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A Mulher Misteriosa

A Mulher Misteriosa

Autor:: James Nungo
Gênero: Jovem Adulto
Bryan Narrando Não sei quem é ela, mas não consigo sair das suas quentes pernas. Me sinto dominado completamente e a sua respiração no meu pescoço nos caminhos da nuca me arrepia a cada segundo. Ela não tira a sua máscara de jeito nenhum, mesmo que eu queira aproveitar o momento quente e excitante para tirar e ver a cara dela, ela é muito esperta, muito mesmo. O seu perfume mais parece feito pelas mãos de um feiticeiro com a intenção de me deixar louco e muito louco. Não tenho escolha agora. Tenho que sair antes que minha esposa lhe encontre aqui. Eu tenho que proteger a minha imagem de um homem sério e focado, como sempre o meu pai disse: "Você é um verdadeiro homem, não é mais um menino, e um verdadeiro homem tem que ter foco e você está focado numa mulher só para poder crescer na vida. Não falta muito para ficar com toda a fortuna do seu pai e eu não quero que um delinquente fique a gerir a minha fortuna. Não quero um menino se fazendo de homem, mas sim um verdadeiro homem". As palavras do meu pai foram bem profundas e eu tento a cada dia não o decepcionar, mas é difícil com esses olhos atrás da máscara me encarando com desejo, olhos verdes e expressivos. Não sei se serei um bom homem diante de olhos que me comem com veemência.

Capítulo 1 O Jogo Mortal

Na noite que começa com um frio mais leve sinto a parede gelada nas minhas costas quando ele me joga contra ela. E a minha mente indo para os caminhos que chamam o intenso prazer traçado pela minha grande expectativa.

O grande quarto luxuoso é o palco onde nós dois, loucos, nos beijamos sem pausar, sentindo o fôlego faltar e rindo muito por conta da pressa do homem em chegar nos "finalmentes".

– Calma, não tenha pressa. – digo.

O cheiro forte de uísque misturado com cerveja e outros líquidos que o maldito ingeriu polui o ar, mas tenho que suportar.

Sem tirar a minha máscara para não acabar com o meu disfarce sei o que tenho que dar a ele para me dar todas as respostas do CEO que na verdade está atrás de uma fachada que move dólares e dólares.

Eu tenho que fazer de tudo para conseguir alcançar o meu objetivo antes que o tempo se esgote. Claro que tenho nojo do que estou fazendo, no entanto tenho que fazer para ganhar a minha liberdade.

Estar no mundo dos perigos é algo que não desejava para ninguém, mas depois que o tempo passou, não sinto mais medo e só continuo causando mais perigos para minha vida por conta de um motivo que poucos tem o conhecimento.

Até o meu atual namorado não imagina o que ando fazendo para manter a minha vida de luxo que esconde muita coisa que não me orgulho de jeito nenhum, coisa que me faz...

O homem já está na clareza de embriaguez e de certeza que não sabe mais o que está fazendo e agora é um bom momento para fugir das suas mãos, pois ele está com uma sede muito forte de me penetrar, mesmo que eu não esteja pronta, não esteja lubrificada para lhe receber.

Respiro fundo quando ele me beija vezes repetidas com a sua respiração pesada de alguém que tem urgência de alcançar o seu objetivo que lhe torna egoísta para um momento de prática, que era para ser importante, no entanto neste caso promíscua.

– Sua gostosa, me dê o que eu quero. – ele diz com uma voz de zumbi e eu aproveito dizer:

– Claro, eu dou-te o que tu queres e tu me dás o que eu também quero. Não é justo?

– Não trabalho com justiça, então não sei analisar assuntos inerentes a justiça.

– Eu sei que tu és um político, então não precisa aplicar este golpe contra mim. Essas palavras não são válidas, não fuja do jogo.

– Afinal estamos num jogo? – ele diz.

Ele me aperta contra a parede e puxa o meu longo e preto vestido para conseguir alcançar as minhas nádegas.

– Estamos sim. – digo em seguida dou um beijo na sua boca, ele me coloca no chão e depois aproveito o momento para passar a minha mão pelo seu pênis escondido e endurecido.

– Interessante. – ele diz e como forma de se vingar volta a me elevar agarrando as minhas nádegas com força.

– Quem é ele? – eu pergunto numa voz sensual.

– Ele quem?

– O CEO da DREAMY.

Ele me beija e com os seus dedos habilidosos afasta a calcinha para poder mergulhar os mesmos dedos na minha vagina antes de ficar molhada.

Não o impeço, mas calculo os seus movimentos para poder arrancar as verdades que irão resolver o meu caso e conseguir da forma mais fácil o principal objetivo.

– Só isso, não se preocupe. Tu és o meu troféu. Faz um bom tempo que estou atrás disso e não é hoje que vou perder a oportunidade por conta da merda da empresa.

