APRESENTAÇÃO
Esse livro tratará sobre o interior da sua alma, a realização de uma autoanálise e real ação para sua vida. O que tratará sobre o interior da alma não fará você sentir medo, mas sim conhecer o que lhe faz ter medo, e assim resolver e encontrar o caminho de sua felicidade. A leitura desse livro foi feito para você que sente deprimido, sem força, desamparado da vida, porque ele é uma leitura fácil de ser interpretada e rápida, para que você não se desanime e pare no meio do livro e com isso não encontre a felicidade que está bem perto de você.
Conto com sua leitura, tenho certeza, você não desanimará e sim encontrará força para seguir o caminho de tantos obstáculos, tantas felicidades que faltam ser encontradas e certamente estão presente no dia a dia de sua vida.
Eu fui, eu sou e sempre serei um eterno agradecido a ter descoberto a depressão, só assim fez eu me encontrar comigo mesmo, a qual estava escondido dentro de minhas entranhas, que não conseguia florir e poder proporcionar o melhor prazer do mundo que é ser você mesmo a cada dia que levanta e se coloca a realizar os seus sonhos.
Seja Feliz, mesmo naqueles dias que você está triste, porque a felicidade não é algo palpável, mas sim, algo que você possa encontrar na essência da sua vida.
FUNDAMENTO
A fundamentação desse livro está pautado nos princípios da alma humana, que proporciona realizar a experiência acarretada cotidianamente nos propósitos assim demonstrado, trabalhando a conjuntura da ementa que o devido livro tratará:
• O MAL DA ALMA – doente em decorrência de uma sociedade medíocre, qualidade ruim, inferior, mesquinho, moralidade e ou intelectualidade questionável, em educação, com caráter duvidoso.
As evidências do livro demonstra uma síntese do princípio da alma, a qual relata suas causas e efeitos do mal que acarretam diversos malefícios do próprio ser, são:
• AS DIVERSAS MANEIRAS QUE O MAL DA ALMA É DEMONSTRADO – transtorno esse, que leva à frequente déficit de habilidade social, levando a quadros relacionados ao medo excessivo, ao pânico desenfreado e a situações embaraçosas, o tornando incapaz de conhecer a real situação de angustia e prisão no seu próprio ser, invadido por circunstâncias indefinidas, sabendo que tudo depende de si mesmo para buscar a desejada cura das feridas ocasionadas por um período de caos e, desentendimento da própria sociedade que vive.
As bases estão justificadas no meio, depois de entendido que uma vida não pode ser levada ao bel-prazer, mas na essência que nos faz viver e descobrir porque fazemos parte deste mundo que se chama sociedade cultural. Devemos entender claramente que fazemos parte de uma sociedade para ser realmente feliz, que isso nos proporciona o entendimento, vamos analisar a:
• LIÇÃO DA VIDA REAL – a qual devemos saber que a vida é boa, mas não conseguimos compreender, porque não paramos para refletir a vida de nosso semelhante, somente observamos as posses, os bens, o sucesso, a fortuna que o outro possui, mas não observamos que a simplicidade, a colaboração, a ajuda ao próximo o leva para o complemento de todos esses brilhos conquistados, mas não demonstrado realmente para a vida do seu próximo.
Um menino, estudando na periferia de uma localidade, chegava todos os dias atrasados, o professor chamava a atenção e pegava a régua e batia na palma de sua mão, o menino não falava nada e se dirigia a sua carteira.
Nos dias seguintes a mesma ação, o professor pedia para ele abrir a mão e batia com a régua, e ele se dirigia para a sua carteira. Os colegas viam todos esses acontecimentos e simplesmente abaixavam a cabeça.
Certo dia o professor indo para a escola, pedalando uma bicicleta avistou o seu aluno empurrando uma cadeira de roda levando sua mãe em um local para cuidar quanto ele estava em sala de aula. O professor ficou arrasado pelas suas atitudes, observou a hora e foi para suas obrigações profissionais.
O pobre menino, com sua humildade bateu na porta para poder entrar, o professor autorizou, entrou colocou à disposição a sua palma para levar as duras reguadas como todos os dias levavam. Mas aquele dia o professor ágio diferente, colocou a régua em suas mãos e pediu para ele bater na palma das mãos do professor. O menino olhou, o professor agachou e beijou as palmas da mão do menino, demonstrando misericórdia, perdão pelas suas atitudes erradas, sem se quer saber o porque do seu atraso diário, abraçou-o e choraram devido as injustiças praticadas diariamente pelo professor.
Essa lição de vida nos mostram que os exemplos são os fatos propícios para descobrirmos que podemos mudar, pois as nossas mudanças ocorrem somente quando nós mesmos queremos, portanto ninguém nos muda, somente nós quisermos mudar. https://www.youtube.com/watch?v=UXIdzY0QLss
Por consequência temos que avaliar o fim, não de um término, mas o recomeço de uma pessoa que está a margem de uma vida, querendo retornar ao centro, para assim fazer parte constante da sociedade. Com isso vamos avaliar:
• A REALIDADE QUE NÃO PODEMOS JAMAIS ESQUECER - não podemos esquecer que somos parte integrante desse mundo, e jamais esse mundo nos esquecerá. Por isto devemos estar constantemente preparado para superar os maiores entraves que possa existir em nossas vidas.
Algumas cicatrizes desaparecem, mas aquele ferimento jamais será esquecido.
Que eu tenha coragem suficiente para superar o medo, mas ter uma grande força para atingir a fé.
Não mude suas atitudes rapidamente, porque a velocidade da vida muitas vezes não deixa chegar ao destino desejado.
Não se aflija com o que as pessoas estão falando nas suas costas. Elas estão atrás de você por uma razão.
Não prometa quando estiver feliz. Não retruque quando estiver com raiva. Não decida quando estiver triste.
Não encurta caminhos. Não seja curioso. Não tome decisões precipitadas. Tudo isso levará ao seu insucesso.
Essas e muitas outras frases nos levam a refletir a realidade que precisamos estar atento para prosseguir nossa caminhada, e principalmente de sucesso e realização.
Esse é o sumário que iremos trabalhar nesse livro, contado com algumas orientações e fundamentos que serão baseados para que assim você saiba como, onde e as causas que levarão a ler a devida obra.
O MAL DA ALMA
O MAL DA ALMA, é um livro, a qual conto a minha experiência que tive com depressão, com análise de especialistas da área, colocando outras experiências. Ao meu ver vai colaborar para muitas pessoas que sofreram ou sofrem até hoje, uma alma amargurada, sem vida e buscando refúgio aonde possa se apegar.
O Mal da Alma, um problema que estamos vivendo desde as últimas décadas do século XX e todo esse início do século XXI, principalmente no momento de pandemia do COVID-19 ou também conhecido como Novo Coronavírus. Um surgimento que apareceu como uma flecha e não quer sair mais. Pessoas de todos os tipos agindo para prejudicar a saúde mental do outro, fazendo com que o risco que não seja alarmante, mas proporcionando terrorismo cada vez mais avassalador na mente do ser humano.
A alma do ser humano está em frangalhos, doente em decorrência de uma sociedade ordinária, que não mais existe compaixão ao próximo, não respeita o seu próximo, família, criança, órfãos, idosos, natureza, na realidade não respeito o seu próprio ser. Isso está ocasionando o mal que provoca em uma alma desamparada por completo, pedindo simplesmente paz.
Estamos vivendo como a história do rei que possuía quatro esposas, cada uma com seu jeito de agir. O rei gostava de todas, da sua maneira, com menor paixão, pois ela estava esquecida no seu núcleo amoroso. Essa esposa era a primeira, aquela que tudo iniciou a formação desse casal.
Depois vieram as demais, e o rei amando muito a segunda, depois a terceira e, a quarta uma paixão avassaladora, não trova nada mais por ela, havia abandonada por completo, a segunda e a terceira esposa, pois a primeira fazia muito tempo que não mais há via e que procurasse.
Um dia essa rei adoeceu e estava à beira da morte, então pediu para seu súdito: - "Chame a minha quarta esposa". Ele foi, passou alguns minutos chegou a esposa, parou na porta e perguntou a seu esposo:
- O que você deseja bem?
Respondeu o rei:
- Você morreria comigo nesse instante para ficarmos a eternidade juntos?
Ela respondeu:
- De jeito algum, vou abandonar a minha beleza, a minha riqueza, para morrer junto de um velho igual a você!
Imediatamente saiu e deixou o rei triste, sem saber o que fazer, abalado completamente. Novamente pediu para seu súdito chamar a sua terceira esposa, e ele foi chama-la e imediatamente chegou, parou na porta, perguntou o que ele queria e adentrou um pouco mais para dentro do quarto.
Novamente o rei fez o mesmo questionamento anterior a essa esposa e ela respondeu:
- Não, pois tenho muitos fazeres ainda por aqui, mas te garanto que deixarei tudo registrado o tempo que estivemos casado, o que aconteceu nesse período e ainda farei uma observação no final desse registro.
Entristeceu o rei, mas ela foi branda nas palavras, não colocou o desprezo como fez a quarta esposa. Então o rei solicitou que chamasse a segunda esposa. Não levou quase tempo algum. A esposa chegou entrou para dentro dos aposentos do rei, sentou ao seu lado, pegou na mão e pediu:
- O que você deseja, pode falar, se puder farei o possível?
O rei fez o mesmo questionamento, se morresse naquele momento, ela iria com ele junto al leito de morte. Ela então respondeu:
- Iria com todo prazer, mas infelizmente não posso, a circunstância da vida não permite, mas garanto que nunca esquecerei, você estará eternamente no meu coração.
