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Vendida ao mafioso

Vendida ao mafioso

Autor:: 71_monteiro
Gênero: Romance
Katherine vivia uma vida de princesa, era simpática e amada por todos. Mas tudo mudou quando o seu pai a vendeu para um mafioso.

Capítulo 1 1

DEIXEM O VOTO ?.

Katherine Borges

Oi, meu nome é Katherine, tenho 17 anos e moro com o meu pai, Diego. Minha mãe me abandonou, não vou ser aquelas chatas que faz um livro falando de mim, lê ai que tu me entende.

Acordei as seis da manhã, como sempre.

Lúcia: Acorda Kathe você vai se atrasar -falou abrindo as cortinas do meu quarto-

Eu: Bom dia Lúcia -falei coçando os olhos-

A Lúcia, é a empregada, minha segunda mãe.

Lúcia: Seu café ta pronto viu, se arruma e desce -saiu do quarto-

Fiz minha higiene da manhã, me arrumei e desci

Eu: Bom dia linda família -dei um beijo na testa do meu pai e me sentei-

Diego: Bom dia filha -continuou comendo-

Débora: Bom dia linda sobrinha -falou ironizando-

Pedro Alves

Acordei sete da manhã, o cheiro de café invadia o quarto, o que não era muito grande mais era o que tinha.

Eu: Bom dia rainha -abracei ela por trás e ela tomou um susto-

Mariana: Bom dia filho, tem pão ali na mesa -terminou de fazer o café e me deu-

Eu: Já comeu? -perguntei sentando-

Mariana: Tô sem fome -falou baixo e foi pra sala-

Isso é foda vey, ver minha mãe sem comer pra me da, isso dói.

Eu: Toma -entreguei o pão a ela com café-

Mariana: Você tem que comer filho -assenti- então

Eu: E a senhora também -ela ficou com os olhos marejados e começou a comer- um dia eu te tiro dessa rainha -dei um forte abraço nela-

Me arrumei e fui pra escola.

Tava observando tudo na favela, vários caras armados passando, crianças brincando na quadra e desci pra escola. Eu sempre fui meio afastado de todos, aqui eles tinham uma boa condição de vida, consegui uma bolsa aqui e vou fazer de tudo pra não perder ela.

Logo que cheguei na escola fui logo pra sala, até que uma menina sentou do meu lado, tinha cara de ser patricinha mas não vou julgar pelas aparências.

Xxx: Oi bom dia -falou sorridente e se sentou-

Eu: Bom dia -falei seco-

Xxx: Qual seu nome? Você é novo aqui? -perguntou me olhando-

Já vi que essa é curiosa.

Eu: Meu nome é Pedro e o seu? E sim sou novo aqui -tentei falar simpático-

Xxx: Meu nome é Katherine, é bom ter um aluno novo aqui, você é de onde? -uns amigos dela chegou-

Eu: Sou da Rocinha -falei e os amigos dela me encarou-

Xxx: Vamos Kathe -um loirinho falou-

Kathe: Tchau Pedro -levantou e saiu com eles-

Sabia que ela não ia ficar, já me acostumei.

Na última aula a professora passou um trabalho em dupla, ela sorteou os alunos e eu e Katherine iriamos fazer juntos . Saímos da sala.

Kathe: Quer fazer lá em casa? -perguntou pegando a bolsa-

Eu: Onde cê mora? -falei pegando meu caderno-

Ela anotou o endereço dela em um papel e me deu.

Kathe: Se o porteiro não te deixar subir você diz que é o Pedro da escola ok?

Eu: Ta -sai da escola e fui direto pro mercado-

José: Olá Pedro -falou um senhor que é o dono do mercado-

Eu: E aí seu José -abracei ele como sempre- tem trampo aqui?

José: Pedro meu menino, tem pra organizar as prateleiras e pra ficar no caixa -falou sentado-

Eu: É... Será que o senhor poderia me dar os dois empregos? Eu arrumo as coisas no horário do almoço e fico no caixa a tarde

José: Olha, é um trabalho difícil mais eu confio em você -falou entrando-

Eu: Ok, posso vim ainda hoje? -falei entrando com ele-

José: Sim, as duas da tarde você vem.

