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Relatos eróticos 3

Relatos eróticos 3

Autor:: Marise
Gênero: Jovem Adulto
Bem vindos ao terceiro livro de relatos eróticos. Você que gosta de desfrutar de uma boa história erótica, veio para a seção certa. Aqui você encontrará as histórias de sexo mais pervertidas e mórbidas.

Capítulo 1 Adeus virgindade parte I

Meu nome é Beatriz, tenho 22 anos. Tenho 1, 70 de altura, sou morena clara, tenho cabelos castanhos curtos e cacheados, olhos no mesmo tom de cor do meu cabelo. Estou um pouquinho acima do peso, nada demais, mas tenho seios médios e durinhos, bunda grande que herdei de mamãe, quadris largos e cintura fina. E estou aqui para contar como perdi meu cabacinho.

Bom, eu tinha 18 anos quando tudo aconteceu, não era muito diferente que agora, só tinha cabelo maior e estava mais magra.

Tenho uma irmã que é quatro anos mais velha que eu, na época ela estava com 27 e namorava um cara de 32 anos, o Rafael. Minha irmã não é muito diferente de mim, somos até bem parecidas, só que ela é bem mais magra, puxou a famí­lia de papai e não herdou os mesmos atributos que eu. E eu sempre achei que ela não combinava com Rafael.

Rafael era um homem muito bonito. Moreno de cabelos e olhos negros, um pouco mais alto que eu, deve ter uns 1.78, por aí­. Tinha um corpo muito bem definido, músculos nada exagerados, que combinavam muito bem com ele e lhe deixava com um ar másculo maravilhoso, e tinha um volume na bermuda que me deixava muito curiosa.

Nem preciso falar que era só Rafael aparecer pra eu me molhar todinha, né? Mas Rafael nunca me deu bola, sempre me tratou como a irmãzinha mais nova de sua namorada, como uma criança. E eu nunca pensei que poderia rolar algo entre nós, aliás, ele namorava a minha irmã e eu nunca fui fura olho.

Nessa época eu também era muito bobinha, nem beijar eu já tinha beijado. Tinha vergonha de mostrar o meu corpo e não usava roupas muito curtas ou justas. Não tinha muitos amigos e por isso estava sempre em casa. Eu era muito anti social.

Nas férias de final de ano Rafael chamou a minha irmã para viajar com ele para Angra dos Reis, a minha mãe no começo não quis deixar, aliás, eles namoravam a menos de um ano e minha mãe não o conhecia muito bem e tinha medo. Mas minha irmã insistiu e mamãe só deixou com uma condição: que eles me levassem junto, assim poderí­amos cuidar uma da outra. Minha irmã não gostou muito, mas ficou feliz.

Arrumamos tudo para ir, eu não estava muito contente com a ideia, mas no final de semana estava tudo pronto e fomos. Ficamos um bom tempo na estrada, Rafael nos levou em seu carro, até que chegamos.

O lugar era lindo. A casa parecia mais uma cabana do que uma casa de praia mesmo e ficava bem de frente pro mar, numa ilha com águas cristalinas e areia branquinha, parecia o paraí­so. Na mesma hora eu me animei. Nos acomodamos, minha irmã ficou no mesmo quarto que eu e Rafael num quarto diferente, mas bem ao lado. Estávamos muito cansados por causa da viagem e então dormimos o resto do dia, sem aproveitar a praia.

O dias foram passando e eu notava que todas as noites minha irmã saí­a do quarto e ia pro quarto dele. Ela esperava eu dormir, mas eu sempre acordava com os barulhos, os gemidos, vindo do quarto ao lado. E aquilo me excitava, eu sempre me tocava e gozava pensando no meu cunhado fodendo a minha irmã.

Durante o dia eu sempre o via de sunga de praia, brincando com a minha irmã na água e aquele volume do seu pau mole me deixava curiosa e excitada. Eu nunca tinha visto um pau ao vivo e as cores, e sempre que via meu cunhado ele me despertava essa vontade de ver. Eu ainda não tinha aproveitado o mar, não havia levado biquí­ni então só ficava na varanda da casa, deitada na rede, observando tudo, com uma roupa bem leve pra aliviar o calor, de vez em quando arriscava ir ao mar mesmo de roupa ou quando o casal feliz saí­a eu ia de calcinha e sutiã, era uma praia fechada, não tinha perigo de alguém me ver.