A esposa saiu derramando em lágrimas, mas quando o rei olhou na porta que ele viu? A primeira esposa, magra, pálida, triste, mas falou:
- Bem! Pode ficar tranquilo estarei com você na morte e após a morte, pois você é meu amor eterno.
O rei ficou admirado, pois a que mais destratou, abandonou, ignorou, estava ali presente para ampará-lo.
Moral da história: nos apaixonamos erradamente, abandonamos e não queremos ajuda daquele que menos esperamos, e esse nunca abandona, é o verdadeiro amor, amigo, paixão de nossas vidas. Vamos refletir cada esposa:
• A quarta esposa é o nosso corpo, ele só quer beleza, perfumes, joias e nada mais, quando morrermos ficará o pó da nossa ignorância.
• A terceira esposa é o trabalho, ele gosta de nós quanto pode tirar retorno, darmos recompensa, depois que somos mandado embora, o que nos sobre somente o registro e as informações que ali passamos e executamos, nada mais.
• A segunda esposa é a família, está junto de nós, pelo menos a maioria, nos momentos difíceis, não acompanha na morte, mas fica com o coração partido e lembrando por todo o tempo. Sabemos que algumas não são assim, esquecem ainda no leito do paciente doente, abandonam e desistem da vida do mesmo.
• A primeira, essa é a esposa que jamais nos esquece, pois ela está na criação da vida, no dia a dia e na hora da morte, é o nosso espirito, a nossa alma. Ela não recebe os nossos cuidados, mas ela está presente a todos os momentos, doente ou sadia, ela jamais desiste de nosso ser.
Portanto é por isso que nossas almas estão vivendo em dificuldades e muitas vezes doente, por um mal que não conseguimos ver, mas sentimos de forma opressora que para muitos faz com que a vida se acabe repentinamente, ou em vida ou levando a morte.
Eu não tenho a ousadia de desenvolver esse livro e divulgar que irei curar o MAL DA ALMA dos leitores. Isso é impossível, porque eu não sou médico e também não sou especialista da área, ou seja, psicólogo. Mas esse livro pode lhe ajudar identificar seu problema e dirigir ao profissional da área e falar o que sente, assim já existe um caminho para facilitar seu entendimento naquilo que pode proceder a sua melhora.
No entanto este livro é escrito por experiência própria, demonstrando o sentimento que em muitos desses atos teve ou ainda tem, mas no momento que aceitei a doença e solicitei ajuda e concordei em ser ajudado, tudo ficou e fica fácil até hoje.
As diversas maneiras que levam o ser humano ser incomodado, em decorrência de razões que o leva a sentir magoas, desrespeito, ironias, o guiam para um inadequado início de desespero, desilusão e sobretudo perca do motivo em buscar tesouros que estão alojados no seu interior.
Assim o faz maltratar o que mais leva a evitar problemas e desilusões o principio vital que é o caráter, a índole, a personalidade, ou seja, a psicose humana dilacerada por algo que não sabe de onde vem e para onde vai, somente o escuro da incerteza e da tristeza.
Para tanto inicia tudo as feridas que afetam a alma humana falando das diversas causas que o levam ao transtorno da ansiedade e ao déficit da habilidade social.
Agorafobia – São pessoas que evita passar no mesmo lugar que houve um problema ocorrido em um determinado dia, horas e etc. Também voltam várias vezes para dentro de casa para verificar as portas, se o gás está fechado, o ferro de roupa real gado, um mal que leva a pessoa perder um passeio pela insegurança de não ter certeza em si mesmo.
Fóbicos sociais - pessoa tímida ao extremo, inseguro, se acha feio, perde oportunidades por não acreditar no próprio potencial.
Co-morbida - pessoa que se agarra em algo para superar a timidez, a insegurança, a tristeza, se apega em substâncias químicas, e não só drogas ilegais, ou no alcoolismo, como em remédios legais, mas no medo de passar mal antecipa a tomar remédio, muitos chamam de hipocondríaco.
Síndrome do Pânico, fobias, distúrbio obsessivo-compulsivo, stress pós-traumático e ansiedade generalizada - ações que leva a pessoa a ter medo do todo, se sair de casa pode ser assaltado, acidentado, generaliza tudo de mal, e se esse medo estiver ligado a uma refeição, ou algo que você estiver fazendo, acaba o seu prazer, torna-se um mal para sempre ligado a aquela ocasião.
O leitor desse livro, tiver algum distúrbio de ansiedade citado por mim, e servir como estimulo para superar a si mesmo e buscar solução, caso esteja com medo, dediquei o meu exemplo para te encorajar, não desista, e aceite, que a depressão é uma doença, e não importe o que falam ver você vá buscar ajuda de um profissional de saúde e, tome remédio sem medo, não importa o tempo que necessitar fazer uso, busque se sentir bem, o dia oportuno o seu médico estará lhe ajudando a deixar de tomar os milagrosos remédios para sua qualidade de vida.
Sinto-me como estivesse perdendo a cabeça, ficando louco.
Quando houve o meu primeiro ataque de pânico, procurei um clínico geral e falou-me que era stress. Não melhorou procurei um médico gastrointestinal, fiz todos os exames necessários e nada de melhorar. Fui a um cardiologista, submeteu a exames complexos e caros, nada a curar. Até que encontrei por um acaso uma psicóloga que teve compaixão da minha situação, fiz análise por um mês, suficiente a descobrir meu problema. Dirigi-me a um neurologista detectou minha depressão e passou-me o melhor remédio que poderia existir. E ainda estive me consultando e sendo medicado por um homeopata que centrou a minha vida.
O ataque ao pânico nos leva a subir uma quentura pelo corpo, um suor inexplicável, a cabeça gira de uma tal maneira que nos faz parecer que precisa segura-la, a mente parece que está mil, em resumo é realmente um ataque de terror.
O ataque de pânico nos leva a uma ação trêmula, que parece que não conseguimos segurar as pernas, braços, mão e etc.
Parece que não há palavras adequadas para descrever os sintomas, é um sentimento de dor que nada dor, e realmente horrível essa sensação.
Chegamos a pensar que a vida não mais será a mesma.
O tempo passa, o "ataque" até não mais acontece por alguns dias, mas existe uma sensação estranha e preocupação "e se acontecer de novo?".
Os dias passam, mas aquele pensamento de medo continua, vai que volta aquela sensação de terror! Chega um certo dia, em um local qualquer, de repente as sensações voltam de maneira avassaladora: tortura, o coração palpita como um martelo batendo no peito, o coração querendo sair pela boca, o suor nos transforma como banho, pinga água sem saber como se forma tanto em um único corpo, aterroriza tudo, a cabeça novamente gira, e naquele momento da vontade de gritar, correr, fugir de dentro do corpo.
Desaparece todo pensamento, entra um esquecimento completo, parece que nada faz parte mais do corpo, só um inchaço corpóreo, mas somente na alma, não no corpo. A concentração some, parece pior do que já havia acontecido.
Nesse momento chegamos a não mais pensar que podemos ficar louco, passamos a ter certeza que estamos loucos, a alma grita internamente, mais o corpo não tem força para prosseguir com o estimulo. Ou passamos a ter coragem de pedir ajuda, ou simplesmente o corpo se apaga, como se fosse o fim dos eletrodos existente no próprio organismo.
O medo do pânico faz as palmas das mãos suar e a ansiedade faz encher toda a alma interna ao corpo.
Em relação ao pânico, me levou a descobrir que todos aqueles sentimentos de medo, em fazer acontecer novamente, principalmente se passar pelo mesmo local, ou agir da mesma forma, isso tornou fobia, um ato ou efeito de se sentir mal perante a própria alma.
O grande problema que nos afetam a esse sentimento é sentir vergonha em falar para o outro de nossos problemas, parece que vão achar que somos loucos, desmemoriado e irão tirar sarro. Nesse sentido nós faz se isolar no mundo, nos levam a prejudicar nós relacionamento, arrumar bons empregos, e até mesmo estudar, pois o medo de nós levar a crise novamente, na distância da sociedade.
Na realidade não queremos que pensão que somos esquisitos.
Conforme o medo nos transforma pela dor em nossa alma, nos faz pensar mil em uma coisa, achamos que somos bipolares, esquizofrênico, maníaco-depressivo e etc.
Na realidade a fobia nos faz pensar em todos problemas mental, mas o que falta é entendermos realmente o que somos e precisamos urgente de ajuda de profissionais da área.
As pessoas que sofrem de fobia, ocasionada por distúrbio de ansiedade, aparentemente parecemos estar normais, só que àquelas pessoas que jamais experimentou pessoalmente essa sensação esquisita e apavorante de um ataque de pânico pode, facilmente se confundir com sintomas de fingimento ou síndrome imaginária. Por isso que é importante acompanhar todas as bibliografias que relatam fatos desses e ter compaixão do seu semelhante.
Tudo isso é realmente uma verdade, a cabeça não para de pensar, as ocupações do dia a dia, os afazeres que se tornaram complexos, a evolução das informações que são instantâneas, tudo isso nos demonstram acelerar os nossos pensamentos, as nossas ações, desde que realmente são ações psicológica do que realmente cronológico.
Cinco perturbações que ocorrem juntas ou separadamente com o distúrbio da ansiedade:
• Síndrome do Pânico;
• Fobia;
• Obsessão-compulsão;
• Stress pós-traumático;
• Ansiedade Generalizada.
SÍNDROME DO PÂNICO
Uma pessoa estando com o ataque de pânico, parece se sentir como estivesse enlouquecendo, parece que vai dar de tudo na pessoa, vai enfartar, falta respiração, o cérebro dispara como se fosse um ataque de loucura, querendo fugir de tudo, procura remédios de todo tipo, parece que vai desmaiar, o corpo perde o controle, sobe uma quentura das pernas para o corpo, parecendo que irá sumir por completo, é desesperador, é um trauma pessoal por completo.
