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CONTOS PICANTES (Liberte o seu prazer)

CONTOS PICANTES (Liberte o seu prazer)

Autor:: Marise
Gênero: Jovem Adulto
Contos Eróticos bem picantes para vocês relaxarem e fantasiarem, até sonharem também. Aproveitem com moderação e tenham uma boa fantasia!Se liberte de toda confusão em sua vida e Encontre aquilo que te dá Prazer.

Capítulo 1 Meu pretø gostoso parte 01

DALILA ❤️‍🔥

Meu namorado é a minha perdição. Completo um ano com aquele nëgão lindo hoje, e desde que ele chegou aqui em casa, com aquele sorrisão safädo estampado no rosto, já sabia que a noite não ia terminar sem uma tränsa completa. Ele é alto, musculoso, daqueles que enche a porta de entrada, a pele negrä linda.

Ele nem disfarçava, me encarava com um desejo que dava pra sentir no ar, aquele olhar me deixou elétrica, molhada só de pensar no que estava por vir.

Liguei um sonzinho baixo, aquela playlist de quem ta pra na maldade, e servi um vinho tinto. A gente sentou no sofá, seu braço envolveu meus ombros, puxando-me para perto, e nossos lábios se encontraram.

Foi um daqueles beijos molhados, lentos e prazerosos que prometem muito mais. Senti a língua dele explorando minha boca. Minhas mãos se perderam em seu cabelo crespo, puxando-o suavemente para mais perto. As suas mãos desceram, pelo meu pescoço, meus ombros, até encontrar os seios. Através do tecido do vestido, ele os apertou, massageou, fez meus mamilos ficarem duros e sensíveis, implorando por mais atenção.

Com um gesto impaciente, ele puxou o vestido pra cima e o jogou no chão. A boca dele, macia e ao mesmo tempo voraz, encontrou meus mamilos num instante. Eu gemi, aquela boca era uma coisa divina. Ele não apenas chupou; lambeu, beijou, mordiscou com uma precisão devastadora. Meus gemidos ecoaram na sala, misturando-se à música, me entreguei àquela sensação, arqueando as costas para oferecer mais de mim a ele.

Minhas mãos, por sua vez, não ficaram paradas. Desci pelo seu torso musculoso, sentindo os abdomens definidos sob a camisa de linho, até encontrar o zíper da sua calça. Abri-o, deslizei a mão para dentro e encontrei o que já sabia que estaria lá: seu cacetë, imensamente duro e quente, pulsando em minha palma. Envolvi meus dedos em volta dele, começando uma masturbação lenta e firme.

Ele respondeu na mesma moeda. Seus dedos, grandes e habilidosos, encontraram minha calcinha já encharcada. Empurrou o tecido molhado para o lado e seu dedo médio encontrou meu clitóris inchado. Foi como tocar fogo em um pavio. Seus movimentos eram circulares, rápidos, depois lentos, uma dança de prazer que me levou direto ao abismo.

Ele me observava, absorvendo cada suspiro, cada tremor.

- Isso delíciä, gemë para mim. - ele sussurrou, próximo ao meu ouvido.

Ele deslizou dois dedos para dentro da minha bucet4, enchendo-me de uma vez, enquanto seu polegar mantinha a pressão constante no meu clitóris. Foi a combinação final, gritei seu nome, meu corpo estremeceu violentamente, e um orgasmo intenso inundou cada fibra do meu ser, deixando-me fraca e tremula contra seu peito.

Meu pretø, acariciou meu rosto, seus dedos se entrelaçando nos meus cabelos antes de puxar-me para perto. Então, sua boca encontrou a minha. Ele me beijou com força, e logo senti sua língua encontrar a minha, num movimento intenso que me fez perder o fôlego. Quando me afastei, mordi de leve o lábio dele e deixei sussurrando:

- Quero chup4r esse päu.- sussurrei, ainda ofegante.

- Vem delícia. - sua voz era suave. Ele se recostou no sofá, deslizei para o chão, entre suas pernas abertas. Queria saboreá-lo. Queria sentir aquele päu gigante em minha boca.

Olhando para cima, para seus olhos escuros que brilhavam com desejo. Peguei aquele cacetão com as duas mãos. Era enorme, grosso, lindo, com veias salientes. Comecei devagar, só com beijinhos na cabeça, lambidinhas de leve pra provocar. Ouvi ele suspirar fundo. Fui me aventurando, fazendo movimentos rápidos com a língua em volta da cabecinha rosa, que já liberava umas gotinhas de präzer. Desci, chupei suas bolas com cuidado enquanto continuava a punhetá-lo. Ele gemia meu nome, baixinho.

