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O Contrato - Minha Ragazza
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Capítulo 3 Henry McNight

Alguns anos atrás.

- Você vai ter que assumir o império da sua família - disse meu pai.

- Eu não posso. Tenho apenas 15 anos.

Estávamos na sede da máfia.

- Você tem que começar desde agora. - Ele respirou fundo. - E esse é o seu tutor. Ele vai te ensinar tudo o que precisa para continuar honrando o nome da nossa família.

O homem era careca, franzino e muito alto.

Meu pai sempre foi muito rude. Amor, era um sentimento que não fazia parte da sua vida. Minha mãe faleceu quando eu tinha 12 anos. Ela tinha um tumor maligno no fígado, mas quando o descobrimos, já era tarde demais para qualquer tentativa de tratamento.

Ainda bem que eu tinha a Sandra. Sempre foi a minha babá e veio comigo quando me mudei para Nova Iorque. Sempre cuidou de mim.

Minha família pertencia à máfia italiana. Mas, eu nunca quis ser o Capo. Como o cargo era passado de geração em geração, não tive alternativa a não ser aceitá-lo. Com o tempo, treinei o meu irmão mais novo para cuidar da máfia para mim e ele apenas precisava me deixar ciente de todas as atividades que aconteciam.

- Olha, Henry, eu cuido de tudo pra você, mas com uma condição.

- Qual, Hendrick?

- Você terá que assumir tudo isso quando eu me casar. - Ele apontou para a sala do prédio em que estávamos.

- Até lá, terei que treinar outro.

- Por que você nunca falou isso para o papai?

- Sabe como é. Quando é de geração, não se questiona, apenas aceita.

Três anos atrás:

Meu passado era repleto de esqueletos escondidos em armários. Eu não matava ninguém, mas era a mão que mandava executar. Isso fazia de mim, um criminoso do mesmo jeito. Tudo tinha que ser do meu jeito e quando eu queria, em especial com as mulheres. Comigo não existia a arte da conquista. Eu queria, eu tinha, simples assim. Se eram casadas, o dinheiro resolvia. Meus soldados compravam seus maridos, ou os ameaçavam.

Claro que isso sempre funcionou.

Criei um afeto pelo meu tutor e o chamava de tio, o que só após muita relutância ele aceitou. Seu filho era mais velho do que eu e fomos treinados juntos. Eric sempre amou essa vida na máfia e gostava de viajar. Trabalhava em um escritório de advocacia em Nova Iorque, comandava tudo lá e era o braço direito do dono. Mas, em uma de suas viagens, foi assassinado. Nada me tirava da cabeça que a máfia alemã quis nos mandar um recado.

Decidi voltar para Nova Iorque e tentar ter a vida de um homem comum, pois só assim descobriria o que aconteceu com Eric.

Assim que cheguei lá, recebi uma correspondência relatando que o avião em que a família Andrade estava, havia explodido no ar. Fiquei um pouco receoso com essa história, pois eles morreram e, logo em seguida, o Eric também.

Será que eles tinham alguma coisa com a máfia alemã? Eric nunca tinha entrado em detalhes de como a família Andrade era, mas enfim, iria descobrir o que estava acontecendo.

- Que bom que você voltou, meu menino. - Sandra me esperava na porta da mansão em que eu morava em Nova Iorque.

- Também estava com saudades, Sandra! - sibilei, abraçando-a.

- Me fala que você vai ficar aqui por muitos e muitos dias?

- Não sei. - Suspirei fundo. - Apenas quero saber o que aconteceu com o Eric.

- Ainda não consigo acreditar no que aconteceu, meu menino. - Sandra me acompanha até o escritório enquanto conversamos. - Você acha que foram os alemães?

- Não sei, Sandra, não sei. Primeiro de tudo, eu tenho que saber no que Eric estava envolvido.

- Chegou uma correspondência para o Eric. - Levantei uma das sobrancelhas e fiquei um pouco receoso. - Essa aqui. - Ela me entrega o papel.

- Estranho. - Não tinha nenhum remetente.

Assim que abri o envelope, comecei a ler os dois papéis que vieram.

"Sim, Eric, se essa carta chegou até você, é porque fomos embora antes do esperado. O destino foi cruel conosco, não tivemos a oportunidade de ver nossa pequena se tornando uma mulher. Mas, como a vida e os negócios não foram generosos, espero que siga com o nosso contrato. Cuide da minha filha e, caso você não consiga, espero que esse tal de McNight seja tão bom quanto você."

- Que porra é essa?!

- O que aconteceu, meu menino?

Não respondi, apenas abri o outro papel que tinha no envelope.

