Uma mensagem chegou com cinco fotos anexadas.
Eram fotos de roupas entrelaçadas, mãos fortemente entrelaçadas, lençóis amassados, um reflexo borrado no espelho do banheiro...
Não era a primeira vez que Rona Lewis recebia tal provocação.
A grande mão, apertando tão forte que quase se cravava na carne do pulso de outra mulher, era instantaneamente reconhecível como pertencente a seu namorado de longa data, Darren Williams, com quem havia crescido.
Ela olhou para a data nas fotos. Foram tiradas no terceiro aniversário deles.
Naquele dia, Rona, tendo recebido uma ligação de emergência do hospital, foi informada de que Darren tinha sofrido um acidente de carro. Em pânico, ela atravessou três sinais vermelhos para chegar ao hospital.
Mas ao chegar, viu apenas Darren correndo para a sala de emergência, carregando sua secretária, Khloe Flynn, que estava coberta de sangue.
Ele desapareceu por nove dias e finalmente reapareceu com Khloe ao seu lado, sem qualquer explicação.
Diziam que Khloe estava gravemente ferida e havia perdido a memória ao salvar Darren, o que a fazia depender muito dele.
Sentindo-se culpado, Darren se dedicava a cuidar dela com ternura e sempre permanecia ao seu lado para retribuir o favor.
Soltando um riso amargo, Rona fechou a conversa e finalmente enviou uma mensagem para sua mãe, que estava a pressionando: "Eu aceito o casamento."
Mas antes de partir, Rona tinha três presentes para Darren.
Rona estava em frente ao escritório de Darren, com o contrato que o departamento jurídico estava insistindo para ser assinado, apertado em sua mão.
No início, ela habitualmente queria empurrar a porta e entrar.
Todos na empresa conheciam seu relacionamento com Darren, então formalidades nunca eram necessárias.
Mas hoje, ela bateu suavemente na porta depois de hesitar por um momento com a mão sobre a maçaneta.
Lá dentro, havia sons de farfalhar misturados com uma risada suave de mulher.
O coração de Rona apertou. Mas ela não conseguiu se impedir de abrir a porta.
A cena no escritório parecia um choque.
Darren estava encostado na mesa, com Khloe quase completamente aninhada em seus braços, ajustando sua gravata com suas mãos esbeltas.
A luz do sol entrava pelas janelas panorâmicas, delineando a silhueta de um casal íntimo.
"Darren, aqui estão os documentos..." A voz de Rona ficou presa na garganta.
Tanto Darren quanto Khloe se viraram para Rona.
O rosto de Khloe ainda tinha um leve rubor. Um lampejo de pânico cruzou os olhos de Darren antes que ele recuperasse sua compostura habitual.
Ele naturalmente se afastou de Khloe, caminhando rapidamente em direção a Rona.
"Rona?" Ao alcançar os documentos, seus dedos deslizaram entre os dela, entrelaçando-os, "Por que você veio aqui sozinha? Sentiu minha falta?"
A mão dele estava quente e seca, o toque que Rona conhecia tão bem.
Nos últimos três anos, suas mãos haviam secretamente apertado as pontas dos dedos dela sob a mesa de conferência, segurado sua cintura em uma festa anual para declarar sua identidade como namorada e colocado um casaco sobre seus ombros durante horas extras à noite.
Mas agora, ela só sentia o calor desconfortavelmente ardente.
Instintivamente, Rona tentou puxar a mão de volta, mas não conseguiu, pois Darren apertou ainda mais.
Ele se inclinou, seu hálito roçando seu lóbulo da orelha, "Não pense demais. Khloe só não estava se sentindo bem."
"Darren," a voz frágil de Khloe veio por trás, "estou tonta."
O corpo de Darren se enrijeceu visivelmente.
Rona viu um momento de luta passar por seus olhos, mas desapareceu em um instante.
Ele soltou a mão dela e se virou para Khloe, "Está doendo de novo? Devo chamar um médico?"