Ele me explicou sobre o salário, irei ganhar 200 reais por mês, só quero da o que comer pra minha mãe.

Nasci na favela mais não me envolvo não, um dos poucos aqui.

Katherine Borges

Fiquei esperando o Pedro por um bom tempo, até que ele chegou às 13:00.

Eu: Boa tarde, pode entrar -dei espaço pra ele entrar-

Pedro: Boa tarde, licença -entrou- Katherine eu vou ter que voltar duas horas ok?

Eu: Tá , vamos fazer o trabalho aqui na sala mesmo ta? -ele apenas assentiu-

Fizemos o trabalho, não concluímos ele, ai eu falei com o Pedro que iria concluir sozinha e que amanhã ele apresentava comigo, ele assentiu e foi em bora.

Débora : Ajudando pessoas carentes agora, Kathe? -minha tia entrou na sala-

Eu: Sabe tia, a senhora tem um marido, uma vida, então porque você não começa a cuidar da sua própria vida e deixa a minha? -nem esperei ela responder, fui direto pro meu quarto com o trabalho-

Pedro Alves

Fui direto pra o mercadinho do seu José, ele me explicou tudo e eu fui pro caixa, minha mãe apareceu lá, como eu não tenho celular ela foi lá me ver e levar um lanche.

Mariana: Filho trouxe um lanche -entrou no mercado com uma bolsa-

Eu: Mãe não precisava -falei arrumando as coisas-

José: Olá dona Mariana, que prazer te ver aqui -seu José apareceu e abraçou minha mãe-

Mariana: Oi seu José, muito obrigado por esta dando essa oportunidade pra o meu filho. -falou enquanto abraçava ele-

Do nada soltaram os fogos e começou a invasão do morro, fechei o mercado rápido e entrei com seu José e minha mãe.

Eu: Calma ta -falei com seu José-

José: O menino -disse aflito- minha hora está chegando, cuida do meu mercado por favor

Eu: Não fala isso, você ainda precisa me da bronca -falei e ele riu-

José: Como sempre alegrando a todos -alisou meu rosto- você e sua mãe precisam ser felizes -disse respirando com dificuldade por conta do nervosismo-

Minha mãe apenas rezava.

Ficamos calados orando juntos até que tudo parou e voltou ao normal, quando saímos do mercado tinham várias pessoas, eram poucos mais eram mortos.

José: Vai pra casa, mas pode pegar alguns alimentos e levar com você -falou abrindo tudo-

Eu: Cuidado ta, não faz esforço -Coloquei ele na poltrona dele e peguei algumas coisas-

Parece ser umas 6 da noite, fui pra casa com minha mãe só que no meio do caminho um cara me para.

Xxx: Ei garoto -falou com um fuzil nas costas-

Eu: Oi -minha mãe me olhou-

Mariana: Filho já vou entrando -pegou as sacolas da minha mão- cuidado

Eu: Vai lá mãe, hoje a senhora dorme na cama, você precisa descansar -falei e ela apenas assentiu entrando-

Xxx: Você mora aqui? -o cara perguntou olhando minha casa-

Eu: É pequena mas sim, o que foi? -falei encarando ele-

Xxx: É o seguinte, ajuda a tirar os corpos da rua que eu vou descolar uma grana pra tu -falou normal-

Eu: Vou ir falar com minha mãe e já volto -entrei- mãe vou ajudar a tirar os corpos da rua e arrumar um dinheiro pra gente ta

Mariana: Cuidado meu filho -alisou meu rosto- te amo muito -me abraçou, mais foi como se fosse um abraço de despedida-

Abracei ela e sai.

Xxx: Monta ai -ligou a moto e deu partida-

Limpamos os corpos das ruas mais ainda tinham uns.

Xxx: Toma -me deu 600 reais-

Eu: Nossa cara -abri um sorrisão ao ver tudo aquilo-

Xxx: Se precisar de trabalho tamo ai, vamo precisar de uns vapor na boca.

