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IMPÉRIOS- UMA HISTÓRIA CONTADA POR TODOS

IMPÉRIOS- UMA HISTÓRIA CONTADA POR TODOS

Autor:: jhe7costa
Gênero: Fantasia
A história conta sobre uma maldição que a muitos anos atrás foi lançada em uma das famílias real.Porém, coisas piores que essa maldição estão por vir, e segredos estão prestes a surgir, que pode levar ambos os reinos a morte ou...a vitória, também conta sobre ataques estranhos ocorrendo em ambos reinos que são ALVORADA E MINESTIRITH. O pior é que os reinos já não tem lá um bom relacionamento politico e talvez...algo ou alguém ...possa estar se aproveitando disso, para destruir ambos reinos, o mistério é quem ou o que esta se aproveitando disso? e porque? Tudo pode cominar em uma guerra, que pode mudar a história do continente Impérios, um mistério que pode mudar vidas, e segredos que vão ser revelados para destruir ou ...alavancar reinos.

Capítulo 1 PRÓLOGO

Há Mais de 100 ANOS...

Em uma terra distante, longe das movimentadas cidades, como Londres, Roma, dentre outras... em um continente mistérioso, um continente excluído do mundo, naquela terra grandes mistérios são guardados...Numa noite, fria como de Outono rumo ao inverno, um rei com grandes riquezas, e respeito decide explorar uma zona proibida, uma floresta nunca explorada nem tocada pelas mãos humanas, uma floresta mágica, ali a magia fluía como água nascente...Ele queria explorar dali, as minas, que guardavam grandiosas pedras, e pareciam ser infinitas, mas, mal sabia ele, que ele roubava das Minas sagradas de Hélion... a Floresta dos Druidas, uma pequena poção de terra doada pelos deuses a tal raça, que prometeu usar a magia para o bem, e cultivar a paz...Porém, a ambição de um homem, condenou uma geração de inocentes a um castigo eterno, e arrancou a paz de um povo divino, a ambição de Rodolf lll Boremur da linhagem de reis de Minestirith, organizou um grupo de 50 homens, para escavar nas minas... nesse dia ele assinou a sua maldição, passaram semanas escavando as minas, até que um druida, o líder, foi até o rei e seu homens, com paz e amizade, ele disse ser proibido extrair minérios da terra que não pertencia ao rei, era errado extrair minérios da grande floresta. O rei zombou e rio do homem, falou para que o homem saísse dali antes que ele o mandasse tirar dali, o homem, tentou explicar ao rei sobre a antiga religião e que ele era um sacerdote pertencente a antiga religião.

O rei Zombou novamente e matou o druida, mandou que os seus mineiros continuasse o trabalho, com isso, ele não contava que a filha do líder druida, procuraria vingança, ao preparar um líquido viscoso e diferente, ela entoou um cantigo, poderoso, da mais negra magia que continha na antiga religião... ela invocou a maldição da lua, seduziu o rei, o fez beber o líquido em seu vindo, e colocou o restante na bebida dos mineiros e guardas presentes, ela apontou para o rei, e então proferiu o cantico, e disse:

__Por tua maldade os homens de tua geração, pagaram com a alma sua transgreção, esses homens, que aqui te seguiram em sua loucura, já ão de ser consumidos pela maldição da lua. Suas almas á de penar, nos confins do tártaro, enquanto tu o rei, ainda há de ver seu povo se voltar contra sua linhagem e matar cada um.

A sacerdotisa druida, deixou sua vingança, na hora nada ocorreu, a não ser causar medo nos homens ali que a assistiam, eles aguardaram três dias para que algo ocorresse, e nada ocorreu, então voltaram para seu povo.