Um dia, quando minha irmã saiu com o namorado, eu aproveitei pra entrar no mar de roupas í­ntimas. Estava com uma calcinha branca, que não era pequena, nem grande, mas estava sempre socada na minha bunda grande, e um sutiã da mesma cor que já não cabia direito em meus seios e sempre os deixava pra fora, e depois de molhados ficaram transparente contra a minha pele, mostrando nitidamente meus mamilos e minha bucetinha até então virgem e intocada.

Eu me perdi da hora e quando ia saindo do mar pra voltar pra casa dou de cara com o meu cunhado. Ele me olhou, me analisando de uma forma que eu realmente achei que estivesse nua. Ele me comia com os olhos e nesse exato momento eu percebi que o volume em sua bermuda ficou maior.

- Onde está Bianca? Achei que vocês tinham saí­do... - Perguntei envergonhada e constrangida enquanto tentava esconder meu corpo com minhas mãos.

- Ela está tomando banho, chegou suada, queria se refrescar e descansar um pouco, e me mandou procurar você. - Respondeu ele, me analisando. Ele olhava descaradamente para meus seios e para todo o meu corpo, me olhava dos pés a cabeça sem nenhum pudor, e em determinado momento começou a mexer em seu caralho que já estava duro; alisava e apertava seu pau por cima de bermuda de forma discreta.

Aquilo me excitava, eu parei de me tampar e comecei a caminhar pra dentro da casa. Eu podia sentir seu olhar em minhas costas, me comendo, me analisando.

Nesse mesmo dia, de madrugada, eu acordei com uma movimentação, um barulho e gemidos baixo s e aparentemente abafados no quarto onde eu dormia com a minha irmã. Eu estava de costas pra cama onde minha irmã dormia e lentamente virei um pouco a cabeça para olhar: meu cunhado estava deitado sobre o corpo delicado e magro da minha irmã, segurando suas mãos contra o colchão, a dominando, enquanto fodia sua buceta majestosamente, ela pedia pra ir com calma e não fazer barulho pra não me acordar. O melhor de tudo é que ele me olhava, me olhava com tanta intensidade que eu desconfio que o que me fez acordar foi seu olhar sobre mim e não o barulho que faziam, e quando ele percebeu que eu estava olhando para eles, ele riu safado pra mim e começou a foder a minha irmã com força, tanta força que ela gemia de dor sem nem mais se importar em me acordar.

Eu voltei a deitar e fingir que estava dormindo, mas os seus gemidos, o barulho do impacto de seus corpos, aquele cheiro de sexo exalando no quarto me enlouquecia e eu comecei a me tocar ali mesmo, discretamente. Toquei minha bucetinha que estava completamente molhada e massageei meu grelinho que estava duro de tanto tesão até gozar lembrando do olhar do meu cunhado sobre mim enquanto fodia minha irmã com força. Não demorou muito pra eu ouvir meu cunhado gozando também e o seu urro de prazer fez meu corpo todo arrepiar e estremecer.

O nosso tempo estava acabando, já se aproximava o dia de voltarmos pra casa e os olhares do meu cunhado sobre mim ficavam cada vez mais constantes e descarados, minha irmã percebeu alguns de seus olhares e por isso eles até brigaram, mas eu fingia não notar e por mais que ele sabia que eu tinha visto os dois fodendo eu fingia e me mostrava insignificante. Talvez por medo, porque sabia que meu cunhado estava interessado em mim, suas atitudes demonstravam isso, mas o que eu ia fazer? Eu nem mesmo já tinha beijado, morria de vergonha só de me imaginar falando com ele sobre isso ou qualquer outra coisa, e também não queria destruir o namoro da minha irmã, ela parecia realmente gostar dele.

No nosso último dia na casa, minha irmã saiu e disse que ia comprar lembrancinhas para levar para mamãe e alguns dos seus amigos, meu cunhado não quis ir e eu também não, estava um sol infernal, então ficamos. Não trocamos nenhuma palavra um com o outro até a hora do almoço. Eu estava na cozinha fazendo o meu prato, vestia calcinha e sutiã, com uma canga de praia enrolada no corpo, quando meu cunhado chegou por trás de mim e parou com o corpo à centí­metros do meu. Eu podia sentir o calor que irradiava do seu corpo, a sua respiração na minha nuca e até mesmo o seu pau encostando levemente na minha bunda.

Capítulo 2 Adeus virgindade parte II

Ele segurou nos meus ombros e começou a me massagear, eu estava tensa com seu toque, mas logo comecei a relaxar.

