Karen Bass
Nunca imaginei que minha vida terminaria assim, não desse jeito! Sendo morta e sangrando como um animal que acaba de ser abatido numa caça e agora está à mercê do seu predador. Meu desejo por vingança foi além do que podia imaginar ou esperava conseguir, destruir tudo aquilo que meu inimigo mais amava e isso de certa forma teve um preço alto que agora está sendo cobrado com juros, dei um sorriso de escárnio mesmo sentindo minha garganta sendo invadida pelo sangue.
Mas não me arrependo em nenhum momento de nada do que fiz, não mesmo! Pela primeira vez na vida me sinto em paz, como nunca tinha me sentido antes. Constatar nos olhos a dor e o sofrimento do meu assassino que está agora na minha frente nesse momento me olhando com tanto ódio já é o bastante, todo mal que ele me causou voltou dez vezes pior.
Olhei para o céu nublado e acinzentado, e pensei: não sei se encontrarei meus pais do outro lado? Mas se isso fosse possível uma única vez já estaria feliz, mesmo sabendo que minha alma está condenada ao inferno, e meu inimigos estão à minha espera, cometi muitas maldades e coisas ruins nessa maldita vida, não acredito que minha alma tem redenção e muito menos para entrar no paraíso. Um filme passa pela minha cabeça rapidamente dizem que quando estamos partindo desse mundo as melhores lembranças da sua vida surgirão como um 'flash' pelos olhos.
As lembranças de minha infância com meus pais é uma das melhores e também as, com Clark e todas as coisas boas que consegui até aqui, os amigos que fiz no final ainda consegui ter uma vida boa! Mesmo com o desejo de vingança. As memórias ruins que tenho do meu passado e a dor foram muito mais fortes e me levaram a causar esse rastro de sangue e matando alguns inocentes, nunca fui de confiar em ninguém além de mim, aprendi da pior forma que ninguém é confiável nem mesmo a sua própria sombra que te abandona no escuro, então não suponho que deveria confiar cegamente como meu pai fez e foi morto pelo cara que se dizia seu amigo.
Presenciei o fato de meus pais serem assassinados na minha frente por um homem asqueroso e sem coração. Vendo minha mãe implorar pela vida e ser executada com um tiro na cabeça caído apenas seu corpo flácido e sem vida na minha frente, meu pai apenas ajoelhado me encarando com os olhos tristes, mas com sua cabeça erguida e sibilando as palavras: não confie nas pessoas mais próximas até mesmo em seu melhor amigo ele vai te apunhala pelas costas se você duvida ou esperar.
Depois disso observei ele tendo seu pescoço degolado, por uma faca caindo sem vida na minha frente era apenas uma criança de 5 anos presenciando toda aquela injustiça, a única coisa que eu podia fazer era chorar em cima dos corpos de meu país. Mais até isso foi me tirado por aquele homem monstruoso, seus capangas me arrastaram para fora de casa e me jogaram em um carro vi apenas a casa onde vivi momentos tão, feliz com a minha família ser consumida pelo fogo, depois disso apenas notei um homem se aproxima de mim com algo nas mãos o cheiro era forte então pressionou um pano no meu nariz e me fazendo desmaiar.
Quando acordei estava sob os cuidados de um homem que me comunicou que seria meu tutor e professor, e que eu me adaptasse logo com o novo estilo de vida que teria daqui para frente e fosse o tipo que aprendesse rápido. Com isso 16 anos se passaram e me tornei uma das melhores assassinas de elite da organização criminosa, foi a melhor da minha turma com apenas 12 anos, matei a primeira vítima aos 13 anos daí em diante sempre era escalada em uma missão suicida atrás da outra. Sendo uma arma de matar a melhor e a mais bem paga na organização.
Mais quando descobrir a verdade sobre meu passado isso mudou ao encontrar um arquivo de execução onde estava minha família o desejo de vingança cresceu, iria me vingar do infeliz, e caça-lo como um animal, massacrei e destruir tudo que ele amava e possuía matando aqueles que eram importantes para ele, antes de tentar matá-lo do mesmo jeito que esse desgraçado matou meu pai e minha mãe.