A busca de uma solução muitas vezes nos levam a se tornar hipocondríaco, pois se estiver carregando remédios de todos os tipos, quando sentir mal busca ajuda nos remédios, eles se tornam um amuleto, isto quando mistura com álcool ou outras substâncias químicas totalmente ilegais.
Todos esses acontecimentos levam-nos a constrangi perante a sociedade, acuando em local isolado, com vergonha, medo de tudo, um pânico incontrolável.
A pessoa estando em ataques de pânico sente, suor incontrolável, respiração ofegante, coração disparado, aperto no peito, calafrio, sentimento de sufoco, formigamento, frio e calor só mesmo tempo, fraqueza, tremor, náusea, irritável, medo de perder o controle, medo de morrer, medo de ficar louco e por fim o medo que pode voltar a acontecer tudo de novo o próprio medo.
FOBIA
O ataque de pânico, em muitos dos pacientes levam a ter fobia, medo e hábito de evitar lugares e situações públicas, associado ao ataque de pânico.
Muitas das fobias ao indivíduo está ligado a ter medo de sair de casa, dirigir e muitas vezes entra em pânico só de pensar em ter que fazer uma dessas atividades.
A fobia divide em três categorias:
- Agorafobia;
- Fobia específica; e
- Fobia social.
A agorafobia literalmente medo do mercado, a pessoa tenta achar algum tipo de explicação para o perigo e quer evitar o acontecimento. Nesse caso dirigir, não quer sair de casa e dirigir, pois pode acontecer algo de errado se sair, viajar ou for para algum lugar.
A fobia específica, medo irracional, ligado a uma situação particular, como animais, espaço fechado (claustrofobia), altura (acrofobia) e etc.
A fobia social, espécie de timidez exacerbada, podendo acarretar solidão, temer em estar em ato público, escrever na frente de outra pessoa, falar em público, comer em público. São pessoas com medo de plateia.
Essa pessoa tem sua autoestima baixa, imagina que todo mundo zomba de sua pessoa. E está atrelado a tudo isso a incerteza, o medo, não acredita no próximo e se acha incapaz constantemente.
A fobia faz com que o indivíduo destrua sua própria qualidade de vida, o medo exacerbado o leva para o desespero e muitas vezes para atitudes enérgicas a si mesmo.
Para as pessoas que não tem esse problema, acha que é impossível ter medo de certa atitude, mas para o indivíduo com essa síndrome, faz tornar-se o maior problema de tudo o que pode lhe afetar.
DISTÚRBIO OBSESSIVO-COMPULSIVO
Um distúrbio de ansiedade que para muitos parecem esquisitos, mas não é, tem uma seriedade que as pessoas com esse problema chega se sentir muito mal em relação as outras. As vítimas ligada a esses problemas são prisioneiras e muitas vezes, alucinados por certos pensamentos. O comportamento na maioria das vezes é:
- limpeza, lavam compulsivamente as mãos, são preocupadas na contaminação de germes.
- conferência, a vítima obcecada a esse problema, confere dezenas de vezes se apagou a luz, fechou a porta, faz isso até que consegue aliviar sua ansiedade
- Contagem, o indivíduo necessita contar incansavelmente telhas no telhado, partículas de poeira, janelas de edifícios.
- Matar, outros vivem o terror que possam matar alguém por acidente, alguns voltam várias vezes no mesmo local para verificar se não atropelou alguma pessoa ou animal.
- Colecionador, alguns colecionam coisas que são inexplicáveis, tampinha de garrafa, elásticos, lixo em geral, são coisas que muitas vezes prejudica as outras pessoas.
- Ritual, por fim, pessoas que desenvolvem rituais que prejudica o seu próprio estado físico de saúde.
Esse comportamento à pessoa provoca dolorosa ações negativas ao seu pensamento, fazendo esconder o mau que lhe afligem. O sofrimento é uma dor que não é sentido no corpo, mas na alma em relação a essa pessoa.
ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO
É um trauma emocional, os sintomas variam de insensibilidade emocional, ocasionando pesadelos, ocasionando reviver o problema tido no choque, perturbação, impacto ou comoção.
Esse distúrbio pode levar o indivíduo a se afastar da família, dos amigos e constante mau humor, com pouca ou nenhuma provocação. Às vezes uma música, uma palavra ou até mesmo um gesto pode voltar o trauma a essa pessoa.
Esse distúrbio pode manifestar depois de dias, semanas, meses, até anos conforme o trauma. É que na maioria das vezes a pessoa quer se mostrar forte, controlada, mas se desaba sobre a situação.
AGORAFOBIA
Segundo os estudos dizem que a fobia não representa nenhuma ameaça ou perigo real. Sabendo que uma das síndromes que existem dentro da fobia é agorafobia, definida como uma forma de medo em espaços abertos. Os ataques de pânico associado a agorafobia, conduz o indivíduo a necessidade de fugir de qualquer lugar, até em um ambiente que a pessoa desejava estar muito naquele momento.
O incrível é que surge a qualquer momento sem percebermos essa onda de terror que percorre pelo corpo, e a pessoa chega a perder o controle de si mesma. A sensação é de impotência, parece que perde o chão, e se torna desesperador.
Muitas vezes a pessoa que sofre por esse medo (agorafobia), são pessoas que no dia a dia irradia vitalidade, entusiasmo, autoconfiança, são traços de personalidades que a Sociedade que convive diariamente, não imagina esse mal que aflige o interior dessa pessoa.
Mas quando essa pessoa passa a ter confiança em alguém principalmente profissional da área psicológica, o quadro que emerge do seu interior é assustador e dó.
Como saber se está adoecendo, e identificar que a síndrome é de pânico agorafobia? Esse questionamento está constantemente estampado em nossas mentes. Muitos indivíduos iniciam com tontura, náusea, a respiração fica esquisita, sobe uma quentura dos pés à cabeça, dispara o coração e o pior, surge ondas de terror que atravessa por todo o corpo. Só sabe que sente uma urgência, irresistível de correr, sem saber para onde, mas quer fugir sem destino.
Outros sintomas que muitas vezes e inevitável chorar copiosamente, sem motivos algum, chega-se passar pela mente que existem todos os tipos de problemas, até faz exames de estômago, coração, sangue, mas nada apresenta alterado. O Incrível é que os exames estão normais na maioria das vezes com essa pessoa, mas continua não respirando direito, falta folego, continua com tontura, parece que vai até desmaiar, algumas vezes sente aperto na cabeça e no peito, não são sensações normais para um ser humano.
Nessa fase do problema é que a pessoa se fecha, não quer contato com outras pessoas, e tem medo que as outras pessoas pensam que ela está louco(a). Resumindo, sente-se solitário(a), apavorado(a), encolhido dentro de seu próprio ser, com medo de pôr os pés na rua.
Quase todos que sofrem de agorafobia, poderão admitir que um dia passou por uma experiência desses sintomas aterrorizante, sente todos os problemas físicos e os exames laboratoriais e mecânico nada detecta. Mas não poderemos falar que uma pessoa dessa não tenham sentido realmente esses sintomas, desde que o surgimento foi ocasionado pelo cérebro, processos de uma substância química a qual os cientistas da área identificam como neurotransmissor, é uma substância que agem como mensageiro entre certos neurônios no cérebro e a parte física do corpo, podendo ocasionar diferente reações emocionais e físicos em qualquer parte do corpo.
Todos esses problemas surgem em decorrência de reações emocionais e físicos, proporcionando por algo extraordinário na vida das pessoas. O que devemos ser cientes que o corpo do ser humano e tudo interligado, surgindo coisas inesperadas na vida.
A cura dessa síndrome é aceitar que é uma doença, pode ser tratada, curada, mas precisa procurar um profissional da área para lhe ajudar, e não procurar a cura por si só, acreditando que vai vencer com a fé, ela ajuda, mas precisa de um profissional da área de saúde.
Portanto a finalidade dessas informações é demonstrar ao leitor que estiver sentindo esses sintomas, não é louco, e será curado, mas necessita buscar apoio de profissional de saúde.
Momentos de estresse intensos não são inofensivos, pelo contrário, vários quadros depressivos, síndrome do pânico e ansiedade têm como ingrediente comum o estresse. Além de afetar a saúde mental, o estresse também pode causar problemas físicos; e o coração pode ser um dos afetados.
Os níveis de cortisol, chamado de hormônio do estresse, elevado no organismo das pessoas pode provocar ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC).
As altas liberações de hormônios em situações estressantes perturbam o organismo, provocando reações que englobam desde o aumento da pressão arterial a um fulminante ataque cardíaco.
Chá de camomila, caju, ostras, nozes, laranja, aveia, alho, chocolate, abacate, aspargo.
Esses alimentos são riquíssimos em proteínas que ajuda evitar o estresse e a depressão, diminuindo a alta liberação de cortisol no corpo das pessoas.
FOBIA SOCIAL
O comportamento de uma pessoa com fobia social, na maioria das vezes, conversar com o outro, olhos nos olhos, possuí uma grande dificuldade. Imediatamente enquanto os olhos vasculham todo local do ambiente, como se tentasse achar um lugar para fixar seus olhos, finalmente olha para baixo, observando suas mãos, esfregando uma na outra nervosamente. A voz dessa pessoa é quase inaudível, algumas vezes sorri, mas recua rapidamente o seu sorriso, demonstrando parecer um indivíduo tímido.
A fobia social assemelha a uma timidez extrema, mas a sua diferença de uma timidez comum, é que interfere as pessoas no funcionamento diário no trabalho, na escola, e praticamente em quase todas as relações interpessoais, exceto com a família.