- Eu sempre te achei bonita, mas depois de te ver saindo do mar naquele dia, eu tive certeza disso. - Ele disse com a voz mansa bem próximo a minha orelha, o que me faz ficar toda arrepiada, enquanto ele descia as suas mãos gentilmente por meus braços e começava a acariciar o meu corpo.

- Você é tão linda, e maravilhosa, não devia se esconder assim. - Disse beijando o meu pescoço e abrindo a minha canga. Senti a canga caindo no chão e exibindo o meu corpo apenas de calcinha e sutiã. Ouvi ele gemer assim que me viu semi nua e ele colou o seu corpo em mim, me fazendo sentir seu pau duro feito pedra contra a minha bunda. Eu já estava molhada, completamente molhada, gemi e me arrepiei com seu corpo no meu, estava me entregando quando lembrei da minha irmã. A essa altura ele já estava segurando e apertando os meus seios, massageado os meus mamilos por cima do sutiã.

- Você é namorado da minha irmã... Para! - Falei me virando de frente pra ele, foi difí­cil, mas o afastei de mim, sem olhá-lo nos olhos.

- O que tem? Eu sei que você me deseja. - Disse ele se aproximando de novo, insistente, já colocando a mão na minha buceta sobre a calcinha e me acariciando, apertando a minha buceta, sentindo minha umidade, ele riu satisfeito.

- Eu percebo o jeito que você me olha... Eu sei que você se tocou quando me viu fodendo a sua irmã lá no quarto... E eu fodi ela pensando em você, querendo você, cunhadinha. - Ele disse puxando a minha calcinha pro lado e deslizando os seus dedos entre os lábios da minha buceta molhada, ele pousou seus dedos no meu grelinho, apertou suave e começou a massagear em movimentos circulares, era tão gostoso, o meu corpo estremecia e eu gemia baixinho e manhosa com o prazer que ele me proporcionava.

- Foi assim que você se tocou? É assim que você se toca pensando em mim? - Ele dizia baixinho, sussurrando com a voz rouca e sexy, que me instigava. Ele deslizou seus dedos até a entradinha da minha buceta e tentou me penetrar, mas parou quando eu gemi de dor.

- Como você é apertadinha, cunhada... Que delí­cia!

Eu disse pra ele que era virgem ou pelo menos tentei dizer e eu percebi que ele ficou doido ao saber disso, ainda mais excitado. Quando dei por mim ele já estava chupando meus seios, sugando meus mamilos um por um, delicadamente, mas com fome, com voracidade. Ele lambia, chupava, mordiscava, me deixando completamente marcada e arrepiada, enquanto intensificava a sua massagem em meu grelo. Eu já gemia alto e me contorcia contra o seu corpo. Até que senti espasmos intensos por todo meu corpo, gemi alto de prazer e gozei perdendo o equilí­brio nas pernas e quase caindo no chão. Tinha sido o melhor orgasmo da minha vida.

Ele beijava todo o meu corpo delicadamente, explorando o meu pescoço com seus lábios e o meu corpo com suas mãos grandes e firmes. Ele apertava a minha bunda com força, me dava tapas dizendo que sempre me desejou e que depois que me viu na praia passou a me desejar mais ainda, e que estava doido pela minha bunda. Ele apertava os meus seios, brincava com os meus mamilos que estavam durinhos. Ele me usava enquanto eu me refazia do orgasmo. Senti sua mão sobre a minha e ele a colocou sobre o seu pau, que estava pra fora e apontando pro teto de tão duro. Eu estremeci com o toque e olhei para aquele caralho com tanta fome, matando a minha curiosidade. Segurei firme naquele caralho duro, grande e grosso, quente em minhas mãos. Seu pau era lindo, moreno com a cabeça rosada tão grande que parecia um cogumelo. Seu pau devia ter uns 18cm e era coberto de veias, macio, quente, viril. Sem jeito comecei a masturba-lo, não sabia exatamente como fazer mas me esforçava pra dar prazer aquele homem que eu tanto queria. Via seu pré gozo babando a cabeçona do seu mastro e passava os meus dedos ali espalhando sua gala pelo corpo do seu mastro, o deixando todo babado.

- Isso, cunhadinha... Você tá indo muito bem, mas vem cá, vem. - Ele disse acariciando o meu rosto e forçando levemente a minha cabeça para baixo, contra o seu mastro.

