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Vingança do Magnata Traído

Vingança do Magnata Traído

Autor:: Yi Ye
Gênero: Bilionários
O sol da tarde pintava a tranquilidade do campo, Ricardo dirigia seu sedan de luxo, com Sofia, sua irmã caçula, dormindo ao lado, exausta dos estudos. No retorno para a cidade, uma curva revelou um carro velho bloqueando a passagem, e um grupo de jovens arrogantes. Léo, ex-assistente de sua esposa Paula, surgiu com um sorriso debochado. Léo não só encurralou Ricardo e Sofia, como zombou de Ricardo, chamando-o de "sustentado" por Paula, e revelou que o carro de Ricardo era um "presentinho" de Paula para ele. A humilhação de Léo se confirmou quando ele jogou as chaves do carro de Ricardo no chão, revelando que Paula participava da armadilha. Como as coisas podiam ter chegado a esse ponto? Como Paula, sua esposa, podia ter sido cúmplice de tamanha baixeza? Que tipo de traição era essa que colocava a vida de sua irmã em risco? A gota d'água veio quando um brutamontes pegou Sofia, e Léo, com um sorriso cruel, propôs: "Você pode ir, mas ela fica. Ela vai fazer companhia pra gente esta noite. Uma forma de pagamento pela humilhação que a sua esposa me fez passar quando me demitiu." A fúria de Ricardo irrompeu. Ali, naquele momento, algo nele se quebrou, e a fachada de arquiteto paisagista deu lugar ao verdadeiro magnata.

Introdução

O sol da tarde pintava a tranquilidade do campo, Ricardo dirigia seu sedan de luxo, com Sofia, sua irmã caçula, dormindo ao lado, exausta dos estudos.

No retorno para a cidade, uma curva revelou um carro velho bloqueando a passagem, e um grupo de jovens arrogantes. Léo, ex-assistente de sua esposa Paula, surgiu com um sorriso debochado.

Léo não só encurralou Ricardo e Sofia, como zombou de Ricardo, chamando-o de "sustentado" por Paula, e revelou que o carro de Ricardo era um "presentinho" de Paula para ele. A humilhação de Léo se confirmou quando ele jogou as chaves do carro de Ricardo no chão, revelando que Paula participava da armadilha.

Como as coisas podiam ter chegado a esse ponto? Como Paula, sua esposa, podia ter sido cúmplice de tamanha baixeza? Que tipo de traição era essa que colocava a vida de sua irmã em risco?

A gota d'água veio quando um brutamontes pegou Sofia, e Léo, com um sorriso cruel, propôs: "Você pode ir, mas ela fica. Ela vai fazer companhia pra gente esta noite. Uma forma de pagamento pela humilhação que a sua esposa me fez passar quando me demitiu."

A fúria de Ricardo irrompeu. Ali, naquele momento, algo nele se quebrou, e a fachada de arquiteto paisagista deu lugar ao verdadeiro magnata.

Capítulo 1

O sol da tarde pintava o campo com tons de dourado, uma brisa suave soprava pelas janelas abertas do carro, trazendo o cheiro de terra molhada e mato. Ricardo dirigia com calma, o motor do seu sedan de luxo quase inaudível. Ao seu lado, Sofia, sua irmã mais nova, dormitava com a cabeça apoiada no vidro.

Ela estava exausta. A pressão do vestibular, meses de estudo intenso, noites mal dormidas. Por isso Ricardo a trouxera para a fazenda, um refúgio simples que ele mantinha no interior, longe da agitação da cidade. Um lugar para ela respirar, para ele se desconectar da fachada que mantinha no dia a dia.

Ricardo era conhecido publicamente como um arquiteto paisagista de renome, mas essa era apenas uma pequena parte da verdade, uma fachada cuidadosamente construída. A verdade é que ele era o cérebro e o poder por trás de um dos maiores impérios imobiliários do país, um homem que movia bilhões com um telefonema, mas que preferia o anonimato. Sua esposa, Paula, era quem adorava os holofotes, o rosto público da empresa, a CEO glamorosa nas capas de revistas. Ele permitia, achando que isso a faria feliz.

A viagem de volta para a cidade deveria ser tranquila, mas ao fazerem uma curva em uma estrada de terra mais estreita, cercada por uma densa vegetação, Ricardo freou bruscamente.