Essa timidez é tão dolorosa emocionalmente, que muitos desses indivíduos que sofrem desde distúrbio, isola-se totalmente em casa, evitando qualquer tipo de contato social.
Esse contato social leva-o a um medo constante de ser examinado por outro, pois pode ser humilhado ou se embaraçar em público e assim ser ridicularizado, isso que essa pessoa com a fobia social imagina em seu interior.
A pessoa com fobia social, conforme já falado, assemelha-se a timidez, mas conforme essa máscara do problema pode levar a pessoa afetar significativamente o seu interior, levando-o a limitações vocacionais, alcoolismo e depressão. Pior também a esse indivíduo ser assediado por ideias de suicídio.
O comportamento que devemos observar no individuo, a qual sua tendência é estar com o problema de fobia social, transtorno esse originário da ansiedade intensa ou medo e ser julgado, avaliado negativamente ou rejeitado em uma situação social ou em um momento de avaliação de desempenho, essa pessoa costumeiramente evita participar de eventos, estar em restaurante ou em qualquer local que possa estar sendo observado, utiliza-se de constantemente do isolamento em sua casa, principalmente no seu quarto, ouvindo músicas, assistindo séries ou mexendo na sua rede social, utilizando pseudônimo ou cria um perfil falso nas suas redes sociais.
A pessoa com esse transtorno chega a sentir seu coração bater furiosamente, capaz de ouvir o sangue correndo em seus ouvidos, quando conhece ou lhe é apresentado alguém pela primeira vez, o medo chega ser um terror que parece que vai morrer naquele momento enfartado ou terá um acidente vascular cerebral – AVC.
Outra causa aterrorizante é chegar em um lugar diferente, a qual essa pessoa nota que tem alguém lhe olhando, sente-se constrangedor aquele momento, começa sentir uma quentura avassaladora dentro do seu interior, a qual seu corpo parece que entrará em ebulição e pegará fogo. Também é constrangedor sujar um ambiente a qual se encontra várias outras pessoas, como por exemplo estar com o calçado sujo e marca o local com terras, suja uma toalha com ketchup, são atitudes incrivelmente constrangedora que a pessoa com problema de fobia social leva ao mergulho da aflição total.
Em seus vários problemas podem haver ações que o indivíduo mascare a doença, como:
Uma pessoa com FOBIA, que tem medo de dirigir em via expressa, busca a opção de andar em ruas secundárias, mesmo a distância tornando-se longo. São alternativas, que o problema não está curado.
Uma pessoa com AGORAFOBIA, medo constante em estar em um local que se reúne a sociedade em um grande local, shopping. Decide comprar seus utensílios em uma loja pequena, mesmo pagando mais caro ou não encontrando tudo que necessita. Essa pessoa também está buscando caminhos que o levam a se enganar.
Uma pessoa com FOBIA SOCIAL, pode evitar almoçar com colegas, levando até perder amizades, ou mesmo a compreensão dos colegas. Mas o problema está escondido dentro da própria pessoa.
Tudo isso um dia poderá levar o indivíduo com essas caraterísticas a contrair depressão caso não procure ajuda profissional, e a maioria dessas pessoas serão reconhecidas com depressão através da mudança de humor, tristeza e irritabilidade, sentimentos de desesperança e inutilidade, perda de interesse em atividades anteriormente satisfatório. Tudo isso e mais a depressão provoca, com frequência, sintomas perturbadores, como fadiga, perda de energia, dores não identificadas, mudança de peso (aumento ou diminuição), apetite (mais ou menos), sono perturbador (insônia ou excesso), dificuldade de se concentrar, de lembrar coisas e dificuldades de tomar decisões.
A Fobia Social é um considerado um transtorno dissociativo de identidade, ou seja, uma pessoa com esses sintomas não consegue se associar perante a sociedade que faz parte.
A ajuda que pode ser dado a essa pessoa é mostrar realmente que é uma doença e não uma timidez qualquer, necessita de ajuda urgente de profissional da área da saúde, pois talvez necessitará de medicamentos controlados e aconselhamento psicológico. Mas imediatamente pode-se começar trabalhar em um ritmo confortável, situações sociais da vida real: restaurante, conferências, festas, para que assim consiga se acostumar com algumas habilidades em participar de um grupo que sabem do seu problema e aceitam, proporcionando ações que o ajudam a conviver rotineiramente com seu semelhante.
A Fobia Social ou Ansiedade Social, conforme já falado anteriormente, é um distúrbio de ansiedade que existem em vários outros comportamentos humanos que não foi falado ainda, mas sua característica é muito comum na vida de muitas pessoas.
Esta fobia social é se aterrorizar em FALAR EM PÚBLICO, o medo é estupidamente elevado que leva o individua ao pânico extremo. Essa pessoa tem como fobia social somente no falar em público. É mais fácil do que ter medo em estar em um local em grupo? Não, são situações idênticas para cada uma das pessoas, o medo leva ao pânico e isso lhe provoca desistências ou até perda de oportunidades vindouras.
Para muitos é um ato fácil de ser realizado, que muitas vezes até criticam pessoas com esse diagnóstico, mas para essa pessoa só de pensar em ficar diante de pessoas e expressar algo a elas, geram ataques de pânico, sentindo calafrios, suor frio, taque cardíaco, tremor nos braços, nas mãos, nas pernas, a garganta fecha, a boca seca, tudo acontece tão rápido, que impede a soltar as palavras e começa a sumir por completo, chegando a algum cidadão perder o sentido por completo e vindo a desmaiar, chega-se a pensar que vai morrer devido as várias sensações de medo.
Esse comportamento como outros da ansiedade social, segundo estudiosos da área comprovaram que pode ser hereditário, alguém ou vários membros da família tem alguma fobia e que é passado de geração a geração, e não tendo que ser o mesmo medo que um possui na família terá que ser semelhante ao outro. Nos casos estudados são vários comportamentos de fobias sociais, existem um que tem medo de tomar o elevador, outro medo de dirigir e assim sucessivamente.
Também pode acontecer que a fobia do falar em público vem de algo que aconteceu na infância, como um professor que exigiu que seu aluno falasse a todo custo e ainda ridicularizou perante os colegas. Esse fato gera um distúrbio mental muitas vezes irreversível na mente do ser humano. Por isso que devemos tomar muito cuidado o que fazemos ao nosso próximo, podemos estar o condenando para vida toda a um ser problemático e doente.
Infelizmente mesmo conhecendo a origem da fobia, sabendo as causas que o levaram a esse trauma, não faz com que possa ser curado simplesmente com ações motivacionais e ajuda mental com autoajuda. Isso quer dizer que a reação fóbica já está profundamente intrínseca nesta pessoa.
Essa pessoa que vive com a síndrome da ansiedade, com o diagnóstico da fobia social, muitas vezes passa a gerar outros problemas juntos a esse distúrbio, principalmente o alcóolico. Na maioria das vezes a pessoa para conseguir se libertar do medo se embriaga, assim passa a ter coragem de realizar o medo entranhado no seu interior, ou utiliza-se de outros tipos de drogas viciando e caindo na marginalidade da vida.
A ajuda para esse tipo de pessoa é procurar apoio de profissionais qualificados, trabalhos em grupos como o AA (Alcoólicos Anônimos), ou outros grupos de autoajuda, juntamente com médico para lhe medicar caso seja necessário e um psicólogo para orienta-lo ao caminho correto e assim ameniza as dores e conduz ao caminho do bem esse cidadão necessitado de muita ajuda.
OBSESSIVO-COMPULSIVO
O comportamento da pessoa Obsessivo-compulsivo é árduo, pois a ansiedade ocorre há muitas situações, as atividades tornam-se exaustiva para o portador dessa adversidade. O fator preponderante para essas pessoas é evitar aproximação de outros indivíduos, devido ao medo, de contaminação, contar alguma coisa sem parar e perder o tempo, ler sem parar devido ao medo de achar que não entendeu o assunto, limpeza exagerada, organização exagerada, conferência exaustiva e etc., tudo isso leva ao pavor de relacionar.
O sujeito cometido com essa enfermidade, tem consciência de que não necessita dessas ações exaustivas, sabe que tudo está correto, mas acha que se não fizer determinada conduta, a ansiedade é tão forte que não consegue tolerá-la. E enquanto não realizar determinado ritual, acredita que precisará continuar, pois deixará de passar algo importante, e percebe-se quão ridículo é o seu comportamento, assim envergonha de si mesmo.
Muitos desses indivíduos deixam de comer algum alimento que vai ao fogo, visto que irá conferir o fogão várias vezes para que tenha certeza de que desligou fogão e não irá acontecer nada em sua casa. Também existem outros que não passa a roupa para sair, pois ficará com medo quando estiver em um determinado local e achar que não desligou o ferro e assim a casa pegará fogo.
O cidadão que tem essa perturbação é muito difícil para ele e para as pessoas que estão constantemente ao seu lado. Essa pessoa chega a levantar de madrugada, caso necessite sair um determinado dia, ou precisa se dirigir ao trabalho, já que o ritual dessa pessoa é muito demorado, assim passa a ter medo que não irá conseguir dar conta de tudo e sair no horário necessário.
Essa pessoa precisa imediatamente procurar ajuda de profissionais da área, quando começa afetar o relacionamento com a família, perder o prestigio no emprego, sentir vergonha dos colegas, ou seja, quando está se prejudicando por completo.
As pessoas com esse distúrbio sentem a compulsão de realizar os devidos rituais, pois é resultada da crença ou superstição pessoal, sendo que se não fizer determinado ato, abaterá uma tragédia para si ou para um ente querido, levando a realizar o ritual, várias e várias vezes, aliviando do mal que aflige seu pensamento.