Acabei com todo seu império e sua riqueza o deixei na miséria como o infeliz havia feito comigo. Entretanto, nem tudo saiu como previsto o desgraçado veio atrás de mim para se vingar e me deu 2 tiros e agora estou jogada nesse exato momento vendo meu corpo se consumido pelo meu próprio sangue enquanto meu assassino dar o último sorriso maléfico e aperta o gatilho da arma para terminar o serviço.
- No final sempre venço Karen! Pode demorar, mas eu sempre ganho, pronta para ir ao encontro dos seus pais no inferno? Sua maldita desgraçada...
Apenas olho para o céu uma última vez antes de aceitar meu destino e fechei os olhos, memorizando mais vez a cena de meu pai e minha mãe dançando na sala de nossa casa e depois ele me girando no ar. Enquanto sorria sem parar morrer com uma imagem dessas é melhor que não ter nada para lembrar! Escuto o barulho do tiro e penso: acabou Karen dessa vez é o fim... Contudo, vejo o homem que destruiu minha vida cair feito uma pedra ao meu lado, morto e olho para frente vendo apenas o único homem que realmente me amou na vida e seria capaz de dar a sua vida por mim ele está com a arma na mão sério e possesso de ódio olhando para o cadáver do meu inimigo, entretanto ficar desesperado quando me ver e correr na minha direção e se ajoelhar me segurando nos braços e confessar chorando.
- Karen, meu amor, aguenta firme! Não morrer, fique comigo não feche os olhos, permaneça acordada eu te amo não me deixei...
Enquanto ele me beija desesperadamente. Apenas o observei e sorriu aproximando minha mão do seu rosto o acariciando enquanto ele me observava com seus lindos olhos azuis, me transmitindo paz e sinto mais uma vez o gosto de sangue invadindo minha garganta. Minhas pálpebras começam a pesar sono da morte é tão profundo e sinto a escuridão me envolver, enquanto a voz dele começa a ficar distante em pequenos sussurros que mal posso ouvir mas existe apenas um silêncio!
Karen Bass
Fui criada e treinada para ser uma das melhores soldadas assassina de elite de classe um. O tipo que se livrar dos problemas que estejam atrapalhando algum negócio importante, meus serviços são solicitados, vou lá e executo o problema de uma vez por todas.
Para muitos fiquei conhecida como uma assassina misteriosa que até agora nem a cia ou até mesmo a Interpol, conseguiu colocar as mãos tenho muitos nomes Jéssica de Sá, Laurent Smith, gloria verena, e agora o mais novo sereia da morte, devido ao meu treinamento sou muito rápida e esperta não deixo rastro ou pista de nada nem se quer uma prova nada que possa ficar para trás e me incriminar, até por quê! Se não há provas não há crime.
Não sou uma pessoa que tem muitos amigos pelo contrário gosto de ser sozinha não confio em ninguém além do meu tutor chamado Clark que foi o meu mentor e treinador. Em todo meu treinamento para me tornar o que sou hoje, ele foi o único que conseguiu me fazer falar após ficar em choque pela morte dos meus pais, foi nele em que confiei mesmo desconfiando, e o tenho como amigo por quê ele me criou para ser a melhor me ensinou tudo que precisava aprender, sou uma das melhores assassinas de elite da organização trabalho para alguém que não conheço; mais que financiou meus estudos e educação, e meus treinamentos para ter meus serviços mais tarde no futuro com pagamento.
Não o conheço, apenas sei que esse homem é chamado de grande pai, pois é o chefe da organização. Tudo que sou hoje faz parte desse treinamento, me tornei alguém fria e talvez até mesmo solitária e sem amigos, um tipo muito anti-social, não suporto ficar rodeada de pessoas até mesmo quando estou no alojamento do quartel de losth onde foi criada com outras crianças que viraram assassinos de elite como eu. Sempre ouço as risadas e cochichos com deboche sobre mim a famosa anti social, contudo realmente não ligo finjo que não é comigo que não me afeta e cai entre nós! Não me afetar mesmo...
