EVIE MALDINI
Evie, uma jovem de 18 anos, loira, dos olhos castanhos, sua altura é de 1.60 de altura, ela é uma jovem muito bonita, carismática, e além de tudo é muito esforçada, ela gosta de ajudar a todos que estão a seu lado. Mas existe um medo dentro dela que ela não consegue explicar, talvez seja um trauma de infância, ou algo relacionado a sua infância. Ela também é muito esforçada, gosta de ser independente, até porque ela nunca foi alguém que teve tudo em sua vida, ela é uma jovem humilde, alguém que precisa ralar diariamente para ganhar o seu sustento, embora ela faça tudo isso, as suas irmãs são o seu oposto, além de serem mais velhas que ela, elas sempre tiram proveito da irmã caçula, por mais que ela tente não demonstrar que é afetada de alguma forma, a sua avó a conhece como ninguém, afinal ela era apenas um bebê de 1 aninho quando a sua avó a pegou para criar, porque a sua mãe acabou indo embora, abandonando ela e suas irmãs com sua ex sogra.
VINCENZO NEVELLI
Vincenzo, jovem de 24 anos, vulgo Imperador, tem 1.88 de altura, tem olhos verdes. O mesmo é dono de uma das favelas mais perigosas do Rio de Janeiro, o Vidigal, ele herdou o morro de seu pai, o seu pai entregou o morro em suas mãos assim que ele atingiu a maioridade, com o intuito que ele tenha mais responsabilidades, após ele entregar o morro para o filho, ele se aposentou e saiu do Brasil. Com o pensamento que o filho iria mudar o seu jeito de ser, podemos dizer que ele acabou se equivocando, afinal o Imperador se tornou ainda mais frio, calculista e cruel, um homem totalmente sem coração, que coloca medo em qualquer pessoa. Isso o transformou em um dos criminosos mais procurado pelo Brasil. As únicas pessoas que o faz ter amor, e empatia é pela sua tia, e sua irmã que está estudando nos Estados Unidos. O Imperador, é como o próprio demônio, ele não tem amor por ninguém, ele não sente a menor empatia por ninguém, ele prefere matar sem nenhum peso na consciência.
ELAINE MALDINI
Elaine, 20 anos, ela é a irmã do meio da Evie, tem 1.64 de altura, loira, olhos castanhos, uma jovem ambiciosa, alguém que pode ser confiável ou não, é alguém imprevisível de se confiar, afinal ela é apaixonada pelo subdono do morro, e por mais que ela tenha um rolo com ele, ele não a assumiu, e não se sabe se ele pretende fazer isso. Por mais que ela viva correndo atrás de migalhas de atenção, a sua irmã mais velha vive dando uma de fiel do dono do morro, algo bem mais perigoso, afinal ele é alguém que não se brinca, e por mais que ele já tenha dito que não tem fiel, e que não brincassem dizendo a qualquer um que é a fiel, porque isso nunca acaba bem. Por mais que a Elaine seja manipulada pela sua irmã mais velha, ela sempre tem aquele meio termo de "amor", pela sua irmã mais nova, se é que podemos falar que ela a ama, ou até que queira ser sua amiga, o que era para ser bem nítido, amor entre irmãs.
KEVIN FERRAZ
Kevin, vulgo Mosca, 23 anos, tem 1.77 de altura, ele é o sub dono do morro do Vidigal, o braço direito do Imperador, por ele ser amigo dele, aprendeu a ser frio e calculista, mas a que ponto? Ele é um dos caras mais sem vergonha que o morro tem, pega qualquer uma, ele não tem nenhum tipo de vergonha na cara, e por mais que a irmã da Evie vive correndo atrás dele, ele não dar muito cartaz, até porque ele não quer nenhum tipo de compromisso. Mas de uma coisa eu tenho certeza, até quando isso vai durar? Será que essa moça vai mudar a vida dele? Ou aparecerá alguém que vai mudar a vida dele, que vai tirar ele da putaria? É algo incerto, nunca se sabe o destino deles, mas vamos seguir a vida deles ao pé da letra, vamos ver até onde isso vai parar.
