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Seduzione - Nas Mãos do Chefe
img img Seduzione - Nas Mãos do Chefe img Capítulo 5 A primeira vez
5 Capítulo
Capítulo 6 Maldita seja img
Capítulo 7 Quem é Vincenzo Torricelli img
Capítulo 8 Ilusões img
Capítulo 9 A ilha img
Capítulo 10 Morrer de prazer img
Capítulo 11 Monstro img
Capítulo 12 Quem manda aqui, sou eu! img
Capítulo 13 Confusa img
Capítulo 14 Agora vou morrer de vez! img
Capítulo 15 Consequências img
Capítulo 16 Incêndio img
Capítulo 17 Descontrole img
Capítulo 18 Erro número um img
Capítulo 19 Incerteza img
Capítulo 20 Ele não muda img
Capítulo 21 Um novo amigo img
Capítulo 22 Nos seus braços outra vez img
Capítulo 23 Agora estou perdida img
Capítulo 24 Grande erro img
Capítulo 25 Eu não queria ter feito isso img
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Capítulo 5 A primeira vez

Malu

Me virei para olha-lo e ele me encarava. Caminhou até a varanda do quarto e eu fui logo em seguida. Ele tirou seu paletó preto jogando em cima de um sofá que havia na varanda e ficou somente com um colete preto que me deixava enlouquecida fazendo minha calcinha molhar só de olhar.

- É assim que você deve se vestir todas as noites... Compreendeu Maria Luiza? - Disse ele com sua voz rouca e sexy que me faziam delirar

- Sim chefe... - Eu disse tentando manter o controle

- Logo você se acostuma... Com o tempo nos acostumamos com tudo... tudo mesmo... Não concorda Maria Luiza? - Ele pergunta, mas permaneço em silêncio e continuo evitando encara-lo.

Sei que mesmo ele sendo um ordinário mentiroso quando o olho ainda vejo o Vincenzo Torricelli das capas de revistas e dos outdoors por quem me encantei como uma estúpida logo de imediato. E isso me deixava um pouco fora de si. E naquele momento era o que eu menos queria. Pois, tinha um único objetivo, seduzi-lo, ganhar sua confiança e por fim sumir desse inferno. Mas, com essa tentação por perto era quase impossível.

- Foco Malu... Foco... Respire e inspire... e jamais perca o foco.

Saio dos meus pensamentos ouvindo sua voz:

- Escute Maria Luiza, saiba não vai mais acontecer o que houve hoje com relação ao Jairo. Todas aqui o temem e você deve ter percebido o motivo.

'Claro que percebi, esse sujeito é um animal. - penso enquanto ele continua falando

- Isso foi algo inusitado, somente para você comprrender quem manda por aqui. Mas, eu não quero e não tolero o rosto das minhas garotas marcados. O único que tentou isso já não existe mais para contar história. Aqui nenhuma "ragazza" (garota) apanha... há não ser é claro que imploram por isso. Entendeu? - ele fala friamente

- Sim chefe... - respondo e gelo com o que ouço

- Venha aqui... - ele ordena

Me aproximei e ele pegou no outro lado do meu rosto olhando com bastante atenção.

- A maquiagem esconde bem as marcas...

- Sim... as marcas físicas são sempre fáceis de esconder. Mas, aquelas que ficam na nossa memória e no nosso coração são impossíveis de esquecer ou apagar. Há não ser que alguém decida mudar. - Eu disse olhando pra ele com um olhar meigo, ele me encarou intensamente como se quisesse me devorar ali mesmo, mas depois se afastou rapidamente de mim me deixando ofegante e confusa.

- E... Eu vou dar um jeito de resolver o seu problema. - Ele fala e não compreendo de imediato

- Qual problema? - Perguntei o olhando

- De ser virgem. - ele responde rapidamente

- Aqui virgindade é um problema tão grande assim? - Perguntei.

- Sim, eu não sou romântico, logo não pense que comigo vai ser a "primeira vez dos sonhos". - Ele fala sem me olhar

- Talvez... Eu.. não queria que seja um sonho ou tudo perfeito... - Eu disse olhando pro lado.

- O quê? Esta me respondendo? - Disse ele se aproximando novamente.

- Não chefe... Apenas disse o que pensei. - falo baixo

- Pois me pareceu o contrário... não me provoque Maria Luiza ou retiro minhas palavras e lhe castigo sem piedade agora mesmo. Entendeu? - ele fala sério me fazendo gelar

- Como seria esse castigo? - Perguntei com medo imenso dele me mostrar como, mas precisava ser ousada.

