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A bruxa perdida

A bruxa perdida

Autor:: IzzyeS
Gênero: Fantasia
Ayla Lawys, uma jovem garota um tanto estranha aos olhos de outras pessoas. Ayla se destacava da multidão desde quando nascera pois ela veio ao mundo com os cabelos negros como a noite e os olhos azuis como o céu, no entanto as pontas finas e sedosas de seu cabelo eram brancas como a neve. Tokyo, 2023 18 anos se passaram e seu cabelo continua igual, a garota sabia que tinha nascido assim pois havia muitas fotos, e além disso nenhuma tinta conseguiu cobrir o banco de suas pontas por mais que ela tentasse. Então ela aceiro que assim nascera e assim iria permanecer por mais estranho que parecesse. Boston, EUA 2023 Will carts 20 anos, o play boy descolado porém cheio de segredos... Pai de Will, Valeryus. - Will?! Seu moleque vá para Tokyo, achamos a garota traga ela ilesa. - Pai o senhor sabe que eu não vou fazer parte disso, deixe-a em paz... O senhor quer começar outra guerra em busca de poder?! Ao ouvir seu filho impertinente uma grande raiva se forma no peito de Valeryus e ele dispara.. - CALADO, seu moleque ingrato já está na hora de seguir o objetivo pelo qual você veio a esse mundo, por um motivo e somente por ele. Os poderes dela iram despertar em breve e quando despertar, há e quando despertar tudo estará pronto e com a sua ajuda ela estará do nosso lado. - Eu já providenciei tudo que será preciso para sua viagem agora vá.. com voz amarga e desgosto no olhar Will responde. - Sim, meu senhor. Dois dias depois... - aaaah diz Will, nunca imaginaria que estaria aqui de novo... E dessa vez... Eu não posso tenho como engana-lo de novo...

Capítulo 1 O começo

18 anos Depois...

Forbs.

- Ayla levanta você vai se atrasar para a faculdade filha.

- aaah, ok ok, já levantei

Ayla se levanta naquela manhã chuvosa com uma forte dor de cabeça, isso nunca acontecerá antes, a garota pensa consigo mesma, na verdade eu nunca quebrei e nem senti nenhum tipo de dor a vida toda..

Trrriin... Trrriin

Ayla foi obrigada a sair de seu devaneio para atender seu telefone.

- Eai garota, já acordou? Não vá se atrasar para a aula novamente, vou esperar por você no portão.

Quem falava do outro lado da linha era Emma sua melhor amiga desde quando Ayla se lembrava.

- há sim tudo bem! Eu logo estarei lá...

- Ayla você está bem garota? Você não parece muito bem.

- sim... Eu estou bem, não se preocupe falo com você em breve já estou me atrasando.

Ayla desliga o celular e solta um grande suspiro.

Puuuff...

Ayla desse as escadas com a mão na parede pois sua cabeça parecia que iria explodir

Os pais de Ayla estavam tomando café, como sua mãe sabia que ela não teria tempo para tomar o café em casa colocaram em um saco para ela comer no caminho.

- Ayla filha... De repente a mãe é interrompida

- aaah minha cabeça.., minha cabeça vai explodir !

Os pais de Ayla olham um para o outro

- mãe, pai eu me lembro de um remédio bem amargo que um amigo de vocês traziam para mim sempre e vocês diziam que era para impedir a dor de cabeça. Desculpe eu parei de tomar as 13 anos, não queria ficar tomando remédio.

- tem certeza disso querida? Acho que você está enganada. Lembro-me que ele trouxe apenas uma vez e você tinha 4 anos. E mesmo que fosse isso não teria como se lembrar com certeza. - diz o pai tentando mudar de assunto.

- não não, eu lembro do gosto e toda semana vocês me davam um suco com gosto muito ruim e eu conseguir associar que era ainda o remédio então eu sempre o jogava fora escondido. E desde então eu tenho sonhos incrivelmente estranhos e agora essa dor.

o pai de Ayla acena com a cabeça para mãe como se tivessem tido uma ideia.

- ayla eu vou buscar ali no quarto uma aspirina eu tomo para enxaqueca pode ser que você se sinta melhor também. - diz seu pai.