Não confio em ninguém desse lugar além de Clark não sou o tipo que precisa de amigos, como ele mesmo diz às vezes o teu próprio amigo te apunhala pelas costas sem você esperar. Mesmo que de vez em quando essa frase me traga alguma lembrança familiar. Nesse momento me encontro observando minha próxima vítima da janela deste hotel caro. Preciso eliminar esse, cara que vem atrasando o progresso de uma empresa importante na América do Norte, estou monitorando cada passo dele desde Chicago vou agir no momento certo, sem chamar atenção dos seguranças que lhe cercam por todos os lados, primeiro estou estudando uma boa maneira de executa-lo sem, chamar qualquer tipo de barulho.
Apenas vou ganhando tempo enquanto limpo uma das minhas pistolas, ouço meu celular tocar e observo a tela com o nome: chamada de Clark Lewis, atendo no terceiro toque e escuto ele suspirar aliviado comentando.
- Ah, pelos céus! Pensei que você não iria atender essa merda Karen! Essa missão está demorando demais, já faz cinco dias hoje e ainda não eliminou esse, cara, qual é o problema afinal?
- Não, não há nenhum problema! Você sabe que gosto de fazer tudo certo, sem deixar rastro de algum crime contra mim. - ouço ele dar um longo suspiro e confessa com sarcasmo.
- É claro, esqueci que você já é adulta e sabe se virar sozinha! Tudo bem, quando terminar me encontre naquele antigo chalé que costumava levar você quando era pequena.
- Estarei lá, daqui há dois dias até breve!
Desligo o celular sem deixar Clark terminar de falar alguma coisa, odeio, essa mania dele se preocupar com tudo relacionado a mim às vezes me irritar.
Voltei a limpar minhas bebês e fico pensando com qual delas irei estourar a cabeça desse idiota? Que está se divertindo com as duas vadias em seu quarto nesse momento, estou terminando de carregar as balas na minha pistola para começa a entrar em ação.
Começo a vestir minha roupa preta de combate e posiciono meu capuz na cabeça para não reconhecerem meu rosto.
Abro o tubo de ventilação do quarto do hotel e entro, devido ser magra fica mais fácil, pois posso me locomover facilmente por ele, quando chego ao quarto do homem que está numa vibe muito louca com umas das vadias que, e loira, irei deixar ele ter o último orgasmo da vida dele. Seria maldade demais não deixá-lo ter o último prazer antes de morrer já que será a última coisa que vai realizar em vida, quando às duas vacas vão até o banheiro entrei em cena e puxei a grade do tubo de ventilação silenciosamente sem fazer barulho e miro atirando na cabeça dele e depois dou mais uns 4 tiros em seu peito, para ter certeza que ele morreu, como minha arma tem silenciador tudo ficar mais fácil não há como ouvirem os disparos, depois do serviço executado subo de volta e fecho a grade de ventilação observando às duas mulheres voltarem do banheiro e quando uma delas ver o corpo morto ensanguentado na cama grita desesperada, um sorriso de dever cumprido e satisfação surgir em meus lábios.
Me retiro o mais rápido possível dali voltando para o meu quarto com a cara mais lavada que tenho, como se nada tivesse acontecido tomo um banho e guardo minhas roupas na mala de volta e me dirijo para o banheiro tomando um banho e retorno ao quarto colocando minha roupa e deitei na minha cama tranquilamente.
Não lembro exatamente que horas peguei no sono, porém sei que dormi como uma pedra, pois nem liguei para nada, já estou acostumada com esse tipo de trabalho para mim, é normal. É como um serviço qualquer nem dei atenção para o movimento do hotel do lado de fora! Apenas tomei banho e pedi meu café da manhã no quarto após está arrumada tomei um gole de café, enquanto ligava à tv. Para saber as notícias locais e lá estava a manchete no jornal.