Khloe balançou a cabeça, se apoiando suavemente em Darren, "Apenas fique comigo."
Ela levantou seus olhos lacrimejantes para Rona, "Sra. Lewis, poderia, por favor, sair? Não estou em condições de ver ninguém agora."
As unhas de Rona se cravaram profundamente na mão.
Após o acidente de carro três meses atrás, Khloe havia se tornado assim, delicada, com Darren sendo o único que podia confortá-la.
As pessoas na empresa comentavam que Khloe se machucou ao salvar Darren e que isso se tornou uma dívida de gratidão que ele nunca poderia pagar completamente.
"Estes são os documentos." Rona colocou os contratos na mesa de centro, sua voz calma, "O departamento jurídico realmente precisa deles agora."
Darren, segurando Khloe, franziu ligeiramente a testa, "Rona."
"Com licença." Quando Rona se virou para sair, ela percebeu rapidamente o sorriso triunfante de Khloe.
Quando a porta se fechou, ela ouviu a voz chorosa de Khloe, "Darren, estou te incomodando...? Mas estou realmente assustada..."
Rona não parou, caminhando rapidamente em direção ao elevador.
Alguns colegas no corredor lançaram olhares sugestivos para ela.
Eles ainda consideravam Rona e Darren como o casal invejável no escritório.
Mas ninguém sabia que toda vez que Khloe ligava, Darren deixava tudo de lado para estar com ela.
Quando as portas do elevador se fecharam, Rona finalmente permitiu-se respirar fundo.
Seu telefone vibrou no bolso. Era uma mensagem de sua mãe. "A família Johnson está perguntando de novo. O que você acha?"
Pela primeira vez em três meses, Rona respondeu à sua mãe sem hesitação. "Eu aceito o casamento."
Quase imediatamente, uma chamada entrou. Era de sua mãe, Helena Randerson.
"Por que a mudança repentina de ideia?" A voz de Helena estava claramente surpresa, "Você não disse da última vez para esperar um pouco mais?"
"Nada. Só sinto que é hora de tomar a decisão." Rona respondeu.
"Você não parece bem." Helena percebeu algo, "É algo com Darren..."
"Mãe," Rona a interrompeu, "quero voltar."
Houve uma pausa do outro lado da linha. "Tudo bem, vou marcar uma reunião com a família Johnson no próximo mês. Você tem certeza disso?"
"Sim. Assim que minha demissão for concluída, volto para casa." Rona desligou e enviou uma mensagem para o departamento de RH. "Decidi não renovar meu contrato quando ele expirar. Por favor, processem minha demissão."
Jade Lee, a diretora de RH, respondeu prontamente. "Isso é tão repentino, Rona. Devo informar Darren? A demissão de executivos requer a assinatura dele."
Rona fechou os olhos brevemente. "Ainda não conte a ele. Eu cuidarei disso antes que o contrato expire."
De volta ao escritório, Rona retirou uma foto do fundo da gaveta.
Era uma imagem de um evento da empresa no ano passado. Darren a segurava pela cintura e sussurrava palavras carinhosas que apenas ela podia ouvir. Ela ria alegremente na foto.
Kaiden Saunders, o assistente de Rona, bateu e entrou, "Rona, aqui está a nova proposta do departamento de marketing."
"Deixe na mesa," Rona respondeu sem levantar os olhos. Seus dedos traçavam distraidamente a borda da moldura.
Kaiden hesitou, "Aquela Khloe está aqui novamente. A recepcionista disse que a viu subindo para encontrar Darren."
Quando Rona olhou para ele, Kaiden imediatamente se calou. O escritório foi envolvido em silêncio.
"Reserve uma passagem para Rontras," Rona disse, "para daqui a dez dias."
Os olhos de Kaiden se arregalaram, "Vai em uma viagem de negócios?"
Rona colocou a foto virada para baixo na mesa, "Não, estou indo embora."
A luz do sol continuava a entrar pela janela e caía sobre a planta que Darren havia dado a ela. Ela começara a murchar, pois estava sem cuidados por três meses.
