Mais um dia amanheceu ensolarado no Rio de Janeiro.
Eu acordo com um peso na minha cintura, olho pro lado e vejo ele dormindo. Ele é tão, tão gato, sou louca por esse homem.
Ele se mexe me tirando do transe, pego o meu celular vendo as horas.
-- PUTA QUE PARIU. –gritei ao perceber que estou atrasada para a prova na escola. Esse ano é o último, graças ao meu bom Deus.
Me levanto rápido e começo a me arrumar.
-- Onde é o incêndio porra. – ele acordou assustado.
-- Meus pais vão me matar se eu perder mais uma prova.- entrei no banheiro desesperada.
-- Porra Analu, não me acorda assim caralho, pensei que fosse invasão. -- ri do banheiro com o que ele disse. -- Relaxa aí, te levo na escola pra você não se atrasar mais ainda. - Meu gato fala com um vozinha de sono ainda.
Eu sei que eu sou só uma das muitas amantes que ele tem, mas com toda certeza eu sou favorita.
Samurai se levanta e vai para o banheiro tomar um banho.
Enquanto eu me ajeita, ele toma um banho rápido. E eu entro no banheiro, vejo aquele homem lindo, moreno e musculoso.
Começo a me lembrar da noite de ontem. MDS que loucura é esse homem.
E eu amo esse homem, pena que nunca irá me assumir como fiel.
Saio dos meus devaneios e vejo Samurai me encarando com aquele sorriso lindo.
Então resolvi fazer uma pergunta para Samurai. Sei que ele vai se irritar com minha pergunta, mas que se foda eu vou perguntar assim mesmo.
Mesmo com medo, tomo coragem.
-- Meu amor?!- disse manhosa.
-- Fala Loira.- ele disse entrando no box.
Vai Loira coragem..- me auto incentivei.
- Porque nunca ficamos na sua casa? Todas as vezes ficamos nessa casa.
Nem sei como é a sua casa. Já estamos juntos há um tempão. - Pronto falei.
Já que ele não gostou, e vejo como ele ficou um pouco irritado. Ele respira fundo e sai do box, se enrola na toalha, saí do banheiro e eu saio logo em seguida, ele começa a se arrumar, eu observo cada passo dele, assim que ele termina de se arrumar.
Ele me encara com a sobrancelha arqueada, respira fundo mais antes de responder e fala.
-- Você é minha fiel por acaso?! Sinta por satisfeita que ainda te traga para essa casa.
As outras amantes só como na boca e olhe lá.- falou grosso como sempre.
Engoli a seco o que ele disse e resolvo ficar calada antes que eu me irrite ainda mais ele.
Ele ficou em silêncio e eu fiz o mesmo, minutos depois já estava na porta da escola.
Me despeço de Samurai mesmo ele sem falar comigo direito e mesmo com vontade de chorar e seguro o meu choro. Afinal o rímel foi caro e a culpa foi toda minha dele ter ficado assim.
-- Piranhaaaa.-- logo ouço a voz da Bia me gritando.-- Que cara é essa mulher, nem parece que passou a noite com o seu boy misterioso.-- ela falou rindo.
-- Passei, mas é complicado sabe amiga.-- falei me entregando ao choro.-- Tô cansada disso, quero ser mais que só mais uma amante dele.-- desabafei.
-- Amiga eu te falei não foi, te avisei que como ele era, a dona Marta sempre falou com a minha mãe que o filho dela era assim.-- dona Marta é a mãe do Samurai, ela já foi babá da Bia.
-- Mas ele pode mudar amiga, ou melhor eu posso mudar ele.-- falei cheia de esperança. Ela ia falar alguma coisa, mas logo a Lica chegou um pouco assustada com o celular nas mãos.
-- Nossa o que houve pra você tá assim?-- Bia perguntou
-- Nada não, vamos entrar meninas, hoje tem prova de química.-- ela falou guardando o celular e entramos.
As meninas foram na frente, percebi que a Lica tá um pouco estranha, mas pra ser sincera ela é bem estranha mesmo, é minha melhor amiga por isso que eu posso falar dela sim, amo essa menina, mas ela precisa acordar um pouco pra vida. Mês que vem é o niver de 18 anos, tá na hora de conhecer o lado bom da vida.
