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Vendida para um CEO.

Vendida para um CEO.

Autor:: Nayara Barbosa
Gênero: Romance
Ana Maria Altoe, dezessete anos, linda, inteligente, teimosa e com uma língua afiada. Tão cheia de si, mas com uma mágoa profunda, descoberta a pouco tempo, ela foi vendida por seu próprio pai, vendida para um homem que ela nunca viu. Arthur é um homem bem sucedido, empresário, o CEO mais temido de todo o ramo administrativo, recebeu como proposta, uma garota linda, de dezessete anos que ele descobrirá ser uma petulante. O que será que esse casamento arranjado irá trazer para os sentimentos desses dois? Ana Maria uma jovem, de certa forma, ingênua, e Arthur um homem vivido, e uma tradição maluca que trará, de certa forma, muita dor. *Vendida para um CEO* nós trará muitos sentimentos. Plágio é crime! Seja original!

Capítulo 1 ~Nota e Agradecimentos

*NOTA*

•Vendida para um CEO•

Edição única!

Esta é uma obra de ficção. Nomes, personagens, lugares e acontecimentos descritos são de imaginação do autor. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência.

1º Edição digital – Criado no Brasil

Todos os direitos reservados. São proibidos o armazenamento e/ou a reprodução de qualquer parte dessa obra, através de quaisquer meios – tangível ou intangível – sem o consentimento escrito da autora. A violação de direitos autorais é crime estabelecido pela lei nº 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.

*Aviso!*

Está história é um romance erótico e pode conter gatilhos e assuntos delicados como álcool, abuso verbal, físico, violência, linguagem imprópria e conteúdo sexual. Esta é uma obra de conteúdo sexual destinada a maiores de 18 anos.

O texto segue as normas vigentes da Língua Portuguesa, contudo, características do vocabulário informal estão presentes para deixar a leitura mais leve.

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*AGRADECIMENTOS*

"TEMOS NOSSO PRÓPRIO TEMPO"

Tempo de pensar, de viver, de seguir em frente e de brilhar.

A todos vocês que me incentivaram, a todos vocês que vibraram com cada vitória, junto comigo. Deus, família, amigos e vocês, meus leitores.