Escutando as suas palavras não sinto nem um minguado de verdade nas mesmas, pois a sua voz também deixa a coisa mais artificial. Porquê que ele revelaria tudo de uma só vez sem resistência, mas estou preparada para tudo.

– Muito bom, eu te dou o combinado e você conta tudo.

O meu trabalho vai em estágios, antes de sair de casa para executar qualquer atividade desenho tudo, faço um plano que é quase perfeito, mais perfeito que a própria realidade, sou assim, perfeccionista autêntica, faz parte da minha personalidade.

– Certo. Negócios são negócios.

Ele me esfrega contra a parede e tira a parte de cima da minha blusa assim deixando os meus seios à mostra e em seguida começa a chupar um deles fazendo movimentos excitantes que fazem com que a minha vagina comesse a pulsar e aí começando a molhar, em seguida como se tivesse lido a minha mente introduz o seu dedo máximo com delicadeza, pelo menos estou alguém que sabe das coisas, me surpreendendo pela positiva. Solto um gemido que mais fica exagerado para lhe excitar ainda mais.

Me deixo levar pelo prazer, mas não deixo o que está em minha mão escapar, coisa que ele de certeza não imagina que seja o meu truque mais letal nesse jogo perigoso.

– Tens camisinha? – pergunto com uma voz bem baixa como uma forma de lhe fazer sentir mais excitação e caso não tenha a sensação de estar a perder uma oportunidade de ouro.

– Calma, ainda não chegou o momento de falarmos disso, ainda quero te castigar.

– Eu prefiro te desafiar a sentir os meus castigos.

– Castigos de uma mulher. – ele diz em seguida ri. – quer me foder?

– Sim, quero te foder. – eu digo com toda ousadia.

Durante os amassos vejo a fotografia da família do homem incluindo ele mesmo e isso é essencial para o meu trabalho. As minhas lentes fazem o trabalho automático assim gravando a imagem que é uma das chaves para o sucesso do meu serviço.

– Gosto de desafios. – ele diz exalando o machismo em sua voz.

– Coloque-me no chão e vamos a isso. – o provoco com a frase.

– Às suas ordens, madame. – ele diz me colocando no chão em seguida.

O meu trabalho será bem interessante então, logo que me deixa no chão deixo outra provocação verbal.

– Prepare-se para implorar por mais prazer.

Continua...

Capítulo 2 O Jogo Mortal Dois

Com a minha mão no seu pénis sufocado pela sua grande barriga já exposto fora da sua cueca, dou-lhe um beijo demorado na boca enquanto isso coloco um pouco de pressão no seu membro.

– Está bom assim ou quer algo mais ousado? – pergunto-o na esperança dele ter achado a situação normal, com nada de novo.

– Na verdade eu não sabia que você já tivesse começado a fazer algo extraordinário. – ele responde com um ar simples.

Bem que esperava uma resposta assim para me dar uma motivação de fazer o homem chorar pelo que está por vir. Me coloco de joelhos, solto o seu pénis, assim com as mãos livres desço a sua cueca e as suas calças em simultâneo.

– Agora está um pouco interessante. – o homem diz apalpando o meu cabelo. – Se quiser me deixar impressionado vai ter que tirar a máscara.

Com essas palavras ele pode colocar em risco a minha missão e a mim mesma, não posso deixar com que ele dê um passo a frente de mim, eu já desenhei este plano e ninguém pode estragar, ninguém mesmo, tenho que pensar rapidamente em algo convincente para que não tire a minha máscara. Se ele por acaso descobrir a minha identidade serei obrigada a eliminá-lo sem pensar duas vezes.

– Tem certeza que isso é necessário? – pergunto ainda tirando as suas calças, cada pé de cada calça.

– Não preciso ter a certeza porque quem está em busca de algo és tu e não eu. Quem está interessada em me impressionar és tu, e além disso queres uma informação, então como eu entendo muito sobre negócios tenho como proposta a retirada da sua máscara como meada da nossa troca.

– Resumindo, se eu tirar a minha máscara você me dará todas as informações que preciso sobre o CEO da DREAMY? – pergunto agarrando o seu pénis novamente com a minha mão direita e pressionando com pouca força.

– Sim, mas quando fizeres o trabalho completo, pois paguei-te para fazer o trabalho completo.

– 50.000 mambas é um valor aceitável. – digo e de imediato começo a lamber a sua glande causando ao homem prazer que percebo pela sua reação.

Ele me agarra pelos cabelos indicando a sua ansiedade em ser chupado o seu membro, enquanto isso me concentro para não perder de vista a minha arma minúscula que ninguém pode imaginar que seja uma arma, apenas eu sei disso.

– Não seja apressado. – digo e paro de chupar por um instante.