E eu como uma boa amiga irei mostrar isso pra ela.
Entramos na sala de aula, assim que sentamos o professor começou aplicar a prova.
*****
Finalmente em casa, as meninas resolveram ir à praia hoje.
Corri pro meu quarto, pra me arrumar, assim que abro a porta minha mãe tá sentada na cama me esperando.
- Posso saber onde é que você passou a noite Ana Luiza? Ao menos foi a escola hoje, Senhorita - Minha mãe me pergunta me assustando.
-- Com o meu namorado mãe, eu te avisei que iria dormir fora ou senhora esqueceu?! E sim, eu fui pra escola hoje dona Maria.-- minha mãe acha que o samurai é o meu namorado.
Olho pra ela e vejo que ela não está nada bem. Minha mãe é uma mãezona, modéstia a parte minha mãe é a melhor, não sei o que seria de mim sem ela na minha vida.
Pena que o meu pai não dá muito valor pra essa mulher. Ele está sempre traindo ela e isso me magoa.
Minha mãe sempre finge que está tudo bem, nunca reclama de nada. Nem mesmo quando ela descobre as puladas de cerca do meu pai.
Como agora vejo que ela está com uma cara de quem chorou a noite toda. Então eu pergunto.
-- Está tudo bem mamãe? - Ela fica meio sem jeito e me responde.
- Está sim Filha, só não dormi bem essa noite. E quando eu irei conhecer esse seu namorado? Tô começando achar que ele não existe. - Ela fala tentando desconversar.
Minha mãe sempre foi assim, nunca me deixou saber das traições do meu pai. Eu sempre descobri tudo. Ela não sabe que eu sei, por isso não insisti nesse assunto.
-- Um dia mamãe a senhora irá conhecer o seu genro. - Falo sorrindo pra ela não perceber que eu sei o que lhe causou uma noite mal dormida.
Minha mãe saiu do quarto e fui tomar um banho maravilhoso, pois eu mereço.
Me arrumei, me sentei na cama pra esperar as meninas.
Resolvi postar uma fotinho que eu tirei lá porta da escola hoje no insta, mas desativei os comentários, esse povo do morro é um bando de fofoqueiros, ficam me chamando de piranha, de puta.
Já pensou meus pais vendo isso, não vai prestar.
Não demorou muito para as meninas chegarem, me despedi da minha mãe e sai de casa pra curtir uma prainha com as minhas melhores amigas..
Eu odeio acordar cedo, pior ainda é ir pra escola.
Não vejo a hora do ano acabar.
Corro pro banheiro, faço minha higiene pessoal e tomo rápido.
Me arrumo correndo com a minha mãe me apressando.
Faço aquele make básico do dia.
E é claro que pode faltar aquela foto do dia, que é de lei.
Vejo alguns comentários, mas nem respondi, pois sei que a minha mãe vai me arrasar.
Peguei meu celular vendo as horas, por incrível que pareça hoje eu não estou tão atrasada assim, o que é um milagre.
Desço pra tomar meu café e minha mãe está na mesa à minha espera, pego um misto que já está pronto na mesa.
-- Milagres realmente acontecem, né?-- minha mãe falou assim que eu sentei na mesa.
-- Pois é mãe, hoje eu tenho prova de química.-- fiz uma careta.
-- Você vai mesmo fazer fotografia?-- ele perguntou.
- Sim mãe, é o que eu amo fazer. Então é nisso que eu vou dedicar.-- ela me olhou orgulhosa.
-- Isso mesmo meu amor, você tem que fazer o que você ama, sempre vou tá ajudar em tudo.-- ela falou.
-- Obrigada mãe, mas agora eu tenho que ir antes que me atrase.-- me levantei, dei um beijo nela, peguei minhas coisas, chamei o uber em 5 minutos ele estava na minha porta.
Não demorou muito ele me deixou no portão da escola, assim que eu cheguei avistei a Analu à minha espera.