Enquanto isso a mãe de Ayla conversa com ela.

- então.. querida? Que tipo de sonhos você vem tendo? - a mãe pergunta como se fosse uma conversa normal.

- é... Pode parecer idiota mas é sempre o mesmo sonho.. mas.. as vezes muda.. e eu só sei que alguém me chama de alteza ou princesa ou vossa alteza real. Sempre muda. E eu estou com uma coroa e fugindo e fugindo e monstros e demônios atrás de mim..

- Nossa - diz a mãe de Ayla com espanto. E tenta mudar de assunto mas é interrompida.

- eu tenho lido muitos livros mãe, acho que deve ser isso.

- qual está lendo agora querida ? - a mãe muda rapidamente de assunto.

- há sim é um título que chamou muito a minha atenção recentemente na biblioteca da faculdade e eu já estava curiosa para lelo e semana passado não resisti depois de um mês namorando ele na prateleira. Se chama A Princesa Fugitiva.

- Humm.. e sobre o que se trata exatamente.

- mais especificamente sobre uma garota que é da realeza porém quando ela nasce a inimiga da rainha pega ela e a esconde em outro lugar para que ela possa matar a rainha e sem herdeiros ela assumir o trono. Então essa mulher se arrepende de não ter matado a garota mesmo depois de assumir o trono e manda seus piores demônios matarem ela.

- Ayla aqui está. - elas são interrompidas pelo pai que acaba de chegar e pega um pouco da conversa. Título muito interessante o pai articula. Não é meu bem ? Se referindo a mãe

- só que a mãe de Ayla ainda estava perplexa. - sim sim, muito criativo.

Ayla toma o remédio enquanto isso.

- obrigada pai até logo já vou indo.

Click a porta se fecha quando Ayla sai.

- Você ouviu isso ?! Ela está quase despertando ! Você deu uma simples aspirina isso não vai adiantar você sabe disso não sabe? Como isso aconteceu e não percebemos?!

- eu lancei uma pequena magina sobre a aspirina e não vai resolver não. Só vai suprimir por enquanto até a gente descobrir o que realmente fazer de fato. Tem que ser algo bom e tem que ser logo. Não podemos esperar por muito mais.

Ele põe as mãos sobre os ombros da esposa e suspira.

-Huff.

Capítulo 2 Um dia estranho

Na quela manhã o dia amanheceu de um jeito estranho, Ayla particularmente gostava muito, um dia nublado e chuvoso, como hoje era o primeiro dia das férias de meio de ano e não haveria aula nos próximos 25 dias, Ayla fez suas rotinas de costume e se sentou na janela com uma xícara de chá e um de seus livros de ficção, Ayla se sentia como uma personagem dentro dos livros e muitas vezes desejava que tudo que lia fosse verdade.

No meio do dia Ayla percebe que ficou lendo a maior parte do tempo, e ainda chovia e nem se via um sinal do sol, ela reparou também que os pais não estavam em casa, ela ficou o tempo todo sozinha e seus pais nem avisaram antes de sair como de costume, outra coisa estranha se passa em sua mente.

Desde o dia anterior ela não falou com Emm e suas mensagens não eram nem entregues quando ela as enviava.

- que estranho - sussurrou Ayla.

Ayla desceu as escadas...

- Mãe, Pai?

...

E não se ouve reposta.

O coração de Ayla dispara quase entrando em Pânico

- calma Ayla, calma. Não é porque eles nunca fizeram isso antes que quer dizer que algo está errado, está tudo bem! - ela disse para si mesma.

E então foi buscando pela casa algum recado que seus pais poderiam ter deixado para ela, pois por SMS ou WhatsApp não avia nenhuma mensagem.

E então pregado a geladeira no imã de panda lá estava o bilhete

- Ayla querida, seu pai e eu tivemos que sair às presas para uma reunião e saímos muito cedo não queríamos te acordar desnecessariamente, não saia pois o tempo está muito chuvoso e também provavelmente chegaremos tarde por conta da chuva.

Plim - uma mensagem de voz.

