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A proposta do bilionário
img img A proposta do bilionário img Capítulo 1 Prologo parte 1
1 Capítulo
Capítulo 6 É uma parte da verdade. img
Capítulo 7 mas isso podemos ir negociando. img
Capítulo 8 depois a traiu com qualquer mulher que passasse por sua frente. img
Capítulo 9 Vamos causar um bom escândalo, o que acha img
Capítulo 10 Eu que vou pagar, não se preocupe com isso. img
Capítulo 11 Eu agradeço o convite, mas tenho outros planos. img
Capítulo 12 Ela não pode fazer nada contra você img
Capítulo 13 Não sabe como estou feliz por vocês img
Capítulo 14 decidi me afastar. img
Capítulo 15 Gostaria de casar de branco. img
Capítulo 16 Ele pudesse baixar a guarda. img
Capítulo 17 Não podemos deixar dúvidas sobre o que sentimos um pelo outro. img
Capítulo 18 Emma não era tão inocente quanto eu pensava img
Capítulo 19 O tom dele era carregado de curiosidade img
Capítulo 20 Depois, voz baixa e controlada: img
Capítulo 21 Nick é um covarde img
Capítulo 22 garanti isso experimentando o vestido umas catorze vezes img
Capítulo 23 imperceptível da respiração dela img
Capítulo 24 Seus olhos se encheram de lágrimas img
Capítulo 25 algumas regras antigas caíram img
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A proposta do bilionário

Autor: Dani vences
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Capítulo 1 Prologo parte 1

Jemes

Olhei para o convite em minhas mãos. O hotel irá fazer um baile de máscaras na noite de natal, homens de preto e mulheres devermelho. Uma máscara preta foi deixada com meu convite. Eu poderia ir para outras festas mais interessantes, mas a vantagem desse baile é que não vou precisar lidar com o trânsito e, quando estiver entediado, posso voltar para o meu quarto. Meu celular toca e eu olho na tela; a palavra "Mãe" parece saltar para fora. Era a décima ligação do dia. Ela quer me convencer a ficar com meu avô, para que eu "puxe um pouco o saco do velho".

- Oi, mãe! - Atendi, decidindo que seria a última vez essa noite que deixaria ela me perturbar.

- Onde está? - Ela pergunta.

- No quarto de hotel, não pretendo sair hoje. - Mentir não tem por que, não devo satisfação a ela.

- Jemes, você está abrindo espaço para aquele bastardo se aproximar do seu avô. - Ela fala irritada.

- Meu avô me expulsou da mansão, mãe, o que quer que eu faça? - Minha mãe me fez morar com meu avô, me fez "puxar o saco" dele, mas nunca consegui ser o neto favorito.

- O bastardo vai conseguir a cadeira que, por direito, é sua, Jemes, não vê isso? - Puxei o ar. Nicholas sendo o CEO da empresa, isso é algo difícil de engolir, admito.

- Isso só vamos resolver depois que meu avô morrer, mamãe, e sabemos que o velho está longe disso. - A verdade é que não gosto de pensar nisso, então afastei meus pensamentos.

- O bastardo deve estar agora lá, lambendo as botas do seu avô. Eu falo que vai perder a sua herança se não ficar esperto. - Puxei o ar.

- Tchau, mãe, não me ligue mais. Amanhã dou uma passada na mansão para ver como o velho está, mas duvido muito que ele sinta minha falta. - Desliguei o telefone antes que ela dissesse algo.

Me vesti e desci para o baile. Até que está animado, a música toca ao fundo e as pessoas dançam. A máscara tira a inibição das pessoas e me traz o conforto de não ter olhares voltados para mim. Desde que fui expulso da mansão Carter, sou alvo de comentários, o que irrita cada vez mais meu avô conservador.

Caminhei até o bar. Algumas garotas conversam e percebo que estão tentando adivinhar quem são os homens de máscara. Elas me olham e sorriem. Peguei um copo de uísque e olhei pelo salão. Uma garota que parecia estar perdida chamou minha atenção. Seus cabelos negros e estão caindo feito cascata. O vestido vermelho parecia um pouco maior do que ela, mas, ao mesmo tempo, se tornava encantador.

- Boa noite! - Falei quando a alcancei. Ela me olhou assustada, com certeza não deveria estar aqui.

- Boa noite! - Ela falou, abrindo um sorriso que fez meu coração disparar.

- Se perdeu dos seus amigos? - Perguntei, ela obviamente estava sozinha.

- Estou sozinha essa noite. - Ela falou, um pouco triste.

- Eu também, podemos fazer companhia um para o outro, o que acha? - Ela pareceu pensar sobre isso.

- Também não tem amigos? - Ela perguntou, de maneira tímida, o que me encantou. Não costumo sair com garotas tímidas, essas garotas na verdade não são meu tipo, mas há algo nela, algo diferente.

- Tenho muitos, mas meus amigos só me metem em problemas, e preciso ficar longe de problemas por um tempo. - Falei a verdade, ela sorriu.

- Bem, posso ser sua amiga hoje. - Balancei a cabeça.