– Pare de enrolar e faça o seu trabalho não tenho todo dia. – um pouco irritado ele diz, no entanto nada digo, apenas olho para ele e volto a chupar o seu pénis, desta vez com muita pressão como se quisesse engolir o seu membro médio por inteiro.

Ele geme pelo prazer, faço os movimentos repetidos, para frente, para fundo da minha garganta e para fora, sempre me concentrando na minha arma minúscula que descansa no chão, o mesmo tem o tamanho de uma semente de limão.

Ele vira o seu rosto para cima por conta do prazer e eu vejo este instante como o momento ideal para colocar o meu principal plano em ação, mas quando volto a minha face em busca da minha minúscula arma, não consigo ver. Perdi a minha pequena arma sem entender como, pois sempre estava controlando.

Sinto uma grande raiva me possuindo no imo, porque odeio falhar, os meus planos não podem falhar de jeito nenhum. Sinto como se esta minha missão fosse uma repetição de uma das missões que custou a vida de um inocente. Não tenho outra alternativa a não ser, fazer a primeira coisa que me aparece pela mente.

Junto o seu pénis e a sua bolsa escrotal, apertando com muita força e juntando-lhe contra a parede, ele grita de imediato e não demoro para imaginar que os seus guarda costas tenham ouvido os seus gritos e que estejam vindo para justamente aqui no quarto.

– É melhor contar tudo sobre o CEO da DREAMY. – ameaço a ele que ainda está em dor.

Com muita dor ele não demora agir por instinto, assim me dando um golpe com o punho fechado, um golpe tão forte que me deixa tonta. Não solto as suas genitais e ele volta a me agredir e caio aos seus pés. Neste instante vejo uma arma de fogo no bolso das suas calças e também bem perto vejo a minha minúscula arma.

– Sua puta de merda, eu vou acabar contigo!!! – ele grita com uma grande fúria que transborda dos seus palavrões.

A coisa que eu sei que é inevitável que ele faça agora, é levar a arma de fogo e atirar contra mim, sendo assim isso não vou deixar acontecer. Ele se abaixa rapidamente para apanhar a armaa, porém eu ainda estando no chão deslizo e chuto a arma para bem longe.

Quando estou prestes a apanhar a minha pequena arma, ele me chuta na cabeça, a dor é tão absurda que fico por um tempo sem nenhum movimento.

Rapidamente ele se aproxima já vestido e sem a arma de fogo na mão o que é uma vantagem para mim.

– Quem és tu? Uma espiã? Merda!!! – ele me pergunta com um tom de um general seguro, coisa que me deixa preocupada porque isso significa algo não bom para meu lado. – É melhor tirar a tua máscara agora.

Com movimentos lentos como se estivesse me contorcendo de dor, apanho a minha minúscula arma do tamanho de uma semente. Levanto com lentidão, de imediato ele vira a sua mão para trás e de lá revela uma arma, em seguida aponta para mim, me aponta com toda firmeza. Levanto as minhas mãos ao alto, assim me rendendo. Porcaria porque que está acontecendo isto? Eu fracassei novamente depois de um bom tempo de prática de qualidade que me trouxe uma grande experiência.

– Tira a tua máscara agora mesmo, antes que eu atire contra ti. – ele ordena.

Eu não posso fazer isso, pois esta missão é muito importante, se eu falhar eu morri, mas também não posso aceitar morrer nessas circunstâncias, porque eu disse a mim mesmo que só descansarei depois de conseguir o que eu quero e ninguém vai me impedir de fazer isso.

– Eu não vou repetir. – ele ordena e se aproxima de mim.

Continua...

Capítulo 3 Missão bem sucedida

Ele me deixa sem nenhuma alternativa, assim só posso tirar a máscara. Isso significa me entregar. Cada passo que ele dá em minha direção é uma pressão que não consigo descrever.

Derrotada, tiro a minha máscara assim revelando o meu rosto.

– Uau, que linda mulher. Linda da forma como imaginei. Agora tira roupa. – ele diz logo fico com os meus olhos arregalados, pois não estava a espera que me ordenasse a fazer tal coisa.

– Mas... Como assim? – pergunto e ele chega bem perto de mim e encosta o cano da arma de fogo na minha testa, pressionando.

A ameaça dele é seguida de uma voz bem firme.

– Eu disse tira roupa, já!!!

Com a arma na minha testa começo a tirar a minha roupa, peça por peça, sem outra opção e de repente alguém bate na porta com uma pressa absurda. O homem mete a mão no bolso, tira uma espécie de controle remoto e clica em direção à porta com a outra mão livre da arma de fogo.

– Entra! – ele diz e a porta é aberta por alguém que entra, armado apontando logo para mim, da forma como se apresenta dá para afirmar que ele é um guarda costas, neste caso só pode ser guarda costas do homem que agora estou na mira dele.