William Valente foi assassinado na noite passada em um hotel de luxo de Moscou e ainda não encontraram o assassino, não há nenhuma pista sobre o crime cometido.
Dou um sorriso de lado e penso: e nem vão encontrar seus idiotas, sou boa no que faço... Termino meu café e me arrumo para deixar o hotel na saída vejo uma multidão de repórteres na recepção querendo saber mais sobre a morte do cara, coloco meu, óculos e sai sem ser notada como uma simples hóspede, o que é ótimo! Chamo um táxi e sigo para o aeroporto, mas antes envio uma mensagem para Clark.
Karen: trabalho concluído! Meu bem...
Clark: Eu vi na tv hoje de manhã! Boa menina agora venha para casa.
Aposto com toda certeza que Clark vai preparar algo para comemorar mais um serviço concluído. Compro minha passagem e sigo para a nevada já no aeroporto chamo um táxi e peço que me leve para o chalé minhas bochechas estão rosadas devido ao frio. Abro a porta e logo me deparo com ele sentado em uma poltrona com uma caneca de chocolate quente na mão que ao me ver sorrir e comenta.
- Nossa! Finalmente, senhorita, chocolate? - ele levanta calmamente e caminha em minha direção.
- Claro que sim! Você sabe que essa é a minha bebida favorita.
- Se eu não te conhecesse o suficiente! Às vezes até acreditaria nessa sua cara de anjinha, que nem parece ser uma assassina de elite... - Clark arqueia as sobrancelhas de modo irônico. Ando até ele e lhe dou um empurrão e tomo a caneca de sua mão o respondendo.
- Não abuse da minha paciência! Você sabe que não sou de brincar.
- Fique tranquila! Não quero abusar dela só de você, estou com saudades faz mais de mês que não te vejo. - ele me olha maliciosamente, enquanto sento na poltrona velha e acaricio minha testa e confesso cansada.
- Eu sei ando trabalhando demais! Mais fazer o quê? Quem manda é o chefão lá né!
Dou de ombros enquanto ele me puxa para cima dele me cheirando.
- Exatamente! Sei disso, mas fico preocupado! Com essas missões sei que você é boa no que faz, contudo, às vezes tenho medo de que dei algo errado e você não volte...
- Isso é algo que nós dois sempre soubemos! Mas esquecer isso, estou aqui não é ? - ele dar um sorriso de lado e comenta beijando o meu pescoço.
- Sim, é todinha para mim! Hoje ninguém dorme aqui me entendeu?
Clark passar as mãos pelo meu corpo apreciando minhas curvas. Mordo os lábios olhando para ele maliciosamente cheia de tesão tem mais de mês que não faço sexo! E ele me entende e me beija enquanto vai me puxando para si. Tira minha jaqueta e depois minha roupa, peça por peça lentamente admirando meu corpo, ele foi o meu primeiro homem em tudo meu primeiro beijo, minha primeira vez aos 16 anos quando me declarei que gostava dele mais não como afeto de treinador ou professor, ou até mesmo de pai, e sim como homem e ele tentou me evitar mais não por muito tempo, pois logo começou a sentir o mesmo desejo incontrolável por mim e acabou se rendendo às minhas investidas, e estamos juntos até hoje.
Mais escondido porque se souberem que ele e eu estávamos juntos quando era meu tutor Clark pode ser punido, então ficamos aqui nesse chalé onde foi a minha primeira vez com ele e posso dizer que me sinto em casa nesse lugar principalmente quando estou em sua companhia. Ele é a única coisa boa que me aconteceu na vida nesses últimos anos, sempre foi minha fortaleza em dias difíceis sei muito pouco do meu passado. Porquê não temos acesso aos nossos arquivos e proibido é uma lei criada pelo grande pai e tem que ser respeitada para o nosso bem.