Gritei por ela, ela vai falando do Samurai, é complicado essa história. Ela fica com um carinha, que é filho da minha ex babá. Pelo que sei ele é bandido e não um bandidinho não meu povo, é um dos chefão da maré.
Esperamos mais um pouco e a Lica chegou, e fomos fazer a prova de química.
Camilla
-- Meu amor, por favor não dorme.- ele falava preocupado.
-- Patrão nós ganhamos, o morro é nosso.- alguém se aproximou falando.
Ao longe pude ouvir uns fogos, meu Deus que lugar é esse?
Onde eu estou?
-- WL arruma um carro, a Lica levou tiro.- ele falou em prantos com alguém.
-- Amor você vai ficar bem, você é nosso bebê...
Acordei mais uma vez assustada, minha respiração descompassada. Já tem mais de semanas que venho tendo esse sonho. Sempre da mesma forma, sempre da mesma maneira.
Não vi o rosto dele, mas podia sentir o amor e a preocupação que ele sentia por mim.
Mas quem será ele?
E por que eu estava morto?
Muitas perguntas pairavam em minha mente, na verdade esse sonho era tão real.
Pode ser uma previsão?
-- Não!!!- balanço a cabeça ao falar comigo mesma.-- É só um sonho bobo Lica, hora de voltar pra realidade.-- me levantou após deixar de lado esse sonho.
Comecei a me arrumar pra escola, hoje tenho prova de química, estudei bastante, mesmo sem precisar. Sei que vou tirar uma boa. Não é pra me gabar não, mas eu sou a melhor da classe, tenho as melhores.
Isso é gratificante para os meus pais, eles deveriam se orgulhar de mim.
Deveriam..
Mas não é bem assim, eu tenho tudo que uma menina da minha idade sonha em ter. Tenho uma casa em um bom condomínio na barra, uma boa conta bancária. Tudo que você possa imaginar eu tenho.
Tenho as melhores coisas que o dinheiro pode comprar, menos o que eu preciso. Amor e cuidado dos meus pais.
Meu pai é um grande magnata do ramo empresarial. Isso tudo graças a minha mãe, que sempre foi rica e ajudou muito a ele. Meu pai vive viajando e com isso arrasta a minha mãe junto.
E eu fico aqui, sozinha com os empregados. Sempre foi assim, desde de bebê. O que ele alegava pra não me levar, era o fato de eu ser muito bebê e agora é a escola. Praticamente eu fui criada pela Esmeralda, minha babá que hoje é governanta da casa.
Desço as escadas indo direto pra cozinha
-- Buenos dias.-- falei sorrindo assustando minha mãezinha do coração.
-- Me assustou menina.-- diz com a mão no coração.-- Bom dia minha filha , dormiu bem?-- me pergunta,fiz um sinal com a mão de mais ou menos.-- O que houve menina?-- ela se sentou na minha frente.
-- Tive aquele sonho de novo.-- falei após tornar um gole de café.
-- Do mesmo jeito ?-- assentiu com a cabeça.
-- Acha que isso pode ser... Sei lá... um aviso, uma revelação de algo?-- falei.
-- As vezes quando temos um sonho repetidas vezes pode ser sim uma revelação, mas fique tranquila, pode ser um sonho sem importância alguma.-- deu de ombros.
-- É pode ser.-- falei
*****
Estava a caminho da escola quando passei no sinal, estava tão distraída que nem percebi que estava aberto. Tomei um susto quando o carro parou quase em cima de mim.
Tirei o celular do bolso vendo a hora, caramba eu iria me atrasar pra prova. Continuei seguindo meu caminho sem me importar muito em ter quase sido atropelada.
Só não poderia perdoar a prova.
Cheguei na escola, por milagre divino as minhas duas loiras já estavam aqui me esperando.
Fomos fazer a prova, tivemos mais algumas aulas. E combinamos de ir à praia e depois vamos dormir na casa da Analu.
Cheguei em casa e fui pro meu quarto, tomei banho, lavei meu cabelo, passei meus cremes de pele.
Coloquei meu biquíni, arrumei minha bolsa. E desci.