Rona tocou as folhas secas, lembrando-se do que Darren havia dito quando a colocou sobre sua mesa, "É como você. Parece forte por fora, mas na verdade precisa ser bem cuidada e protegida."
Mas agora, ele estava ocupado cuidando bem de outra garota.
Seu telefone iluminou-se com uma mensagem de Darren. "Khloe estava de mau humor. Estou levando-a para casa. Não me espere para o jantar."
Rona olhou para a mensagem por um longo tempo até a tela escurecer. Ela se lembrou daquela noite chuvosa três meses atrás. Darren havia corrido para a sala de emergência segurando Khloe, com as roupas ensanguentadas, enquanto ela ficava de lado, segurando um presente de aniversário encharcado de chuva.
Ela deveria ter percebido então que alguns erros, uma vez cometidos, são irreparáveis.
... Com a noite avançando, Rona sentou-se junto à janela da sala de estar com um livro aberto em suas mãos.
O som de alguém abrindo a porta com uma chave chamou sua atenção. E ela fechou o livro, colocando um sorriso bem ensaiado no rosto.
"Rona?" Darren entrou, carregando uma caixa de papel requintada, "Ainda está acordada?"
"Esperando por você." Sua voz era suave, como se nada tivesse mudado.
Darren se aproximou, colocando a caixa na mesa de centro, e se agachou para encontrar seu olhar, "Trouxe o último bolo de castanha portuguesa daquela confeitaria no sul da cidade. É o seu favorito."
A caixa tinha o logotipo da famosa confeitaria onde as pessoas fazem fila. Ela frequentemente falava sobre isso e queria experimentar, mas sempre desistia por causa das filas.
"Obrigada." Ela pegou o bolo. Quando seus dedos roçaram contra a mão quente dele, rapidamente puxou a mão de volta.
Darren notou sua distância com perspicácia e suspirou, "Hoje, Khloe se sentiu tonta no escritório..."
"Eu sei," Rona interrompeu com um sorriso perfeitamente ensaiado nos lábios, "Ela ainda está se recuperando, você deve cuidar dela."
Ele franziu levemente a testa e tentou tocar seu rosto, "Você está zangada."
"Não estou." Ela virou a cabeça para se afastar e foi para a cozinha, "Gostaria de algo para beber?"
Darren a seguiu. Ele abraçou-a por trás segurando sua cintura, "Vamos lá. Se eu estivesse no banco do passageiro naquele dia, seria eu quem precisaria de cuidados agora. Khloe estava apenas fazendo seu trabalho."
Rona ficou de costas para ele. Seus dedos apertaram inconscientemente a borda do balcão.
Ela tinha ouvido as mesmas palavras inúmeras vezes nos últimos três meses.
"Eu sei." Ela se virou para ele com um sorriso gentil familiar no rosto, "Não sou do tipo que guarda rancor."
Darren visivelmente relaxou. Ele a beijou na cabeça, "Eu sei que você é a mais atenciosa."
Atenciosa. Uma palavra que havia cravado uma dor no coração dela.
Rona lembrou-se da imagem de Khloe apoiando-se nele mais cedo naquele dia. Aquela garota nunca precisou ser "atenciosa."
"Vamos comer o bolo agora?" Ela mudou de assunto.
"Claro." Darren a levou até o sofá, abriu a caixa com entusiasmo, "Fiquei quase duas horas na fila só para consegui-lo."
O bolo de castanha exalava uma fragrância doce. A folha de ouro decorativa brilhava sob a luz.
Rona pegou um pedaço com uma pequena colher e o provou. Embora a doçura derretesse em sua língua, ela não sentiu a alegria esperada.
"Está bom?" Ele perguntou esperançoso.
"Sim." Ela assentiu, oferecendo uma colherada para ele. "Experimente."
Darren comeu o bolo que ela ofereceu com satisfação nos olhos, "Que bom que gostou."
