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A noiva do meu filho - A Redenção do grego

A noiva do meu filho - A Redenção do grego

Autor:: Yana _ Shadow
Gênero: Jovem Adulto
"Onde está a noiva do meu filho?" Eros Velentzas, um poderoso e frio mafioso grego, vociferou. A mandíbula estava apertada quando ele voltou a focar na jovem que estava entrando. Giovanna Harrison movimentou os cabelos platinados para trás e elevou o rosto com traços delicados. Como Eros poderia explicar a besteira que fez há alguns meses? Ele não tinha como justificar tudo o que aconteceu no verão de Mykonos e Santorini. "Será que aquela mulher mascarada é a noiva do meu filho?" Absorto em pensamentos, ele perguntou. "Fiz coisas inomináveis com aquela garota. Não, não pode ser ela!" Ele tentou se convencer enquanto Giovanna se aproximava. O jeito como Eros a devorava com os olhos não passou despercebido. Nem mesmo Apolo estava tão interessado em sua noiva quanto o seu pai.

Capítulo 1 A noiva do meu filho

- Onde está a noiva do meu filho? - Eros Velentzas estava no escritório da villa de Bryan Harrison em Florença.

- A minha filha está viajando... - Kevin ergueu a voz. - A propósito, você poderia tratar desse assunto em outro momento ao invés de atrapalhar a festa do meu neto?

- Fizemos um acordo há cinco anos e você está demorando a cumprir o que prometeu.

A porta estava entreaberta quando o pequeno Maximus apareceu. O garotinho correu e chutou a perna do grego exaltado.

- Não grite com o meu nonno! - O garotinho levantou o rosto para o grego, que parecia um gigante.

- Maximus! - Bryan saiu de trás da mesa e foi pegar o filho. - Vá se divertir na festa com seus amigos.

Antes de chegar à porta, a mulher com um sorriso sem graça surgiu.

- Amore, vou terminar a reunião e já vou lá cantar parabéns e cortar o bolo... - Bryan falou com a esposa. - Filho, vá com a mamãe...

- Bryan, a sua irmã está aqui! - Bella sussurrou antes de lhe dar um rápido beijo e sair.

Os dedos de Kevin batiam na mesa. Tinha cerca de um mês que a filha havia sumido e, do nada, ela decidiu aparecer.

- Mande a Giovanna entrar para conhecer o noivo. - Kevin deu a ordem.

Eros voltou o olhar para a jovem que adentrava. Giovanna jogou os cabelos platinados para trás e ergueu o rosto com traços delicados. Os olhos dourados se concentraram no grego que estava ao lado do filho.

Como poderia explicar a besteira que fez há alguns meses? Eros não tinha como justificar tudo o que aconteceu no iate que navegava sobre as águas do mar Egeu. A garota do cruzeiro usava máscara, mas os olhos dourados e a maneira como caminhava eram idênticas. "Será que a garota mascarada é a noiva de meu filho?" Absorto em pensamentos, o grego se perguntava enquanto Giovanna desfilava graciosamente, com um sorriso no rosto. "Fiz coisas inomináveis com aquela garota. Não pode ser ela!" O grego tentava convencer a si mesmo.

A forma como Eros a devorava com os olhos não passou despercebida. Nem mesmo Apolo, filho de Eros, parecia tão interessado em sua noiva quanto o seu pai.

_____________________

Cinco meses antes...

- Cinco meses! - Giovanna falou para a garota no espelho. - Preciso usar esse tempo a meu favor.

Cinco anos tinham se passado desde o bendito acordo que o pai fez com a máfia grega.

Aos 22 anos, a italiana Giovanna Harrison era uma modelo famosa. Ela desfilou para marcas como DIOR, Gucci, Fendi, Chanel, Prada, Hermès entre outras. Mas nada disso poderia livrá-la do acordo feito por seu pai.

Sua única saída foi planejar meticulosamente uma maneira de ludibriar o grego responsável por tirar o seu sono nos últimos anos.

Embora estivesse temerosa, ela reuniu coragem e colocou a máscara que cobria da testa até o nariz.

- Hei, Ártemis, está na hora! - Alguém gritou do outro lado da porta.

Ártemis foi o nome que Giovanna decidiu usar para o encontro com um dos gregos que estavam naquele iate.

- Para qual suíte eu vou?

- Vai para a suíte do Eros Velentzas. Dizem que aquele grego é experiente e é bom de cama.

Tudo seria perfeito se não fosse por um único problema, Giovanna ainda era virgem. Mas isso não significava que ela não tivesse aproveitado os prazeres carnais. Inúmeras vezes, ela teve momentos íntimos com Ryan Gambino, mas nunca permitiu que ele a penetrasse com o pênis.