Eu: Preciso falar com minha mãe, da uma vida nova a ela -falei com os olhos marejados-

Xxx: Olha garoto, não sou solidário com todos, trabalha pra mim e eu dou uma casa a vocês -falou coçando o queixo-

Eu: Posso te responder isso amanhã? -ele assentiu e eu fui embora-

Katherine Borges

Terminei o trabalho 20:30, Lúcia veio me chamar pra ir jantar mais não estava muito no clima, mas fui pois teria algo importante que meu pai queria me falar.

Eu: Cheguei gente -me sentei na mesa-

Diego: Então, eu não sabia como falar isso mais irei anunciar a todos, filha eu estou com câncer -meus olhos encheram de água-

Eu: É... É o que? -falei gaguejando-

Diego: Eu só tenho mais 3 dias de Vida filha, eu não queria que isso acontecesse -falou nervoso-

Eu: Mas pai... O senhor... O senhor não pode morrer, pai -falei gaguejando eu estava muito nervosa-

Débora: Ai meu Deus maninho - falou toda falsa-

Diego: Débora, se você não se importar espero que cuide da Kathe pra mim por favor.

Débora: Claro maninho claro -falou abraçando ele-

Sai da sala de jantar correndo e fui pro quarto.

Diego: Filha... Posso entrar? -meu pai apareceu na porta-

Eu: Claro que pode -sentei na cama-

Diego: Você precisa ser forte -falou alisando meu rosto- você é forte filha, você já é uma mulher, vai ver a vida de outro jeito agora

Eu: Mas pai -dei uma pausa e respirei fundo- vai ser sem você, você não vai estar do meu lado -abaixei o rosto- você não pode... Você é meu pai -falei num sussurro e abracei ele-

Diego: Mais a minha missão está feita Kathe, apenas siga as suas escolhas, siga o seu coração -saiu do quarto-

Quando meu pai saiu, liberei as lágrimas, elas saíram com toda força.

Pedro Alves

Fui pra casa pensando na proposta que o Jota me fez, vou falar com minha rainha sobre isso.

Eu: Ma.... Mãe mãe -me desesperei com a cena que vi-

DEIXEM O VOTO?.

Beijinhos?.

Capítulo 2 2

DEIXEM O VOTO?.

Pedro Alves

Depois da proposta que o Jota me deu eu pensei bastante, mais vou falar com a minha mãe primeiro.

Eu: Mã...Mãe mãe -me apavorei com a cena que vi- levanta daí mãe, não morre não -falei chorando e coloquei ela no sofá-

Eu fazia de tudo, mexia ela, gritava por ela e minha mãe não acordava, ela estava com sangue, mataram a minha mãe, na nossa própria casa.

Sai de casa com o corpo da minha mãe em mãos e me deparo com o dono do morro e o sub.

Jota: O que aconteceu garoto? -perguntou-

Eu: A minha mãe , quando eu entrei em casa ela ela já estava assim -falei gaguejando-

Jota: Calma, calma - disse calmo-

Hugo: Chama um carro porra -o sub do morro gritou-

Cabeça: Vamo -falou um cara dentro de um carro-

Levamos ela pro postinho do morro mesmo, já faz uma hora que ela ta lá dentro e ninguém da notícia.

Cabeça: Calma moleque, calma -falou me abraçando-

Hugo: Foi alguém do morro rival Jota -sussurrou pro Jota e eu escutei-

Eu: Eu vou! -Jota me olhou confuso- eu vou aceitar o que você me ofereceu, vou me vingar de quem fez isso com a minha mãe -saí do hospital sem escutar a resposta dele e fui pra casa-

Peguei as minhas roupas, eram poucas mais eu tinha, peguei as coisas da minha mãe, coloquei na mochila e fui pro hospital.

Katherine Borges

Fiquei um bom tempo chorando até que acabei dormindo. Acordei no meio da noite e resolvi da uma passeada pela praia, o Rj é lindo a noite, pelo menos a praia.