Bem no dia de Lua cheia onde a maldição tomou sua face, nesse dia todos os cinquentas homens se transformaram em bestas infernais, matando e se alimentando em uma fúria sem fim, o rei, acabou por matar sem querer a mulher que ele amava, se culpando pelo trágico fim da mesma, depois de alguns dias, ele notará ser o único que poderia voltar a forma humana e que também ele era o Alpha da alcateia... guiou as bestas para a floresta proibida, antes de abandonar o reino de Minestirith ele decretou para que nenhum homem ou mulher se aventurasse na floresta proíbida, na floresta ele ficou com sua alcateia deixando a maldição o consumir... até se tornar somente besta, deixou para trás um filho de 12 anos...

Esse filho no décimo sétimo aniversario, a maldição despertou no sangue do jovem Boremur, porém, ele não teve o fim de seu pai, ele encontrou uma mulher a qual dedicou amar, e ela o orientou em dia de lua cheia acampar escondido na floresta proibida, como intuito de seguir a orientação dela e proteger seu povo de si mesmo, o homem Boremur, se aventurou, os druidas que o observavam, notou seu bom coração, e não o matou, porém, ele sempre tinha que lutar contra sua fúria, seus ataques de fúrias, por conta disso, ele ganhou o título de rei louco, mas, nunca em seu reinado foi visto uma besta, ou a morte por uma.

O rei louco morreu e deixou seu filho Heitor Boremur, que até os dias atuais, vem lutando contra a maldição em ti, mas esse herdou a ambição de seu avó, ele e sua amada esposa Eleonor geraram dois meninos, Arthur o mais velho e Caspian o mais novo, sua esposa de bom coração sempre equilibrou a fúria do rei, e educou com carinho seus filhos, adotando um chamado Synyster, porém, o rei guarda mágoas de seu passado, de seu pai...

Capítulo 2 LAR DOCE LAR, PARTE 1

DIAS ATUAIS 1646...

Caspian enxergava seu reino natal ao longe, via as curvas da terra que nasceu se apresentar no horizonte, o principe vinha de mais uma aventura no mar, ao lado de seu irmão Synyster, olhava para trás onde via a bela mulher e corpo esbelto , vestia um vestido avermelhado e cabelo escuro sair dos convés, onde ele e ela haviam passado momentos luxuosos e prazerosos consumidos pelo desejo do corpo um do outro, Seu irmão havia dado carona para a moça, já que essa procurava uma nova vida, então partiu para um novo continente , um continente conhecido como IMPÉRIOS lar de Minestirianos e Alvorienses .O jovem príncipe, de olhar avelã e cabelo curto até os ombros e escuro, lança um olhar charmoso para a moça que logo retribuí, ambos em um sorriso provocativo que dizia muito sobre o que haviam feito a pouco tempo nos convés, Synyster finge não notar as trocas de olhares entre a mulher e seu irmão, pois, ele mesmo já provará do sabor das curvas da bela morena, logo Caspian sobe para o mastro, afim de sentir o vento beijar seu rosto com sua leve brisa, seu liso e escuro cabelo voava ao vento sem parar, Caspian se sentia livre, quase podia dizer estar voando, ele amava aquele ar de liberdade, logo tira seu foco do horizonte e sorri para seu irmão e capitão, ele logo fala:

__Estamos chegando á nossa terra natal, irmão o que tens a dizer?

Synyster olha torto para Caspian sabendo que era um sarcasmo, sorri no mesmo ar de sarcástico e fala:

__Nada melhor do que voltar para casa.

Ele fala em tom sarcástico, Caspian conhecia Synyster para saber que aquele tom era sarcástico, e logo comenta no mesmo tom para seu irmão:

__Saudade de nosso pai...

Ambos riram, pois , sabiam muito bem que não estavam, com saudade do rei, pois o mesmo sempre tratou tanto Caspian quanto Synyster de maneira despresível, algum tempo depois, eles já estavam para ancorar próximos a terra, Caspian logo sai do navio, e segue de bote até as margens do porto, junto a outros marujos, onde são recebidos assim que o mesmo atraca , Caspian logo se despedia de alguns marujos e carrega consigo seu saco de couro sobre suas costas, amarra seu cabelo para trás, logo o mesmo nota um guarda ali, parado, um guarda loiro, e bem afeiçoado, mostrava ser bravo e nem falava, Caspian deduz que o rei mandou o guarda para busca lo, era um rapaz jovem, o principe o cumprimenta e Mikhael retribui o cumprimento ao mesmo com educação. O jovem guarda tinha uma educação exemplar e vinha de uma família humilde, ele se sentia honrado em pode estar ali junto a um dos principes do reino, pois, Mikhael se empenhou muito para chegar ao título de guarda real da coroa de Minestirith.