O problema é que os rituais não ajudam, mas sim proporcionam simplesmente sensação de alívio temporário, desse modo passa a realizar rituais mais exigentes, não conseguindo dar conta suficientemente. A partir de então instantaneamente a necessidade volta e começa tudo de novo, observando alguns exemplos de distúrbio obsessivo-compulsivo, necessitando contar sem parar, lavar as mãos, tomar banho várias vezes, conferir, guardar ou repetir tediosos ditados e ou orações para si mesmo.
A pessoa com esse distúrbio, identificado como DOC (distúrbio obsessivo-compulsivo) ou para muitos chamam de TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) certamente levará a sofrer de outras adversidades como: depressão, pânico ou um distúrbio de impulso-controle, identificado como característica pela incapacidade de resistir um impulso, sentido por este, como um aumento de tensão em que o ato de se lesionar, cortar, servirá como alívio ou gratificação no momento do ato e gerando culpa ou remorso após a situação.
O distúrbio obsessivo-compulsivo é terrível para o indivíduo que chega a adquirir uma compulsão obsessiva que se estiver dirigindo o seu carro, passar por uma lombada e não perceber que era, chega a achar que atropelou alguém para imediatamente o seu carro e vai verificar o que realmente aconteceu, observe o risco que um paciente passa por isso, pois pode levar a ocasionar acidente no local que parar o seu carro, ou mesmo ser assaltado por estar vulnerável em decorrência a localidade que resolveu estacionar o seu carro. Portanto a pessoa que estiver com esses sintomas, procure imediatamente ajuda, e aceite realmente que está doente, e as pessoas que acompanham não deixe chegar em um estágio desse, ajude-o procurando apoio de profissionais qualificados para atender esse paciente.
A pessoa com esse distúrbio para receber ajuda de outras pessoas é necessária que quem for lhe ajudar deve conhecer detalhado as suas rotinas e rituais. Depois orientar e exigir que por três vezes por semana inicialmente não faça em hipótese alguma os seus rituais a determinadas ações, caso não melhore, procure profissionais da saúde especializado para lhe passar algum remédio que possa lhe ajudar, e também profissionais da área psicológica para o acompanhar.
DISTÚRBIO DE ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO
Esse distúrbio assemelha-se muito com fobia, mas o distúrbio de estresse pós-traumático é um pouco diferente, pois o seu comportamento de esquivar do fato é ocasionado por algo que aconteceu anteriormente, já a fobia o medo vem do nada e não tem sentido do que possa ter acontecido, a pessoa com fobia adquire sem qualquer efeito lógico.
Os sintomas do distúrbio de estresse pós-traumático não são facilmente identificáveis, pois o comportamento de evitar sempre aparece na avaliação física ou psíquica de rotina. Porém identificado clinicamente passa a ver com facilidade o paciente com distúrbio de estresse pós-traumático e outro com fobia.
Para facilitar o entendimento das diferenças entre distúrbio de estresse pós-traumático e fobia, podemos exemplificar que uma pessoa com fobia de dirigir, ela relatará que não consegue porque o sentimento de dirigir é horrível, sente tonturas, dificuldade de respirar, o coração bate tão depressa que parece que vai dar um ataque cardíaco e morrer, medo de perder o controle do volante e dos freios, medo de trocar a marcha e acelerar muito e bater o carro, e por fim sente um tremor nas pernas que não consegue nem pisar no acelerador. Essa pessoa reconhece o seu medo irracionalmente, não possui o domínio de sua razão pelo medo de dirigir, não tem nada a ver com uma ameaça ou perigo real.
Enquanto que o distúrbio de estresse pós-traumático acontece após qualquer acontecimento extraordinariamente doloroso, como estupro, incêndio, enchente, abuso sexual, cativeiro, acidentes, assaltos e muitos outros fatos traumáticos ocorrido na vida do indivíduo.
O paciente com esse distúrbio muitas vezes passa a ter flashback (voltar rapidamente para algo), é um fato acontecido no passado inserido em um momento atual, através da lembrança das pessoas. O distúrbio de estresse pós-traumático leva o cidadão a reviver mentalmente o acontecimento traumático como se ele estivesse acontecendo novamente, consequentemente não consegue viver normalmente naquele acontecimento traumático. Essa situação passa a ser tão sério na mente da pessoa que inconscientemente voltar fazer, ou estar em um determinado local semelhante ao acontecido vivencia novamente todo o trauma.
Conforme mencionado anteriormente, diagnosticar uma pessoa com distúrbio de estresse pós-traumático é difícil, pois assemelha-se a fobia. Mas existem três categorias distintas de sintomas, que pelo menos uma sendo diagnosticado pode aparentemente identificar o problema de distúrbio de estresse pós-traumático:
1- Pesadelos e flashbacks ligado ao trauma.
2- Comportamento de angustia, choro, fúria, que leva a evitar falar do trauma.
3- Reação de raiva súbita e não-provocada, idêntica a ansiedade, tais como suor, taquicardia, nervosismo extrema, má memória, dificuldade de concentração e etc.
A pessoa com as características de distúrbio de estresse pós-traumático caso era uma pessoa calma, equilibrada, passa a agir diferentemente, tendo sentimentos de estar no limite, enfurece facilmente, sem ter havido qualquer ação anormal, às vezes age com rispidez, áspera com os indivíduos próximos sem motivo aparente.
Também a vítima de distúrbio de estresse pós-traumático é muito comum sentir uma espécie de desânimo emocional, agindo com frequência uma pessoa desligada, afastada das pessoas que antes mantinham relações próximas e íntimas. Esse tipo de anestesia emocional é uma maneira de fugir da dor psíquica.
Esses sintomas normalmente aparecem poucas semanas depois de um trauma, mas existem casos que podem levar meses até ano. Por isso muitos profissionais tratam o paciente como fobia, ansiedade, depressão, mascarando assim o real problema que é distúrbio de estresse pós-traumático.
Sendo assim tanto os profissionais como o paciente devem estar sintonizados, para que não deixe de falar ou perguntar sobre a causa do medo que possuí em relação a determinada causa. As pessoas envolvidas em algo traumático, tem uma grande oportunidade de ser curada do trauma após pouco tempo do acontecimento.
O tratamento deve ser realizado com intervenção psicológica, quando é uma pessoa que tem facilidade de descarregar, extravasar os sentimentos e as emoções. Quando for uma pessoa que fala o mínimo dos acontecimentos, necessita do apoio de um psiquiatra receitando medicamentos para ajudar aliviar os sintomas perturbadores, insônias e ansiedades severas, portanto esse paciente necessita do psicólogo e psiquiatra juntos.
Sabe-se que um indivíduo que passa por um trauma e não detecta que é distúrbio de estresse pós-traumático, com isso máscara o tratamento, essa pessoa pode levar a ações de loucuras ou esquizofrenia. Portanto o trabalho realizado pelo profissional qualificado a tratar pessoas com distúrbios psicológicos, primeiramente precisa diferenciar os atos a serem praticados a um e ao outro paciente.
O paciente com fobia, medo ocorrido de algo inexplicável, deve-se encoraja-lo, entrar na sua zona de desconforto e estimulá-lo a vencer o medo. Enquanto o paciente com distúrbio de estresse pós-traumático, necessita encontrar uma maneira de restaurar o senso de controle, encoraja-la para enfrentar o mal, mas evitar que lembre do problema que o ocasionou.
O primeiro obstáculo que enfrentamos quando sentimos qualquer um dos distúrbios é enfrentar a sociedade, eles pensam assim: todos acham que não temos nada, somos pessoas saudáveis, portanto tenho que me esconder do mundo, e assim passa a não se encontrar com colegas, se prende em casa para não usar elevador, fazer compra, medo de dirigir, compulsão em contar, então imaginamos esquisitos para o resto do mundo, e aí sofremos muito mais, nos agarramos realmente na doença, e ela nos tomam conta!
A história relatada nesse momento é a de Maria que esteve presa em sua casa por trinta anos, vítima de agorafobia. Tudo aconteceu em um período da vida inexplicável, estava vivendo no meio de uma carreira bem sucedida, com muitos amigos, vivendo maravilhosamente bem.
Mas em sua rotina diária, sentiu medo de estar no serviço, medo de estar com os amigos e eles falarem dela, medo de sair e ser observada por pessoas estranhas e tirarem sarro de sua maneira de se portar.
Um certo dia ficou paralisada, parecia que de repente havia ficado louca e, vinha em sua mente de forma constante, quando vai acontecer novamente esse distúrbio?
Assim abandonou tudo e ficou presa em sua própria casa por trinta anos. Passado todo esse tempo, sofrido esse mal, não era psicótica, ou seja, não estava fora de contato com a realidade. O que sentia era falta de confiança em si mesmo, desde que não aceitava o problema.
Ela decidiu melhorar, não queria mais sentir a sensação de perder o controle do corpo e da mente. Queria vencer a sensação de que alguma coisa terrível poderia lhe acontecer. Assim pediu ajuda a um amigo que trabalhava com ela remoto (atividade que pode ser realizada à distância, facilitada pelo uso de tecnologia e de comunicação).
Um dia Maria recebeu uma ligação de uma terapeuta indicada pelo seu amigo, no telefone respondeu com vós trêmula, e suas respostas eram curtas, suficiente para simplesmente se comunicar.
A terapeuta marcou o horário de seu atendimento e decidiu ir em sua casa. No início o atendimento acontecia pela fresta da porta, até que a paciente deixou a terapeuta entrar em sua casa, mas isso havia tempo de atendimento.