Mas nunca deixei de querer saber sobre o meu passado, mesmo clark dizendo ser melhor não mexer em coisas assim! Para não cavar mais dor ou algo assim, entretanto nunca esqueci os pesadelos que tinha vendo meus pais morrendo, havia noite que acordava dando gritos e Clark vinha me abraçar e me consolar, foi quase 2 anos assim até me acostumar com essa realidade. Mas sempre que fracassava em algum treinamento pensava no homem que assassinou meus pais e criava forças carregadas de ódio para melhorar naquilo que era fraca.
Todas às vezes me imaginava visualizando e matando esse homem que me causou tanta dor e isso foi o que me tornou ainda mais forte e ser a melhor com apenas 12 anos, e me tornar alguém fria e calculista sem piedade de matar.
Clark Lewis
Observo Karen dormir serenamente depois de um longo sexo selvagem e gostoso que praticamos até nossos corpos ficarem suados e serem vencidos pela exaustão. Ela tomou um banho e dormiu em seguida, acaricio sua pele tão branca e sedosa pela qual sou tão louco é seus cabelos negros e longos que chegam até sua bunda, e seus olhos de uma cor verde cinza que são tão lindos, sem falar em sua boca carnuda essa garota vai ser à minha destruição. Se não fosse uma assassina de elite talvez tivesse uma grande carreira como modelo e ainda mais bela quanto sua mãe Hannah foi um dia, e isso vem me preocupando e me tirando o sono.
A hora que Domenico colocar os olhos nela vai ficar louco ou até mesmo mais obsercado, Karen é parecida com a mãe em alguns aspectos, mas suas madeixas são negras como os cabelos pretos de seu pai Alexsandro, não era como os de Hannah loiros. Domenico nunca aceitou a rejeição de Hannah e isso lhe magoou profundamente por ela ter escolhido seu capô um, cara tão inferior a ele e ainda por cima sendo seu braço direito e não o grande pai da organização e o próprio decidiu e jurou que teria sua vingança cedo ou tarde e ainda me colocou nessa merda toda. Como um dos capangas que invadiram a casa de Karen e ajudou a matar sua família!
É me arrependo amargamente de ter participado dessa sujeira. Domenico só não matou Karen por quê! Não deixei que isso acontecesse, pedir que a deixasse viver disse que a criaria e a treinaria para ser uma soldada de elite de classe um, e só por isso ele concordou por hora que karen vivesse porque seria útil no futuro, às vezes me sinto um maldito desgraçado por esconder isso porém prefiro assim guardar esse segredo á sete chaves do que revela a verdade! Se Karen soubesse o que fiz não me perdoaria iria me matar sem dó e piedade até por quê! Se fosse comigo faria o mesmo iria me vingar, cada dia que se passava quando estava com ela era único.
Karen acabou se tornando a minha família, apesar de ser muito pequena e frágil! Não demonstrava dor nem seus sentimentos. Mesmo sendo muito criança nunca passava nenhuma reação aos treinos nem com os ferimentos mais profundos em seus treinamentos que eram duros e pesados que lhe colocava, karen sempre se mostrava forte e determinada com o passar do tempo aquela criança que eu criava comigo, estava crescendo e ser tornando uma mulher linda, e aquilo estava começando a me tortura e me perturbava muito estava ficando cada dia mais linda é era dificil disfarçar que não percebia seu corpo se desenvolvendo comecei a me sentir mais atraído por ela, seu corpo parecia ter ganhando mais volume, seus seios maiores seu corpo ficando definido em curvas, Karen estava realmente virando uma mulher muito atraente e não era só eu que percebia!
Meus companheiros de trabalho também diziam que ela estava se tornando uma bela mulher. Quando Karen completou 16 anos era cada vez mais difícil me concentrar em não vê-la mais como uma criança e sim uma mulher feita na minha frente, os treinamentos quando era feito com lutas corporais se tornava difíceis para mim porque quando eu a tocava sentia meu corpo estremecer. Todavia me concentrava e tentava manter a sanidade que ainda me restava respirado fundo, depois dos treinos tinha que tomar um banho de água fria para me conter e esquecer e me nega estar apaixonando e desejando aquela garota, que há tão pouco tempo deixou de ser criança me sentia um tarado de merda desejando tanto essa menina que só tinha 16 anos enquanto eu já estava na casa dos 37 isso ficava me matando por dentro, e foi quando decidir que deveria mudar Karen de tutor mais a própria protestou de um jeito ficou irredutível, não teve conversa se não fosse eu não seria mais ninguém.