Finalmente, abri a boca e engoli aquele päu delicioso. Foi um esforço para acomodar toda aquela grossura, mas a excultura era tão deliciosa. Levei-o fundo, até sentir a cabeça bater na minha garganta. Fiquei assim por alguns segundos, me acostumando com a sensação de plenitude, olhando para seus olhos que se arregalavam de präzer. Então, comecei o vai e vem, usando a boca, a língua e as mãos, chupändo com um gosto e uma dedicação que vinham diretamente da alma. Ouvir seus gemidos roucos, sentir suas mãos se agarrando aos meus cabelos, era a maior das recompensas.

Mas eu tava com uma vontade maior ainda de sentar nele. Subi e montei no seu colo, ficando de joelhos, de frente para ele, adorava a sensação de controle e a vista privilegiada do seu rosto se contorcendo de prazer.

Ele se apoiou nas costas do sofá, me olhando com olhos escuros de tesão.

Com as mãos em seus ombros, guiei a ponta do seu päu para a entrada da minha bucetä, que escorria de tesão. Empurrei, devagar, muito devagar, sentindo cada centímetro daquele cacetë gigante me abrindo, me preenchendo de uma forma quase divina. Um gemido longo e profundo escapou dos meus lábios.

Comecei a cavalgar, primeiro lentamente, me acostumando, sentindo cada centímetro dele dentro de mim. Ele segurava meus quadris, ajudando no ritmo, seus olhos nunca deixando os meus. Aos poucos, a velocidade foi aumentando. Meus quadris encontraram um ritmo frenético, eu arfava, gritava, rebolava, sentindo seu päu quente lá no fundo, batendo no ponto exato. Gozëi de novo, um orgasmo que parecia arrancar minha alma do corpo, me contorcendo toda em cima dele.

Mas meu pretö não parou, na mesma posição, segurou meus quadris com força e continuou bombando, de baixo para cima. Era uma delícia, uma maravilha. O controle dele me levou a outro clímax, mais rápido e intenso, e eu gemi, me entregando completamente.

Exausta, deitei no sofá, na posição de franguinho. Ele veio por cima, entrando em mim de uma vez. Enquanto metia, uma das mãos dele segurava meus seios, apertando e acariciando. Ele começou a acelerar mais, o ritmo ficou selvagem.

- Vou gozär, amor. - ele gemeu no meu ouvido.

- Gozä dentro meu, preto. - supliquei, sem pensar duas vezes. - Quero sentir sua porr4 enchendo minha bucet4. - sussurrei, puxando seu rosto para o meu em um beijo molhado e desesperado.

Logo em seguida, senti a jorrada quente da porrä dele inundando minha xanä, lá no fundo. A sensação foi tão intensa, tão primitiva, que me deixou completamente doida. Um terceiro orgasmo, mais suave não menos profundo, me atingiu na mesma hora, me contrai toda em volta dele, prolongando a nossa conexão.

Capítulo 2 Meu pretø gostoso parte final

Seus quadris bateram contra os meus com um impulso final, profundo, e eu senti, a porrä dele jorrando dentro da minha bucet4.

Minhas pernas, já fracas, se apertaram com mais força em torno de sua cintura, mantendo-o profundamente dentro de mim, recolhendo cada última gota.

Ele desabou sobre meu corpo, ofegante, o abracei, sentindo o suor de nossos corpos se misturarem. Aos poucos, a respiração foi acalmando. Meu pretö se virou, deitando ao meu lado, e me puxou para um beijo sorrindo. Ficamos abraçados, nos beijando, conversando, rindo, até ele dizer, com a voz rouca e um sorriso maroto:

- Amor, posso comer seu cuzinhö?

Me arrepiei todinha, já tinha dado duas vezes e adorava. O desejo, que parecia saciado, reacendeu como um rastilho de pólvora.

- Sim, amor, eu adoro te dar o cü - disse, minha voz saindo como um sussurro rendido.

- É mesmo, safadä? - ele retrucou, os olhos escurecidos de desejo.

- Sim, amor - confirmei, ofegante.

Ele não disse mais nada, capturou meus lábios num beijo de língua profundo, enquanto suas mãos desciam pelas minhas costas e apertavam minhas nádegas com força, separando-as. Um gëmido escapou da minha garganta, perdido em sua boca.