Com eterna gratidão e carinho, Nayara Barbosa.

~~~

Capítulo 2 ~ Prólogo ~

Ana Maria

Eu estava deitada em minha cama olhando para o teto, completamente furiosa e com o choro entalado na garganta, confesso que estou muito abalada com tudo que está acontecendo na minha vida.

- Filha? - Minha mãe bate na porta mais uma vez e eu finjo não escutar.

"Toc-toc" - Mais uma vez

- ANA MARIA ALTOE ABRA A PORCARIA DESSA PORTA AGORA. - Ela grita. -EU SEI QUE VOCÊ ESTÁ ACORDADA.

Me levanto de minha cama, abro a porta e corro pra minha cama novamente, deitando de bruços e cobrindo o rosto porque eu não estava afim de olhar pra mulher que deveria me proteger.

- Hoje teremos um jantar aqui em casa.

- Não vou!

- Sim! Você vai, não quero nem saber quem pintou a zebra, você vai.

-Eu não vou mãe!

-Eu não estou comunicando, eu estou mandando.

- Engraçado, esta fazendo a mesma coisa, novamente. - Suspiro. - NEM AO MENOS ME COMUNICOU, NEM PEDIU MINHA OPINIÃO SOBRE ESSE CASAMENTO. - Respiro bem fundo. - Sai do meu quarto agora, por favor.

-Filha eu... - Ela tenta chegar perto de mim, mas eu me afasto. -SAI DO MEU QUARTO AGORA. - Grito e ela sai.

Tranco a porta e me jogo na cama me acabando em lágrimas. Eu não posso acreditar que tudo isso está acontecendo na minha vida, logo eu que nunca fiz mal a uma mosca.

Sou Ana Maria Altoe, tenho dezessete anos e fui vendida, sim, fui vendida, meus pais me venderão para um CEO, um grande empresário, super rico. Eu cheguei até fugir de casa, mas foi muito pior, descobri que a cidade toda tinha informantes do meu futuro marido, eles me levaram pra casa e o senhor Arthur Alencar fez questão de "proteger" minha casa, colocou cercas elétricas, seguranças e etc. AH! Como odeio minha vida, meus pais não podiam ter feito isso comigo, me impediram de ter uma vida normal, que droga!

Não o conheço, e não quero conhecer, ele pra mim, é somente um CEO idiota, mais um dos homens idiotas que apareceram na minha vida.

Eu já tinha uma vida vigiada 24H pelo meu pai, agora sou vigiada ainda mais, se é que tem como uma pessoa ser vigiada da forma que sou, eu não tenho liberdade nem de ir na esquina, sempre tem homens de terno me seguindo, eu fico furiosa com toda essa merda de situação que estou passando, mas a única coisa que posso fazer é sentar, aceitar e esperar o dia desse maldito casamento, e rezar para que Arthur seja bom, que não me obrigue a fazer nada que eu não queira, principalmente a me deitar com ele.

Pelo amor de Deus, e se ele for um velho babão, nojento, asqueroso, que me obrigue a fazer sexo com ele, a ter filhos, a ser uma escrava dentro de casa, tanto nas atividades domésticas como na vida sexual. Eu não poderia suportar, por Deus!

Eu não iria aguentar viver assim, eu preferia a morte a passar por situações desse tipo.

Eu não entendo o motivo do meu pai ter me vendido, eu não entendo como um homem que deveria me proteger fez uma barbaridade dessa comigo, e não consigo entender como que minha mãe permitiu uma merda dessas. Desculpem, mas minha boca anda muito suja desde que descobri toda essa patifaria que eu estou vivendo.

Eu ainda acho que estou em um terrível pesadelo, e posso acordar a qualquer momento, eu sei que vou acordar, é só mentalizar que logo mais eu acordo, eu sei que sim. Só preciso acordar, o mais rápido possível, só preciso acordar, por favor Deus, me acorde.

{...}

Capítulo 3 ~ Capítulo.01 ~

Arthur Alencar

Mais um dia de trabalho, irritante e cansativo na minha empresa, até o momento que recebi uma ligação do meu sócio, Raul Altoe.

●Ligação On (Raul)●

- Bom dia Alencar.

- Bom dia Altoe.

- O jantar será hoje, na minha casa, vamos apressar esse casamento, temos que conclui nosso contrato.

- Acho ótimo.

-Okay.

- Levarei o vinho. - Digo finalizando a ligação.

●Ligação Off (Raul)●

Guardei o celular e voltei ao meu trabalho com um sorriso de orelha a orelha no rosto, finalmente irei conhecer minha futura noiva, Ana Maria Altoe. Só vi ela por fotos, mas sua beleza já me encantava apenas por elas, nunca fui um homem de me contentar com tão pouco, precisava ve-la pessoalmente, tê-la em meus braços, queria senti-la minha por completo.

O contrato de nossos pais nos proibia de nos conhecer antes da data estipulada pelos responsáveis, no caso nossos pais. Ela nem sabia desse contato até dias atrás, sei que deve está sendo muito difícil para ela passar por tudo isso, ser enganada pelos pais, ser apresentada a um homem que não sente amor e que nunca viu, que não conhece, ela deve está surtando, e eu tentarei ser o mais paciente possível, mas preciso que ela me dê um herdeiro.

