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A vingança do Alfa renegado

A vingança do Alfa renegado

Autor:: jojo0609
Gênero: Fantasia
Após anos dedicados a ser um líder exemplar para sua alcateia, priorizando a igualdade e o bem-estar de todos, inclusive dos ômegas, um Alfa é cruelmente traído por um membro de sua própria alcateia. Agora, consumido pela sede de vingança e determinado a recuperar o que lhe foi injustamente tirado, ele se lança em uma jornada para confrontar seu traidor. Contudo, o destino reserva uma surpresa inesperada: no meio do caos, ele encontra sua companheira, uma humana cuja presença levanta questões sobre seu futuro e desafia suas convicções mais profundas. Incerto se deve permitir que ela permaneça ao seu lado, o Alfa enfrenta um dilema que pode abalar suas crenças e transformar completamente sua vida.

Capítulo 1 Traição

Aquela noite estava um pouco diferente das demais, não apenas porque a lua não emitia seu brilho, mas porque acontecia uma guerra no interior da floresta, nos arredores da cidade de Ames - Iowa, nos Estados Unidos. Os trovões ecoavam pela noite, com uivos e rosnados que poderia gelar a espinha de qualquer ser humano, os relâmpagos cortavam o céu e clareavam a noite escura e chuvosa, que lavava o rastro de sangue deixado na alcateia da lua de sangue.

- Desista Philip, a alcateia já foi tomada e você não está em condições de lutar - falou Quinton através do link mental.

- Como teve a coragem de trair sua alcateia e seu Alfa? Você era meu melhor guerreiro, meu Gamma - falou Philip com a respiração ofegante.

- Nisso você tem razão, sou o melhor guerreiro da alcateia e posso expandir ainda mais nosso território, coisa que você insiste em não fazer.

- Eu quero evitar uma guerra desnecessária, não vê que quero proteger minha matilha? - gritou e um relâmpago clareou os céus.

O enorme lobo preto de olhos âmbar, cambaleou mais uma vez, seu homem de confiança, havia o traído e ainda conseguiu aplicar nele uma quantia generosa de acônito. Quinton não conseguiu aplicar toda seringa, que seria o suficiente para matar seu alfa, mas aquilo ainda o deixou fraco e debilitado. Philip pôde ver seu Beta ser derrubado e ficar no chão, o que ele mais temia e menos queria, havia acabado de acontecer, uma guerra, uma traição, seus guerreiros sendo mortos e membros inocentes sendo mortos.

O Alfa avançou mais uma vez em direção ao traidor, em circunstâncias normais, mesmo sendo seu melhor guerreiro, Quinton não teria chance contra ele, mas os efeitos do mata-lobos em seu organismo já estavam atrapalhando seus movimentos, o deixando mais fraco e vulnerável.

Um uivo se ouviu e Philip caiu no chão, seu ombro foi mordido e ele sangrava. Ele olhou em volta e viu outros lobos a lutarem, crianças que ainda não se transformaram correndo e algumas lobas protegendo suas crias, tudo era um caos, ele estava muito ferido e não conseguia revidar.

- Se desistir e entregar a alcateia, eu vou ser generoso, vou mandar meus lobos pararem, ninguém mais vai se machucar e eu apenas vou banir você.

- Sabe bem que pode se tornar o Alfa da alcateia, mas nunca terá o respeito deles, pois essa não foi uma luta justa, você trapaceou. - Philip se levantou com dificuldade.

- Respeito? Se eu tiver o medo deles, isso já será o suficiente. Não se esqueça que além dos seus amigos, ainda tenho sua irmã, sei que vai pensar em todos esses lobos que vão sofrer, então, entregue-me a matilha.

Quinton gritou, alguns lobos ainda estavam perto, caso ele conseguisse revidar, mas Philip não conseguiu, nunca se sentiu tão impotente como estava se sentindo naquele momento, mesmo que seu orgulho tivesse sido esmagado, ele, ainda assim, precisava pensar nos membros de sua alcateia.