- E como é o nome da minha nova amiga? - Ela sorriu. Seus olhos eram de um verde profundo e seus lábios, um batom vermelho que parecia não combinar com ela. Não sei explicar por que tenho essa certeza.

- Não direi, eu não deveria estar aqui. - Ela falou, olhando para os lados como se estivesse tendo certeza de que ninguém nos observava.

- Que misteriosa a minha nova amiga é. - Ela baixou o olhar e depois sorriu, como se lembrasse de algo.

- Hoje eu posso ser o quem eu quiser. - Ela colocou a mão na máscara prateada. - Só por hoje.

E isso me fez ter certeza de que ela não deveria estar aqui.

- Quer me deixar curioso, não é? - Ela piscou para mim.

- Um pouco de mistério, Sr. Carter, não te fará mal. - Então, sabe quem eu sou.

- Vejo que eu não consigo fazer o mesmo mistério. - Ela sorriu.

- Seus lindos olhos te entregam. - Dei de ombros.

- Está me intrigando, senhorita misteriosa, por acaso nos conhecemos? - Ela balançou a cabeça.

- Eu o conheço, mas o senhor não me conhece. - Percebi que estava muito próximo dela e olhei para meu copo de uísque.

- Me acompanha em um drink no terraço? - Ela balançou a cabeça.

- Gosta de levar as suas garotas para o terraço, não é? - Avaliei, não me lembro dela, mas a máscara impede que eu reconheça seu rosto de qualquer forma. Olhei para o colar de diamante que ela usava no pescoço. Ela deve ser filha de algum magnata.

- Não sabia que me pertencia. - A puxei para mim de maneira rápida.

- Sr. Carter, estão nos olhando. - Ela sussurrou.

- Como se chama? - Ela balançou a cabeça em negativa. Eu me afastei dela.

- Estarei no terraço com uma garrafa de champanhe. - A deixei ali e fui ao bar pedir uma garrafa e duas taças. Quando me virei, ela havia sumido. Decidi fazer o que prometi e seguir para o terraço. É um dos meus lugares favoritos daqui, onde o barulho do hotel não chega, mas não sabia que minhas idas lá estavam sendo observadas ou comentadas pelos hóspedes.

Assim que abri a porta, eu a vi, linda, banhada pela luz da lua. A minha dama misteriosa me esperava. Ela sorriu para mim.

- Decidi vir na frente. - Me aproximei, entregando a taça para ela.

- Gosto das atrevidas. - Percebi que ela revirou os olhos.

- Jemes Carter é o solteirão da década.

- Então leu a revista? - Quando completei 30 anos, me tornei "elegível" para o casamento. O jovem herdeiro Carter precisa se casar, e desde então tenho sido alvo das desesperadas.

- Um partidão. Tem linhagem aristocrática e gosta de garotas loiras. - Ela riu. - É o príncipe da era moderna, Jemes.

- Então veio aqui com a intenção de me seduzir e se tornar a senhora Carter? - Ela balançou a cabeça.

- Não me casaria com você. - E dessa vez, senti que ela estava sendo verdadeira.

- E por que não? Talvez eu queira me casar. - Ela balançou os ombros.

- Não comigo. - Talvez eu a conheça, deve ser uma das filhas de algum magnata rico hospedado no hotel, mas o vestido, ainda folgado em seu corpo, me faz pensar que ela não estava preparada para esse baile. Pode ter chegado em cima da hora.

- Como se chama? - Ela sorriu e mexeu sua taça.

- Não vai abrir? - Ela falou. Olhei para a garrafa ainda em minhas mãos. Essa garota me faz perder a noção do tempo.

Abri a garrafa e a servi.

- O que quer para tirar essa máscara? - Perguntei para ela, que agora tomava a champanhe e parecia mais relaxada.

- Não quer saber quem sou, Jemes. - Ela olhou para a lua, e tudo que eu queria naquele momento era beijá-la.

- É o que eu mais quero. - Falei, me sentando ao seu lado. - Por que manter esse mistério? Sabe que até o fim da noite eu irei beijá-la.

- Quem disse que quero beijá-lo? - Sorri e peguei o celular na mão para ver quantos minutos faltavam para meia-noite. Faltavam exatamente cinco minutos. Virei o celular para ela.

- Falta pouco, iremos ter que esperar para ver. - E antes que eu conseguisse guardar o celular, o nome "Allen" apareceu na tela e senti meu coração disparar. Por um momento, senti vontade de desligar, talvez não fosse nada, mas e se fosse?

- Alô, me diga que o velho sentiu minha falta e quer ouvir minha voz. - Houve um silêncio.

- Sr. Carter, seu avô está no hospital. Ele teve um infarto. - Senti como se alguém tivesse socado meu estômago. Aquele velho não pode morrer.

- Estou indo. Me mande o endereço. - Falei, desligando o celular. Olhei para a garota, que estava assustada.

- Meu avô está no hospital. Fico te devendo um beijo. - Não esperei por sua resposta. A verdade é que a única coisa que eu queria naquele momento era a certeza de que meu avô estava bem. Aquele velho não pode morrer, não enquanto está brigando comigo. Mas, do jeito que é ranzinza, ele fará isso só para me deixar culpado pelo resto da vida.

            
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