Ele deslizou para baixo na cama, suas mãos abriram minhas pernas antes de desviarem para o meio, separando minhas nádegas. A expectativa me fez prender a respiração, senti primeiro o bafejo quente da sua respiração, seguido pela língua, que começou a lamber e circular meu cü com uma mistura de delicadeza e desejo. Eu me contorcia, gemendo baixo, minhas mãos se enterrando nos lençóis. Era uma preliminar deliciosa e torturante, que me deixava molhada de novo e pronta para ele.

Depois de alguns minutos, ele se afastou um pouco, o olhar pesado.

- Vem aqui. - ordenou, suave, mas firme, guiando-me para baixo do seu corpo. - Me chupä, vai enträr mais gostoso.

Ajoelhei-me entre suas pernas, ele estava gloriosamente ereto. Envolvi-o com uma das mãos, ele suspirou profundamente quando meus lábios tocaram a cabeça.

Trabalhei-o com a boca e a língua, devagar no início, saboreando seu sabor sempre excitante. Ouvia seus gemidos roucos, sentia seus dedos se enroscarem nos meus cabelos.

Quando senti seus músculos abdominais tensionarem e sua respiração ficar ofegante e descontrolada, ele me puxou para cima, gentil, mas com urgência.

- Chega amor, já to quase gozändo. - ele sussurrou no meu ouvido. - De quatro, agora. - sussurrou, eu obedeci, de joelhos, apoiando as mãos na cama, me expondo completamente para ele.

Meu pretö se ajoelhou atrás de mim, não partiu direto para a penetração. Primeiro, veio a língua. Um lambejo lento e deliberado que me fez estremecer da nuca aos calcanhares. Ele saboreou meu cü como se fosse a iguaria mais fina, circulando, pressionando, fazendo-me gemer e arquear as costas em rendição. Depois, veio o dedo, a ponta do indicador, lubrificada com sua própria saliva, pressionando e massageando o músculo tenso até ceder. Ele entrou com um dedo, depois dois, movendo-se num vai e vem que me deixou louca de desejo, preparando o caminho, mas também me torturando de tanto prazer.

- Que delícia, amor. Por favor... Me fodë. - supliquei, minha voz trêmula e estranha para meus próprios ouvidos.

- Minha safadinhä - sussurrou - Me diz, você quer mesmo que eu coma seu cuzinho? Quer sentir meu päu entrando e arrombando ele todinho?

- Quero, amor, por favor. - supliquei, já completamente entregue à situação.

Ele se ajoelhou atrás de mim, senti o toque do óleo que ele pegou da mesa de cabeceira, fresco na minha pele sensitiva. Seus dedos trabalharam com uma paciência que beirava a tortura, massageando, alongando, preparando o caminho. Eu me curvei contra a mão dele, um murmúrio de "por favor ne fodë" escapando dos meus lábios. Com uma mão, guiou seu päu, duru, até a entrada do meu cuzinho. Com a outra, segurou meu quadril com firmeza.

- Relaxa, amor. - ele sussurrou, senti a ponta pressionando, insistente. Dei uma leve arqueda nas costas, oferecendo-me mais. A queimadinha inicial, familiar e passageira, deu lugar à sensação de preenchimento profundo, lento e avassalador, conforme ele entrava.

Quando estava completamente dentro, ambos soltamos um gemido gutural. Ele parou por um instante, me deixando me acostumar com a sensação incrível de tê-lo, atolado no meu cuzinho apertado. Então, começou a se mover.

Os movimentos eram mais lentos e, controlados, cada investida parecia alcançar um lugar mais fundo dentro de mim. Eu me apoiei nos cotovelos, de quatro, e ele me puxava pelos quadris a cada metida. O som da nossa pele se batendo enchia o quarto, junto com nossos gemidos ofegantes.

- Que cuzinhø gostosø - ele sussurrou no meu ouvido.

A cada bombada, sentia um choque de prazer percorrer meu corpo. Levei a mão à minha bucetä, esfregando meu clitóris freneticamente, multiplicando as sensações. Meus gemidos ficaram mais agudos, descontrolados.

Sua mão, que até então estava firmemente apoiada no meu quadril, desceu com um impacto súbito e quente na minha nádega. O tapa não foi brutal, mas foi preciso, espalhando uma onda de calor que se misturou perfeitamente com o êxtase que já me consumia. Um gemido ainda mais alto escapou dos meus lábios, um som de surpresa e aprovação.