Eu me ajoelhei na sua frente e abocanhei o seu mastro. A cabeça do seu mastro preenchia toda a minha boca, e eu chupava, sugava, esfregada a minha lí­ngua na uretra, serpenteava cabeça do seu mastro com a minha lí­ngua quente e molhada. Ele gemia, se contorcia de prazer e me incentivava sempre dizendo que eu estava indo bem, que minha boca era gostosa e eu chupava gostoso. Ele segurava a minha cabeça e forçava ainda mais contra o seu mastro, me fazendo engolir seu mastro até onde eu conseguia até me engasgar quando a cabeçona cutucava a minha garganta.

Logo eu estava pegando o jeito e o chupava com vontade, fazendo um vai e vem hora rápido e hora devagar. Ele pegou minha mão e colocou sobre suas bolas, eu entendi e comecei a massagear, apertar com cuidado. Senti seu pau crescer e inchar na minha boca, pulsando contra os meus lábios e senti um lí­quido quente e salgado invadir minha boca, enquanto meu cunhado urrava de prazer, gozando. Tentei cuspir sua porra, mas meu cunhado segurou meu rosto, tampando minha boca e me fez engolir, com nojo.

Me levou pro seu quarto, trancou a porta e me jogou na cama. Tirou a minha calcinha e o meu sutiã, e tirou sua bermuda e sua cueca, ficando nu na minha frente. Eu ri de vergonha enquanto observava o seu corpo perfeito e gostoso. Ele abriu as minhas pernas e caiu de boca na minha buceta, me chupando como se tivesse fome e pressa, mas com delicadeza. A sua lí­ngua estimulava o meu sexo levemente, delicadamente e gentil, mas com firmeza.

Ele rodeava o seu dedo na entradinha da minha buceta e as vezes ameaçava me penetrar.

- Eu quero te foder aqui no meu quarto, na minha cama, pra eu sempre lembrar de você, cunhadinha... Quero sentir a sua bucetinha apertadinha no seu pau... Agora! - Ele disse deitando o seu corpo grande sobre o meu, segurando o seu pau e se masturbando. Ele encostou os seus lábios nos meus e me beijou vagarosamente, a sua lí­ngua massageava a minha, explorava toda a minha boca e eu tentava acompanhar ainda sem jeito. Nervosa e excitada por está beijando pela primeira vez e por está prestes a ser deflorada. Nesse exato momento senti a cabeçona do seu pau na entrada da minha buceta, meu cunhado começou a forçar e eu sentia a cabeça do seu pau invadindo a minha buceta molhada. Algumas vezes o seu pau deslizou pra fora da minha buceta, mas o meu cunhado não desistiu e tentou novamente, forçando o seu pau na minha bucetinha apertada, ele gemia contra a minha boca e eu gemia de dor na boca dele.

Senti a cabeça do seu pau entrar na minha buceta e meu cunhado gemeu, urrou de prazer que eu achei que ele estivesse gozando. Eu gemia de dor, sentia a cabeça grande do seu pau me rasgando, estourando o meu cabacinho e queria parar e desistir, mas meu cunhado me prendia com seu corpo e forçava o seu pau na minha buceta, fazendo seu caralho todo me invadir. Ele parou quando já estava todo dentro de mim, olhou em meus olhos e me parabenizou por ter perdido a virgindade. Então ele começou a fazer um vai e vem devagar, eu gemia de dor sentindo o seu caralho grande e grosso dentro de mim. Sentia um desconforto quando o seu cacete entrava e saí­a de minha buceta, mesmo sendo devagar. Meu cunhado gemia, urrava, de forma diferente de quando tava fodendo a minha irmã. Ele beijava o meu pescoço, me mordida, chupava a minha pele com tanta força que eu tinha que empurrá-lo pra ele parar.

- Ah... Que bucetinha apertada você tem, cunhadinha... É tão gostosa... Ah... - Ele disse acelerando seus movimentos, dando estocadas mais fortes em minha buceta. Eu sentia um misto de prazer e dor que me fazia gemer feito um cadela no cio, alto, sem pudor e com dor. Ele se motivava com meus gemidos e bombava com forçava na minha buceta, socando o seu pau dentro de mim cada vez mais forte, mais rápido, mais agressivo. Ele segurava em meu pescoço e me xingava, dizia que eu ia ser a putinha dele, que ele ia me foder sempre, que eu ia viciar no caralho dele e batia no meu rosto. Aquilo me deixava louca e quando dei por mim eu estava gozando com o pau dele enterrado na minha buceta, me contorcendo em baixo do corpo dele. Ele parou enquanto eu gozava e minha buceta se contraí­a desesperadamente no seu pau, ele gemia e eu sabia que ele tava perto de gozar. Ele tirou o seu pau quase todo de dentro de mim e enfiou tudo de uma vez bem fundo na minha buceta, com força, me fazendo gritar, nesse exato momento ele tirou seu pau novamente, com muita pressa, urrando alto de prazer e gozou, sujando a minha barriga com a sua porra quente e melada. Seu corpo tremia e ele gemia até sair a última gota de porra, e então caiu desfalecido ao meu lado.