- Meu irmão os acionistas estão te esperando na sala de reuniões, o senhor Altoe deixou a decisão sobre suas mãos. - Cecília, minha irmã entra em minha sala descansando a falar.

- Okay, já estou indo. - Digo me levantando de minha cadeira e sigo até a porta. - Hoje temos um jantar na casa de minha noiva.

- Finalmente irei conhecê-la. - Cecília diz com um sorriso de orelha a orelha. É maninha, digamos que eu também irei conhecê-la hoje.

- Digamos que sim. - Digo saindo de minha sala e ela me segue até até a sala de reuniões.

.

.

.

Ana Maria

Já havia passado algumas horas, então minha mãe veio me comunicar, que eu deveria começar a me arrumar adequadamente para a ocasião. Seria a minha festa de noivado, com um homem que eu nem sei quem é, e que nunca vi, pode até ser um velho sedentário. Gente eu sou uma adolescente de dezessete anos casando com um velho? Com um pedófilo? Não, meus pais não fariam isso comigo.

Sub: Minha querida, eles já te venderam, então deve - se esperar tudo. Tu espera o que deles? Porque eu não espero mais nada, daqui pra frente é só para trás.

Tomei um banho demorado e relaxante, eu estava precisando, sério mesmo, eu estou com um estresse fora do normal esses dias.

- Filha, trouxe seu vestido, esta em cima da cama, beijos. - Ouço a porta sendo fechada.

Termino meu banho, saio do quarto e encontro um vestido simplesmente magnífico na minha cama, ele ia ate um pouco acima dos tornozelos, ela branck de renda e valorizava meus seios. Me vesti rapidamente e me arrumei com tudo que tinha direito, posso está me casando obrigada, triste, decepcionada, magoada e furiosa, mas uma coisa que eu não sou é feia.

A roupa super combina com meu jeito de ser, sexy sem ser vulgar. Eu estava satisfeita com minha beleza, a única coisa que me incomodava era esse casamento sem amor e o meu futuro marido ser um velho pedófilo e tarado.

Estava me olhando no espero a um tempo, tentando tomar coragem para descer e encarar todos que estavam lá em baixo. Por fim descidi descer as escadas, estava no antepenúltimo degrau, quando resolvi parar e olhar para a sala de estar, todos me encaravam, a sala da mansão de meus pais estava cheia, muito cheia, tinha mais de trezentas pessoas, e por onde eu olhava apareciam mais, eu estava do penúltimo degrau quando um olhar me chamou a atenção, ele me encarava com desejo e luxúria, eu cheguei a ficar hipnotizada como aquelas piscinas azuis.

- Filha? - Meu pai me chama. Olho-o e ele está com a mão estendida, a seguro e ele sorrir. - Esta linda.

- Obrigada. - Digo super seca. Só respondi por educação mesmo, coisa que eu não deveria ter com esses dois.

- Filha? Este é o Arthur Alencar, seu noivo. - Minha mãe diz tomando toda a minha atenção. Tento esconder ao máximo a onde meu queixo estava, literalmente no chão. Que homem é esse senhor?

- É um prazer finalmente conhecê-la senhorita Altoe. - Pena que não posso dizer o mesmo, senhor Alencar. Somente sorrio para ele.

- Cecília, irmã de Arthur. - A comprimento com dois beijinhos nas bochechas.

- Satisfação senhorita Alencar.

- Cecília por favor. - Sorrio em concordância. Eu estou tão deslocada assim?

- Ana? - Ouço a voz de Loara minha amiga desde a infância, e tenho um mini surto interno, pois tenho que manter a pose de noiva séria, de um homem sério.

- Loara? Aí meu Deus! Que saudade minha amiga.

- Recebi o convite e vim correndo de Paris. - Ela sorrir. - Boa noite pessoal, sou Loara Wilker, melhor amiga da Ana.

- Satisfação. - Arthur e Cecília falam em uníssono, ele sério e ela sorridente.

- Bom revela querida. - Mamãe diz abraçando Loara.

- Digo o mesmo. - Papai diz com um meio sorriso.

- Loara, esses são, Arthur... - Paro por um momento. - Meu noivo e Cecília, minha cunhada. - Digo sem jeito.

- Satisfação. - Ela sorrir e Cecília retribue, mas Arthur apenas acena com a cabeça. - Estou com sede. - Minha amiga diz, e eu sei que é para que possamos fugir um pouco, e eu possa contar tudo.

- Eu te levo até a cozinha. - Sorrio. - Com licença. - Saímos.

Entramos dentro da cozinha é lá estava minha amiga do jeitinho que eu lembrava faladeira que só ela.

- O que? Você o que? Seus pais o que? Aquele gato lá o que?

- Calma! Sim, fui vendida, meus pais me venderam há muito tempo, não sei a história ao certo, mas é isso.

-- Morri com essa. - Ela senta na cadeira.

- Eu sei, eu sei, eu estava louca com meus pais.

- Mas você tem que confessar que eles escolheram o melhor pra ti. - Ela sorrir maliciosa. - Além de rico é um gato. - Rimos.

- Vamos voltar antes que eles venham nos buscar.

- Sim senhora!

Voltamos para a sala agindo com naturalidade com todos que ali estavam, era tantas pessoas que eu nem sabia se conhecia alguém ali.

{...}

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