- Ninguém morre - falou baixo, antes de encarar o traidor - Precisa dar sua palavra que mais ninguém vai morrer, se eu te entregar a alcateia.

- Tem minha palavra, não se esqueça que essa também é minha alcateia, não quero o mal para o meu povo.

Philip discordava, mas não continuou aquela discussão, apenas concordou, não queria mais mortes, mesmo que seu último ato como Alfa, fosse entregar sua alcateia, ele o faria, iria proteger sua família, pois era dessa forma que ele considerava cada membro, mesmo os ômegas que eram considerados fracos.

Diante da concordância de Philip, todos foram levados para o centro da alcateia, ele viu seus membros chegando e não conseguia encarar os olhares dos lobos a sua volta, ele não conseguiu proteger sua alcateia. Aquele fato estava o esmagando por dentro, seu lobo não podia estar mais ressentido e humilhado naquele momento.

- Todos já estão aqui, pode dizer as palavras - rosnou para Philip.

- Eu, Alfa Philip Dorson, da alcateia Lua de sangue, entrego minha liderança ao novo Alfa, Quinton Perse. - Inclinou seu pescoço com muita relutância.

Alguns rosnados e ainda choramingos se ouviu através da chuva, os membros daquela matilha nunca imaginaram ver seu Alfa naquela situação. Ele era conhecido por ser generoso e justo, mas também por ser forte e implacável nas batalhas, sempre protegeu as fronteiras dos renegados e dos lobos solitários, mas naquela noite tempestuosa, o viram de cabeça baixa, sangrando e vulnerável.

- Muito bem, para não dizerem que seu novo Alfa não é generoso, não vou matar seu antigo Alfa. - O rodeava falando pelo link mental, com todos - Vou apenas o banir, a partir de hoje, Philip Dorson está banido da alcateia lua de sangue e eu, sou o seu novo Alfa, demonstrem seu respeito.

Quinton olhava e as pessoas que já não estavam mais em sua forma de lobo, inclinaram seus pescoços em sinal de submissão, ao lobo marrom a sua frente, alguns não o fizeram e ele sabia que precisariam de um corretivo, para entenderem que as coisas iriam mudar.

- Escoltem ele até a fronteira, quero ter a certeza de que ele está fora das minhas terras - ordenou para alguns lobos.

Philip olhou em direção ao seu Beta, que estava ao lado de sua irmã, ambos ajoelhados e machucados, em um último esforço e antes que a ligação se rompesse por completo, ele conectou seu elo mental ao dele.

- Cuide dela, eu juro que voltarei!

Philip reuniu o que ainda restava de força em seu corpo e caminhou em direção à floresta. Todos os olhares estavam nele, que algumas vezes, quase caia, sua respiração estava fraca e todo seu corpo doía, aquele veneno era letal, mas ele não podia morrer ainda, não até conseguir sua matilha de volta.

Ao chegarem próximo a um despenhadeiro, Philip sentiu os pelos de sua nuca se arrepiar, mesmo fraco, seus instintos ainda estavam aguçados, ele se virou para ver os lobos que o escoltavam, em posição de ataque.

Philip xingou, imaginou que Quinton não correria o risco de que ele acabasse voltando para reivindicar sua matilha, então mandou os lobos terminarem o serviço. O ataque começou, por serem mais fracos, Philip ainda conseguiu machucar um deles, mas seus reflexos já não eram os mesmos, foi mordido nas patas e mais uma vez no ombro, os dois lobos o atacaram de uma só vez, derrubando Philip no despenhadeiro, o vendo cair no rio lá embaixo.

Capítulo 2 Homem na estrada

O carro seguiu pelo asfalto em meio aquela tempestade torrencial, Rachel passou a mão pelo para-brisa, tentando desembaçar o vidro e se amaldiçoou por pegar a estrada mesmo chovendo.