Eu estava ardida, sentindo como se tivessem feito um buraco em mim, me recuperando daquela foda, quando ouvi a voz da minha irmã procurando o seu namorado. Eu e Rafael na mesma hora nos olhamos assustados, eu peguei as minhas roupas í­ntimas, saí­ do seu quarto desesperada e corri para o meu. Foi por pouco que minha irmã não nos pegou. Naquele dia fomos embora e minha irmã não desconfiou de nada. Tive que passar bastante maquiagem no pescoço e tapar bem llos meus seios, pois o meu cunhado me deixou toda marcada com chupões e mordidas. Depois desse dia meu cunhado passou a ir menos lá em casa, estava com a consciência pesada e se sentindo culpado, confesso que eu também. Mas depois voltamos a nos ver e ele me comeu várias vezes sem a minha irmã saber de nada.

Capítulo 3 Brincadeiras entre primas

Eu e Aline nunca fomos boas amigas. Apesar de termos nascido no mesmo dia e sermos primas, termos a mesma idade e estudarmos na mesma sala, nunca nos batemos. Até nossos aniversários eram juntos.

Pois bem, crescemos, Aline cada dia mais chata e metida. Saí­amos juntas raras vezes. Depois que nos formamos, as coisas melhoraram um pouco e até fui passar uns dias com ela na casa da avó, distante de onde morávamos uns 700km. Foi nessa viagem que algo inusitado aconteceu.

Ainda na ida para lá, conhecemos alguns garotos que tinham o mesmo destino que nós. Por mais estranho que parecesse, eram primos distantes da Aline, que ficou toda afoita e espevitada como era, pôs -se logo a dar em cima de um deles. Augusto. O mais bonito dos quatro e o que eu havia me interessado. Fiquei na minha e não comentei nada.

O primeiro dia se passou sem muitas novidades ou incidentes. Íamos à casa de tios e primos dela por parte da mãe, dávamos uma volta na cidade, voltávamos para casa. No segundo dia, fomos tomar banho de Rio. À pé, íamos nós duas e mais quatro garotas. Até que a conversa caiu no tema sexo, e Aline, como sempre, a mais agoniada de todas, falou que não era mais virgem. Que perdera a virgindade aos 15 anos. Do Alto dos meus 18 anos, eu ainda me mantinha virgem por escolha própria. Apenas me masturbava com certa frequência, mas nem brinquedinhos utilizava.

Minutos depois estávamos dentro da água. Uma água quente, convidativa. Aline perguntou se eu sabia boiar. Disse que sim e boiei. Aline fez o mesmo e eu fechei os olhos. Fiquei ali envolta na água. Despertei quando senti algo tocar minha buceta. O que era aquilo? Fechei as pernas e senti como se fosse um pé acariciando minha buceta. O susto foi tão grande que me debati e acabei submergindo.

- O que foi?

Só tinha Aline na água comigo. As outras estavam em terra. Olhei-a e por um momento acreditei que ela não tinha feito aquilo. Talvez tivesse sido um peixe. Saí­ da água e fui sentar com as outras meninas.

Na volta para casa, fui observando Aline. Se ela tivesse mesmo feito aquilo, porque teria feito? Ela não se gabava que pegava um e outro? Sendo assim, não tinha necessidade daquilo. Mas e se fosse mentira? Se aquele jeito dela fosse para encobrir a sua real preferência? Pensando bem, Aline nunca tinha ficado firme com ninguém, nenhum namorado sério, só ficadas aqui e ali. E olha que a guria era gata. Parecia uma modelo. Alta, magrinha, um par de peitos médios durinhos, uma bundinha arrebitada, loira. Todos os caras que eu conhecia queriam pegá-la. Quando chegamos na casa da avó dela, sacudi a cabeça para espantar os pensamentos. Fomos ajudar a avó a preparar a janta.

Após o café, a avó logo foi se deitar. Ficamos na varanda, eu lendo e ela fazendo as unhas. Volta e meia aqueles pensamentos voltavam à minha cabeça. Eu olhava para ela e não conseguia acreditar.

