Em um hospital psiquiatra de são francisco que era uma das grandes cidades do país D, os gritos de dor de uma mulher dando parto podiam ser ouvidos num dos quartos de internação, a mulher estava suando muito e veias azuis podiam ser vistas de sua testa pelo quanto esforço ela estava fazendo para expelir a criança para fora.
Depois de duas horas o que pareceu uma eternidade para a mulher e as enfermeiras que estavam la ajudando no parto, a mulher finalmente conseguiu dar à luz um menino que foi imediatamente arrebatado sem se quer ter uma chance de vê-lo uma única vez, a mulher estava fraca demais para lutar e muito sonolenta por todo esforço que havia feito, mais ela ainda estava consciente e podia ver quando seu filho estava sendo levado por uma outra mulher.
Reunindo todas as suas forcas ela lutou para se levantar da cama para impedir a mulher de levar seu bebe, assim qua saio da cama a mulher caiu no chão "por favor, me de o meu bebe" implorou a mulher se arrastando no chão em direção a mulher que havia levado seu bebe, a mulher sem se comover deu um sorriso perverso antes de declarar "voce jamais vera seu filho novamente" e disto essas palavras a mulher se virou e desapareceu pela porta do quarto com o bebe em seus braços.
Impotente a mulher sentiu seu coração quebrar em pequenos pedaços como se tivesse sido esmagado por um grande martelo, com lagrimas nos olhos ela não tinha mais forcas de lutar e nem de chorar, o corpo da mulher ficou ali jogado no chão frio e aos poucos seus olhos foram se fechando ate que ela perdeu a consciência.
Em Santo António um Maybach preto parou em frente a um hospital municipal da cidade seguido por vários outos carros de escolta, assim que o carro parou um guarda costas saio e abriu a porta de trás para o homem que la estava sentado, e foi visto um par de pernas longas nuns sapatos de couro preto descer do carro, o homem pertencente a essas pernas era alto 1,80cm e tinha uns traços faciais bastante marcantes e bem definidos, se não fosse por sua aura assustadora ele facilmente poderia atrair qualquer mulher por onde passasse.
Assim que o homem desceu vários guarda costas se formaram em fila para abrir caminho para o homem passar, pois por onde esse homem passasse atrairia muita atenção e aqui não seria exceção pois as pessoas já estava se aglomerando em torno dele.
Ele foi escoltado pelos seguranças por todo o corredor do hospital ate chegar em uma porta que ficava no final do departamento de maternidade, o homem bateu na porta e entrou depois de ouvir uma voz fraca permitindo sua entra, assim que entrou ele não pôde deixar de franzir a testa em desgosto com o que estava vendo a sua frente.
A mulher a sua frente estava com o rosto pálido e uma agulha de infusão foi inserida em seu braço esquerdo para o gotejamento de soro, mais não foi isso o que o irritou, a mulher era sua esposa mais estava internada num hospital comum e dividia o quanto com mais duas pessoas o que já era inaceitável para ele, sem falar que ele não permitiria que seu filho tambem ficasse aqui por mais tempo.
Antes que ele manifestasse sua insatisfação a mulher falou primeiro, "voce finalmente esta aqui" exaltou a mulher com um sorriso pálido no rosto o que suavizou um pouco o rosto frio do homem, ele se aproximou da mulher e perguntou acusatoriamente "porque voce teve que vir a este hospital?" pelo tom do homem a mulher pude sentir sua insatisfação com ela e ela logo se adiantou em explicar "eu estava indo ver a mamãe quando minha placenta estourou de repente, eu sentia muita dor e este era o hospital mais próximo naquele momento" explicou a mulher com uma voz paqueradora e continuou "eu não queria ariscar a vida do nosso bebe" acrescentou ela fracamente tentando se levantar da cama o que chamou atenção do homem que se apressou em detê-la e puxou uma almofada para acomoda-la melhor.
"porque voce não me ligou antes" perguntou o homem sem entender o porque de sua esposa não lhe informar sobre algo tao importante, percebendo seu erro a mulher baixou a cabeça e respondeu inocentemente "voce estava em uma viagem de negócios, eu não queria incomoda-lo" disse ela que acrescentou "mais voce não precisa se preocupar, eu e o bebe estamos bem pode perguntar o Dr. Jackson que nos atendeu" declarou a mulher com um sorriso caloroso em seu rosto.
E antes que o homem pudesse dizer mais alguma coisa a porta foi aberta e um medico de meia idade entrou acompanho por duas enfermeiras, assim que ele viu o homem alto e imponente a sua frente o homem se adiantou em cumprimenta-lo "Sr. Miller, prazer em vê-lo" disse o homem estendendo a mão para o homem que o ignorou e perguntou "onde esta meu filho?" medico se sentiu envergonha por ter sido ignorado pelo homem, recolheu sua mão antes estendida e limpou a garganta antes de falar tentando dissipar seu constrangimento "por aqui Sr., o bebe esta bem, nos apenas o colocamos em observação de rotina por vinte e quatro horas e depois podem leva-lo para casa já que o parto foi normal e não teve complicações" relatou o medico enquanto guiava o homem ate o quarto onde eram colocados os bebes recém nascidos.