O Iate já navegava sobre as águas do mar Egeu. Não tinha mais como retroceder, a não ser que ela pulasse e nadasse até chegar em terra firme. No entanto, essa não seria uma opção viável naquele momento. Tudo sairia bem se seguisse com o plano, era nisso o que Giovanna acreditava. Entretanto, a sua primeira noite naquela suíte mal iluminada não saiu como esperava.

- Você é tímida! - Eros comentou.

- Um pouco. - Giovanna disse antes de beber um gole de vinho rosê para relaxar.

Embora tivesse visto fotos, ele parecia bem mais em forma pessoalmente. Eros Velentzas estava com 49 anos e tinha um corpo atlético, e mais atrativo do que já viu num homem grisalho. O cavanhaque do grego emoldurava seu belo rosto bronzeado.

- Quer que eu tire a roupa? - Ela deixou a taça sobre a mesa e andou pela suíte, enquanto puxava a alça do vestido pelo ombro direito.

De costas, Giovanna tentava esconder o rubor em seu rosto. Só precisava conseguir uma razão para chantagear aquele grego pretensioso e se livrar da obrigação de casar com o filho mais novo dele.

Apesar do medo, ela sabia que os homens não resistiam aos seus encantos. Percebeu isso na vez em que passou alguns dias com Patrick. Ele foi o primeiro homem a tocar e chupar os seus seios e a lhe dar prazer com a boca e com os dedos. Aqueles dias foram mais prazerosos e continuariam sendo se o irmão mais velho não tivesse obrigado Giovanna a voltar para casa antes de lançar Patrick no mar. Se tivesse contado tudo o que fizeram durante o tempo em que fugiu de casa, provavelmente, o britânico não estaria vivo.

O vestido deslizou por suas curvas e caiu no chão. Giovanna cruzou os braços para esconder os seios fartos.

- De onde você é?

- Cresci em Londres, mas nasci na Itália. - Contou meias verdades.

Sentando-se na beira da cama, ele moveu o indicador, chamando-a para mais perto.

- Seja boazinha e submeta-se aos meus desejos...

Capítulo 2 Tire a calcinha

- Sim, senhor Velentzas.

Reunindo forças, Giovanna baixou os braços e exibiu os seios. O rosto queimava, mas por sorte a máscara escondia o rubor em sua face.

- Boa garota, te darei tudo o que você desejar. - Incutiu a promessa enquanto a devorava com os olhos.

A língua dele contornou o seu mamilo esquerdo. Ela engoliu um gemido quando a mão entrou em sua calcinha. Os lábios carnudos começaram a sugar o seu bico duro com sofreguidão. Podia gozar facilmente daquele jeito se ele não tivesse parado abruptamente depois que tocou na sua vagina.

- Você é virgem?

- Sim, senhor! - Meio sem graça, ela confirmou. - Estou me guardando para a pessoa certa.

- E como vai me satisfazer?

- Posso lhe dar prazer de outras formas...

Eros avalizou a máscara da garota, fitou os olhos dourados e tornou a mover a mão dentro de sua roupa íntima.

- Já chupou um homem? - Ele rosnou ao sentir a sua umidade quente e macia.

Os lábios dela tremeram quando o dedo longo escorregou para o interior de seu hímen e depois para fora.

- Não, senhor! - Gemeu em resposta.

"Mentirosa!" Em algum lugar de seu subconsciente, a razão a acusou. Tinha aprendido como fazer 69 com Patrick há cinco anos. Na ocasião, sentiu um pouco de nojo, mas com Ryan Gambino foi diferente. Não era apaixonada por ele, mas o procurava sempre que estava com tesão.

Na suíte do iate, a língua de Eros passou a lamber o outro mamilo, o bico endureceu com a carícia e as mordiscadas que ele dava. Logo, ele começou a puxar entre os lábios outra vez.

"Tenho que me controlar". Giovanna dizia para si. Apesar de sua repreensão mental, o seu corpo não correspondia. O calor e o desejo a possuíam de tal forma que tudo o que ela pensava era em ser possuída pelo grego.

Outro dedo fez pressão, abrindo-a um pouco mais. O polegar dele roçava no grelo enquanto os dois dedos mergulhavam em sua fenda apertada. Soltando o seu mamilo, ele a admirou. Mesmo com aquela máscara, os olhos cor de âmbar daquela garota cintilavam de desejo. Tirando a mão, ele levou os dois dedos à boca e chupou sem tirar os olhos dos seus.

- Tire a calcinha e deite. - Eros mandou quando tocou nos lençóis de seda.