Um carro velho e surrado bloqueava a passagem. Ao lado dele, um grupo de uns cinco ou seis jovens, com roupas largas e atitudes arrogantes, os encarava. Um deles, o que parecia ser o líder, deu um passo à frente, um sorriso debochado no rosto.

Ricardo o reconheceu imediatamente, um calafrio percorreu sua espinha. Era Léo, um ex-assistente de Paula. Um rapaz ambicioso e liso que ela havia demitido há alguns meses por motivos que nunca ficaram totalmente claros para Ricardo.

"Olha só o que temos aqui", disse Léo, aproximando-se da janela do motorista. Seus olhos percorreram o carro de luxo com uma cobiça mal disfarçada.

Sofia acordou com a parada súbita, piscando os olhos, confusa.

"O que foi, Ricardo? Aconteceu alguma coisa?"

"Fique calma, Sofia. Deve ser só um mal-entendido", Ricardo respondeu em voz baixa, tentando manter a situação sob controle. Ele abriu a janela.

"Com licença, amigo. Precisamos passar", disse Ricardo, com a voz firme, mas educada.

Léo soltou uma risada alta e desdenhosa.

"Passar? Acho que não. Sabe, eu estava justamente esperando por você."

Ele se apoiou na porta do carro de Ricardo, o queixo erguido em um gesto de desafio.

"Este carro é muito bonito. Um belo presente que a Paula me deu."

Ricardo franziu a testa. A confusão inicial deu lugar a uma irritação crescente.

"Do que você está falando? Este carro é meu."

"Seu?", Léo gargalhou de novo, e seus comparsas riram com ele. "Ah, você deve ser o marido dela, né? O tal do Ricardo. O paisagista. Paula me falou de você. Disse que você é um encostado, que vive às custas dela. Então, tecnicamente, o carro é dela. E ela me deu. Como um presentinho."

A humilhação nas palavras de Léo era palpável, cortante. Ser chamado de "encostado", um "sustentado", quando era ele quem sustentava todo o luxo em que Paula vivia. A ironia era brutal. Mas a presença de Sofia ao seu lado o forçou a engolir a raiva que subia por sua garganta.

"Olha, Léo, eu não sei que tipo de conversa você teve com a Paula, mas isso é um engano", Ricardo tentou argumentar, a voz ainda controlada. "Este carro está no meu nome. Por favor, tire seu veículo do caminho para que possamos ir embora."

Ele precisava tirar Sofia dali. A segurança dela era a única coisa que importava.

Léo, no entanto, pareceu se divertir ainda mais com a calma de Ricardo. Ele interpretou a paciência como fraqueza.

"Ah, o maridinho 'sustentado' está tentando ser razoável", ele zombou, olhando para seus amigos. "Que bonitinho. Mas sabe o que eu acho? Acho que você não manda em nada. A Paula me deu o carro, e se ela me deu, é meu. Agora, desce. Desce do meu carro."

A insolência era inacreditável. Ricardo sentiu o sangue ferver. A fachada de arquiteto tranquilo estava começando a rachar, revelando o empresário implacável por baixo. Ele olhou para o rosto assustado de Sofia e tomou uma decisão. Por ela, ele iria suportar. Por enquanto.

"Não vou descer do meu carro", disse Ricardo, a voz baixa e perigosa. "E sugiro que você e seus amigos saiam da minha frente. Agora."

Léo não se intimidou. Pelo contrário, seu sorriso se alargou.

"Ou o quê? O jardineiro vai jogar um pouco de terra em mim?"

A humilhação pública, a traição de Paula que ficava mais clara a cada palavra de Léo, e, acima de tudo, o medo nos olhos de sua irmã. Tudo isso se acumulava dentro de Ricardo, uma pressão prestes a explodir.

Capítulo 2

A situação escalou rapidamente. Antes que Ricardo pudesse reagir, um dos comparsas de Léo, um rapaz mais forte e brutamontes, abriu a porta do passageiro com um puxão violento.

"Opa, o que é isso?", ele disse com uma voz grossa, olhando para Sofia com um olhar lascivo. "O encostado trouxe uma coisinha bonita junto."

Ele agarrou o braço de Sofia, puxando-a para fora do carro.