Ayla é a mamãe, sei que você não conhece esse número e de um colega nosso, estamos sem sinal, parece que a torre de comunicação daqui caiu, mas não se preocupe estamos bem e chegaremos tarde.

Algo está estranho pensou a menina consigo.

A menina comeu algo, assistiu, tomou um banho e deitou no sofá de seu quarto, e então adormeceu.

Quando Ayla acordou já eram 20:40h da noite e tudo estava escuro. A menina pegou o celular, nenhuma mensagem. Tentou acender o abajur e não acendia. Olhou para o celular novamente, sem sinal de internet e sem Wi-Fi,

- que maravilha - ela resmungou, ela olhou pela janela, não havia ninguém na rua por conta do tempo ruim. As luzes dos postes já estavam acessas por conta da escuridão.

No mesmo dia 3 horas da madrugada.

Piiii. Piiii alerta, alerta.

Os pais de Ayla deram um pulo da cama e cada um pegou seu celular no impulso.

A mãe de Ayla olha para seu marido.

- é um alerta de emergência para uma reunião no grande conselho você também recebeu não é ?

- sim eu recebi sim. - Huff ele bufou.

A coisa tá feia algo muito ruim deve ter acontecido, ou vai acontecer. porque eles não mandam mensagem para os dois se não for algo importante, então se a gente recebeu todos receberam.

Trim, trim.

- Oii Mary tudo bem ?

Sim, sim nós também recebemos, ainda não sei vou falar com ele e nos encontramos no caminho. Tudo bem até logo.

- era a mãe de Emma, eles foram convocados também, - a mãe de Ayla passa com as mãos na cabeça e segura o tronco do pescoço. - o que faremos com a Ayla? Deixaremos ela sozinha em casa desprotegida ? A cidade das bruxas é muito longe e se algo acontecer ?

- bom - diz o pai de Ayla, não temos escolha, se um de nós não for levantará suspeitas e daremos mais motivos para eles desconfiarem e acabarem vigiando a gente de perto, e se isso acontecer aí sim descobriram a identidade dela

Ninguém sabe que moramos com uma adolescente e ela já e grande qualquer coisa mandamos ela se esconder na passagem até que um de nós chegue.

No meio do caminho para a cidade das bruxas.

Dentro do carro..

Olá Lucy, olá Eduard. - pais de Ayla.

Olá Mary, Olá Emma e Olá Simon.

Simon é o pai de Emma.

- tia cadê a Ayla? - Diz Emma.

- deixamos ela em casa querida, é mais seguro para ela, e eu deixei um bilhete na geladeira.

Tudo ficará bem, ninguém irá saber.. e por enquanto isso já basta.

Cidade das bruxas 06:30 horas da madrugada.

Ancião do conselho - Raimund Jhow.- Bom já que estamos todos aqui vamos começar.

- como muitos de nós sabemos a uma profecia de que um membro da família real assim nomeada por conta de ser a família de bruxos mais fortes.. reza a lenda de que a última rainha teve uma filha... E que essa menina é a bruxa mais forte antes já vista por ter herdado a força de seus ancestrais.

Burburinho

- é só uma profecia antiga. De vocês velhos anciões. - Diz o filho mais velho da família Davs. - Juliuns Davs.

- Você só pensa assim porque sua família está em 2⁰ lugar no Ranking está com medo de que a posição de sua família seja afetada? Haha. Abra o seu olho a profecia do último oráculo não é mentira. - diz a filha do meio da família Urlys. - Ava Urlys.

- SILÊNCIO - esbraveja a anciã mais jovem - Angelina Lyne. - todos vocês hipócritas e ignorantes estão errados. Duvidam de nós só porque ainda não viram com seus próprios olhos. Se a menina for para o lado dos demônios o mundo dos bruxos está acabado a vida de cada um de nós. Cada família aqui presente será aniquilada.

Hurrm - bufa a mulher.