Sem perder o ritmo selvagem das suas estocadas, sua mesma mão deslizou pela fenda das minhas nádegas, quente e possessiva, até encontrar minha bucetä encharcada. Enquanto seu quadril continuava me fodër com uma intensidade implacável, seus dedos pressionaram e abriram, encontrando meu clitóris inchado por um instante antes de, com uma destreza que me fez gritar, deslizar para dentro de mim.

Dois dedos entraram de uma vez, preenchendo-me deliciosamente. Era uma sensação de completo preenchimento, de ser possuída em dobro. A combinação do seu päu fedendo meu cü batendo e os dedos se movendo em um ritmo acelerado e curvado para dentro foi a gota d'água.

- Isso, assim! Meu pretø. Vou gozär... Vou gozär de novo.

Minha mão voou de volta ao meu clitóris, esfregando em círculos caóticos, me perdendo completamente naquele turbilhão de sensações.

- Gozä gostoso, minha safadä

Ele acelerou, suas metidas ficando mais profundas e rápidas, até que seu corpo enrijeceu e um longo gemido escapou de seu peito e, senti seus espasmos dentro de mim.

O meu próprio orgasmo veio como um maremoto, me fazendo tremer incontrolavelmente, meu corpo todo se contraindo em ondas de prazer puro enquanto caía de frente no sofá, ofegante.

Ele desabou sobre minhas costas, exausto, e depois rolou para o lado, me puxando para um abraço. Ficamos de conchinha, ele ainda dentro de mim, os dois recuperando o fôlego.

[FIM DO CONTO]

Capítulo 3 Duas Alunas Safadinhas

PROFESSOR

O campus da faculdade tava quase vazio, na minha sala, tentava me concentrar em corrigir uma pilha de provas, mas o cansaço já batia. Foi quando a porta se abriu e as duas entraram. Mel e Suze, elas eram... diferentes. Dois espinhos na minha consciência de professor.

Mel, a mais ousäda, com aquele olhar que sempre me desafiava, trancou a porta. Meu coração deu um salto, ela veio direto e sentou na minha mesa, de frente para mim, suas pernas nuas quase tocando as minhas. Seu shorts era curto demais para o ambiente acadêmico.

- Professor Henry - começou, com a voz um misto de doce e provocäção. - Vim questionar a minha nota. Um C? A sério?

Tentei manter a postura profissional, afastando minha cadeira alguns centímetros.

- Mel, você errou cinco das dez questões.

Enquanto falava, Suze se aproximou, era mais quieta, mas seus olhos castanhos carregavam uma intensidade que me deixava desconfortável. Ela também sentou na minha mesa, mas de lado, abrindo as pernas descaradamente. Usava uma saia xadrez curta, e da minha posição, se eu me inclinasse um pouco... Eu forcei meus olhos a permanecerem nos dela.

- Um C vai estragar meu GPA, professor - Mel insistiu, mordendo o lábio inferior. - Não tem como reconsiderar?

- As regras são claras, Mel.

Foi quando Mel deslizou da mesa, ela se aproximou de mim, invadindo meu espaço pessoal completamente. Seu perfume, doce, encheu minhas narinas.

- Por favor - sussurrou, e então, antes que pudesse reagir, se inclinou e prendeu seus lábios nos meus.

Foi um choque, seus lábios eram macios, mas o beijo era exigente. Sua língua forçou entrada na minha boca, e um sabor de bala de cereja me dominou. Minhas mãos se agarram aos braços da cadeira. Eu deveria empurrá-la, gritar, algo. Mas uma parte de mim, adormecida há anos, despertou com violência.

Mel se afastou, um sorriso triunfante estampado no rosto, sabia, sabia perfeitamente que não ia fazer nada, que estava completamente dominado pela situação.

Foi a deixa para Suze, deslizou da mesa com uma grafa felina e veio por trás da minha cadeira. Suas mãos pousaram em meus ombros, começando uma massagem suave que logo se tornou algo mais.

- O professor trabalha muito - sussurrou no meu ouvido. - Deve ficar tão tenso...

Enquanto falava, suas mãos desciam com intenção clara, uma delas deslizou por meu peito, encontrando meu mämilo sob a camisa,apertou com førça. Ao mesmo tempo, senti seus dentes mordiscando minha orelha, uma picada suave que me fez soltar um suspiro rouco.