Era proibida a entrada de pessoas comuns naquela sala para segurança das crianças, apenas os médicos e enfermeiras poderiam entrar, mais sendo este o homem mais poderoso da cidade e ate do pais, ele não podia impedi-lo e então o guiou ate dentro da sala, quando chegaram o homem viu vários bebes e como todos eram parecidos ele não sabia dizer qual deles era seu filho, vendo a confusão do homem o medico apontou para um berço antes de dizer "Sr. Miller o seu filho esta neste berço com a etiqueta com seu nome" explicou o medico mostrando a etiqueta no berço que logo foi cercado pelo homem.
Vendo o ser tao pequeno a sua frente o rosto do homem se suavizou, ele se aproximou ainda mais do bebe e pegou sua mão pequena em sua palma grande, como se o bebe sentisse sua presença ele abriu suas pálpebras revelando seus olhos azuis brilhantes parecidos com o do homem a sua frente, sendo encarado por seu filho anda pequeno o coração do homem começou a bater forte em seu peito, ele não sabia escrever o tanto de emoções que sentia naquele momento.
O bebe se mexeu e apertou seu dedo polegar com sua mãozinha pequena o que fez o coração do homem se acalmar e observa-lo como se estivesse hipnotizado por essa pequena criatura, o bebe revirou seus olhos e os fechou novamente como se estivesse dormindo mais sem soltar o dedo do homem como se sentisse seguro dessa forma, o homem o observou muito tempo e quando já estava prestes a sair ele vislumbrou um pequeno sorriso no rosto do bebe que parecia estar tendo um sonho bom, o homem congelou e ficou atordoado com a cena que viu, não que ele nunca tivesse visto um bebe sorrir ele já tinha visto ant
es o filho de sua tia sorrir e não era novidade para ele, mais o que o espantou foi que o bebe se parecia com a aquela mulher quando sória, ele revelava em sua bochechas as mesmas covinhas qua aquela mulher tinha quando sorria, ele não sabia se era sua ilusão mais ele sentiu como se a tivesse visto nessa criança.
Atordoado o homem sacudi-o sua mente soltou seu dedo do bebe e depois de o acomodar se retirou de la o mais rápido que pude, ele sentia que se ficasse ali por mais tempo sua mente começaria a lhe pregar pecas, isso tudo não passou despercebido dos olhos do medico que os observava de perto, o medico sentiu algo estranho no comportamento repentino do homem e ficou um pouco ansioso quando o seguia para fora da sala, sentindo a necessidade de acalmar o homem o medico não pude evitar explicar "Sr. Miller, os bebes tende a passar por varias mutações antes de pegar sua forma original, então e normal que tenham todo tipo de aparência" explicou o homem o sem saber que sua explicação poderia causar ainda mais confusão na mente do homem.
O homem apenas acenou com a cabeça e voltou para o quarto de sua esposa sem querer mais pensar no que acabou de acontecer, talvez ele estivesse pensando de mais e era apenas sua ilusão, ele não duvidava que a criança fosse sua porque a primeira coisa que viu quando se aproximou do bebe foi a marca familiar de nascença numa das costelas do bebe que pertence aos Miller, por tando ele tinha certeza que o bebe era dele, mais o sorriso do garoto o perturbou porque nem ele e nem sua esposa tinham aquelas covinhas nas bochechas, mais talvez o medico tivesse razão os bebes tende a pegar formas estranhas ates de pegar sua forma original, e com esses pensamentos o homem entrou la e ordenou que sua esposa e filho fossem transferidos para o hospital privado pertencente a sua família.
Enquanto isso, em uma vila particular afastada da cidade de Santo António, um homem alto e com uma boa figura estava parado enfrente a uma janela francesa fumando um cigarro apos o outro, seu rosto estava escuro assim como seu coração a muito perdido ele não parecia estar de bom humor quando foi interrompido pelo seu assistente que entrou numa rajada de vento sem bater na porta, parecia que ele tinha um bom motivo para o seu comportamento rude que fez o homem franzir as sobrancelhas em desgosto "Senhor, nos finalmente a encontramos" dito isso o homem parecia muito animado e ansioso para dar a noticia, e como previsto o rosto do homem mudou instantaneamente com a noticia de seu assistente, ele se virou enquanto apagava o cigarro em um cinzeiro na mesa oval de seu escritório e se sentou em sua cadeira giratória como se quem dissesse continue a seu assistente, como um assistente que conhecia melhor seu chefe ele sabia o que queria dizer com suas ações e continuou, "ela esta em um hospital psiquiatra na cidade de são francisco foi la onde passou esses últimos meses" informou o assistente sentindo pena da mulher, e como ele esperava o coração de seu chefe pareceu afundar e seu rosto escureceu novamente "traga-a para mim" ordenou ele num tom severo que fez seu assistente estremecer.