- Merda! Deveria ter esperado essa chuva passar, não consigo ver nada.

Rachel diminuiu a velocidade, não queria arriscar, era noite e ainda parecia que o céu estava desabando, algo poderia acabar acontecendo naquela noite. Algo até mesmo parecia ter ouvido seus pensamentos, pois assim que pensou sobre aquilo, viu um vulto no meio da chuva e acabou batendo em algo.

- Ai, minha nossa! Em que eu bati? - perguntou para si, após dar um grito com o susto que levou.

Ela tentou se acalmar e acalmar sua respiração que estava ofegante, procurou no banco traseiro por uma lanterna, estava sem guarda-chuva, então mesmo não querendo, teria que se molhar. Rachel saiu do carro sentindo os pingos gelados da chuva caírem sobre seu corpo, mesmo com o frio, ela foi para a parte de trás do carro e começou a procurar em que havia batido e ficou de queixo caído, quando viu um homem deitado no chão do asfalto, com sangue pelo corpo e ainda por cima estava nu.

- Caramba! Matei uma pessoa? E por que motivo, você estaria no meio dessa chuva e ainda pelado? - Se aproximou mais e com cautela.

Rachel não tinha tempo para olhar para aquele corpo, aparentemente musculoso e sarado, ela foi para perto dele e colocou sua mão em seu pescoço, verificando se havia algum sinal de vida naquele homem.

O suspiro de alívio veio em seguida, ao sentir que ele ainda estava vivo, ela tirou a mão de seu pescoço, quando sentiu um formigamento subir por sua mão, como se tivesse acontecido um choque estático entre eles.

- Preciso de uma ambulância. - Correu para o carro, em busca do seu celular.

Aquela noite parecia estar fadada a dar tudo errado para Rachel, pois assim que ela pegou seu celular, o viu descarregado e xingou, por esquecer de carregar a bateria, estava tão focada no seu trabalho que não se lembrou. Ela voltou para perto do homem, tentou chamar por ele, olhou melhor por seu corpo, vendo os inúmeros ferimentos e alguns deles, sabia que não teria como ser devido ao atropelamento, até mesmo sua canela parecia estar quebrada, além de cortes profundos, como se uma garra tivesse feito aquilo.

- Será que você foi atacado por algum animal? - perguntou ao desconhecido, mesmo ele não respondendo.

Rachel se assustou quando sentiu seu pulso ser agarrado por aquele homem, que acordou do nada e estava olhando em sua direção, ela voltou a sentir aquela dormência seguir por seu braço, mas tentou se acalmar e fazer o que importava.

- Senhor, acabei atropelando você, meu celular está descarregado e não tenho como chamar uma ambulância, sei que não é o certo a se fazer, mas se você conseguir se levantar, posso te levar para o hospital em Des Moines, ou posso voltar para Ames, não sei ao certo qual está mais perto, se não conseguir, teremos que esperar que algum carro passe para pedir socorro.

O homem deitado ainda a olhava, ela não sabia se ele poderia ter batido a cabeça e não estar entendendo o que ela estava falando, pois ele não respondeu, apenas fitou seus olhos no dela e sua respiração parecia acelerada e diante daquele olhar intenso, ela se deu conta de que nem estava respirando.

- Você consegue me entender? - perguntou, tentando quebrar aquele clima estranho.

- Apenas me ajude, consigo me levantar e ir para o seu carro.

Um arrepio percorreu as costas de Rachel, quando ela ouviu a voz do homem, que era forte e imponente, mesmo para alguém caído e ferido como ele estava, sua voz grossa lhe dava um ar de empoderamento.

- Acredito que eu consiga, passe a mão pelo meu ombro - pediu e se aproximou um pouco mais.

Assim que aquele homem passou o braço por seu ombro, ela conseguiu sentir um cheiro de canela vindo daquele homem, apesar de não gostar de canela, o cheiro dele a agradou, ela pensou que seu perfume era ótimo, pois apesar de estar sujo de lama e sangue, aquele perfume ainda persistia.