Quando eu cheguei na sala chamei pela Esmeralda, a mesma veio com o telefone na mão.
-- Sua mãe ligou e disse vamos estender a viagem, mas disse que voltam antes do seu aniversário.-- falou tentando amenizar as coisas.
-- Novidade, mas enfim.-- dei um longo suspiro.-- Mamita, pode fazer aquela trança linda no meu cabelo?-- pedi fazendo uma carinha fofa.
-- Claro que faço, senta aqui.-- nos ela sentou no sofá e eu no chão.-- Minha menina, não fica chateada com os seus pais, eles fazem o melhor por você, nada te falta nessa vida.-- falou enquanto fazia a trança.
-- Me falta amor, falta a minha mãe, meu pai. Isso é o que me falta.-- falei amargurando.
-- Eii.-- ela pegou no meu rosto limpando algumas lágrimas que caiam.-- Eu te dou tudo isso, sei que sua mãe preferiria estar aqui com você, mas ela tem que acompanhar o seu pai.-- ela falou e eu apenas assenti.
É muito complicado essa situação, enfim aprendi a me virar sozinha com ajuda da Esmeralda.
Assim que ela terminou a trança me despedi e fui buscar as meninas.
*****
Chegamos na praia, nossa como eu amo o mar. A praia estava uma delícia, conversamos bastante sobre sábado.
Almoço por aqui mesmo, passamos o dia toda na praia. No finalzinho da tarde, eu resolvo caminhar um pouco e enquanto elas conversam sobre sexo.
Não, que eu não goste desse assunto, mas não me sinto confortável falando sobre isso.
Vou caminhando e me sento na areia um pouco afastada das meninas.
Fico ali olhando o mar e pensando na vida, no vestibular para moda que na sexta já saí o resultado "Ai meu santinho será que eu passei".
Eu estou ali distraída nos meus pensamentos. Quando de repente sou jogada na areia e vejo Analu por cima e a maluca da Bia se acabando de rir.
-- Lica nem via a gente chegar. - Ela fala caindo na gargalhada.
-- Estava pensando em que amiga?! Estava tão distraída.- fala Analu também se acabando de rir.
Eu me levanto da areia rindo da cara dessas doidas.
-- Estava só pensando na vida. - Falo tentando me limpar. Estava cheia de areia parecia até um frango empanado.
Saio dos meus devaneios como Bia falando.
-- Bora pra casa da Analu se arrumar pra ir ao shopping nerd. - Ela adora me chamar de nerd. Não me ofendo nem um pouco. Sou nerd mesmo.
-- Bora, preciso de um banho, estou parecendo um frango empanado. - caímos na gargalhada e fomos pra casa da Analu.
Pegamos um uber mesmo, não ia incomodar o seu Alfredo ( meu motorista). Eu sei que ele trabalha pra mim, mas ele também precisa de um descanso.
Chegamos na casa da Analu, ela já correu pro banheiro do quarto. Eu e Bia fomos pro banheiro de visitas. A casa da Analu tem uns 3 e uns 5 quartos, é muito grande mesmo a casa dela. Na verdade todas nós moramos em mansões.
Já de banho tomado e arrumada Bia como sempre resolve tirar foto pra postar.
-- Meninas hora da foto hahahahah. - Ela fala toda animada, Oooohhh menina que ama uma foto.
Foto tirada, hora de ir pro shopping. Ligo pro seu Alfredo pra ele nos buscar, enquanto fico olhando mexendo no meu celular, percebi as meninas cochichando, mas nem dou importância.
É terminei postar a foto que tirei hoje na praia.
Chega uma notificação no meu Instagram e no meu direct.
As meninas me chamaram e partimos pro shopping.
Depois de deixar Analu na escola dela nem dei muita confiança pra ela, mina maluca, já disse que eu não quero nada sério com ela, aceitou as minhas regras porque quis sentar na minha pica e agora quer ficar me tonteando com esses papos de querer ser fiel.
Estava tão puto com isso que quase atropelei uma pessoa no caminho, parei com o carro em cima dela, a mesma estava com pressa que não reparou que deixou a identidade cair no chão, sai do carro pegando a mesma do chão, chamei por ela, mas já tinha sumido.