MOMENTOS DEPOIS....

Depois que o jovem guarda acompanhou o principe até o castelo, eles haviam conversado muito no caminho, Caspian pode notar que Mikhael era reservado e não falava muito, mas que parecia ser um guarda real de confiança, com isso, o principe se despede de Mikhael e segue para dentro do castelo, onde Caspian reve uma velha amiga, uma das criadas que ele mantinha um relacionamento intimo antes da viagem, e ela de fato estava muito mais bela do que antes, o que logo captura a atenção do mesmo, o farto busto da moça, suas curvas, o sorriso seu cabelo loiro mais comprido, e cachos belos e volumosos, havia passado se três luas que Caspian não a tinha visto, de pronto ele lançou um olhar cortejador a mesma, o principe em segundos recorda se dos momentos juntos, onde ela não só preparava seu banho mas também banhavam se juntos, mantendo um relacionamento intimo e sexual dia após dia, hoje não seria diferente, ele logo pede que ela prepare seu banho, ela lança ao principe um olhar sedutor, a mesma sabia o que ele de fato queria, o que ele gostava, ela lança ao Caspian aquele olhar...Logo , que a mesma começa a organizar as bacias para encher para o banho do principe, Caspian vai até a cozinha onde ele encontra sua segunda mãe, ele tinha um carinho intenso, por ela, ele logo chega e dá um forte abraço em Tina, a cozinheira do castelo, já de certa idade ela muito ajudou na criação dos principes, mas Caspian fora sempre o favorito dela, o homem era rejeitado pelo pai, mas amado pela mãe e pela cozinheira, ali eles conversam um tempo, até que o principe se despede de Tina e parte para seus aposentos, ao chegar, Erica estava lá, sorria maliciosamente para ele, Caspian larga sua bagagem sobre sua cama e devolve o mesmo sorriso a ela, aos poucos ele começa desabotoar sua camisa, logo o mesmo fala:

__Não sabes o quanto lhe desejo agora...

Ela retribui o sorriso e caminha até ele de forma sedutora e silenciosa, e começa a desabotoar a camisa do mesmo, as mãos dele , vão para os botoes do vestido dela, em uma voz sedutora e mansa ela fala:

__Senti sua falta Caspian...

O principe sorri atrevido para ela, e logo a puxa pela cintura, entrelaçando em um beijo, safado e intenso, aos poucos despindo a, ela fazia o mesmo com ele, despindo o mesmo, ali, Caspian a coloca de quatro em um comodo do quarto e ali ele a faz dele, naquele momento, em meio a gemidos prazerosos, e muito prazer, o comodo fazia um forte barulho arrastando no chão, logo ambos vão para a banheira, onde o principe a consome como um viciado, cada curva e exuberância no corpo dela o deixando mais e mais excitado, em meio a banheira o fervor do momento se exalava, Erica não cansava de gemer e gritar o nome de Caspian, lhe falando loucuras e pedindo loucuras ao pé do ouvido do mesmo, ambos se divertiam em grande agrado.