"Me solta! O que você está fazendo?", Sofia gritou, o pânico em sua voz.

"Sofia!", Ricardo rosnou, o instinto protetor tomando conta dele. Ele fez menção de sair do carro, mas Léo o bloqueou, empurrando a porta contra ele.

"Calma aí, paisagista. Ninguém vai machucar sua irmãzinha. A gente só quer conversar", Léo disse, o tom de voz falsamente apaziguador escondendo a malícia.

O brutamontes segurava Sofia firmemente. Ela se debatia, mas ele era muito mais forte.

"Me solta, seu nojento! Ricardo!", ela chorou, o rosto pálido de medo.

A visão de sua irmã sendo maltratada foi a gota d'água. A raiva de Ricardo explodiu, uma fúria fria e calculista. Mas ele ainda estava em desvantagem. Eram muitos.

"Eu já mandei soltar a minha irmã", Ricardo disse, a voz tão gelada que até Léo pareceu hesitar por um segundo.

"Qual é o problema? A gente só está se divertindo um pouco", Léo retrucou, recuperando a arrogância. "E você ainda não entendeu. O carro é meu. A Paula me deu porque eu sou muito melhor para ela do que um maridinho banana como você. Ela está cansada de te sustentar."

Cada palavra era um golpe. Ricardo sabia que não era verdade, mas a audácia de Léo, a certeza de que ele tinha o apoio de Paula, era enlouquecedora.

"Você é um mentiroso", Ricardo cuspiu as palavras.

"Ah, é? Então por que ela me daria a chave reserva? Por que ela me diria exatamente onde você estaria hoje?", Léo mostrou um chaveiro idêntico ao de Ricardo.

A revelação caiu como uma pedra no estômago de Ricardo. Paula não apenas o traíra com Léo, ela havia orquestrado aquela humilhação. Ela havia colocado sua própria irmã em perigo.

"Soltem ela. Agora", Ricardo repetiu, tentando se levantar, mas outro membro da gangue se aproximou, segurando-o no assento.

"Fica quieto aí, seu bosta", disse o novo agressor.

Enquanto Ricardo era contido, um dos jovens pegou uma pedra do chão e, com um sorriso cruel, a arrastou pela lateral do carro de luxo, criando um risco profundo e feio na pintura preta brilhante. O som do metal sendo arranhado foi como uma faca em seus ouvidos.

Outro chutou o retrovisor, quebrando-o. Eles estavam vandalizando sua propriedade, agindo como se não houvesse consequências.

Ricardo observava tudo, impotente, a fúria crescendo a cada segundo. Ele gravava cada rosto, cada ação. A vingança seria implacável. Mas, por agora, a segurança de Sofia era a prioridade. Ele precisava manter a calma, precisava pensar.

Ele respirou fundo, forçando a raiva para o fundo de sua mente.

"Ok. Ok, você venceu", disse Ricardo, a voz tensa. "O carro é seu. Pode ficar. Apenas deixe minha irmã ir. Deixe a gente ir embora a pé."

Ele estava disposto a abrir mão do carro, de qualquer coisa, para tirar Sofia daquela situação.

Léo olhou para ele, saboreando a vitória. Ele adorava a sensação de poder sobre aquele homem que, no fundo, ele sabia que era o verdadeiro dono de tudo.

"Deixar vocês irem embora?", Léo riu. "Ainda não. Eu tenho uma proposta melhor."

Ele se aproximou de Sofia, que ainda estava sendo segurada, tremendo de medo e raiva. Ele passou os dedos pelo cabelo dela, um gesto que fez o estômago de Ricardo revirar.

"Você pode ir", disse Léo, olhando para Ricardo com um desprezo profundo. "Mas ela fica. Ela vai fazer companhia pra gente esta noite. Uma forma de pagamento pela humilhação que a sua esposa me fez passar quando me demitiu."

O ar pareceu ficar rarefeito. A proposta era tão vil, tão monstruosa, que por um instante Ricardo não conseguiu processar. O mundo parou. O som dos pássaros, o vento nas árvores, tudo desapareceu. Só restava o rosto sorridente e perverso de Léo e o terror absoluto nos olhos de Sofia.

Aquele era o limite. A linha que nunca poderia ser cruzada.

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