Fiquei olhando a foto daquela identidade, nossa como ela era linda.
"Camilla Queiroz De Avellar."
Muito linda essa morena, preciso encontrar essa mulher de novo.
Entrei no meu carro e voltei pro morro.
Fui direto pra boca principal e começou mais um dia de trabalho.
Estou eu aqui separando as drogas para distribuir, quando chega a Laura, uma mina que eu como as vezes que é doida pra ser minha fiel, mas eu não assumo puta.
-- Esqueceu de mim meu amor?- falou colocando a mão na cintura.
-- Não esqueci minha preta, só que eu estava ocupada comendo outra buceta.- falei pra irritar mesmo, a Laura é gostosinha, mas tá sempre me irritando.
-- Passou a noite com a putinha do asfalto não foi, não sei o que tu vi nessa sem graça, sou bem melhor que ela.-- ela falou fazendo biquinho.
-- Laura, acho melhor tu meter o pé, tô cheio de coisa pra fazer e não to querendo sair da lógica contigo hoje.-- falei sem paciência.
-- Mais tarde vamos nos ver?-- ela perguntou eu assenti. Ela saiu toda sorridente.
Resolvo puxar um beck pra relaxar essas putas acha que são minhas donas.
Primeiro foi a Analu tonteando a minha mente logo de manhã cedo.
Não tenho fiel e nem quero ter, mas se um dia eu tiver não será nenhuma delas, disso eu tenho certeza.
Se bem que a morena de hoje me fez sentir um bagulho estranho pra caralho, aqueles olhos verdes. Peguei meu celular, entrei no Instagram e procurei por ela.
Quem sabe com ela eu sossego, ou não né. Deus me livre desse mal.
Balanço a cabeça para afastar esses pensamentos, quando olho pra frente vejo BN meu braço direito e meu amigo me olhou rindo.
- Tá rindo de quê caralho?
Tenho cara de palhaço? - Mais um pra irritar.
-- Tô rindo de você aí falando sozinho. Ta viajando legal com baseado. Aproveita e passa um pra cá.- Dou um baseado pro meu mano e ficávamos puxando um beck
Ele sai pra fazer umas cobranças e eu fico fazendo a contabilidade na boca até anoitecer. Achei a morena no Instagram, já tenho até o número dela. Sou rápido quando eu quero as coisas.
Depois pego minha moto e resolvi dar um rolê pela minha comunidade pra ver como tá.
Apesar de ser um homem temido e cruel falo com todos no meu morro, conquistei o respeito de todos aqui.
Tô viajando nos meus pensamentos, quando começo a ouvir os gritos vindo de uma casa perto da praça.
Paro, pego o meu rádio e aciona os vapor.
Rádio on
SAMURAI: WL vem pra praça agora e chama os outros vapor, tem um um B.O aqui pra resolver.
WL: Tamo indo chefe.
Rádio off
Aguardo eles chegarem.
Já estou com a minha Glock em punho. Os meus soldados chegam e junto com ele vem o BN.
-- Que gritaria é essa mano?! - BN Perguntou assim que desceu da moto.
-- Sei não mano, mas vamos descobrir agora. - Falo fazendo um sinal para eles entrarem na casa.
Os vapor entram primeiro no quintal, ele verifica se não tem ninguém de tocaia e depois eu entro metendo o pé na porta. Quando entro na casa vejo um cara em cima de uma mulher que deve ter uns 25 a 30 anos. O cara se assusta quando me vê. Mano, no meu morro não aceito essas porra de estupro não.
Dou logo uma coronhada na cabeça dele o cara cai por cima da mulher, que esta chorando e muito assustada.
Mando ele se recompor e se vestir. E tentou acalmar ela.
-- Tudo bem com a senhora? - Pergunto tirando minha blusa e entregando pra ela, já que o desgraçado rasgou a roupa dela.
-- si..sim. - Ela fala com a voz meio trêmula. - pode me chamar de Lurdes.- falou colocando a minha blusa.