No final Karen venceu quando tentei trocá-la de professor, ela quase matou os dois substitutos que havia recrutado para seu treinamento, e me ameaçou que se não parasse de arrumar outros tutores da próxima vez ela iria degolar o pescoço do próximo tutor que arrumasse. Então decidi não arriscar e voltei devido a suas ameaças e continuei a treinar-lá não tive muita escolha já que nem um professor queria chegar perto dela; eles tinham medo, e com isso foi seu único treinador é levei a mesma na primeira missão em que a missão era matar uma garota, e karen cumpriu bem seu papel a garota apareceu nos noticiários da tv. Totalmente desfigurada, com certeza fez ela de fantoche até matá-la.
Depois da missão ficamos naquele chalé que sempre nos encontramos após uma missão suicida e comemoramos com um belo jantar, e dormimos naquele dia na manhã seguinte sair bem cedo para comprar algumas coisas ouvi no rádio que iria cair uma tempestade de neve e ficaríamos isolados por vários dias então decidi comprar as coisas para não ficarmos sem alimentos, quando cheguei a chamar por ela que não me respondeu como fiquei sem resposta acabei ficando preocupado e resolvi abrir a porta do outro quarto e a vi trocando de roupa, ela estava só de sutiã e calcinha aí mesmo que não conseguia mais parar de pensar nela.
Era inevitável não pensar no seu belo corpo, sua bunda e seios, e mais difícil ficar perto lembrando daquelas cenas. Até que no outro dia vinha saindo do banho enrolado só em uma toalha e quando entrei no quarto Karen estava só de camisola é" puta que pariu aquilo foi o fim para mim, ela tentou me seduzir mais aguentei firme dizendo que era errado pois era seu tutor não podia fazer isso. Entretanto, Karen disse que não estava nem um pouco preocupada! Com isso, lembro como se fosse hoje.
'Flash' back on.
Após pedir o jantar no restaurante próximo resolvi tomar meu banho apesar de fazer muito frio lá fora segui até o banheiro. É liguei na água quente entrando debaixo do chuveiro e logo as imagens de Karen de sutiã e calcinha vem a minha cabeça estou enlouquecendo tentando não pensar mais nisso, contudo é impossível acabo me masturbando ao lembrar da própria e tão bom mesmo sendo tão errado, quando saiu do banheiro vejo Karen sentada na minha cama. Céus, por que diabo ela está vestida desse jeito? Ela se levanta enquanto continuo paralisado perto da porta.
Se aproximando me encarando com malícia, seus olhos são de luxúria, o que ela pensa que está fazendo? Penso enquanto observo a camisola branca transparente que valoriza seu busto assim como seu corpo e também a pequena calcinha que está usando por debaixo tão minúscula por Deus o que está querendo com essa provocação toda? Karen fica me observando e quando menos espero passar sua pequena mãozinha sobre meu peito acariciando. Meu desejo é deixar que continue, mas minha razão me faz voltar e tomo consciência de que isso é errado, e seguro sua mão.
- O quê você pensa que está fazendo Karen?
- Eu pensei que você também queria? Como eu quero...
- Isso é errado karen! Você sabe disso, sou seu tutor sou como um p... - ela nem me deixa terminar de falar e confessa séria.
- Você não é meu pai... Fique ciente disso! Assim como eu não sou sua filha, somos um homem e uma mulher que se sente atraído um pelo outro e não negue isso Clark, sei que você me quer e me deseja, está louco para me comer!
- Já chegar sair do meu quarto Karen agora! E não vou pedir de novo.