Capítulo 3 LAR DOCE LAR, PARTE 2

Momentos depois, o principe estava vestido e pronto para a viagem até Alvorada, ainda em seus aposentos, ele sorri de canto para Erica que terminava de se arrumar, logo ele fala a mesma, enquanto ela começa a se arrumar:

__Obrigado pelo banho, foi maravilhoso.

Erica sorri e fala, em um tom ousado e flertador para com ele:

__Foi uma honra servir meu príncipe.

E logo ela se retira dos aposentos dele, o principe por sua vez, um momento depois seguia para fora de seus aposentos em seguida para fora do castelo, onde não tarda a encontrar Mikhael a sua espera, Caspian fala:

___Pronto?

Mikhael olha sério, e com uma postura ereta e exemplar para o principe, logo responde em uma voz firme:

__sim , senhor.

Caspian olha para o jovem guarda e fala:

__Podes ficar mais a vontade Mikhael, quero ser seu amigo, não sou um chefe.

Mikhael fala:

__Fiz um juramento senhor, em proteger nem que seja com minha vida a família real, o que para mim é uma honra.

O principe olha para o jovem guarda:

__Me fale um pouco sobre sua família.

Caspian puxa proza com Mikhael até que sairam de Minestirith, no caminho Mikhael conta ao principe que era filho de fazendeiros e que ele mostrou grande aptidão nas armas, o que o levou até o posto de soldado do reino, mas, Mikhael sempre quis causar orgulho á seus pais, e ele não queria parar no posto de soldado, depois ele subiu de patente como guarda e por fim, um guarda real, ele ajudava a sustentar sua família, e sempre ia os visitar, assim que podia, a história dele mostrou ao principe que, o guarda, a sua frente, poderia ser novo, mas que tinha grande determinação e bravura, pois, ele lutava para sustentar seus pais, lutava pelo reino e acredita em sua pátria, ele chegou aonde chegou por amor, era admirável isso nele, bravura e amor, poderia apostar que Mikhael algum dia se tornasse herói, era só dar tempo ao tempo ao tempo. A cavalgada de ambos foi longa e após horas a fio de proza eles chegam em Alvorada ao fim do dia, logo Caspian é bem recebido pelos guardas, que o guiam para o banquete entre as famílias reais, Mikhael precisou ficar na porta, não era nada que Caspian tivesse gostado, ele nunca gostou dessas diferenças socias, era algo que irritava o principe, o mesmo até pediu que deixassem Mikhael entrar com ele, mas, não deixaram, Caspian suspira alto e olhara para Mikhael em seguida fala que voltava logo.

Logo o principe adentra o salão do banquete, la estava seu pai, que lança um olhar furioso ao mesmo, Caspian ignora tal olhar, o principe não tinha tanto afeto com seu pai, ele mau chegou e seu pai lança-lhe um olhar furioso, acaso não sentiu falta do proprio filho? Logo ao lado de seu pai, lá estava o belo e carinhoso olhar de sua amada mãe, a rainha Leonora, tão amável, forte e bela, Caspian sorri carinhosamente como um filho que adora sua mãe, o que de fato é real, ele lança lhe o sorriso para a mesma, ao sentar se ao lado de seu irmão Arthur, nota que ele estava apreensivo mas... porquê?

Em seguida Caspian nota também que Synys não havia chegado ainda, o pai deles não parecia nem um pouco feliz com isso, o principe via certa graça em testar a paciência do rei, Caspian permite transparecer um pequeno sorriso sarcástico, logo Caspian presta a atenção no banquete, so então entende o porquê do banquete e o baile, Arthur estava por se tornar noivo de Juliete Astro Von Summer, era um casamento motivado por interesses políticos, o principe olha para seu irmão Arthur, ele não parecia gostar da ideia, mas estava encantado pela beleza da princesa, Caspian não concordava com isso, mas, nada disse nada em todo o banquete, no meio do banquete Synyster chega, ele vestia uma roupa não formal, um estilo pirata dele, o principe moreno de cabelo até os ombros sorri para seu irmão que chegava, e logo nota o olhar desaprovador do pai de ambos sobre Synyster.

O capitão senta ao lado de seu irmão, e logo sussurra para Caspian:

__O que eu perdi?

O principe sussurra de volta:

__Nosso irmão esta noivo.

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