Depois disso começou evoluir pela confiança adquirida entre paciente e terapeuta. As atividades aconteceram, colocando primeiramente os pés fora da porta e contanto em vós alta de cem para trás até que voltasse correndo para dentro de casa, e assim ampliando os exercícios.
Depois de dois anos de tratamento terapêutico, a paciente começou visitar lojas, restaurantes acompanhada com a terapeuta e amigos de confiança.
Depois de três anos de terapia foi dispensada, pois havia ganhado confiança em si mesmo e três anos depois de estar independente na vida, formou no curso de Gestão de Pessoas e passou a auxiliar outras pessoas com dificuldades de se relacionar, medo da sociedade e trancado dentro de seu próprio ser.
Sabendo que há recaída, mas aprendeu a baixar o nível de ansiedade, com respiração, vencendo constantemente os temíveis ataques de pânico, evitando ser mutilada novamente o seu emocional com distúrbio de medo que trava o seu interior.
João um estudante, sentia-se um fantasma dentro de seu próprio "eu", enquanto todos seus colegas frequentavam normalmente as aulas, ele se isolava em seu mundo, em que ao chegar um professor e dissesse que a presença não era obrigatória, simplesmente ia embora imediatamente. Em outras aulas, enfiava-se no fundo da sala, de preferência atrás de alguém ato, ninguém podendo ver, principalmente o professor. O seu pavor era ter que falar em aula em vós alta, chegava a preferir enfrentar cães raivosos, bois bravos, do que enfrentar falar em público.
Falar em público, levava a suar suas mãos, escorrer suor nas costas, transpirar por completo, sentir náuseas, sumir a vos, trancar a garganta e sentir uma bola muito grande no esôfago, muitas vezes chegava a querer desmaiar. Antes que acontecesse isso, preferia sumir dos locais e se fazer um ser invisível.
Quando antecedesse algum evento na faculdade, que não havia possibilidade de se tornar invisível, suas noites eram um terror, passavam em claro, sentia-se que o mundo fosse desabar sobre si, o dia do acontecimento deixava-o paralisado de medo.
O tempo encarregou-se de passar, João formou-se e agora o que fazer para conseguir um emprego? Como João iria enfrentar uma entrevista de emprego e falar a seu respeito, suas experiências, conseguir convencer os recrutadores para que lhe dê uma oportunidade de emprego? Até que conseguiu desvencilhar-se pelo menos por alguns minutos do medo e conseguiu um emprego que não precisava falar em público, somente desenvolver trabalhos burocráticos atrás de uma escrivaninha.
Embora tenha conseguido um nível considerável bom de sucesso em seu emprego, mas o atormentava seu pensamento do medo de falar em público, aterrorizava sua vida pessoal e profissional.
Veja bem uma pessoa bem sucedida financeiramente, profissionalmente, pessoalmente pela vida que leva, mas ainda lhe falta um pequeno detalhe para lhe completar o sucesso pessoal e profissional, poder falar em público livremente, sem ser um invisível na sociedade. Sua autoestima lá embaixo e sua carreira sendo questionada sobre como um dia, poderá tornar-se um líder em um grupo de colaboradores?
Isso o atormentava diariamente, até que decidiu procurar ajuda com profissional que fizesse entender o seu medo, e desamarrar o mal que o sempre afligiu. Muitos poderiam até falar, procure fazer um curso de oratória, superará todos esses problemas. Concordo realmente com essa alternativa, mas não será o suficiente, pois o seu obstáculo não é simplesmente falar em público, é algo mais que dificulta a solução de seus problemas. O seu medo é igual lhe colocar em um avião e pedir para saltar sem paraquedas, o medo é muito semelhante a esse em falar em público. É claro que João não sofre ataques normais de nervosismo, o seu estado geral é bom, o que realmente possui é crise de pânico somente quando lhe pedem para falar diante de pessoas ou de grupo de pessoas.
A atitude que deve ser tomada em relação a essas pessoas é mostra-las que quando se concentra em algo concreto, visualizando as pessoas e sendo bem especifico na descrição do que se vê e está pensando, o seu nível de ansiedade diminui e com isso consegue falar livremente na frente de qualquer pessoa ou grupo de pessoas.
O que deve se praticar com pessoas com esse tipo de pânico é tornar sua ansiedade baixa, fazendo com que sua mente esteja envolvido no aqui agora, e esqueça dos perigos imaginários do futuro, ou seja, se irá ficar vermelho ao falar em público, se as pernas tremerão que chegará a cair na frente de todos ou mesmo que pareça um idiota na frente do público, tudo isso deve ser retirado da mente imediatamente e saber que as pessoas que estão à sua frente são iguais e certamente possui o mesmo medo, só não entram em pânico e, a partir de agora superarei esse obstáculo puramente pessoal.
A técnica que deve ser feita corriqueiramente, na medida que parece que irá entrar em pânico, principalmente se sabe o que inicialmente acontece, como por exemplo, muitos iniciam o pânico sentindo as mãos esfriar e começa umedecer, nesse momento comece a respirar fundo e com regularidade, também se concentre em coisas do presente, perguntando-se: - Onde estou? – O que estou fazendo? – Que cores vejo? – Que sons estou ouvindo? Isso ajudará a diminuir a ansiedade e adquirir a confiança que necessita.
Fisiologicamente, depois que o corpo atinge o ataque de pânico, involuntariamente o próprio corpo começa a se acalmar, ou seja, a adrenalina começa a abaixar, posteriormente pode até sentir uma crise de choro ou risos, mas o ataque de pânico está sessando. Não queira lutar contra ele, faça como uma onda do mar, se você entrar no meio dela, não lute contra ela, nadando, você simplesmente entrará em exaustão e será engolido por ela, deixa a onda te levar, mesmo sentindo muito medo, o fim certamente será muito melhor do que querer lutar com os obstáculos da vida ou do cérebro. Só admite que possui um problema e o mesmo necessita ser resolvido.
O medo de falar em público, como outros problemas de ansiedade que vivemos é colocarmos em nossa mente que não podemos ser vítimas da ansiedade, mas sim aliado, assim superamos todos os obstáculos, pois em muitos momentos de nossa vida é necessário sentir um pouco de medo, para nos livrarmos de alguns perigos ou até mesmo de alguns problemas que possam nos prejudicar.
Toda motivação cresce quando há recompensa na satisfação pessoal. João não só deixou de ser um fantasma de seu próprio ser, como tornou-se um grande orador nas suas ações profissionais, deixando para trás os números, as escrivaninhas e o trabalho burocrático e passou a palestrar sobre seus conhecimentos, que muito lhe ajudou e ajudou outros que possuía os mesmos medos e as mesmas ansiedades. A vitória não está no simples desejo, mas sim na ação vencida depois de muitos obstáculos.
Márcia uma profissional bem sucedida, mas apresentam sintomas de síndrome de pânico, e se vê a necessidade de ser medicada para se livrar do problema, contudo luta consigo mesmo para não tomar remédio, visto que teme por se viciar em remédios, em razão de que não é correto, melhorar da síndrome do pânico, mas ficar dependente do objeto que se utiliza para outra finalidade.
É compreensível estar com esse medo, entretanto não se fazer disso como uma outra síndrome de pânico, nada se resolverá. Realmente as pessoas precisam confiar no médico que identificou o problema e aceitar o seu diagnóstico, assim tudo facilita no tratamento, e o que de fato o enfermo precisa depositar fé naquilo que está buscando para a cura. Assim tudo facilita e se consegue resultados favoráveis para o tratamento dos pacientes.
Fé quer dizer confiar naquilo que busca, é o conjunto de concepções supremo às ideologias próprias, muitas vezes envolvendo o emocional das pessoas, como também em alguns casos ideológicos, ou seja algo que pode ser concebido. A fé é um ato em tal intensidade que muitos dizem que "nos muros dos hospitais as pessoas possuem realmente a fé verdadeira, do que nos momentos que estão em um templo religioso, visto que o sofrimento é tanto em um hospital, que as pessoas usam da sua ideologia uma real confiança em conseguir alcançar as devidas graças solicitadas naquele momento.
A paciente achava que tomar medicamentos significava fracassar na sua luta própria contra o seu medo (síndrome de pânico), não era capaz o suficiente para superar o problema que estava enraizado no seu interior. E outro receio todavia, o que aconteceria se parasse de tomar os remédios para essa síndrome? Preocupações compartilhadas por muitos outros pacientes em diversos motivos de tratamento.
Para tanto essa paciente conversando com sua terapeuta falou: - Se estou tomando um remédio que me deixa menos ansiosa, bloqueando a intensidade de meus ataques, o que acontecerá se eu parar de toma-lo? Os ataques voltarão? Assim terei que voltar a toma-lo?
Segundo a terapeuta, a pergunta é complexa e vai além do tratamento. As pesquisas mostram que, responde muito bem ao tratamento de síndrome de pânico, mas é uma condição crônica que muitas vezes levam a vítima vulnerável a recaídas. O que se deve aprender, é que os indivíduos com essa síndrome, há uma grande possibilidade de retornar os sintomas, Confiando que não são perigosos, o que deve realmente controlar suas reações, as recaídas serão constantemente menos assustador, uma vez que conviver com o costume de alguma ação, passa a ser uma formalidade constante para os acontecimentos.
A maneira amis eficaz segundo os terapeutas é iniciar o tratamento através do cognitivo-comportamental, trabalhar primeiramente com as emoções do paciente, influenciando diretamente com as situações que envolve à síndrome do pânico, não obtendo resultados positivos, encaminha para um profissional da área médica (psiquiatra) para que o mesmo realiza o diagnóstico do paciente e receitar o medicamento certo, para que assim possa existir um tratamento alopata, ou seja, um tratamento tradicional, consistindo em utilizar medicamentos que vão produzir no organismo doente reação contrária aos sintomas apresentado, diminuindo assim as crises.
