As cinco da manhã, acompanhada pela primeira neve daquele ano, a jovem Anita Kim, deitada na estreita e fria rua de Buckchon hanok, tradicional aldeia coreana, pensava em seus pais, enquanto suas lágrimas se misturavam com a neve, que molhava suavemente seu lindo rosto sujo de sangue.
Buckchon hanok, fica ao norte dos riachos, cheonggyecheon e o rio jongno, localizado entre os palácios gyeongbok o changdeok, e o santuário real de jongmyo.
Uma aldeia com suas ruas estreitas, consistes em diversos bairros, como Wonseo-dong, Jae-dong, Gye-dong, Gahoe-dong e Insa-dong.
Anita Kim, com seu olhar distante e frio, as mãos sujas de sangue, observava o lindo pôr do sol, que sugava a neve, surgindo no longínquo horizonte da enorme Coreia do Sul, e os edifícios modernos ao fundo da aldeia, ela nunca esqueceu seus pais, tremia de frio e de ódio ao mesmo tempo, mas como tudo tem um fim, o pesadelo acabou.
Anita kim, agora com dezenove anos, moça de beleza e corpo, invejável pelas mulheres, e desejável pelos homens da aldeia de buckchon hanok, cabelos negros e olhos azuis cor do céu, nasceu com os olhos de sua avó brasileira.
O nome Anita, foi dado por seu pai, o brasileiro Ziraldo,
de Santa Catarina, em homenagem a sua avó, que havia falecido dias antes dele embarcar, e o sobrenome Kim, ela herdou de sua mãe a bela coreana, Shoriu-kim.
Os dois se conheceram no píer, dos portos das águias em itapema, Santa Catarina, e se apaixonaram depois de muitos encontros as escondidas, dentro do navio cargueiro onde trabalhavam, que ia do brasil para Coreia do Sul, Ziraldo tinha 20 anos de idade, era soldador naval, e Shoriu-kim, com 30 anos, também soldadora naval.
Durante o translado marítimo, sempre arrumavam um tempinho, para transarem, Shoriu-kim adorava mamar o enorme cacete do soldador Ziraldo, depois implorava para ele arrombar, seu cuzinho asiático, que estava quente e molhado de tesão.
Por meio de conhecidos influentes na política, Shoriu-kim conseguiu visto para Ziraldo, trabalhar e morar na coreia do sul, precisamente na aldeia de buckchon hanok, ela ficou grávida, e Ziraldo conseguiu visto permanente, para ficar na Coreia do Sul.
Com as economias que juntaram, Shoriu-kim e Ziraldo, abriram um pequeno restaurante, na aldeia de buckchon hanok, que servia deliciosos pratos, e diversas bebidas, e por um bom preço, o que fazia o restaurante, estar sempre cheio.
Depois de fecharem o restaurante, Ziraldo não perdia tempo,
lançava a bela shoriu-kim sobre uma das mesas do salão, deixava ela nua, e beijava todo seu corpo, até encontrar uma pequena e rosada buceta, onde ele chupava e mordia ao mesmo tempo, levando a linda shoriu-kim a loucura, e entre goles de soju, ele penetrava a calorosa buceta de sua esposa, até caírem exaustos de tanto gozarem.
E assim era por diversas noites, e todos os dias, a pequena Anita kim, por muitas vezes, viu seus pais se amando, se beijando, sorrindo, e bebendo soju nunca viu uma briga entre os dois,
eles se amavam com paixão ardente, eram um casal, bonito e feliz.
As coisas estavam indo muito bem, o restaurante da aldeia buckchon hanok, era um sucesso, moradores dos bairros vizinhos, vinham comer, beber conhecer o local, e o proprietário Ziraldo, que com suas piadas do brasil, fazia todos mijarem nas calças, de tanto sorrir, era um comediante nas horas vagas.
Turistas que vinham conhecer a aldeia buckchon hanok, sempre paravam no restaurante de Ziraldo e Shoriu-kim porque sabiam que tinha comida e bebida boa, e muita alegria no local, quem não estava gostando do sucesso do restaurante dos pais de Anita kim, eram os concorrentes.
Comerciantes antigos,