KÉSIA MALDINI
Késia, 22 anos, tem 1.68 de altura, irmã mais velha da Evie. Ela é apaixonada pelo Imperador, e por mais que ele só coma ela, e joga ela de lado, assim como faz com qualquer outra, ela se acha a melhor, e ainda fala que é a fiel do Imperador, mas isso é as escondidas, porque se ele sonhar que ela vive falando isso, ou ele apenas tá deixando ela bem a vontade, porque no momento em que ele se estressar, ela vai aprender a andar na linha, assim como as demais que ele pega, e por mais que todas as putas que ele pega, saiba que ele não é de ficar com alguém fixamente, que ele sempre troca, e ainda sai dividindo as putas com alguns de seus aliados, não são todas, mas ele tem suas escolhidas para a divisão, e a Késia está entrando na listinha, afinal é assim que ele vai castiga-la, caso ele perca o mínimo de paciência que ele tem com ela.
THOMAS FAGUNDES
Thomas, vulgo Jacaré, 25 anos, tem 1.82 de altura, ele é o gerente da boca, e da porra toda, o mesmo é um dos que mais se dedica a ser presente em tudo que acontece na comunidade, ele é o terceiro na linha de frente do trio da morte. Quando se junta os três, não tem para onde correr, porque a morte é certeira, e por mais que eles gostam de brincar com a oferenda que eles mandam para dar carta ao diabo, eles matam sem dó e piedade, isso é algo que se tem em regra acima de tudo. Ele já passou alguns meses na prisão no lugar do Imperador, sofreu pra caralho, mas não abriu a boca, e não revelou quem é o chefe, afinal um bom amigo é sempre amigo, e não um x9 de merda. Então no momento certo, o Imperador conseguiu bolar um plano e tirar ele da cadeia, e claro como sempre a festa e comemoração foi garantida dentro do morro.
PAMELA SOUZA
Pamela, 21 anos, uma das amantes do Imperador, ela não é flor que se cheire, mais ainda sim não é uma boa pessoa, por ser uma das poucas que o Imperador come e joga fora, essa é uma das poucas marmita que ele ver vez ou outra, e que ainda mantém um sexo equilibrado com ela, mas não é sempre, afinal ela vive mais fora do morro do que no próprio morro, outro dia o Imperador estava dando um role pelo calçadão, e acabou topando com ela fazendo programa, e é por isso que ele a mantém por perto, ela é uma das poucas que quer alguma coisa séria com ele, mas nunca se sabe se é realmente esse o pensamento dela, se ela o quer fixo ou não.
TERESA CARVALHO
Teresa, 23 anos, um lance bem mais antigo do que qualquer outro, essa mina foi a única que chegou mais perto dele, quanto qualquer outra, ele apenas nunca deixou ela entrar na casa dele, na verdade ele nunca leva nenhuma das putas para sua casa, ou até mesmo chega a tocar nos lábios delas, para ele todas são como a Pamela, uma puta que só quer dinheiro, ele tem razão em algumas coisas, até porque a Teresa não é lá essas coisas, afinal ela dar para outros também, mas isso não importa, o que ela não consegue do Imperador, ela consegue de outros que estejam disposto a beija-la, algo que jamais ela conseguiu do Imperador, e ninguém nunca conseguiu sentir os lábios dele. Ela é apenas mais uma maria fuzil, uma marmita que dar por dinheiro, porque é sempre isso que todas fazem, o dinheiro acaba sendo a essência para essas maria fuzil.