Já não estava com tanta vergonha e nem com receio do que estava por vir. Giovanna tirou a roupa íntima e deixou cair em suas canelas. No salto alto, ela terminou de tirar a peça íntima e então deitou de costas na cama, abrindo-se para ele.

"Será que ele vai fazer o beijo grego?" A líbido atiçava suas fantasias.

Ela ergueu a cabeça e viu o rosto do homem que virava a taça de vinho por sua carne sensível. Primeiro, a sensação gelada a fez estremecer, então, a boca e a língua aqueceram o seu clitóris.

- Ah! - O gemido foi abafado pela mão que ela pôs sobre os lábios.

Eros sorriu e deslizou a língua para o anel pregueado.

"Isso!" Giovanna vibrou ao sentir Eros contornando suas nádegas com beijinhos e lambidas nos glúteos. Em seguida, a língua se aproximou do ânus, fazendo movimentos circulares, horizontais e verticais.

- Oh, my Gosh! - Louca de desejo, a garota exclamou.

A mão habilidosa de Eros acariciava a sua vagina com maestria. Já tinha escutado falar que homens mais velhos eram bem mais experientes e sabiam como satisfazer uma mulher.

Eros ficou assistindo a garota se contorcendo na cama por quase um minuto.

- Isso, relaxe, babe! - Moveu os dois dedos devagar para dentro e para fora. - Gosta de ser fodida assim?

- Sim! - A resposta saiu num suspiro.

- Tem algo bem maior para você...

Giovanna ficou em êxtase com o calor crescente naquele toque na vulva combinada ao beijo grego. Seria incapaz de negar qualquer coisa que aquele homem exigisse.

O som de um barulho se misturou aos gemidos. Ela fitou o espelho do closet e percebeu a maneira como ele se masturbava com a outra mão enquanto a beijava. Um leve ardor a invadiu quando ele inseriu um terceiro dedo, alargando-a um pouco mais. A ardência logo se mesclou ao prazer enquanto a língua continuava naquele incessante beijo grego.

Os músculos de suas pernas começaram a endurecer. Giovanna mordeu os lábios para conter os gritos no minuto em que começou a pulsar.

- Isso, goze, babe... - A voz sensual de Eros ressoou pelo ambiente.

As suas mãos agarraram os lençóis no instante em que seu corpo foi tomado pelo frenesi.

O homem chupava os dedos sem qualquer pudor e empunhava o membro duro enquanto seguia de joelhos até explodir em jatos sobre sua barriga. Ofegante, ela assistia o grego que urrava, lambuzando sua pele antes de se jogar ao seu lado da enorme cama.

- O que você quer para me deixar ser o primeiro? - Durante as arfadas, Eros perguntou.

Esboçando um sorriso, Giovanna ajeitou a máscara. Aquilo estava saindo bem melhor do que imaginava. Eros era um magnata poderoso que, secretamente, administrava os negócios do submundo na Grécia. Ela poderia ter joias, carros, casas ou qualquer coisa material que almejasse, mas tudo o que precisava era de sua liberdade.

Capítulo 3 Peça-me o que quiser

- O senhor quer pagar pela minha virgindade? - Giovanna perguntou.

Deitando-se de lado, os olhos expressivos fitaram a máscara dourada que escondia o seu rosto até cravarem nas pupilas claras da garota. Logo, a atenção dele foi direto para os seios firmes, onde a mão em forma de concha tocou e massageou lentamente.

Deitada de costas sobre a cama, Giovanna mordia o lábio inferior quando Eros começou a torcer o seu bico duro entre o polegar e o indicador, alternando leveza e força. Aquele homem era capaz de deixá-la completamente molhada sem fazer muito esforço.

A mão deslizou por sua pele, espalhando o líquido que ele mesmo tinha despejado sobre seu corpo há pouco.

Seus dedos se fecharam em volta dos lençóis no segundo em que a mão comprida tocou em seu clitóris e moveu como um bater de asas de borboleta.

- Quer mais? - A lufada morna naquele sotaque sensual a excitou mais.

O abdômen de Giovanna inflava e abaixava com a respiração irregular. Ela mordeu a bochecha por dentro para suprimir um gemido quando sentiu a invasão lenta dos dois dedos mergulhando em sua fenda.

- Preciso pensar na sua proposta, senhor Velentzas. - A sua voz titubeou.

Enfezado, ele puxou a mão, fazendo com que Giovanna sentisse o repentino abandono. Sua carne sensível ainda pulsava quando o encarou, frustrada.

- Isso tudo aqui me pertence! - Eros fez um gesto com a mão para a acomodação mais luxuosa e espaçosa que qualquer uma das sete garotas, que entraram naquela embarcação, poderiam experimentar.