Eu: Olá - vi o Pedro de costa-

Pedro: Oi -os olhos dele estava inchados e profundos-

Eu: O que aconteceu? -falei me sentando do lado dele-

Pedro: Mataram a minha mãe -falou e começou a chorar-

Eu: Vem cá -me encostei em uma pedra enorme e coloquei a cabeça dele no meu colo- quer contar como foi? -ele assentiu e começou a falar-

Pedro: Eu não sei quem matou ela, ela era uma mulher do bem poxa -falou secando as lágrimas-

Eu: Meu pai ta com câncer -falei baixo observando o mar-

Pedro: Que pesado né, minha mãe morre e seu pai tem câncer

Eu: Você vai dormir aqui hoje? -perguntei inocentemente-

Pedro: Nem eu sei se vou dormir, quem dirás aonde -falou sincero-

Eu: Olha -dei uma pausa- Tem a minha casa, você pode dormir lá... Eu sei que você é um bom menino... Pelo menos é o que parece -falei olhando ele-

Pedro: Sério? -assenti- mas é que sei lá...Não ficaria estranho?

Eu: Não -falei óbvia-

Pedro: Já que você implora tanto pela minha ótima companhia eu vou -fez graça e eu ri-

Eu: Vamos que é exatamente -olhei no meu relógio- uma e quarenta e quatro da manhã -falei limpando a minha bunda-

Pedro: Vamo princesa -riu e me abraçou- obrigado pela conversa

Eu: De nada, minha ótima companhia -joguei o cabelo pra trás e ele riu- ajuda qualquer um

Pedro: Só pra deixar claro -jogou o cabelo pra trás me imitando- a ótima companhia é a minha

Fomos conversando pra casa.

Eu: Vem entra -abre a porta e dei espaço pra ele entrar-

Pedro: Licença novamente -fez graça e entrou-

Lúcia: Menina aonde você tava - apareceu e Pedro deu um pulo-

Pedro: Ai meu Deus não me leva agora senhor -falou imitando um pastor- eu não posso morrer com fome Deus -eu e a Lúcia começamos a rir

Lúcia: Calma menino -tocou nele e ele se assustou- eu sou a empregada-

Pedro: Ufa senhor, obrigado Deus -falou e a gente deu risada- Oi senhora

Lúcia: Senhora? Ta me chamando de velha? -Correu atrás da gente com o pano de prato-

Eu: Corre Pedro corre -falei rindo e entramos no meu quarto-

Pedro: Meu Deus que foi isso -falou ofegante e rindo-

Lúcia: Cês querem comer alguma coisa? -falou entrando no quarto-

Eu: Eu quero Lú e o Pedro também

Pedro: Não quero não -negou mais eu sabia que ele queria-

Eu: Lúcia trás por favor -ela assentiu e saiu- então, aqui é meu quarto -falei me sentando-

Pedro: Minha casa inteira em um quarto só! Uau -sentou no chão-

Eu: Olha, eu posso ser mimadinha e tals, mais pode sentar no sofá ta, ele não morde não -falei e ele sentou-

Pedro: Você já foi no morro? -falou se sentando-

Eu: Nunca fui, tenho curiosidade de ir mais tenho medo -falei pegando o celular- passa seu insta

Pedro: Eu não tenho -falou desconfortável-

Eu: Me desculpa mesmo -ele assentiu e Lúcia chegou com a comida-

Lúcia: Toma aqui seus morto fome -colocou a comida na mesa- se precisarem de algo não me chamem, estarei no meu sono da beleza -mexeu no cabelo e eu e o Pedro rimos-

Pedro: Valeu dona - falou e ela encarou ele-

Lúcia: É Lúcia menino -falou e ele riu-

Pedro: É Pedro menina -imitou ela e eu comecei a rir-

Lúcia: Esses adolescentes de hoje em dia viu -falou e saiu do quarto-

Comemos juntos.

Eu: Pedro, se quiser toma banho o banheiro ali -apontei pro banheiro-

Pedro: Ta vou lá -foi e eu comecei a arrumar a cama-

Ele tomou banho e eu fui no banheiro falar com ele.