EVIE NARRANDO
Pensar em tudo o que já passei, é algo que ainda é bem doloroso na minha vida, começando pelo abandono da minha mãe, ela largou a mim, e minhas irmãs com a minha avó paterna, e depois ela sumiu no mundo para viver a vida dela perfeita, é assim que eu sei da minha mãe, da mulher que me deu a vida, isso foi o que a minha avó nós contou, mas isso não me interessa, até porque a minha avó sempre será a minha mãezinha, independente de quem é que é minha mãe. Já o meu pai, ele foi embora do Brasil, ele nós deixou também, e raramente ele liga para saber como estamos, ou até mesmo ele vem aqui, em toda a minha vida, eu só vi o meu pai, uma vez, eu tinha uns 10 anos, e desde de então eu nunca mais o vi, mas tudo bem, eu aprendi a viver sem eles, eu aprendi a me virar sozinha, até mesmo posso falar que não posso depender da ajuda das minhas irmãs, porque elas não me apoiam em nada, até quando falei que iria arranjar um emprego para ajudar em casa, elas nem ligaram apenas subiram para o morro. É sempre assim que elas fazem, por isso eu sempre penso que não tenho com quem contar, mas dou graças a Deus por ter um trabalho, tenho gratidão a Deus, por ter me dado a oportunidade de conseguir um emprego, mesmo morando onde moro, eu conseguir, independente de qualquer coisa, eu acho muito bom, a única coisa que me deixa um pouco incomodada é o fato do filho do meu chefe viver me chamando para sair, eu não gosto de misturar trabalho com vida pessoal, por mais que ele seja um rapaz carismático, e alguém que é bastante atencioso, mas não me sinto bem, quando ele começa a puxar assunto, e querer ultrapassar as coisas. Isso é bem inconveniente, mas eu tento sempre levar na esportiva, afinal nem tudo se pode levar a sério, porque se não é capaz de enlouquecermos.
- Evie? - o Maick acaba me chamando.
- Oi, senhor Maick, está precisando de alguma coisa? - pergunto, o olhando.
- Não, é que eu queria saber o que você vai fazer hoje após o expediente. - diz ele, com um pequeno sorriso em seus lábios.
- Então, senhor Maick, como eu já falei-lhe um outro dia, eu não quero sair dos meus limites, eu prefiro sempre manter o profissionalismo acima de tudo. - digo voltando a minha atenção para aquela bancada cheia de anéis de diamante, então ele se aproxima mais um pouco.
- Evie, o meu pai, nunca estabeleceu regras de funcionário e chefe não poderem sair para tomar um sorvete. - o mesmo argumenta.
- Eu compreendo, senhor Maick, porém eu prefiro me manter assim. - digo, dando-lhe as costas, logo mais me afasto dele, pego o espanador, e vou indo para a bancada onde estavam expostos os anéis, com calma começo a espanar tudo calmamente, então a Alice se aproximou de mim.
- O senhor Maick, não cansa de levar seus não? - ela fala dando um risos ao finalizar.
- Não sei, Alice, para ser sincera, eu estou um pouco incomodada com isso, não me sinto confortável com essa situação. - digo, enquanto vou espanando os anéis. - Estou até pensando seriamente em pedir para o senhor Michel me transferir para uma outra filial. - digo, virando meu rosto pra olhar para ela.
- Te entendo, isso seria triste, eu amo está aqui com você amiga, independente que tudo isso esteja acontecendo, ainda sim, eu não quero que você se vá para outra filial. - diz ela baixinho, para que apenas eu ouça.
- Pois é amiga, mas infelizmente a situação está um pouco complicada, e eu preciso tomar providências. - digo, deixando um suspiro escapar. - Mas é apenas um pensamento minha amiga. - digo acabando de espanar todos os anéis, até que chegou cliente. - Bom, vou lá atender os clientes. - digo me afastando dela, sigo até onde o cliente se encontrava. - Boa tarde, senhorita, em que posso lhe ajudar. - pergunto para a cliente.
- Eu gostaria de ver, alguns anéis de noivado, os mais caros que você tiver em seu estoque. - diz a moça, ao falar comigo.
- Claro senhorita, acompanhe-me por favor. - digo, e então a moça vem me acompanhando, seguimos para uma sala mais aconchegante, assim que chegamos a mesma, sorrio gentilmente. - Sente-se por favor, irei trazer os anéis que você deseja ver. - digo gentilmente, então a moça toda refinada, se senta no sofá, deixo-a ali, e sigo até um dos cofres, pego a maleta com os anéis, e volto, assim que volto, coloco a maleta aberta com os anéis expostos para que ela possa os ver.
- Todos são lindos, mas gostaria de sua opinião, senhorita Evie. - ela fala ao observar o meu nome na minha roupa.