Aquele tipo de suíte era reservado para iates com mais de cinquenta metros de comprimento.

Sem saber o que dizer, Giovanna piscou algumas vezes, reparando no nariz reto, com a ponte bem definida. Embora a família Harrison fosse abastada, Eros era um magnata que possuía mais de um trilhão de dólares de investimentos.

- Quanto você quer? - O dedo indicador dele tocava na máscara dourada.

Sobressaltada, Giovanna se afastou. Temia que Eros tirasse a máscara e descobrisse quem era ela.

- Joias, roupas, sapatos, mansão, carros ou viagens... te dou o que você quiser, αγάπη μου!

"Agapi mou?" Repetiu a pronúncia grega em sua mente. Já tinha estudado um pouco daquele idioma e estranhou o fato dele chamá-la de "meu amor". Tinha certeza de que ele se arrependeria de dizer aquelas palavras e a lançaria no mar se soubesse que ela era noiva do filho dele.

- E quanto à sua esposa? - Cautelosa, ela sentou-se na cama, tomando mais distância.

- Sou viúvo e ninguém manda no que faço. - A voz imperiosa respondeu. - Peça-me o que quiser. - Os dedos dele encostaram em suas costas e percorreram a linha de sua coluna vagarosamente, fazendo com que a sua pele arrepiasse. - Posso te dar qualquer coisa que você desejar... - ele acrescentou,

Para Giovanna, Eros era um grego que transmitia uma aura de poder e charme. A diferença de idade estava longe de ser um obstáculo. Na verdade, isso só tornava Eros ainda mais interessante. Apesar de tudo isso, ela ainda precisava encontrar uma maneira de exigir o que queria.

- Não sou uma prostituta... - Giovanna rebateu. - Aliás, posso comprar tudo isso que o senhor me ofereceu...

- Então por que você entrou nesse iate? - Erguendo o tronco, enrolou os seus cabelos na mão direita e puxou, tombando sua cabeça só para olhar dentro de seus olhos.

- Só queria me divertir, mas não estou certa se quero entregar a minha virgindade para o primeiro homem que conheci nesse iate... - sentindo a leve torção nas mechas de seus cabelos, ela tentava sustentar a mentira enquanto se empenhava gloriosamente naquela encenação.

- Você veio até aqui e não vai sair até me satisfazer por completo! - Repentinamente, ele soltou os seus cabelos e saltou da cama. - Não vou permitir que vá para cama com outro homem. - A voz gutural declarou com veemência.

Ela fitou as costas do homem com uma postura ereta que andava com confiança.

Apesar da idade, o grego tinha ombros largos e uma cintura mais fina, o que resultava numa silhueta de triângulo invertido. Eros tirou a pulseira de ouro e a deixou sobre a mesa antes de pegar a garrafa e entornar a bebida em uma taça.

No segundo em que se virou, sorveu tudo de uma vez, dando uma boa visão dos braços e peitoral bem definidos para Giovanna.

Quando ele colocou o copo de volta à mesa, tornou a caminhar com uma presença marcante e uma postura imponente que atraia o olhar da garota sentada na cama.

Aquela suíte era a acomodação mais luxuosa e espaçosa que qualquer uma das sete garotas, que entraram naquele iate, poderiam experimentar. Aquele tipo de suíte normalmente era reservada para iates com mais de 50 metros de comprimento.

- Já decidiu? - Parou ao lado da enorme cama redonda.

Giovanna moveu os lábios, mas alguém bateu à porta e falou algo que ela não entendeu. Eros xingou em grego e pelo tom da voz grosseiro e a maneira como falava entre dentes, parecia não gostar do incômodo repentino.

"E se o meu irmão e o meu pai me encontraram?" Em algum canto de sua mente, a razão sussurrou. " Estou fodida!" Exclamou em seus pensamentos. " Mais que merda!" Xingou ao ver Eros colocando as calças e a blusa rapidamente.

- Fique aqui, minha Κούκλα - o pedido soou mais como uma ordem enquanto colocava a camisa.

Embora Giovanna não entendesse a última palavra que Eros falou, ela exibiu os dentes alinhados num sorriso ao concordar com a cabeça. Por dentro, só pensava em como fugir dali.

Assim que ele saiu apressado, ela esperou até escutar o som da porta batendo e então, pegou o Xiaomi e digitou a pronúncia "Koukla" até encontrar o significado da palavra "Κούκλα". Eros tinha lhe chamado de "minha boneca". Aquilo a cativaria se não estivesse morrendo de medo de seu pai e do seu irmão terem aparecido para tirá-la daquele iate.

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