No contrato dizia que, se acontecesse alguma coisa com a família Andrade, Eric teria que se casar com a filha deles e só poderiam se divorciar assim que ela terminasse a faculdade ou quando completasse 25 anos. Se acontecesse algo a ele, teria que designar alguém de sua confiança. Caso contrário, seu segredo seria vazado para toda a imprensa.

Será que era sobre a máfia? Sobre o que Eric estava envolvido? A família Andrade estava no meio de tudo isso?

Minha atenção estava no trecho em que dizia que a pessoa de confiança seria eu. Não acreditava que ele havia me colocado nesse problema.

Mas não poderia arriscar. Não sabia qual era o segredo do Eric e não podia deixar que a máfia corresse perigo.

- Sandra?

- Pois não, meu menino!

- Você conhece a família Andrade?

- O Senhor Andrade vinha aqui às vezes. Ele e o seu Eric se davam muito bem!

Não fazia sentido aquela carta de ameaça se eles eram amigos.

- Sabe se eles têm filhos?

- Sempre ouvia o senhor Andrade dizendo que era para o senhor Eric se casar com a filha dele.

- Ok. - Massageio minhas têmporas. 

- Vai jantar?

- Não, vou para o meu quarto. Tenho várias coisas pra resolver. - Dei um beijo na testa dela antes de subir.

Meu quarto estava todo arrumado, pois sempre avisava um dia antes da minha chegada para Sandra. Ela é a única que sabe dos meus gostos, além de sempre me tratar como um filho.

Decidi ligar para o meu advogado, Guilherme, pois precisava que ele resolvesse tudo sobre o meu casamento.

- Guilherme?

- Henry, a que devo a honra?

- Vou me casar! - anuncio.

- Como assim? Encontrou o amor da sua vida? - ele ri.

- Não, são apenas negócios.

- Pode falar.

- Aconteceu alguma coisa com o Eric, mas ainda não sei bem o que é. - Dei um suspiro longo.

- E? -me incentivou a continuar.

- E vou me casar com a senhorita Andrade.

- Onde você quer chegar com isso? Você só pode se casar com alguém de dentro da máfia. - Me lembrou.

- Sou o Capo di tutti Capi. Sou eu quem faço as regras! - proferi. - Vou me casar, não quero divulgação e nem nada do tipo. Aliás, não quero nem a ver. Apenas assinarei a certidão e quero que ela faça o mesmo.

- Tem certeza?

- Tenho. Quando der os sete anos, eu me separo.

- Ok, vou falar com o Bruno.

- Quem é ele?

- O advogado da...

- Não quero saber nem o seu nome - interrompi. - Então você já sabe dessa história?

- Ok, mas é estranho se casar com alguém que você nem sabe o nome. - Respirei fundo, com certeza ele já sabia o que isso significava. - Sim, o senhor Eric já tinha me instruído. Eu só poderia falar sobre isso com alguém se a pessoa tocasse no assunto, o que queria dizer que ele havia morrido.

- Por que você não me disse nada?

- Sabe que sou leal aos meus clientes.

- Tá certo. - Não poderia ficar bravo, sempre gostei dos trabalhos de Guilherme, justo por sua discrição. - Assim que ela assinar o papel, me avise.

- É claro, Henry.

Os dias foram passando, Guilherme fez todos os trâmites do casamento e apenas recebi um envelope com a certidão assinada por ela. Junto aos papéis, também tinha uma foto sua, mas não quis ver. Era apenas uma menina, e meu único objetivo era saber quem tinha feito isso com o Eric.

 Deixei tudo encaminhado para que Sandra morasse com ela, pois era a melhor e faria bem para a garota ter uma companhia.

 Voltei para Itália e, quando vinha para Nova Iorque, ficava em outra mansão que havia comprado em um outro condomínio.

 Às vezes, saía para tomar um café com Sandra e ela me deixava a par da situação. Nesses três anos, a menina não tinha me dado nenhuma dor de cabeça, era caseira e se dava muito bem na faculdade. Eu sabia, pois sempre recebia suas notas. E, como eu, ela nunca tinha tocado no assunto sobre me conhecer.

Nesses três anos, ainda não sabia o que tinha de fato acontecido com o Eric. Tinha algumas pistas, mas nada concreto.

Tempos atuais:

Tinha acabado de chegar em Nova Iorque e, como o voo era sempre longo, estava super cansado.

Mal coloquei os pés em casa e já percebi que Bruno, o advogado da minha esposa, estava me aguardando.

 - O que é tão importante que não podia esperar que eu descansasse? - não fazia nem dez minutos que tinha chegado.

 - Desculpa, senhor McNight. - Bruno ficou sem jeito. - Mas a senhora McNight quer o divórcio.