– O que está acontecendo senhor?

– Nada demais, apenas estou acertando uma situação com esta jovem mulher, aguarde lá fora e em breve, depois de terminar o assunto com ela vou descer. – o homem diz como se de algo normal se tratasse.

O guarda costas obedece a ordem do seu superior e sai do quarto assim a gente ficando junto para a continuação da miséria em que estou. No fracasso do meu erro agora eu sou refém daquele que seria mais uma vítima minha para alcançar o meu objetivo.

O que me resta agora no meu corpo é o meu sutiã vermelho e minha calcinha também vermelha. Sobre os meus saltos sinto o cano da arma do homem pressionando contra a minha testa com grande força.

– Tira, continua a tirar... Acho que tu não percebeste o que eu disse, ou tu queres que eu tire por conta própria?

Nada digo e apenas olho para ele nos olhos com uma grande fúria que só me faz pensar na pior forma de acabar com a sua porcaria de vida num golpe lento e letal.

– Mostre as mãos. – ele diz como se fosse policial e organiza as algemas que não imgino de onde vêm.

Obedeço a ordem dele. O nosso contrato foi bem simples, o plano é apenas a gente fazer sexo e depois disso cada um volta para a sua vida. Sendo que eu volto à casa das bonecas e ele volta para sua vida de político de fachada.

Estendo as mãos para frente, neste instante em punho escondo a minha pequena arma que é uma opção de grande significado.

Ele pega nos meus braços e me coloca as algemas, me prendendo com as mãos para trás como se de uma criminosa se tratasse.

Nada digo apenas calculando cada possibilidade de eu escapar das suas mãos e tendo certeza que depois disso acontecer a sua morte é certa.

As suas mãos geladas descem a minha calcinha, assim me despindo em seguida tirando o meu sutiã, me deixando completamente nua, que desgraçado, de certeza que não me conhece.

Cada detalhe do momento gravo com toda calma que anula por algum tempo a raiva que circula dentro de mim. O valor de 50.000 mambas não representa nada para eu sofrer uma situação humilhante como esta, pois eu ganho mais que isso por hora.

Tenho que sair disso e acabar com este inútil, depois vou recolher todos os seus dados que lhe liguem ao meu alvo principal que é o CEO da DREAMY. Resolvendo esta situação ganho a minha liberdade e volto a saber o que é respirar um ar puro.

Ainda me ameaçando com a sua arma de fogo, porém agora sem estar encostada na minha testa vejo o homem organizando o seu pênis com a intenção de mergulhar na minha vagina.

As minhas mãos estão algemadas e estou sem a minha máscara, simplesmente uma batalha perdida, para alguém que não conhece a minha teimosia que chamo de determinação.

– Eu não faço pactos com espiãs. O que quero fazer agora é comer-te da pior forma e por fim acabar contigo. – ele diz no meu ouvido.

Essa é a pior burrice e em simultâneo ofensa que uma mulher como eu pode ouvir nesta vida, então aproveito o momento para morder-lhe a orelha sem pensar duas vezes até que eu consiga arrancar a mesma com os dentes.

O homem grita com toda força dos pulmões e quando tenta usar a sua arma para atirar contra mim, num tapa mergulho a minha arma em forma de semente no lugar onde arranquei a orelha dele, assim, pela dor ele acaba deixando a sua arma cair no chão ao meus pés.

– Ainda bem que a sua dedução é interessante. Talvez eu seja uma espiã de fato. – eu digo depois de ter cuspido a sua orelha.

Ele cai no chão e fica imóvel em pouco tempo, os seus gritos cessam e um barulho é substituído pelos grunhidos do homem que sente a intensa dor e também os efeitos da droga que pôs no lugar por onde o sangue escorre.

– Grande homem, grande homem. Eu não podia deixar com que eu perdesse esta missão. – digo caminhando lentamente para perto do seu corpo imóvel. – Esses são os efeitos da droga que está se espalhando em seu corpo numa velocidade da luz. Agora você vai me dar toda a informação que eu preciso, mas antes diga-me onde é que está a chave destas merdas? – os seus olhos viram para uma parte do seu corpo então logo concluo que a chave das algemas está num dos bolsos das suas calças.

Vasculho nas suas calças até que num dos bolsos encontro a chave e consigo virar os braços para frente e abro a merda das algemas.

Rapidamente visto a minha roupa com a excepção da minha calcinha. Apanho a arma de fogo do homem que deixou cair e pergunto apontando para ele:

– Quem é o CEO da DREAMY? – ele luta com as palavras para poderem sair da sua boca. – Fala já ou eu atiro agora!!!

Novamente alguém bate na porta com uma urgência absurda. Porcaria, só pode ser um dos guarda costas do maldito.

Continua...

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