- Claro senhorita, estou aqui para dar minha opinião, caso seja pedida. - digo, gentilmente e ela sorrir.
- Gostei muito do seu atendimento, e com isso irei recompensa-la após sair daqui. - diz ela sorrindo, então ela pega um anel com uma pedra grande de rubi, e a outra em formato de coração, sendo de diamante, os dois estavam muito lindo. - Qual você acha que combina comigo? - ela pergunta, me olhando, então analiso um pouco os dois anéis e também o formato de sua mão, ao analisar ela, percebo que o anel de diamante combina mais com ela.
- Senhorita, analisando um pouco tudo, cheguei a conclusão, que o anel que mais combina com a senhorita é do de diamante. - digo com um pequeno sorriso em meu lábio. - Ele combina perfeitamente com a sua beleza. - completo, e ela sorrir.
- Gostei muito da sua sinceridade, e já tomei minha decisão, vou levar o de diamante mesmo, você realmente tem muito bom gosto. - ela diz sorrindo, então ela se levanta. - Estarei esperando lá fora. - ela fala sorrindo, então ela sai da sala na qual estávamos, vou com a maleta para o cofre novamente, em seguida pego o anel de noivado que ela escolheu, coloco em uma caixinha de veludo, logo saiu dali indo em encontro com a moça, assim que cheguei na mesma, ela sorrio. - Agora você pode fazer a minha venda. - ela fala sorrindo.
- Senhorita, gostaria de saber qual a forma de pagamento. - pergunto.
- Irei fazer via pix, só preciso da chave para pode fazer o pix. - ela fala, então pego a maquineta embaixo do balcão, coloco o valor do anel de 15 mil reais, assim que o qrcode aparece na tela a mesma aponta o celular dela para a tela, e logo que ela realiza a transação, a sua via sai da maquineta, então coloco a sua caixinha dentro da sacola, e a entrego.
- Aqui está senhorita. - digo, então esboço um sorriso em meus lábios.
- Muito obrigada, mas quero que você me der o seu pix, para que eu possa da-lhe uma gratificação, pela sua gentileza. - a mesma fala aquilo me deixando vermelha.
- Não precisa, estou muito feliz por ter realizado a venda com a senhorita. - digo gentilmente.
- Mas ainda sim, quero da-lhe um bônus. - diz ela, me deixando ainda mais vermelha. - Só digitar aqui, que eu transfiro pra você. - ela fala, me dando o seu celular, então digito a chave e ela sorrir satisfeita, então ela me dar um bônus de mil reais, o que me deixou muito surpresa. - Muito obrigada pelo seu excelente atendimento, irei indicar essa loja para meus conhecidos. - ela fala sorrindo.
- Eu quero agradecer por tudo, a senhorita é um amor. - digo, sentindo minhas bochechas queimando de vergonha.
- Bom, estou indo, muito obrigada novamente. - ela fala sorrindo, e então vai saindo da loja.
Eu nunca tinha atendido alguém assim como ela, geralmente todos que vem aqui, tem o nariz em pé, não dar a menor atenção, compra e vai embora, e essa moça veio assim, eu fiquei tão feliz que eu tenha atendido ela, estou tão grata por ela ter me dado esse bônus, é algo que eu não conseguiria ganhar esse dinheiro nem que eu passasse a semana toda fazendo bico, e hoje ganhei algo que vai servir muito para comprar as coisas que estão faltando em casa, e claro irei fazer isso assim que sair do meu trabalho. Então o dia foi bem mais tranquilo, tive mais algumas vendas, mas ao fim do meu expediente, acabei tudo, e logo mais sair da loja, seguir até o ponto de ônibus que dar acesso ao supermercado, então peguei o mesmo e seguir para o mesmo tranquilamente, após um tempo, desci em frente a ele, peguei um carrinho e seguir para dentro do supermercado, fui andando pelo mesmo, peguei tudo que estava precisando, quando acabei fui para o caixa, gastei metade do dinheiro que ganhei hoje, em seguida peguei todas as sacolas e fui saindo do supermercado, pedi um uber e logo mais ele chegou, então assim que chegou, guardei as compras dentro dele, e ele me levou até a minha casa, a minha sorte é que moro do lado de fora do morro, porque se eu morasse dentro, o uber não entraria lá, com isso assim que desci peguei as sacolas, e fui entrando em casa, mas antes que eu pudesse entrar, acabei vendo uma cena que me fez tremer, então rapidamente entrei sem que ninguém conseguisse me ver.