- Ah! Você está me provocando Maria Luiza? - Ele disse pegando meus cabelos na nuca e apertando.

Eu apertei um pouco os olhos pois doeu, ele soltou devagar meus cabelos e passou os dedos pela minha boca dizendo:

- Cuidado com o que você fala Maria Luiza. Não brinque com fogo, se tem medo de se queimar.

- Quem lhe disse que tenho medo Chefe? Não posso falar o que penso? - Perguntei.

- Não pode! Aqui quem fala e ordena sou eu! - Ele disse firme.

- E fazer, você faz? - Perguntei sem pensar, mas logo me arrependi.

Com raiva ele pegou novamente em meus cabelos.

- Merece um tapa Maria Luiza, mas não quero estragar seu rostinho lindo... - Disse ele bem próximo de mim me olhando com intensidade, fazendo tudo queimar

- Aí! É disso que eu gosto chefinho... ou será que devo te chamar de Vincenzo Torricelli? - sussurro no seu ouvido e ele me olha assustado como se tivesse sido pego em algo muito grave

- Do que me chamou? - ele pergunta assustado

- Te chamei pelo seu verdadeiro nome. Ou pensa que sou estúpida e nunca olho as revistas nas bancas de jornais? Ou vejo redes sociais? Sei muito bem que não se chama Bernardo, mas sim o renomado dono dos melhores restaurantes gourmet da América Latina. - falo sem medo

- Está querendo o que com tudo isso garota? - Perguntou ele furioso, mas ao mesmo tempo sentia tesão exalando pelos seus poros .

- Se eu disser o que desejo, o senhor me castiga chefe? - pergunto ousada

- Ordinária! Diga logo o que deseja, eu te autorizo. - Ele fala com fogo no olhar

- Estou querendo você há muito tempo... desde que cheguei aqui. Será que ainda não percebeu isso? - Eu disse encarando ele.

- Está de joguinho comigo não está? Eu não tiro a virgindade de ninguém e já te disse o motivo. Não sou delicado com ninguém, principalmente com as mulheres e você vai sofrer com isso. - Ele fala como se realmente se importasse, mas tudo nesse lugar era falso e ele era a maior decepção de todas

- Não chefe, não é nenhum joguinho. Eu apenas queria que fosse o senhor a me ensinar tudo o que não sei. - falo friamente, mas com voz baixa como se fosse uma submissa

- Isso não vai funcionar comigo sua safada, ordinária... fique sabendo que não caio nessas histórias. - Ele fala nervoso

- Se me permite eu queria falar o que eu penso de novo... Posso chefe? - pergunto me fazendo de rogada

- Fale, eu permito. - Ele responde me olhando intensamente

- Acho que o senhor não deveria deixar alguém ter a mulher que escolheu primeiro. O senhor é o chefe e deveria ser sempre o primeiro em tudo. Não acha? - pergunto e ele puxa meu cabeço com mais força, mas eu percebia o quanto ele estava excitado com tudo aquilo que estava ouvindo

- Sua abusada, é isso que você quer? Vou te dar então. Mas, depois não diga que não te avisei.

Ele me pegou pela cintura colando nossos rostos, tento beija-lo e ele segurando no meu cabelo me virando de costas encostando minha bunda no seu p@u me dando um tapa e dizendo:

- Nada de beijos Maria Luíza! Nunca beijo minhas mulheres! Te avisei que sou bruto, violento e estúpido com todas. E mesmo assim você disse que queria perder a virgindade comigo... então aceite e nada de gracinhas ou vai se arrepender.

Ele me pega com força pela cintura me empurrando para dentro do quarto e me jogando na cama. Tirou sua camisa e logo estava em cima de mim tirando meu vestido me deixando somente de lingerie. Seus lábios beijavam, chupavam, mordiscavam e lambiam o meu pescoço. Enquanto suas mãos deslizavam sobre meu corpo... Confesso que eu estava gostando daquilo, meu corpo queimava... ele se levantou tirando o cinto da calça, depois a calça e por fim a cueca. Seu membro já estava ereto e como era grande, fiquei apavorada, com certeza ele vai me machucar, mas não dá mais pra recuar.