Eu: Ô Pedro você -parei e comecei e olhei o abdômen dele-

Pedro: Oi? -acenou -

Pedro: É é, você vai dormir na minha cama comigo tá? -falei e ele assentiu-

Katherine, do céu como é que você entra no banheiro assim do nada?

Ele saiu do banheiro e sentou na cama.

Pedro: Então a princesa quer dormir com o plebeu?

Eu: Cala a boca e deita -ele deitou-

Ficamos conversando coisas aleatórias até que caímos no sono.

DEIXEM O VOTO?.

Beijinhos Da Giih?.

972

Capítulo 3 3

DEIXEM O VOTO?.

Pedro Alves

Acordei com uma cabeleira no meu rosto.

Eu: Kathe -falo tirando o cabelo dela do meu rosto-

Kathe: Hum -falou se virando pra mim- que foi?

Eu: Acorda, a gente tem que levantar -falei e ela abriu os olhos-

A gente tava um de frente pro outro, minha mão na cintura dela e ela me abraçando.

Kathe: É bom dia -falou levantando-

Eu: Bom dia dorminhoca -fui pra o banheiro-

Kathe: Vai comer aqui comigo né?

Eu: Sei lá -falei escovando os dentes-

Kathe: Come aqui e a gente vai lá pra onde você mora, você amostra o caminho -falei mexendo no celular-

Pedro: A, se sua família não se importar eu como aqui -falei saindo do banheiro-

Kathe: Vou me arrumar e a gente desce -entrou no banheiro-

Coloquei uma calça e uma blusa e descemos.

Kathe: Bom dia gente linda, bom dia tia -falou e sentou-

Eu: Bom dia família da Kathe -sentei do lado dela-

Xxx: Bom dia, quem é ele filha? -meu pai perguntou comendo-

Xxx: Deve ser mais um que ela pega -Lúcia encarou ela-

Kathe: PAI - falou firme- ele é um amigo meu, eu vi ele na praia e a casa dele é longe ai ele dormiu aqui -falou me servindo-

Xxx: Se é amigo da minha filha é meu amigo também, qual seu nome?

Eu: Pedro senhor -falei com vergonha-

Lúcia: Aqui seu café Pedrinho -colocou na minha frente e eu agradeci -

Kathe: Pai hoje eu vou pra casa do Pedro com ele ta -ele me olhou-

Xxx: Vai? -olhei pra ela-

Diego: E a escola filha?

Kathe: Amanhã eu faço o dever pai

Terminamos de comer.

Kathe: Pedro, eu vou ir buscar minha bolsa espera ai -assenti e ela subiu-

Diego: Olha Pedro, você aparenta ser uma boa pessoa, espero que não magoe minha filha.

Eu: Sua filha é uma menina muito legal, merece ser feliz -afirmou se sentando-

Kathe: Vamo Pedro? -desceu com a bolsa-

Eu: Bora -saímos-

Fomos de carro, ele a mostrou o caminho ao motorista e enfim chegamos a Rocinha.

Eu: Kathe, tem certeza que quer ir?

Kathe: Tenho! -falou autoritária-

Eu: Uai moça -rimos-

Kathe: Alfredo quando eu precisar eu te ligo, pode ir -ele assentiu e saiu-

Katherine Borges

Quando a gente ia entrar um cara barrou a gente com o fuzil.

Xxx: Quem é ela Pedro? -perguntou um cara loirinho dos olhos claros-

Pedro: Essa aqui é uma amiga, ela ta me acompanhando -falou e me abraçou de lado-

Xxx: É envolvida? -falou pegando a arma-

Eu: Ai moço por favor não me mata, eu sou muito nova, não posso morre virgem, eu moro nos apartamento da praia eu juro -falei quase chorando-

Xxx: Calma garota -ele e Pedro começaram a rir-

Pedro: Minha fia, cê ta bem? -Pedro falou rindo com o cara-

Eu: Hahaha -ri irônica-

Xxx: Podem subir -deu espaço e subimos-

Eu: Obrigado senhor Deus -sussurrei juntando as mãos- eu sempre soube que o senhor me ama -Pedro e o cara começaram a rir de novo-

Pedro: Kathe -me parou- calma minha fia -pegou na minha mão- cê não vai morrer não

O cara não parava de rir.