Recuperando a compostura o assistente declarou "já enviei pessoas que para lidar com isso" ele se adiantou porque sabia que essa seria a ordem de seu chefe que lhe advertiu "seja discreto e limpo" o assistente assentiu e saiu da sala fechando a porta a sua trás.
Em são francisco no hospital psiquiatra, uma mulher estava deitada em uma cama enfermai quando duas enfermeiras apareceram e acordaram rudemente "ei voce, acorde sua mulher preguiçosa" disse uma das enfermeiras enquanto puxava a mulher para fora da cama e a derrubou no chão sem piedade, a mulher que foi derrubada abriu os olhos que estavam vermelhos e inchados mostrando o quanto ela havia chorado, a mulher lutou para se levantar quando cambaleou e quase caiu novamente antes de ser apoiada por outra enfermeira que a ajudou a se estabilizar e reprendeu a outra enfermeira que a derrubou "porque voce e tao ruim? Não vê que ela ainda esta fraca do parto?" a outra enfermeira bufou e deu de ombros "quem se importa, de qualquer maneira ela e apenas uma mulher louca que foi jogada aqui por seus parentes e a esqueceram" dito isso a mulher lançou um olhar desdenhoso para a mulher fraca antes de falar "se apresse o diretor quer vela, e agora que voce não e mais útil para aquela mulher com certeza que ele não ira poupa-la" e com isso a mulher saiu do quarto bufando deixando a outra enfermeira e a mulher na sala.
A enfermeira ajudou a mulher a entrar no banheiro e depois de se lavar ela a ajudou a vestir roupas limpas que pareciam mais com farrapos velhos, desde que a mulher foi jogada nesse hospício ela sofreu de todos abusos verbais e físico de todas as direções desde as enfermeiras, médicos e ate o diretor que havia tentando varias vezes abusar dela sexualmente se não fosse pela gravides e porque a mulher que levou seu filho advertira que nada podia acontecer com o bebe, e agora que ela já havia concebido nada mais o impedira de fazer o que quisesse com ela, afinal ela já não era útil para ninguém.
A única pessoa que era razoável com ela desde que entrou naquele lugar era a enfermeira que a estava ajudando agora, ela era uma senhora de meia idade e parecia tambem ter uma fila da mesma idade que ela e por isso simpatizava muito com a mulher maltratada, mais o que ela podia fazer se assistir? Ela era apenas uma funcionaria de baixo escalão e não podia lutar contra aquelas pessoas poderosas.
Quando a mulher já estava pronta a enfermeira a pegou pela mão e já ia leva-la para a sala do diretor quando parou de repente e encarou a mulher calma a sua frente "voce precisa ser forte não importa o que aconteça, eu sinto muito por voce mais nada posso fazer para ajuda-la se não conforta-la, sou apenas uma enfermeira inútil e não posso ariscar meu trabalho para sustentar minha família" se expressou a mulher que sempre cuidou dela com pena visível em seus olhos e continuou "eu sei que voce não esta louca, hoje o diretor provavelmente não fara nada com voce, mais voce precisa tomar cuidado e
ficar em alerta" avisou a mulher que já sabia o que aconteceria.
Depois de ter falado muito a enfermeira não ouviu nenhuma resposta da mulher, então ela suspirou porque esse era o normal da mulher que parecia ter perdido sua voz desde que entro nesse lugar, quando ela estava abrindo a porta para saírem do quanto ela finalmente ouviu a mulher perguntar "voce sabe onde esta o meu bebe?" perguntou a mulher cheia de espectativas em seus olhos vidrados mais sem vida, ouvindo a pergunta mulher a enfermeira congelou e sem perceber derramou uma lagrima de seus olhos antes de dizer "voce precisa esquecer dessa criança, apenas finja que nunca a teve" disse a enfermeira sabendo que suas palavras penas machucariam ainda mais a mulher que apenas baixou a cabeça e a seguiu em silencio, afinal o que mais ela poderia fazer?
Quando chegaram na sala do diretor, a enfermeira bateu na porta e assim que obteve a permissão ela entrou com a mulher a sua trás "Diretor, ela esta aqui, mais ainda não se recuperou do parto" disse a enfermeira como se estivesse lembrando o diretor de ter piedade da mulher e deixa-la ir por agora, como o diretor podia não entender as insinuações nas palavras da enfermeira? "eu não perguntei sua opinião, ainda não chegou a vez de uma enfermeira me dizer o que fazer" disse o homem grosseiramente fazendo a pele a enfermeira arrepiar de medo, a mulher baixou a cabeça e se desculpou "sinto muito diretor" disse ela sem a menor intenção de sair e deixar a mulher sozinha com esse homem lascivo.