- O que você tanto me olha? - ela perguntou.

- Nada... Só estou pensando em fazer as minhas unhas também.

- Vem que eu faço.

- Não, agora não. Depois.

Ela continuou ali e eu tentei me concentrar na leitura. Mais tarde, fomos dormir.

Como dormiamos na mesma cama, acordei lá pelas tantas da madrugada, sentindo novamente algo tocar-me. Virei o rosto. Aline dormia virada para cima. Mas não tive dúvidas: era ela. Ela havia colocado a mão sobre minha coxa e apertava-me suavemente. Segurei a respiração por um momento sem saber bem o que fazer. Não fazia a menor ideia de como agir. Seria sonambulismo?

A mão dela subiu suavemente, alcançando minha calcinha. Seu dedo anelar ia e vinha, em cí­rculos ao redor do meu clitóris sobre a calcinha.

Por mais estranha que fosse a situação, eu estava ficando excitada. Abri as pernas para sentir melhor. Senti que seus dedos agora deslizavam pelo elástico da calcinha, afastando-a. O que senti a seguir foi um de seus dedos abrindo os grandes lábios da minha buceta. Segurei o gemido quando ela alcançou meu clitóris. Seus dedos massagevam, girando em cí­rculos, apertando-o com as pontas dos dedos. Ela permaneceu tocando e massageando até que gozei, baixinho, apenas para que ela ouvisse. Depois disso, Aline retirou a mão dali e acariciou meus mamilos, aquietando-se ali. Com o corpo mole, acabei dormindo como um anjo aquela noite.

No outro dia pela manhã... Nada havia acontecido. Estávamos na maior normalidade. Se ela queria fingir, por mim tudo bem. O dia transcorreu comum e à noite, fomos dormir cedo. Eu estava ansiosa e não consegui pregar os olhos. Logo Aline ressonava ao meu lado. Eu estava intrigada e queria entender o que ela queria. Mas fiquei na minha. Durante o banho, acabei me masturbando lembrando a cena da noite anterior.

Estávamos deitadas e eu não conseguia dormir. Meu corpo estava aceso. Estava esperando as ações dela. E elas vieram. Alguns minutos depois, Aline passou a acariciar meus seios por cima da camisola. Acariciava de leve os mamilos que logo ficaram durinhos. Foi quando ela se virou e colou o corpo no meu, deitada de lado. A mão sobre o meu corpo deslizando e alcançando minha buceta. Ela sabia como acariciar, como tocar, até como penetrar. Estava tão gostoso que fechei os olhos e só deixei rolar.

Senti o boca dela nos meus seios e me arrepiei por completo. Beijinhos e mordidas de leve. Sua lí­ngua alcançou os meus mamilos e quando ela o chupou, não aguentei e gozei. Estava trêmula. Aline deitou de barriga para cima novamente, ainda de olhos fechados. Dessa vez eu não hesitaria. Levei a mão até ela. Fiz como gostaria de receber.

Acariciei todo o corpo dela. Sentia a pele arrepiada. Passava as unhas também, provocando-a. Aline arqueava o corpo e eu comecei a sentir prazer naquilo. Em provocar prazer a ela. Desci a mão para encontrar a sua buceta. Estava úmida e quente. Ela mantinha as pernas fechadas, apertadas uma contra a outra. Comecei a beijar o seu pescoço, descendo pelo mamilo descoberto por baixo da camisetinha do Baby Doll.

Mordisquei o seu mamilo e ela abriu as pernas. Então eu a masturbei. Devagar e delicadamente. Pressionando o seu botãozinho que estava duro de tesão. Aline se remexia na cama. Descia o dedo, ia até a entradinha lambusada e voltava ao clitóris. Ela gozou fechando as pernas, apertando a minha mão entre elas.

Viramos cada uma para um lado da cama. Eu estava trêmula e satisfeita. Tanto por ter gozado como por tê-la feito gozar. Não sabia como reagir depois. Mas estava feito.

Pela manhã, Aline não sustentava o olhar comigo. E quando o fez, ficou vermelha. No dia seguinte fomos embora. Nosso contato se apeoximou depois dessa viagem. Passamos a sair mais juntas, inclusive a dormir juntas. E sempre rolava carí­cias demoradas silenciosas, sobre as quais nunca tivemos coragem de falar. Hoje estamos casadas as duas. Só depois de um tempo é que entendi que para desejar uma mulher, não precisa ser exatamente lesbica. Basta ser gente.

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