Dessa forma, unindo o tratamento cognitivo-comportamental, juntamente com tratamento alopata, fará com que o paciente possa reagir positivamente para a cura, assim fazendo com que o interior do mesmo possa aos poucos, com ajuda do psiquiatra eliminar os remédios e assim realizar a cura interna e externa da síndrome do pânico.
Marcia decidiu acrescentar os medicamentos por um determinado período de tempo, acompanhado pelo seu médico psiquiatra, paralelamente realizou um trabalho cognitivo-comportamental com sua terapeuta e aceitou definitivamente a necessidade do medicamento e de conhecer realmente o seu ideal, acreditando naquilo que pode dar certo, a fé que existem dentro do seu próprio ser, acreditando nos profissionais que poderão ajudar definitivamente no seu momento correto.
José Eduardo um adolescente ativo no esporte desenvolveu um trabalho muito bonito juntamente com seu professor, o objetivo era se tornar um excelente atleta olímpico.
Certo dia o adolescente em seu treinamento diário sentir-se mal, achou que iria desmaiar, parou imediatamente o seu treinamento, sentou-se e todos vieram a seu encontro, para saber o que estava acontecendo. O adolescente falou que havia sentido muita tintura e ficou com medo de cair.
O professor encaminhou o jovem para o pronto atendimento, chamaram seus pais e eles levaram imediatamente no hospital para realizar os devidos exames necessários.
O médico analisou todos exames e constatou que não havia qualquer problema, neurológico como físico, as orientações do médico foram, descansar por uns três dias nos treinamentos e depois, quando voltar aos treinamentos se hidratar bastante.
O problema foi que, duas semanas se passaram, o adolescente se recusava a voltar para as atividades tanto escolar como esportivo.
Os pais levaram novamente o filho ao médico, e este aconselhou os pais a levarem para um terapeuta.
Para tanto o terapeuta constatou que o adolescente estava sentindo uma ansiedade de voltar às aulas e treinamento e voltar a dar o mesmo problema. Assim constatou que surgiu de repente um pequenino problema chamado síndrome do pânico, de retornar as atividades e tudo acontecer novamente o que já havia acontecido.
Segundo o terapeuta isso é comum de acontecer, pois o jovem é vulnerável psicologicamente para ser afetados pela sociedade, assim um pequeno problema, fazem gerar uma ação desesperadora, provocando assim facilmente o lime-te depressivo dessa faixa etária de pessoas.
Essa doença pode ser acometida a qualquer pessoa, independentemente da idade, do sexo e também em qualquer momento da vida, a pessoa pode estar descansando, trabalhando, divertindo e tec., as pessoas podem ser acometidas por uma síndrome dessa.
Os pais de José Eduardo conversando com o terapeuta a qual solicitaram tratamento, o terapeuta iniciou atividades cognitivas comportamentais, por várias vezes, lutando que ele retornasse para suas atividades normal.
Segundo o terapeuta confirmou que recaída sempre existirá, uma pessoa que contraiu uma síndrome independente do seu nome, facilita a sua recaída e acometido novamente com os mesmos sintomas ou outro que levam as mesmas ações preocupantes.
A cura a esse paciente como a qualquer outro vai depender muito da vontade, do querer e da luta na superação dos problemas. Realmente as pessoas com qualquer das síndromes existente, devem aceitar a doença, vontade em se ajudar a si mesmo.
As pessoas devem saber realmente que nessa vida a qual convivemos na sociedade, nada é fácil, cobranças sempre existirão, e a sociedade exige demasiadamente das pessoas.
Este jovem até melhorou, mas, não voltou a realização de seus sonhos e de seus familiares, mas se tornou um profissional de sua área bem sucedida.
Isso demonstra que muitas vezes não alcançamos os nossos objetivos, mas conseguimos nos tornar bem sucedido.
Marta uma esposa exemplar, mas havia um mal que o afligia, o seu medo chegava ao extremo do absurdo, a sua fobia era por lugares fechados, sendo assim ela não utilizava elevadores, não viajava de ônibus, avião e não podia frequentar toaletes públicos, como shopping, restaurantes e assim por diante. Outro medo que a aterrorizava era chuvas torrenciais, devido aos relâmpagos, trovões.
Desde que se casou jamais, viajou com seu esposo para lugares distantes, pois não conseguia pegar quaisquer transportes se não fosse o veículo da família. Também quando o tempo tornavam carregado, não buscava suas filhas na escola, elas simplesmente esperavam que fosse liberado uma mãe para levá-las para sua casa.
Marta sentia muito frustrada, pois havia procurado ajudas médicas, psicológicas por durante muitos anos, mas infelizmente não alcançou exceto.
Tentado todos os recursos, conseguiu encontrar uma terapeuta que identificou que seu problema era agorafobia. A primeira coisa deveria conversar realmente com a família, pois o único que sabia do problema era o esposo. No momento que Marta disse toda a verdade de sua fobia por tudo o que já mencionado, as filhas estudantes universitárias, questionaram, porque sua mãe e até mesmo o pai não ter falado do gravíssimo problema.
As filhas disseram que sempre acharam que a mãe era uma pessoa que não amava as próprias filhas, mas se houvesse falado na época elas iriam entender. Mas a mãe não falou e não deixou seu esposo falar, par que na afetassem a cabecinha delas. Mesmo assim ambas tinham comportamentos semelhantes a mãe, apenas não eram muito agressivos, mas os relacionamentos nada fáceis eram das moças em relação as outras.
Assim chegou-se à conclusão que ambas iriam se ajudar, e com o decorrer dos tempos todas haviam melhoradas, as meninas se relacionando melhor, e a Márcia, já utilizava o elevador pelo menos acompanhada e havia viajado de avião com seu esposo, pelo menos uma viagem curta, mas iniciou o caminho da coragem para superar o seu maior obstáculo, agorafobia.
Ao refletir como o cérebro age em nossa vida, não percebemos a sua delicadeza e fragilidade que atua sobre nós.
Com a correria dos tempos, não percebemos sua fragilidade que atua sobre nós, nem sequer nos preocupamos com ele, simplesmente o ignoramos, seguimos nossas preocupações, ansiedades, revoltas, mágoas, nervoso, ignorância, tudo o que leva ao estresse e cansaço mental.
Sem explicação ao nosso comportamento nos irritamos conosco mesmo ou com alguém próximo a nós, e nada de nos relaxar, simplesmente mau tratando o órgão sensível que possuímos o nosso cérebro.
Madalena uma jovem mulher juntamente com seu esposo, foram tomar um lanche, quando estavam comendo, Madalena sentiu que sua garganta estava fechando, começou a gritar, faltar o ar, acordou quando ela estava na ambulância sendo socorrida.
A primeira coisa que os paramédicos perguntaram, se havia comido algum alimento com a possibilidade de ter havido um choque anafilático. Mas nada detectou, tudo normal, assim levaram Madalena para o hospital ficar em observação. Dormiu no hospital, fizeram todos os exames e nada constatou fisiologicamente, portanto o médico que o consultou alegou que certamente foi um cansaço mental e ansiedade.
Portanto analise como é importante o cérebro, chega afetar ações inexplicáveis no comportamento fisiológico, pensando em tudo, menos que pode ser uma depressão, fobia ou agorafobia.
Sabemos que o pânico ou as fobias podem devastar todos os aspectos da vida de uma pessoa, mas, concentrar no lado negativo não é construtivo nem produtivo.
Para tentar superar essa doença que aflige o aspecto mental. Pense sobre seus próprios objetivos. Devida projetos de curto prazo três meses, médio prazo seis meses e longo prazo doze meses. Faça com que seus objetivos sejam os mais concretos e específicos possíveis.
Ao estabelecer os objetivos, é muito importante concentrar na atividade que você quer utilizar, em vez de fixar em algum sentimento que lhe convém. Isso quer dizer, se o objetivo é falar em público, deve fixar todas as forças para superar essa síndrome de ansiedade ou até mesmo de pânico. Assim, um alvo produtivo seria: Estipular um período especifico para cumprir as metas e assim realizar a superação da qual deseja ser reestabelecido. Isso pode ser estipulado para quaisquer outras síndromes que venha ocorrer sobre o enfermo.
É preferível restabelecer objetivos que parecem ambiciosos demais, do que alvo seguro e tranquilos. Até pode parecer assustador, mas depois que aprender a enfrentar as sensações desagradáveis da ansiedade e do pânico, a pessoa será capaz de fazer qualquer outra coisa que queira desafiar a si mesmo.
Outra medida que ajuda as pessoas superarem problemas como medo de não conseguir realizar algo que seja difícil de ser realizado, monte um diário com anotações de atividades práticas, imaginando como isso será possível ser realizado as ações assim descrita no seu diário. Porém, à medida que preenchem o diário, descrevendo suas ações rotineiras e que se achavam complexas, descobrem, que aprendem sobre si mesmos e sobre seus distúrbios, a recompensa de ver provas concretas de seu progresso, constituindo um sucesso valioso no processo de recuperação. Atitudes simples de serem executadas, mas possíveis de serem realizadas.