- um infiltrando nosso disse que a alguns dias atrás os demônios detequitarão a força mágica jamais vista e conseguiram rastrea-la até Tokyo. Os demônios já estão lá a busca da menina. Demoramos de mais para ir em busca dela. - Valeryus, chegou ao meu conhecimento que seu filho está estudando em Tokyo desta vez.. esses jovens de hoje em dia devem achar a vida muito entediante eu suponho ?! já que ele saiu da escola de bruxos. Will investigue e ache a menina você está com seu amigo Luke Blaymers, suponho que seja o suficiente. E mate qualquer demônio que ameace a nossa existência.

Capítulo 3 O Ataque

Ainda na cidade das bruxas.

Os pais de Ayla se entreolhão assustados.

- o que vamos fazer ? - Lucy.

- Eduard - calma. Não podemos nos desesperar, pelo menos não aqui. Chamaremos muita atenção.

- Emma - Bloquearam os sinais dos celulares dos humanos, o meu de bruxa esqueci em casa. Temos que avisar Ayla de alguma modo.

- Lucy - eu trouxe o meu vou mandar uma mensagem de voz com magia vai chegar para ela de um jeito ou de outro, mesmo se não tiver rede lá, por precaução vou dizer que é um telefone de um amigo do trabalho, ela vai acreditar e vai pensar que o sinal oscilou e ela não viu.

- Angelina - os mais jovens estão livres para ir. Já os mais velhos devem ficar. Se vocês tiverem planos desmarque pois vai demorar.

Will já não estava mais lá a muito tempo ele conseguiu uma permissão especial já que foi designado oficialmente pela anciã e era tudo o que seu pai mais queria.

- Lucy - Em, por favor vá atrás a Ayla, ouvi dizer que Will já foi, ele pode acabar achando Ayla. Pegue a Ayla e fuja não importa o que aconteça fuja.

- Emma - sim é claro tia, mas antes..

Preciso dizer algo, eu só vi Will poucas vezes até porque eu não frequento muito a escola de bruxos. Will está na mesma faculdade que nos e ele ficou encarando Ayla, é provável que ele já saiba quem ela é todo esse tempo.

- Simon - ele sabe. nós sabemos quem o pai dele é, e o que ele quer, ele sabe e agora sabe que nós somos os protetores dela, Emma vá e não olhe para trás proteja-a e acharemos vocês quando formos embora.

Emma saiu tão rápido como um relâmpago e os olhos brilhando azul escuro de Ódio e os poderes radiando dos olhos para todo o corpo cobrindo-a de um azul escuro como a noite.

- se encostarem nela, eu juro que mato todos vocês - sussurra Emma.

Quando os pais de Emma e Ayla olham para o outro lado do salão, lá estava Valeryus olhando para eles como se já soubessem o que tinha acontecido e para onde mandaram Emma e então um olhar orgulhoso e um sorriso zombateiro era estampado em seu rosto

A mãe de Ayla ao ver aquilo serra os punhos e sua magia começa a surgir em seus olhos um verde celeste, lampejando pelos olhos da mulher.

- Eduard - Não! Não faça isso não de a ele o que ele quer, se você fizer isso aqui você entregará todos nós e tudo o que fizemos até agora terá sido para absolutamente nada.

- vamos começar. - diz a anciã.

Tokyo 23:40h da noite.

Ayla estava um pouco inquieta por causa do clima, os pais que ainda não haviam voltado e pelas luzes e internet ainda não ter retornado. A única coisa que tinha luz era os postes de luzes do lado de fora das casas.

Tum um estrondo vindo do telado de Ayla.

O coração da menina gela, e de repente um vulto preto passa pela janela rapidamente.

- Jesus amado, o que foi isso? - sussurra a garota, ela se deita na cama com o celular e se cobre, ela pega a caneta que na verdade era uma faca que Emma havia dado a ela, ela senta na cama coberta e segurando os joelhos

Tiin creck creck. Ela ouve a janela da sala na parte de baixo se quebrar.

Grurr um rosnado pela casa ela pode ouvir,

- uhhm - a garota se assusta, - o que será isso a menina sussurra baixinho?!

Então ela pensa consigo mesmo, bom eu não moro muito longe da floresta e aqui é bem afastado da cidade da sentido se for um animal selvagem né ?! - ela tenta se convencer.