 - Como assim? Ela está maluca? - comecei a gritar. - Ainda faltam quatro anos para essa merda acabar.

 - Eu sei senhor McNight, mas ela disse...

 - Eu não quero saber o que ela disse! - não poderia dar o divórcio ainda, tinha poucas pistas sobre o que havia acontecido com o Eric e não poderia colocar o meu legado e muito menos a minha família em risco.

Já se passaram três anos desde a sua morte e não obtive nenhuma pista concreta. Até matei um infiltrado, mas nada além disso.

 - Eu sei, ela quer se casar com outra pessoa - Bruno cuspiu as palavras.

 - Como assim? Quem ela pensa que é? - dei um soco na mesa.

 - Ela...

 - Já que ela quer a merda desse divórcio, sem problemas - interrompi outra vez. Bruno me encarou, surpreso. - Mas diga, que só assinarei se ela vir até mim e me pedir pessoalmente.

 - Senhor, ela não quer te conhecer.

 - Como essa garota ousa?! - não conseguia acreditar que ela era assim, de nível baixo e ainda estar me traindo. Na verdade, isso nem era um casamento de verdade. Fazia poucas horas que tinha transado com a comissária do meu jatinho particular, que nunca era a mesma, já que não queria correr o risco delas se apaixonarem. - Essa é a minha condição.

 Saí andando assim que terminei de falar. Bruno resmungou alguma coisa, mas não entendi, apenas o ignorei.

 Voltei ao meu quarto e me deitei na cama, cansado da viagem.

Meu celular tocou, olhei na tela e vi que era uma ligação do Thiago, um delegado.

- Tudo bem, Henry?

- É claro. A que devo a honra?

- Já chegou, né?!

- Já tinha esquecido como as notícias correm por aqui.

- Esqueceu que sou delegado? Descubro tudo o que quero. - Essa era uma das vantagens em ser delegado por aqui.

- Podemos marcar uma bebida? - sugeri.

- Não posso, vou fazer uma cirurgia amanhã cedo. - Fazia alguns anos que conhecia o Thiago, pois ele também era da máfia.

- Como assim? - ele deveria ter me avisado.

- É uma coisa de emergência, ficarei alguns meses afastado. - Ele fez uma pausa. - Estava pensando em deixar a delegacia em suas mãos.

- Eu?

- Sim! Esqueceu que ainda não sabemos o que aconteceu com o Eric? Não posso pausar a investigação, não sei por quanto tempo irei me afastar. - Respirou fundo ao pausar. - Já estou me cansando de apenas matar os infiltrados, tem alguém nos traindo e olha que está fazendo isso muito bem - confessou.

- Eu sei, eu sei. Por isso que voltei para o meu posto. - Realmente, não poderia deixar as coisas como estavam, já tinha três anos que Eric havia sumido e não tínhamos nenhuma pista concreta. Hendrick era muito bom no que fazia, mas precisava de mim.

- Vou te mandar um e-mail com tudo o que você precisa saber, incluindo casos e funcionários. Já falei com o meu superior e enviei o seu currículo para ele.

- Meu currículo? - zombei. - Um Capo tem um currículo?!

- Henry, você é o único que pode descobrir o que está acontecendo. Nesse tempo que apenas o Hendrick cuidou de tudo, não evoluímos nada.

- Hendrick é ótimo no que faz. - Me ajeitei na poltrona. - Deixei muitas responsabilidades para ele.

- Aliás, ele achou incrível suas recomendações. - Ele deu uma gargalhada. - Ah, e tem uma coisinha.

- Qual?

- Você terá que dar aula para uma turma da Universidade Central.

- Porra, Thiago! Isso já é demais!

- São aulas de direito civil, você sempre se deu bem nessa área.

- Merda! - Eu era formado em direito, havia feito o curso devido à máfia. Era bom ter alguém que entendesse sobre a lei, para quando o Thiago e Guilherme não estivessem por perto. - Ok, Thiago.

- Tem umas alunas gatas - gargalhamos. Thiago era pior do que eu, quando o assunto era mulher.

- Me envie um e-mail falando sobre isso.

- Enviado com sucesso!

- Até mais! Me dê notícias.

- É claro.

Desliguei o celular e o joguei em cima da mesa. Caminhei até o bar que tinha na sala e me servi com um bom uísque.

Mal cheguei em Nova Iorque e já estava cheio de problemas para resolver.

Após saborear a minha bebida, tomei um banho demorado. Fiquei imaginando como minha esposa era e com quem ela queria se casar. Nunca a quis ver pessoalmente. Quando nos casamos, ela era apenas uma menina e eu preferia mulheres mais experientes, que conseguiriam acompanhar o meu ritmo na cama. Não queria uma pirralha se apaixonando por mim.

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