Mas uma vez aquele choque percorreu seu corpo, mas daquela vez foi um pouco mais forte, ela olhou para ele, vendo que também a olhava e sabia que ele tinha sentido aquela sensação, mas já estava achando tudo aquilo muito estranho.

- Minha nossa! Você é pesado - resmungou, quando ele ficou em pé.

Rachel jamais se imaginou naquela situação, no meio de uma tempestade, ajudando um homem enorme e pelado a entrar no seu carro. Em outras circunstâncias, aquilo poderia ser interessante, mas naquele contexto, era meio bizarro e assustador, apesar de que ela não estava com medo dele, pelo contrário, estava calma até demais e se deu conta que estar ao lado daquele homem, mesmo naquele estado, lhe dava uma sensação de paz.

- Se apoie no carro, vou abrir a porta de trás para você, talvez se sinta mais confortável se for deitado.

Ela abriu a porta e retirou sua bolsa, colocando no assoalho, tirou uma toalha e um cobertor, jogando a toalha no banco da frente e deixando o cobertor de lado.

- Vem, se apoie em mim novamente.

Ele se apoiou e seus corpos ficaram bem próximos, ela podia sentir sua respiração quente, mesmo debaixo daquela chuva, além de que ele estava ofegante, como se sentisse muita dor.

Rachel o ajudou a entrar e voltou para o lado do motorista, respirou fundo pensando no que estava fazendo e em todas as possibilidades.

- Use o cobertor para se cobrir e se esquentar é um pouco estranho e desconfortável, com você pelado no carro. Vou te levar para o hospital de Des Moines.

- Não! - Sua voz saiu quase como um rosnado.

Ela olhou para o homem no banco traseiro, aquele "não" que ele soltou, fez seu corpo tremer, nem parecia ser a mesma voz de antes, só então que ela parou para pensar que poderia estar com um fugitivo, ou um assassino no carro, teria que pensar em uma forma de fazer com que ele não tentasse nada contra ela.

Capítulo 3 Companheira

Rachel não estava entendendo o que levou aquele homem a responder daquela forma, não deveria perguntar, mas não conseguia manter sua boca fechada, queria saber se ele tinha algum motivo para não querer ir para o hospital.

- Você é algum fugitivo da polícia? Por isso não quer ir ao hospital? Ou você prefere ir para Ames?

- Você é bem curiosa, não é mesmo?

- Mesmo que eu tenha atropelado você, ainda tenho o direito de saber que tipo de pessoa estou levando no meu carro. - O encarou pelo espelho interno - Nem mesmo sei o seu nome.

- Ok, senhora curiosa e posso dizer, corajosa, vou responder suas perguntas. Não sou fugitivo da polícia e não sou um assassino, mas tem pessoas atrás de mim, uma pessoa em específico, que me tomou tudo, se puder ir para algum lugar, eu vou ficar bem, de preferência em Des Moines. Quanto ao meu nome, é Philip.

Aquele era o máximo de informações que ele poderia dar a ela, não teria como dizer o que tinha realmente acontecido, nem que era um metamorfo, não era o tipo de coisa que ele saia dizendo por aí.

- Está bem, Philip, vou levar você para lá, então, tente ficar relaxado aí atrás, vou ver onde posso deixar você. - Hesitou, mas também se apresentou - Me chamo Rachel.

Ela seguiu e ainda olhava algumas vezes pelo espelho, para ver se ele estava mesmo quieto lá trás, mas diminuiu um pouco mais a velocidade, não queria passar por aquilo de novo.

Philip fechou seus olhos e recostou sua cabeça no banco, ainda estava com muitas dores, sentia o efeito do veneno em seu corpo, podia ver seu lobo deitado e choramingando em sua mente.