Karen naquela noite saiu do meu quarto com ódio nos olhos mais eu mal sabia que aquilo era só o começo da minha tortura.
'Flash' back off
Depois daquela noite Karen todo dia usava uma 'lingerie' diferente para me provocar e pelos céus chegou uma hora que não me controlei e a possuir naquela pequena cama em seu quarto. Dalí em diante não conseguir mais me afastar, era como um vício uma droga que eu precisava para viver desde então estou com a própria mais sinto que cada dia que se passar ela está perto de descobrir o que fiz junto com Domenico e irá me odiar e isso tem me torturado fisicamente e psicologicamente.
Talvez seja isso, né? Tudo que se plantar também se colher uma hora a conta vem e nós temos que pagar, me levanto da cama e sigo até a mesa de bebida me sirvo um uísque, para tentar aliviar a tensão que estou sentindo. Escuto meu celular tocar e qual não é minha surpresa parece que esse, cara percebe quando estou pesando nele deixo o celular tocar até a ligação cair, mas logo ele retorna a ligação resolvi atender de uma vez para saber o que esse ser dos infernos quer.
- Alô? Domenico!
- Como vai Clark! Pensei que não ia me atender.
- Bom eu não deveria! Você já viu o horário? - sou sarcástico em minhas palavras.
- Clark... Clark... Não use seu sarcasmo comigo! Já se esqueceu o que faço com quem ousa me desafiar?
- Nem tem como esquecer você não deixar não é? Faz questão de me lembrar. Mas vamos mudar de assunto o quê você quer? Não é de me ligar à toa.
- Exatamente liguei por quê! Quero a garota aqui na sede.
- É para quê? Domenico já não pensar que lhe causou tanta dor! O que você quer agora com ela?
- Clark... Clark... Não estou lhe pedindo nada! Estou exigindo que você á tragar quero conhecer a filha de Hannah...
- E para quê? Posso saber!
- Não que seja da sua conta! Mas quero conhecê-la, ouvir boatos que a menina é uma mulher linda é a melhor assassina de elite quero que a mesma participe da competição da qual só seleciono os melhores matadores de elite, estou criando um grupo novo e quero ela na seleção...- Quando começa? Os torneios! - Na próxima semana! Tragar a garota, não se atreva a me desobedecer, ser não haverá consequências permitir que você á criasse não que ficasse com ela, a filha de hannah continua sendo meu brinquedo de elite, você fez um bom trabalho como tutor, mas não se esqueça que ela é minha propriedade Clark até breve.
- Espera Domenico! Seu, filha da puta...
O Desgraçado ainda por cima desliga na minha cara que inferno como ele ainda se lembra de Karen? Parece que meu medo está se tornando realidade. Bufo de raiva se Domênico vê-la com certeza vai se encantar por ela. Vai, querê-la para si, isso só pode ser um pesadelo que estou vivendo, Domenico é um filha da puta mesmo já não basta ter destruído a vida de Karen agora que terminar de destruir de vez tudo que ela é! Mais solto um sorriso de lado ao lembrar que Karen não é como qualquer mulher, isso é o que me conforta Domenico terá uma surpresa se acreditar que Karen vai aceitar ser seu brinquedinho de prazer.
No mínimo vai se ferrar a conheço bem o suficientemente para saber que a própria e capaz não irá aceitar suas exigências eu a criei, ela é uma arma de matar nunca teve compaixão nem sentimentos por ninguém, há não ser por mim que sou seu professor, seu homem, fora isso o resto é só um tabuleiro onde a própria é o pião que quer matar o tabuleiro inteiro. Vou até à mesa de bebidas e me sirvo um uísque e penso: ah! Domenico você não sabe o que te esperar. Após ficar pensando em tudo o sono começa aparecer e me vejo obrigado a voltar para cama me deito ao lado de Karen que mal se move na cama, dorme como uma pedra realmente está exausta devido à última missão me cubro com a coberta e penso: só quero esquecer essa merda por hora " aos poucos meus olhos começam a pesar e adormeço.