Eu: Ta -fomos subindo-

Aqui era lindo, bem diferente do que eu imaginava, tinha crianças brincando, senhoras conversando, mais tinha caras armados, as pessoas aqui pareciam ser felizes, ou eram, eu vi que era totalmente diferente do que passava na televisão, aqui era bonito, as pessoas eram felizes de verdade e expressavam isso nos sorrisos.

Eu: Aqui é lindo -falei com os olhos brilhando- bem diferente do que se passa na tv

Jota: A tv mostra coisas que são reais, mais nem sempre coisas que acontece -o cara alto falou- aqui não tem muita maldade, só com as pessoas ruins

Pedro: Você ainda tem muito que conhecer aqui baixinha -falou e bagunçou meu cabelo-

Eu: Açaí -falei correndo para a barraquinha do moço-

Xxx: Que menina doida -os dois vieram atrás de mim-

Eu: Oi moço bom dia -falei ofegante-

Xxx: Bom dia bela menina -falou me olhando-

Xxx: Da 3 açaí ai tio, no capricho - falou-

Eu: Ai obrigada -falei abraçando Jota - é quer dizer, valeu

Jota: Me chame de Jota

Eu: Prazer Katherine, me chame de Kathe -estende a mão e ele apertou-

Pedro: Jota e os bagulho da minha mãe? O enterro pode ser aqui? -ele mudou a expressão-

Jota: Olha menor, você não é envolvido, mais nós quebra esse galho pra tu, tua mãe considerava geral aqui e sempre ajudava a gente mesmo, escolhe o dia e a hora ta -Pedro assentiu-

Eu: Gente então, se eu comesse o de vocês o que vocês fariam comigo? -perguntei sorrindo-

Jota: Metia uma bala na tua testa -falou sério-

Pedro: Fazia tu compra outro pra mim -falou rindo-

Eu: Moço o senhor me da mais dois enquanto eu enrolo eles? -sussurrei e o cara assentiu-

Jota: Tio cadê nosso açaí - perguntou propositalmente-

Xxx: Tô terminando de fazer é que esse vai ser caprichado -Falou rindo-

Jota: A Kathe comeu né? -perguntou de propósito-

Pedro: I vai morrer -Jota pegou a arma-

Meu olho começou a encher de lágrima-

Eu: Não por favor, eu vou em bora e nunca mais volto, ai Deus -me ajoelhei-

Pedro: Levanta dai Kathe, meu Deus que vergonha - disse cobrindo o rosto-

Eu: Por favor Jota não me mata por favor -implorei quase chorando-

Jota: Tu conhece essa daí Pedro? -Pedro negou- nem eu vamo vazar -pegaram o açaí e foram saindo-

Eu: Seus palhaços -me levantei e o moço ficou rindo-

Jota: te conheço? -perguntou-

Eu: Aiai

Fomos subindo o morro no calor mesmo, chegamos na antiga casa do Pedro e ele começou a chorar vendo as coisas da mãe.

Eu: Pedro... Calma -abracei ele-

Pedro: Ela era inocente Kathe -falou chorando-

Do nada começou um barulho de foguete e vários tiros.

Xxx: Fica com ela Pedro -o cara saiu correndo com a arma-

Eu: Que é isso? -perguntei já com medo-

Pedro: Ta tendo invasão, vem -me puxou-

Eu: Aonde vamos? Vamos morrer? -falei correndo-

Pedro: Kathe -parou- sem perguntas ok? -apenas assenti e corri com ele-

Entramos em um tipo de cofre enorme e ficamos lá, eu estava muito apavorada.

Pedro: Toma -me entregou água-

Eu: Obrigado -bebi um pouco e dei a ele-

Pedro: Olha, fica tranquila ta -assenti e fiquei abraçada com ele-

DEIXEM O VOTO?.

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