Ele limpou o creme inexistente dos lábios dela, "Vamos ver um filme neste fim de semana? Faz tempo que não saímos juntos."
"Claro." Ela concordou rapidamente, embora estivesse pensando na passagem para Rontras daqui a dez dias.
Darren parecia satisfeito com sua concordância e começou a conversar sobre o trabalho, colocando um braço ao redor dos ombros dela.
Rona ouviu em silêncio e ocasionalmente respondia.
A luz da lua banhava a sala através da janela, projetando a sombra de suas figuras entrelaçadas no chão. Eles pareciam inseparáveis.
"Cansada?" Darren perguntou suavemente, notando sua mente ausente.
Rona encostou-se no ombro dele, "Um pouco."
"Então vá dormir cedo." Ele a beijou na testa.
No quarto, Darren adormeceu rapidamente.
Rona deitou-se de lado, observando o rosto adormecido dele e pensando em como, três anos atrás, quando eles estavam juntos, ele sempre a fazia sorrir. Mas agora, aquelas doces artimanhas já não tocavam seu coração.
Ela se levantou silenciosamente e foi até a varanda. A brisa noturna estava fresca. As luzes da cidade piscavam como estrelas.
A tela de seu telefone iluminou-se com uma mensagem de confirmação da passagem.
Rona olhou de volta em direção ao quarto, onde Darren murmurava seu nome em seus sonhos.
Ela bloqueou a tela do telefone e sorriu silenciosamente.
Na manhã seguinte, quando Rona mal havia se acomodado em sua mesa e ainda não tinha dado um gole no café, a porta do escritório se abriu de repente.
Darren estava parado na entrada. Ele vestia um terno impecável, embora a gravata estivesse um pouco torta.
"Preciso que você venha comigo", ele disse casualmente.
Kaiden e outros colegas levantaram os olhos para eles. Alguns olhavam com sorrisos cheios de segundas intenções.
Rona sabia exatamente o que estavam pensando. Talvez Darren estivesse a levando para um encontro, fugindo do trabalho novamente. Esse tipo de pensamento já a havia encantado, mas agora só a deixava cansada.
"Para onde?" ela perguntou, fechando seus arquivos.
Darren se aproximou e a puxou sem mais delongas. "Você descobrirá quando chegarmos lá." Sua mão era quente e seca. Ele segurava suas mãos firmemente, como se temesse que ela pudesse escapar.
Rona deixou que ele a guiasse, segurando suas mãos. Ela sentiu os olhares invejosos dos outros colegas enquanto passavam pela área do escritório.
Somente quando as portas do elevador se fecharam, Darren soltou sua mão e apertou o botão para o estacionamento subterrâneo. "Khloe não está bem esta manhã", ele explicou. "O médico disse que é melhor alguém familiar passar mais tempo com ela para ajudar na recuperação da memória."
Rona encarou seu próprio reflexo borrado no espelho do elevador. Então era isso. Ela deveria ter pensado nisso.
"Você poderia ter simplesmente me contado", ela disse.
Darren virou-se para olhar para ela. Ele parecia estar procurando sinais de insatisfação em seu rosto. Mas ela simplesmente ficou ali quieta, sem sequer piscar.
"Você não está brava?" ele perguntou.
"Por que eu estaria?" Rona retrucou. "Ela é sua secretária, e se machucou por causa do trabalho."
Darren suspirou aliviado e estendeu a mão para tocar o rosto dela, mas o elevador chegou naquele momento. Sua mão parou no ar. Eventualmente, ele apenas segurou a porta do elevador aberta para ela.
O corredor do hospital estava impregnado com o cheiro de desinfetante. O quarto de Khloe estava no fim do corredor, um quarto individual com boa iluminação.
Ao entrarem, ela estava sentada na cama lendo. A luz do sol projetava padrões delicados em seu rosto pálido através das cortinas.
"Darren!" Seus olhos se iluminaram ao vê-los. Mas então seu sorriso congelou por um momento ao notar Rona atrás de Darren. "Rona também está aqui."
