral só vinha crescendo. A banda era formada pelo Guto na bateria, o Marcinho no violão, e o Binho no contrabaixo isso era o suficiente para animar a igreja e para os louvores ficarem maravilhosos, com essa inovação nosso próximo passo vou realmente se vestir como um coral passamos a usar beca, cantar feito coral, fazer divisão de naipe enfim investimos para nos transformar num verdadeiro coral. Quanto mais nós investíamos mais os jovens ficava animado e se dedicava as coisas da igreja, eles eram obedientes, dedicados nossa comunhão era maravilhosa e cada culto a igreja estava mais cheia todos satisfeitos com esse novo tempo que se iniciava.

Chegou dezembro, mais especifico no natal veio a confraternização, amigo secreto, e mais uma vez eu estava organização junto com meus jovens, nós estávamos na responsabilidade do evento fizemos tudo certinho e a festa foi linda. Acaba o ano de 2011 e eu estava mais apaixonada pelo Guto, e essa paixão não era mais novidade para ninguém parecia que estava na minha testa eu gosto do Guto como se fosse um letreiro piscando. Meus sentimentos eram tão claro que todos já sabiam, inclusive ele, algumas pessoas até achavam que nós éramos namorados, porém até aquele momento nada havia acontecido éramos só amigos, ainda que para mim a amizade era só desculpa para poder ficar mais perto dele, porque melhor ter sua amizade do que não ter nada.

Capítulo 3 Capitulo 3

0 Cuidado

Enfim chega 2012 eu e Guto estava cada vez mais íntimo, porem em relação a envolvimento sentimental esse interesse só partia de mim ele era muito claro em relação aos seus sentimentos principalmente quando se tratava de mim deixava bem claro que, o que ele sentia por mim era apenas um carinho como amigo nada mais do que isso, me respeitava era atencioso, mas com muito respeito, integro nunca deixou transparecer nenhum tipo de interesse por ninguém da igreja, bom pelo menos era isso que eu achava mediante a sua postura na igreja e na vida, mas isso vocês vai entender mais à frente.

No início do mês de janeiro eu torci o pé na rua da casa de uma das meninas do coral, seu nome era Gigi, essa menina que iria mudar a história da minha vida, pena que não vi os sinais não segui minhas intuições preferi seguir o lado emocional ou invés de segui o lado racional, talvez se eu tivesse uma mente mais maldosa e um coração menos inocente muitos danos poderia ser evitado. Essa torcida de pé fez eu ganha uma linda botinha de gesso. No dia em que eu torci pé não estava doendo tanto, mas no dia seguinte quando eu acordei mal conseguia colocar o pé no chão. Estava muito inchado e doendo muito, liguei para Guto e pedi para ele me levar no medico, ele nem contestou disse que me levava na mesma hora, naquele dia não fomos para igreja pela manhã. Ele chegou na minha casa me ajudou a entrar no carro e me levou no hospital, quando chegamos lá ele foi super atencioso pegou uma cadeira de rodas para me ajudar a entrar já que eu não tinha condições de colocar o pé no chão. Fizemos a ficha e ficamos aguardando, quando fui chamada ele me empurrou na cadeira até o consultório fui examinada firam que foi apenas uma luxação e que uma botinha de tala já seria o suficiente, fizemos a bonitinha a hora em que estávamos saindo o médico disse para o Guto.

--- Olha você precisa deixar sua esposa de repouso nada de ficar andando. --- pode deixar, mas não somos casados. --- Há achei que fosse, mas são pelo menos namorado? O Guto não respondeu só deu um sorriso, mas eu respondi no lugar dele. --- somos só amigos. --- nossa serio não parece, eu tinha certeza que vocês eram casados. Esse comentário do médico foi muito desnecessário, pois eu fiquei muito sem graça fiquei pensando que se um médico que tinha acabo de nós conhecer estava achando isso era porque eu estava dando muita bandeira, mas para o Guto aquilo não tinha sido nada foi apenas um mal-entendido. Não comentamos nada sobre o que médico havia falado na sala voltamos praticamente em silencio, conversamos apenas sobre o ensaio daquela manhã na igreja o que íamos cantar e quais louvores e mais nada.

Quando chegamos na porta da igreja a consagração já tinha acabado, quando ele parou o carro e eu desci com o pé engessado todos ficaram surpresos, para saber o que tinha acontecido, expliquei por cima o que tinha acontecido e ficou tudo bem. Ensaiamos e logo depois do ensaio o pessoal queria almoçar na igreja e era eu sempre que fazia a comida, eu disse que iria fazer, mas como o médico disse que eu tinha que ficar de repouso, o Guto disse. --- Galera hoje não teremos almoço a Cris não pode fazer esforço ela precisa ficar com o pé para cima. Nesse momento o Binho disse --- poxa e agora vim com a intensão de comer aqui a gente já compramos até as coisas, quebra essa Cris? Antes que eu respondesse o Guto respondeu. --- quebra essa? Ta maluco Binho não vê que ela está com o pé engessado? E você quer que ela fique de pé cozinhando para você? Muita cara de pau Binho. Vendo que aquilo iria se torna uma briga em breve intervi. --- calma meninos vou fazer o almoço para vocês relaxa. Nesse momento a fúria de Guto de virou para mim. --- como assim você vai fazer almoço para eles? Esta maluca não ouviu o que o médico disse você precisa ficar com o pé para cima. --- sim Guto eu ouvi, mas consigo fazer isso sentada, e você poderia me ajudar daí não preciso fazer tanto esforço o que acha? --- eu acho que você deveria ir para casa ficar com pé para cima, mas se você quer fazer isso a vontade das suas crianças, é assim que você os chamam. Não vou impedir. Mas se depois você ficar com dor não venha se queixar para mim ok. --- calma Guto é só um macarrão será coisa rápida eu faço e vou para casa. --- bom você quem sabe, mas quero deixar claro que eu não estou de acordo, mesmo porque um dia que esse povo vá embora sem comer não vai morrer, mas como sempre você mima esse povo por isso que eles ficam assim na barra da sua saia. --- nossa você realmente falou agora como pai de família. Sorri para ele para tentar quebrar a tensão pois eu sabia que ele estava certo, mas eu não queria brigar, nós naquele momento estamos bem então porque brigar? --- Ta bom Cris faz o macarrão e depois te levo embora, mas nem pensa em fica aqui para limpa nada eles que fiquem e limpam tudo ok. --- sim senhor pode deixar. Meu coração transbordava quando esse tipo de coisa acontecia quando o Guto mostrava algum tipo de cuidado e interesse pelo meu bem-estar. Quando terminei de fazer o almoço avisei a galera e anunciei que iria embora porque meu pé estava doendo muito e o Guto me ajudou a entrar no carro e o pastor disse. --- estou de olho em vocês quero só ver quando vai sair esse namoro. Não dissemos nada entramos no carro e saímos.

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