Para auxiliar na condução do diário descreva em seu diário, o objetivo que deseja no dia, se possível, de manhã, da tarde e da noite. Terminado o dia, relate as ações positivas e negativas que ocorreram nos seus objetivos traçados. Exemplo na descrição do que realizou: "Fui capaz de realizar pelo menos o mínimo de meus objetivos diários, não consegui muito, mas me senti capaz de iniciar as minhas ideologias. "
Isso demonstra a força que cada um possui, mas fica restrita no interior, e com o decorrer dos tempos passa despercebido. Com o passar dos dias, vai chegar um momento que estará declarando no diário: "Fiz progresso significativos, ao enfrentar meu medo, minha ansiedade e meus problemas que achavam ser possíveis de serem desafiados, mas superei com força e dignidade! "
Com o passar dos tempos escolha tarefas diárias que ajudarão aproximar os objetivos semanais. Entendendo-se que as tarefas diárias devem ser especificas e concretas. Descreva a hora em que planeja praticar cada um dos objetivos diários, isso é importante, porque obrigará a se comprometer com determinado horário para começar seus exercícios, independente de como esteja sentindo. Isso é importante na aprendizagem do enfrentamento a ansiedade e o medo de não conseguir atingir os objetivos traçados.
Realizando essas condutas, o sucesso de superar a ansiedade e o medo, ficará para traz, e quando pegar para ler o diário de como agia antes da superação dos problemas, a pessoa verificará como sofreu sem necessidade, e que qualquer indivíduo consegue vencer o maior obstáculo da vida, só basta querer e ter pessoas a seu lado ajude a vencer os entraves da vida.
Superar o medo, a angustia, a ansiedade, até o pânico, não é fácil, mas não podemos achar desculpas para não sair desses entraves que a vida nos proporcionam. Para entendemos melhor isso, vamos relacionar algumas desculpas que praticamos, e assim continuarmos com os impedimentos do nosso sucesso, analisem: Alguém tem medo de falar em público, faz todo o trabalho e deixa para o colega apresentar, tem medo de cozinhar, prefere comprar comida pronta, tem medo de ir no supermercado, faz o pedido por telefone e pede para entregar, tem medo de dirigir, paga uma pessoa para dirigir seu automóvel, tem medo de usar o elevador, usa a escada.
Todas essas atitudes são desculpas para não superar os próprios obstáculos, evita encarar o medo de frente, prefere encontrar artimanhas para permanecer com a sua limitação. Por outro lado, encontrar uma saída diferente dessas, permite que vá em busca de um dia superar esses dilemas.
Saber que pode sair diminuindo o seu ímpeto. Tem problema de falar em público, arisque assumindo um pequeno momento em apresentar seu trabalho, não conseguiu, peça desculpas e passe para o seu colega. Novamente em uma outra oportunidade arrisque novamente, até que um dia sem perceber, estará falando para muitas pessoas sem medo algum.
Medo de cozinhar, arrisque em fazer um arroz, um ovo, queimou, compre a comida, mas não desista, permaneça, até que um dia será um chefe de cozinha em um grande restaurante.
Medo de sair, encaminhar-se em local com aglomeração de pessoas, vá, saia de casa, sentiu-se mal, volte para casa, quando menos esperar, estará fazendo compras em supermercado, frequentando restaurantes e quem sabe montando o seu próprio negócio como atendente de varejo.
Medo de dirigir, inicie fazendo autoescola, não consegue tirar o pé da embreagem e acelerar, trema um pouco, afogue o carro, um dia quem sabe será piloto de formula um.
E por fim, medo de elevador, existem saídas em todos os andares, sentiu fobia, desça e utilize a escada, tente novamente, sentiu somente medo, siga mais um andar de elevador, quem sabe um dia, se torne um grande ator do Circo de Soleil, sendo acrobata.
É sempre útil dar-se para si mesmo uma oportunidade, todos são capazes de vencer os obstáculos, o que falta é vontade de vence-los e alguém que te ajude a superar essas devidas dificuldades, que está entravada no subconsciente de cada ser humano.
Não tente controlar ou lutar contra sentimentos de ansiedade. Deixe-os existir enquanto você continua a se concentrar no que estiver fazendo naquele momento, no entanto a sua fixação em alguma coisa diferente e que te traga confiança e tranquilidade, fará com que a sua ansiedade diminua e assim devagar consiga se adaptar e mudando gradativamente com aquela ansiedade doentia que você constantemente te amedronta e lhe faz uma pessoa infeliz.
Sabemos perante os técnicos especialistas da saúde que ataques de pânico, fobia, agorafobia, depressão e muitas outras síndromes que afeta o emocional, possuem componentes fisiológicos e bioquímicos.
Sabemos que não é nada fácil expor-se ao mal-estar fisiológico ou psicológico. Precisa de coragem autodisciplina e persistência. Para isso a pessoa precisa achar um estímulo, uma motivação para praticar, e com isso nunca haverá a possibilidade de se desanimar.
Essa ação é necessária a ser praticado diariamente, quanto mais se expõe as situações de persistência a vencer a ansiedade, mais cedo vencerá esse distúrbio.
A pessoa ansiosa deve excluir de seu dia a dia as tentações de encontrar motivos para não praticar as ações contra as crises de ansiedade. Para isso precisa colocar os seus objetivos em prática.
Se seu estímulo e comer as unhas, motiva diariamente o seu ser em pensar, o ar está cheio de bactérias e colocando os dedos na boca pode me levar a enfermidade.
Se o medo é pegar ônibus, deixe de usar o seu veículo diariamente e passa ir ao trabalho de ônibus, assim existirá um motivo de pegar essa locomoção para não chegar atrasado ao serviço.
Se o medo é usar o elevador, veja a possibilidade de sua sala de serviço ser o último andar do prédio, dessa forma será obrigado a ir várias vezes a sala de serviço usando elevador.
Tem medo de falar em público, passa a fazer parte de grupos religiosos que fazem leituras nas celebrações, assim fará a prática de falar no meio das pessoas, assim fará com que o medo suma do interior das pessoas
Todas essas ações levam as pessoas a exercitarem os seus objetivos práticos e terapêutico. Fazendo com que as situações provocadoras de ansiedade, repetidamente, usando de estratégias que motivam o indivíduo a praticar continuamente, ajudando assim a vencer o medo, a ansiedade, a fobia, a agorafobia e a depressão, atos que atormenta a todas as pessoas.
Segundo os especialistas em dizem que o pânico dura alguns segundos, diferentemente da ansiedade, essa pode durar de uma hora até meses, depende muito das ações que o indivíduo está vivendo.
Assim, não podemos dizer que seja tão grave que uma pessoa não possa sair dessa síndrome. Pesquisas nos contam que pessoas ansiosas e que tenha medo de dirigir é muito menor a incidência de acidentes, do que pessoas que dizem não ter ansiedade de dirigir, porque o medo da pessoa ansiosa, faz mais atenciosa e com isso torna mais segura no trânsito. Portanto possuí seus pontos positivos a esse respeito.
Não combata seus sentimentos, nem tente querer vê-los pelas costas. Quanto mais você estiver disposto a encará-los, menos intensos eles se tornarão.
Têm mostrado em pesquisas que as mensagens positivas fazem realmente diferença na maneira de vivermos um sentimento de força, alegria e garra para superar todos os obstáculos da vida.
A vida humana não pode existir sem o medo e tão pouca sem ansiedade. O medo é um mecanismos de proteção humana, avisando-o quanto ao perigo, motivando a agir em busca de proteção. Ele nos adverte para efetuarmos do menor perigo existente até o mais perigoso.
A ansiedade nos adverte para preparar as ações que necessitamos executar com qualidade, obediência e nos avisa das necessidades básicas, alimentação, abrigo e roupa.
O problema é que ficamos alarmado com ações que não precisávamos nos preocupar, e com isso nos leva a agir com medo e ansiedades que não são reais, mas imaginárias. Assim precisaríamos de entender o medo e a ansiedade real e imaginaria, dependendo exclusivamente de nossos comportamentos ou mesmo atitudes que tomamos rotineiramente nos nossos dia a dia.
Temos que registrar que fobias ou síndrome de pânico, não estão associadas à insanidade mental, nem são consequência de preguiça, egoísmo ou fraqueza emocional, são reações involuntárias e apavorantes que podem acontecer inesperadamente. Esses ataques levam a pessoa a evitar diversos fatores, que devem ser compreendo pelo outra pessoa que constantemente se relaciona.
O importante em fazer a pessoa superar esses problemas e facilitar o convívio com esse mau que aflige, fale para pessoas de sua confiança, quando estiver vivendo o pânico, que tenha pessoas de confiança a seu lado para ajudar e dar força na superação de todo o problema.
Um dos sintomas comum de cometer a pessoa com ansiedade, síndrome do pânico, fobia e agorafobia é a incidência de sintomas gastrintestinal, inclusive aqueles típicos da síndrome do intestino irritável. Os pesquisadores observaram em seus estudos a relação entre "cérebro e o intestino". É incrível naquilo que temos medo, ou nos faz ficar apavorado faz com que pareça que vamos morrer de tanto que solta o intestino e o estômago torna-se um pesadelo. O bom é que sabendo desse sintomas, faz com que nos deixe alerta para combater o sintoma que estará nos afligindo.
Outro sintoma que deflagra o ataque do pânico e todos os outros fatores em relação a mente é a sensação de falta de ar, a necessidade de buscar o ar e não encontrá-lo, é terrível, faz sentir que vamos morrer, é um desespero inexplicável.
Muitas vezes dificulta o nosso entendimento de distinguir algo que realmente não se quer fazer e algo que tem medo de sofrer um ataque de pânico, ao acontecer isso pergunte para si mesmo "Se eu não estivesse com medo de um ataque de pânico, gostaria de fazer tal coisa?". A resposta sendo afirmativa, vá em frente. Se a resposta for negativa, não faça. Como interpretação disso, você é convidado a fazer uma leitura em algum local, não quer, não vá, e não encare isso como fuga, ou recaída do problema, somos livres para aceitar o que queremos fazer.
O que você não pode se esquecer, nunca desista de seus objetivos, leve uma vida normal e seja feliz.