-- Bom dona Lourdes, a senhora pelo visto não é do meu morro certo?! - Ela assentiu com a cabeça.-- Então pode me dizer como veio parar aqui? - Pergunto calmamente.
-- Eu estava no ponto de ônibus, quando esse cara parou de carro, apontou uma arma pra mim e mandou eu entrar se ele atirava ali mesmo. - ela começou a chorar de novo. Eu tentei confortá-la. Apesar do meu jeito cruel, não aceito essas coisas no meu morro.
-- Fica calma dona Lurdes o pior já passou. Vou pedir pra um dos vapor levar a senhora até a entrada e a senhora segue para sua casa.- disse.
Tiro duas notas de cinquenta reais e dou pra ela pegar um táxi. Chamo um dos vapor e dou minhas ordens. Ela me agradece e em seguida saí porta a fora.
Agora é hora de me resolver com esse cuzão aqui. WL joga um balde de água no cuzão e acorda assustado.
-- E Ai cuzão?! Tá pensando que no meu morro é bagunça pra tentar estupra mulher aqui porra. - Ele tenta falar, mas eu não deixo dou logo um socão na cara dele.
E mando chamar os vapor papa cú. Em menos de minutos chega três vapor que gosta de comer um cú. Me viro pro cara e falo.
-- Tu gosta de pegar mulher à força né. Agora se prepara que vão comer seu cú até você não aguentar mais.- pausa. -- Leva ele pro quartinho da tortura e come esse cuzão da porra até ele não aguentar mais. E quando eles terminarem jogar esse cuzão no pneu, vira churrasquinho.- ele sai se debatendo e chorando. Foda se isso pra mim é música para os meus ouvidos.
Depois disso resolvi ir pra boca de novo. Tô estressado, preciso fuder um pouco, ligo pra uma vadia e mando ela correr pra boca.
Em menos de minutos a vadia entra na boca.
-- Me chamou Mozão?!- em tempo recorde a Carol chega, ela é gostosinha dá pro gasto.
- Mozão é o meu pau Carol. Agora cala a porra da boca e vem me chupar gostoso.- Me sento e a vadia vem me chupar gostosinho.
Quando sinto que vou gozar, mandou a vadia levantar e tirar a roupa. E assim ela faz.
-- Agora deita e abre as pernas. - ordeno.
Assim ela faz como eu mando.
Coloco uma camisinha no meu pau e começo a meter firme nessa vadia. Que geme igual uma doida.
Até que essa vadia é gostosinha.
Vou metendo mais forte e a vadia grita que gemendo igual uma cadela, mas eu nem me importo.
Saio de dentro dela.
E mando ela ficar de quatro e eu vou comer o cú e me posiciono bem na entrada do cú dela, ela se retrai um pouco, mas eu vou firme e meto meu pau de vez só.
A vadia grita de dor, mas depois começa a gemer pedindo mais, vou firme cada meto mais forte até eu gozar.
Saio de dentro dela e me levanto, jogo umas notas de 100 nos peitos dela e vou pro banheiro me banha.
Quando eu saio a vadia ainda está aqui.
-- Porque tu ainda tá aqui?!- essas minas não se mancam.
- Porque agora é a sua vez de me agradar.- O que essas vadias têm em mente.
-- É melhor você ir embora antes que te quebre na porrada.- Ela sai sem falar, é assim eu gosto!
Saio da boca, pego minha moto e vou direto pra casa. Tomo um banho rápido e desço pra comer alguma coisa.
E vejo minha mãe chegando da igreja. Minha não é crente não, mas sempre vai aos cultos, deve ser pra orar pela minha proteção. Beijo minha Coroa que é a razão do meu viver.
Peço a benção e vou pro meu quarto tomar um banho e me jogo na cama.
Pego meu celular vendo a foto que a morena postou no status, simplesmente linda, só de pensar os pau no cu vendo isso, me sobe uma raiva.
[Status - Morena ❤]
Não me contento e manda uma mensagem pra ela. Logo ela me respondeu.
Tô dizendo, essa mulher vai ser minha, ou eu não me chamo Samurai...