Ele pegou uma camisinha no bolso da calça, abriu, em seguida colocou no seu pau e novamente veio pra cima de mim como um animal faminto. Se livrou logo da minha lingerie me deixando completamente nua. Ficou admirando o meu corpo por alguns segundos, eu estava morrendo de vergonha, mas agora era muito tarde para ter pudores. Não foi isso que eu pedi? Então era o que eu teria e pior não tinha nem a possibilidade de exigir que parasse. Pois, isso seria o mesmo que me entregar de bandeja nas mãos do Jairo.

Os dedos dele deslizavam em meus seios, descendo pela barriga, passando entre as minhas pernas, eu dei um leve suspiro, ele abriu as minhas pernas e se encaixou em mim. De repente sem delongas começou a penetrar. Ele me puxou com tudo para ele, eu gemi alto, mas não de prazer e sim de dor. Ele me olha sorrindo e fica claro que fez propositalmente, só pra me machucar...

- Desgraçado! Como pude me iludir tanto com você? Maldito! - penso entre um gemido de dor e outro

Naquele momento eu senti todo prazer dentro de mim se desfazer... Até uma lágrima caiu dos meus olhos. A medida que ele ia me penetrando eu sentia mais dor, pois não havia rompido o imem ainda. Eu ainda era virgem, mas não tinha como recuar. Ele não era nada delicado, me segurava com muita força, me penetrava cada vez mais rápido e com mais força. Eu precisava aguentar aquilo... Como eu podia ter pensado que seria diferente?

- Ele não é o homem por quem me apaixonei nas fotos e com quem tinha os sonhos mais ousados desse mundo.

A dor era insuportável, eu chorava em silêncio tentando não demonstrar o quanto estava sofrendo. Assim que ele me rompeu começou a ir mais e mais rápido. Eu juro que não sentia o prazer que senti quando começamos, eu só sentia dor, algo me destruindo e meus sonhos com uma primeira vez perfeita se esvaindo.

Depois dele não aguentar chegou ao seu auge e se levantou indo pro banheiro.

E eu fiquei deitada ali sem me mexer, meu coração doía, eu queira ser engolida pela terra naquele momento. Foi horrível para mim, eu sangrei, meu corpo estava imóvel, eu sentia dor, só conseguia me encolher na cama e puxar um pedaço do lençol cobrindo meus seios e partes íntimas. As lágrimas escorriam sem controle. Eu só desejava uma coisa naquele momento... morrer.

Mas, meu sofrimento estava somente começando. Depois de um tempo ele voltou do banheiro, pegou sua cueca, a calça e se vestiu novamente.

- Eu disse que não seria do jeito que você estava imaginando... Mas, você se iludiu não sei porque, mas agora já é tarde Maria Luiza e você estará marcada pra sempre. - ele disse arrumando o sinto da sua calça sem demonstrar nenhum remorso pelo que acabou de fazer

Eu não disse nada, continuei imóvel, envolvida no lençol e de olhos fechados.

- Se levante Maria Luíza, tome um banho, se vista e volte pra cama... Eu já volto.

Ele dizia abotoando os botões de sua blusa e saindo do quarto.

Reuni forças pra levantar e ir até o banheiro, liguei o chuveiro e entrei. Sentei no chão do box e fiquei ali chorando por uns vinte minutos. Eu estava arrasada e totalmente destruída. Como ele pôde ser um homem frio e sem coração? Eu jamais me apaixonaria por um homem assim.

Depois de ficar ali um tempo, me levantei, terminei o banho, coloquei a camisola e voltei pro quarto assim como ele ordenou.

Os lençóis da cama já haviam sido trocados. Me sentei na cama e fiquei esperando. Depois de minutos ele voltou, entrou todo suado e sem camisa, foi direto pro banheiro e depois de um tempo voltou só vestindo uma cueca box preta.

- Deita aí.... - Ele disse e eu me deitei.

- Você precisa se entregar mais se não quiser que eu vá transar com a Rebeca toda vez que terminar de transar com você... - ele disse se deitando e eu morria ainda mais por cada palavra que ouvia

Em silêncio eu permaneci, mas eu juro que aquilo doeu muito, pois eu estava apaixonada por ele ou pelo que imaginei que fosse. E fui usada da pior maneira possível.

- Durma, amanhã você vai sair comigo... - Ele disse apagando a luz do abajur

Me virei para o lado dando as costas pra ele, me cobri e fechei os olhos tentando não chorar. Não poderia deixar que suas palavras frias me fizesse sofrer, o que ele fez foi o suficiente.

Sentia sua respiração em meu pescoço, bem próxima, mas logo se afastou e ali acordada entre lágrimas desejando a minha morte eu adormeci. (...)

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