Darren caminhou até a beira da cama e naturalmente pegou o copo de água. Ele testou a temperatura para garantir que estava no ponto certo para Khloe. "Como você está se sentindo hoje?"
"Bem melhor", Khloe respondeu suavemente, embora seu olhar continuasse a se desviar para Rona. "É tão entediante ficar aqui sozinha, e continuo pensando no acidente de carro."
De repente, ela segurou a cabeça e exclamou: "Oh!"
Darren imediatamente a segurou e perguntou com preocupação. "Está com dor de cabeça de novo?"
Rona ficou parada na porta, observando Khloe se inclinar no abraço de Darren e agarrar sua manga firmemente. Sua aparência delicada despertaria a simpatia de qualquer um.
"Vou procurar um médico", Rona disse, virando-se para sair do quarto.
"Não precisa", Darren a interrompeu. "É mais uma tensão emocional. Ela ficará bem depois."
Khloe ergueu a cabeça dos braços dele. Seus olhos estavam ligeiramente vermelhos. Ela disse: "Desculpe, Rona. Sou tão inútil. Se não fosse pelo acidente de carro, Darren não precisaria estar no hospital todos os dias."
"Khloe", Darren franziu a testa, interrompendo-a. "Não diga isso."
Rona caminhou até a janela e puxou a cortina. "Você precisa de alguma coisa do dia a dia? Posso ir comprar mais tarde."
Khloe não esperava que ela fosse tão calma. Ela então mordeu o lábio, "Obrigada, mas não preciso. Darren cuida bem de mim. Ele até escolheu meu pijama pessoalmente."
Os dedos de Rona inconscientemente apertaram a cortina.
Ela sabia que Khloe estava fazendo isso de propósito. Aquelas palavras aparentemente casuais continham inúmeras farpas que apenas aqueles que ela mirava podiam sentir.
"Vou buscar um pouco de água", ela disse, pegando a chaleira e saindo apressadamente do quarto.
A sala de água no final do corredor estava vazia.
Rona colocou a chaleira sob a torneira, então ficou olhando a água fluindo, mergulhada em pensamentos. Ela não deveria ter vindo, sabendo o que enfrentaria. No entanto, ela veio mesmo assim, como se gostasse de sofrer.
Quando voltou ao quarto, Khloe estava sentada na beira da cama arrumando flores. Ao ver Rona entrar, ela imediatamente levantou um buquê de lírios. "Rona, isso é para você. Obrigada por me visitar hoje."
Quando o forte aroma das flores a atingiu, Rona instintivamente deu um passo para trás. "Não, obrigada."
"O que houve?" Khloe perguntou, parecendo magoada pela reação de Rona. "Você não gosta delas?"
"Rona, aceite", Darren disse. "Khloe tem boas intenções."
Rona estava prestes a explicar sua alergia ao pólen. No entanto, Khloe interveio, "É porque você acha que flores no hospital são sujas? Ou você não gosta de nada que eu toquei?" Sua voz ficou mais baixa. E seus olhos estavam ficando vermelhos novamente.
Darren lançou a Rona um olhar de reprovação.
"Eu não..." A garganta de Rona começou a coçar, sinalizando uma reação alérgica iminente.
Nesse momento, Khloe agarrou o peito e se dobrou de dor. "Darren... estou tão tonta. Essas memórias confusas são assustadoras..."
Darren imediatamente correu para apoiá-la e apertou o botão de chamada. "Khloe? Você está bem? Vou levá-la para o pronto-socorro." Darren disse urgentemente, voltando-se para Rona com uma instrução rápida. "Você descanse um pouco. Vou levar Khloe para um exame e volto logo."
Rona ficou ali. Ela sentiu o buquê em suas mãos ficando mais pesado a cada momento. Seus olhos começaram a arder e sua garganta parecia bloqueada. Ela então teve dificuldade para respirar. Precisou se apoiar na cama para se estabilizar.