- Como você está, Zeus? - perguntou ao seu lobo, pelo link mental.

- Estou fraco, Philip, precisamos encontrar um lugar para descansar, se eu não me recuperar, não posso te ajudar a se curar, mas ao menos estou feliz, nós a encontramos.

Philip abriu seus olhos e olhou para Rachel, que dirigia concentrada, sabia que iria travar uma boa briga com seu lobo, mas discordava de algumas coisas.

- Ela é humana, não posso aceitar uma companheira humana, Zeus. - Tentou argumentar.

- Não me importa o que ela seja, ela é nossa companheira, nem se atreva a rejeitá-la. - Tentou se levantar, mas caiu novamente.

- Fique quieto e descanse, não vou fazer nada por agora, não estamos em condições de discutir sobre isso, o que importa agora, é conseguir sobreviver a esse veneno e voltarmos para recuperar nossa alcateia.

Zeus se acalmou um pouco e ficou quieto novamente, enquanto Philip ainda ficou observando Rachel. Os olhares dos dois se encontravam algumas vezes pelo espelho e ele pensava que mesmo seu lobo discordando dele, ainda achava uma falta de sorte que sua companheira fosse humana. Se ela ao menos fosse uma loba assim como ele, as coisas poderiam melhorar, ela poderia se tornar uma aliada, o deixando mais forte, mas pensava apenas que ela o deixaria mais fraco.

Ele fechou novamente seus olhos, tentou relaxar como ela disse, mas não conseguia, as dores não deixavam, além de que ficava pensando em Quinton e em sua traição, em como as coisas estariam naquele momento na alcateia, se seu Beta e sua irmã estariam em segurança, ou se eles haviam sido mortos, assim como seu antigo Gamma tentou fazer com ele.

************

Na alcateia lua de sangue, o tumulto ainda estava alastrado do lado de fora, enquanto no escritório do novo Alfa, ele deslizava sorridente pelo cômodo, até finalmente se sentar na cadeira que sempre achou que combinaria melhor com ele.

- Acha mesmo que o Alfa... quer dizer, que o Philip sobreviveu? - perguntou um dos lobos que estava do seu lado.

- Não é tão fácil sobreviver ao mata-lobos, ele está ferido e se o rio o levou, ele pode acabar em um território diferente e ser morto por outra matilha, isso seria ainda melhor.

- Acredito que não podemos falar muito sobre o acônito, eles precisam acreditar que o senhor venceu porque é o mais forte. - Um dos lobos comentou.

Quinton não gostou do que ouviu, se levantou de sua cadeira confortável e foi até aquele lobo, que, em sua opinião, já estava falando demais. A garganta do homem foi agarrada, ele o levantou um pouco acima do chão, falando com ele de forma ameaçadora.

- Eu deveria matar todos que sabem desse detalhe, começando por você, então esqueça o que você sabe, quanto a ser o mais forte, eu sou e posso acabar com ele, mesmo sem o acônito.

Quinton ficou irritado e o jogou do outro lado da sala, um rosnado saiu de sua boca mostrando sua irritabilidade, aquele homem se levantou segurando seu pescoço, achou até mesmo que fosse morrer.

- Não se esqueça que agora eu sou seu Alfa, saia daqui e me traga a Sara e o Taylor, talvez eles tenham conseguido alguma comunicação pelo elo mental.

O homem inclinou seu pescoço em submissão e saiu apressado, Quinton andou pela sala, pegando um porta-retrato na mesa, o olhou e passou o dedo pela imagem de Sara.

- Não posso me livrar de você por agora, quem sabe posso fazer de você minha Luna. - Sorriu e jogou aquela fotografia na lata do lixo.

Quinton sabia que não seria fácil ganhar a confiança da sua alcateia, mas se tivesse Sara ao seu lado, aquilo poderia mudar, ela sendo a irmã do antigo Alfa, poderia fazer com que todos o vissem de uma maneira diferente.

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