- ótimo já estou chegando diz Maia

Consigo mesma, mas porque o ar está com esse cheiro de morte maia arregala os olhos, NÃO, ELES A ENCONTRARAM. mais rápido Maia mais rápido ela diz em ranger de dentes e então ela fecha seus olhos e quando os abre novamente um azul ceecuro era visto em seus olhos e transbordava por todo seu corpo, mais rápido mais rápido era tudo que conseguia pensar e em ela conseguiu ultrapassar seus limites.

Ayla resolve em fim respirar fundo e descer as escadas bem de vagar e em silêncio para ver o que era o barulho e o quer que seja que entrou não a pegasse. Quando ela finalmente chega em baixo algo rosna e pula em seu rosto.

Raaarg raaarg

AAAAH - Ayla grita segurando pelos cantos da boca da fera para não ser mordida, era um bicho com patas traseiras preto como a escuridão os olhos fundos e ocos e um ar sedento de sangue Ayla podia sentir a morte emanando dele.

Aaarh, o bicho grita de dor e uma gosma preta meio vermelho escuro sai dele, Ayla só pode ver um feche azul celeste acertando o bicho e quando olha para cima ela vê um jovem que poderia ser um pouco mais velho que ela muito lindo e charmoso vertido de preto.

- temos que sair daqui diz Will

- quem é você diz Ayla? Eu não posso sair meus pais ainda não voltaram eu não sei deles e pode ser perigo, e que bicho era esse ? Porque você está aqui ?

- meu nome é Will e acredite seus pais não vão voltar nem tão cedo.

Quando Ayla abre a boca para retrucar ela é interrompida por vários barulhos vindo de fora de casa.

- droga chegaram rápido de mais.

Ziiiip Booom - um barulho estronda do lado de fora da casa por todos os lados e raios azuis escuros são visto por todo o lado...

- Ayla, Ayla sou eu Emma cadê você ?

Ayla entra na parte da sala e avisada Will e Ayla, Ayla estava no chão com espanto nos olhos por conta de tudo que acabará de acontecer, era muito informação ao mesmo tempo.

Então Emma pensou que o olhar em seu rosto fora causado por Will.

Emma então levanta as mãos em posição de ataque como se ameasasse Will e então seu corpo transbordada o poder um azul escuro como o céu noturno o cabelo solto da altura dos ombros castanho claro e ondulado começará a levitar pela força do poder emanando dela seus olhos meu agora brilharam no azul escuro vestida toda de preto e até seu coturno era preto e em seus olhos ódio

- Emma - Will fique longe dela se não quiser se machucar e se você ousar fazer algo eu te mato.

Will passa as mãos por entre os cabelos preto e liso de tamanho mediano e suspira, em seus olhos azuis como água cristalina havia um pouco de culpa e ao mesmo tempo como se acabara de ser insultado

- Will - Calma, eu acabei de salvar sua amiga, sabe um obrigado agora não seria tão ruim sabe? - Will diz em um tom um tanto quanto irônico e ao mesmo tempo irritado.

- Ayla - Em, eu estou bem. - Ayla ao ver a amiga naquele estado só queria que a amiga soubesse que ela estava bem antes de perguntar se por acaso estava sonhando!

Mas antes que Ayla pudesse se pronunciar sobre algo a mais um ser maior que os demônios normais ataca Emma por trás com sua enorme garra

Comparado aos outros demônios esse era vermelho sangue olhos fundos e pretos e duas vezes maior suas garras grandes e pretas do tamanho do dedo de uma pessoa ele emanava puro sangue e morte. Ayla só pode ouvir Emma gritar de dor

Aaaaarh - grita Emma.

- Nãaaaao, e então os olhos de Ayla que antes eram azuis como céu claro agora eram negros como a escuridão, a vista de Will e Emma ainda consciente o ar ficou pesado tudo começou a tremer as luzes piscavam incontrolavelmente e a mãe natureza parecia estar com ódio da terra corvos voavam em círculos pela casa de Ayla a chuva e o vento parecia que iria levar a cidade Ayla estava levitando e seu poder preto como a escuridão emanava dela quando ela gritava de ódio.

Ela despertou.

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