- Ahhh... PORRA.

- Que boca suja, professor... - disse, enquanto sua boca descia para meu pescoço, mordiscando e chupändo.

A outra mão, mais ousäda, foi direto ao meu colo e apertou o volume que se formava na minha calça. Soltei um gëmido involuntário, meu päu estava duro feito pedra, latëjando contra a palma de sua mão.

- Alguém aqui está bem animado - riu baixo contra meu pescoço, enquanto sua mão começava a esfregar meu cacet3 através do tecido.

Mel, vendo a cena, riu baixinho, ela se ajoelhou na minha frente, entre minhas pernas.

- Parece que o professor está mais flexível agora - disse, suas mãos abrindo o meu zíper.

Estava paralisado, um misto de pavor e excitäção me dominando, Mel puxou meu päu para fora.

- Nossa, professor... impressionante - sussurrou, admirada, antes de envolver a cabeça com seus lábios.

A sensação foi eletrizante, sua boca era quente e úmida, ela começou a me chüpar com uma habilidade que não era de iniciante. Sua língua circulava a cabeça, enquanto uma das suas mãos punhëtava a base. Eu gëmi, minha cabeça caindo para trás, encostando no ventre de Suze, que continuava a sussurrar obscenidades no meu ouvido.

- A gente vai fazer o professor esquecer todas as regras - Suze disse, enquanto suas mãos apertavam meus mämilos através da camisa.

O mundo cheio de regras tinha desaparecido. Era só aquela sala, e as duas garotas me destruindo. Mel chupavä com uma fome crescente, e sentia que não ia durar muito. Ela pareceu perceber e se levantou, subiu na mesa e empurrou as provas para o chão. De costas para mim, puxou o shorts e a calcinhä para baixo, expondo sua bandä redonda e jovem. Se inclinou para frente, apoiando as mãos na mesa.

- Vem, professor. Me mostra se você é tão bom em praticar quanto é em teorizar.

Suze me puxou para levantar, minhas pernas estavam tremulas. Ela me guiou até atrás de Mel. Minhas mãos, quase por vontade própria, agarraram os quadris da garota. Posicionei a cabeça do meu päu na sua entrada. Ela estava encharcadä.

Com um gëmido baixo, me entërrei nela. Sua bucet4 era quente, apertada. Mel gritou de präzer quando entrei até o fundo.

- Isso, professor! Me fodë! - gëmeu, empinando mais ainda.

Comecei a me mover, esquecendo de tudo. De quem eu era, do onde estávamos. Suze, sentou ao nosso lado, na mesa de pernas abertas, ela afastou a calcinha de lado e começou a se mästurbar enquanto nos observava, os dedos circulando rápido no clitórïs, a boca entreaberta soltando suspiros.

- Føde ela bem gostosø, professor - incentivava, com os olhos vidrados no meu päu entrando e saindo da bucet4 de Mel.

A frase me ëxcitou ainda mais, agarrei Mel com mais førça, minhas estocadas ficando mais profundas e irregulares. O som dos nossos corpos se encontrando ecoava na sala vazia. Mel gëmia sem vergønha, gritando meu nome.

Me inclinei para o lado, ainda metëndo na Mel, e agarrei a nuca da Suze, puxando seu rosto para o meu. Beijei ela com uma fome desesperada, nossa língua se encontrando no mesmo ritmo acelerado das minhas mëtidas. Ela gemëu na minha boca, os dedos acelerando ainda mais na própria bucetä.

- Eu vou goz4r professor! - Mel gritou, e seu corpo se contraiu violentamente em volta do meu päu.

Foi o gatilho para a minha própria perdição, com um rugido abafado, jorrei dentro dela, meu corpo tremēndo com a intensidade do orgasmø, gozändo sem parar, enchendo ela de porrä. Quase ao mesmo tempo, a Suze gëmeu alto, seu corpo se arrepiou todo, seus gëmidos curtos e ofegantes enquanto ela gozäva olhando pra gente.

Fiquei ali, ofegante, apoiado na Mel, por um longo momento. Quando me afastei, a realidade caiu sobre mim como um balde de água fria. O que eu tinha feito?

Mel se virou, um sorriso satisfeito no rosto, ela e Suze começaram a se vestir, calmamente.

- Então, professor - Mel disse - Acha que mereço um A agora?

Só consegui acenar, sem voz, minhas pernas ainda fracas.

[ FIM DO CONTO ]

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