Vendo que a mulher ainda estava ali e não pretendia sair o homem franziu uma sobrancelha e desgosto a que a enfermeira fingiu não ver "porque voce ainda esta aqui? Não tem trabalho a fazer?" perguntou o homem com raiva visível em seu rosto, a mulher se assustou e recuperou sua sanidade, ela já havia se ariscado de mais ate aqui e não podia mais desafiar os resultados embora quisesse muito ajudar aquela mulher ela nada podia fazer se não se retirar sob o olhar feroz do diretor.
Assim que a enfermeira saiu da sala do diretor ela vislumbrou um faxineiro que nunca tinha visto antes la e se aproximou, "com licença, voce e novo por aqui?" perguntou a mulher se sentindo estranha, ela estava familiarizada com os serviçais de la e não sabia que já tinha um novo serviçal, o homem acenou com a cabeça sem mesmo olhar para ela e nem retirou a mascara para cumprimenta-la, ela achou que o homem devia ser de poucas palavras e não prestou mais atenção nisso e se foi.
Enquanto isso, no escritório do diretor, o homem se aproximou da mulher logo assim que a enfermeira se foi, ele a encarou de cima a baixo explorando seu corpo com seu olhar lascivo "esperei tanto por este momento e uma pena que voce ainda não se recuperou, mais não importa" disse o homem enquanto acariciava a bochecha da mulher, ela era uma mulher muito linda com boa figura se não fosse pelo sofrimento que estava enfrentando nos últimos meses, ele a cercou e continuou "eu esperei por vários meses então posso esperar mais por alguns dias, então e melhor se recuperar o mais rápido possível" disse ele enquanto sua mão apertava um dos seio da mulher que não teve nenhuma reação o deixando irritado, ele se afastou dela e a expulsou em um excesso de raiva.
Naquela noite um grande incendio aconteceu no hospital psiquiatra de são francisco onde gerou um grande tumulto na cidade toda e ate o pais inteiro, pois era o maior hospital psiquiatra de todo o pais e la estavam internados todo o tipos de pessoas doentes, no meio do caus todos enfermeiros e pacientes estavam agitados indo de um lado pra o outro fugindo do grande fogo que se espalhava rapidamente por todo o hospital, os bombeiras já estavam la fora tentando extinguir o fogo que parecia incessante enquanto os outros bombeiros ajudavam os pacientes e enfermeiros a evacuar o local que havia se tornado perigoso.
Enquanto todo mundo se retirava do local uma enfermeira se esgueirou no meio da multidão e voltou para o corredor vasculhando um dos quartos onde aquela mulher estava, ela estava preocupada que a mulher não conseguisse sair já que ainda estava fraca e ninguém mais se importava com ela, assim que ela se aproximou do quarto ela viu uma sombra de um homem sair correndo com uma mulher em seus braços, ela ficou atordoada quando o homem se virou para encara-la, era o mesmo faxineira que ela tinha visto mais cedo e disse que era novo, o homem a encarou antes de se virar e desaparecer na fumaça, assim que ela se recuperou do choque e estava prestes a correr do fogo uma estaca de madeira caiu sobre sua cabeça e quando ela achou que iria ser atingida um homem a empurrou para o outro lado e afastou a estaca imediatamente carregando a enfermeira que ainda mantinha os olhos fechados, quando a mulher abriu os olhos já estava do lado de fora e o homem a colocava no chão em segurança e disse "considere isso como agradecimento por cuidar dela por todo esse tempo, mais não se esqueça de manter a boca fechada" assim que o homem terminou suas palavras ele desapareceu diante de seus olhos assim como tinha feito o faxineiro.
A noticia do incendi se espalhou por todo o país assim como o fogo havia se espalhado por todo hospital, e em um escritório do ultimo andar do maior e imponente edifício no centro da cidade, um homem estava sentado em um sofá assistindo as noticias que passavam em sua TV de quarenta polegadas quando uma noticia em particular chamou sua atenção, na TV passava a noticia do grande incendio do hospital psiquiatra onde aquela mulher estava internada e la dizia que foram encontrados três corpos carbonizados e havia alguns feridos, ouvindo isso o homem prendeu a respiração e esperou que a lista com os nomes dos corpos fosse ditada, e assim foi mencionado ele ouviu o nome daquela mulher e em seguida foram mostradas imagens dos corpos que já tinham sido confirmadas as identidades, e entre eles havia o corpo de um faxineiro, uma enfermeira e uma paciente que era a mesma mulher que ele ouvira o nome antes e ele pude reconhecer o colar em volta do pescoço do cadáver da mulher.