IMPERADOR NARRANDO
Sempre fui um menino rebelde, isso desde da infância, o meu pai sempre foi de me manter na linha, mas ainda sim, eu sempre fui de me sentir o dono da porra toda, fazia o que queria, e nada me acontecia, isso por ser o filho do chefe, isso quando ela pequeno, mas logo que eu atingir os meus 17 anos, o meu pai colocou na cabeça que eu tinha que ter responsabilidades, sempre colocar a comunidade acima de mim, das minhas escolhas, então logo que fiz os 18 anos, ele me entregou o morro e se meteu no mundo, ele foi curtir o resto de vida que ele tem, afinal ele é alguém velho aqui dentro do morro, já comeu cadeia, coisa que até hoje os cana nunca me pegaram, e muito menos sabem como o meu rosto é, até porque de bobo eu não tenho nada, nem a cara. Os filhos da puta daqui sempre tenta me pintar como bobo, mas quando eles me veem treme na base, e isso é algo que me faz perceber o quão foda eu sou. Mas isso não me interessa, o que me importa é quando eu estou no baile. Cheirando minha cocaína, tomando minha cachaça, fumando meu baseado, e ainda cheio das putas a meu dispor. Isso é o que me faz rir diariamente, as vezes eu agradeço aquele filho da puta que se diz meu pai, agradeço por ele ter me dado de bandeja esse morro, porque além de dar conta de uma grande comunidade, eu ainda tomo conta das putas que vem a minha procura, mas isso eu nem ligo, até porque não me apego a qualquer buceta, isso nunca rolou, até mesmo com a única mina que foi minha "fiel" digamos que eu possa ter dito que ela tenha sido, mas nunca jurei amor ou fidelidade pra ela. Nunca deixei nenhuma delas tocar meus lábios, nunca trepei com nenhuma sem capa, não confio em nenhuma dessas vadias daqui, ou de qualquer outro lugar, vai saber quais pau elas meteram na boca, ou até mesmo nessas cavernas que elas tem nas pernas, penso isso e acabo dando uma gargalhada.
- Esse filho da puta só sabe fumar e ficar viajando. - diz o Jacaré ao entrar na minha sala.
- Cala essa boca, filho da puta, quem manda nessa porra sou eu. - digo e ele rir.
- Eu dou risada dessa sua cara de pau, seu arrombado. - diz ele rindo. - Enquanto tá ai dando gargalhada lembrando das putas que tu já passou, tá bom de resolvermos a parada do baile, e no baile passado, tu disse que ia jogar uns dolares ai para esses filhos da puta aqui do morro porra. - ele fala, com isso dou outra gargalhada.
- Eu tô muito mole mesmo com tu, seu filho da puta, mas não tenta a sorte, porque eu te mando pra vala porra. - digo sério. - Posso tá chapado, mais não tô maluco porra. - digo, encarando ele.
- Qual foi cara, tá me estranhando? - ele pergunta, nesse momento o Mosca aparece ali.
- O que está pegando porra? - ele pergunta, logo que vai entrando.
- Nada porra, foi o Imperador ai, ele estava dando risada quando entrei, ai falei zoando ele, e ele parece que tá irritadinho. - diz o Jacaré, segurando o riso.
- É muito filho da puta mesmo, além de abusado, é ousado. - digo encarando eles, e ambos caem na risada. - Dois arrombado mesmo, falta de buceta seus filhos da puta. - falo me levantando da minha cadeira. - Agora circulando, que eu tenho outros assuntos para resolver. - digo sério.
- Vai comer quem agora? - o Mosca pergunta, me olhando.
- Vou comer a sua mãe, seu arrombado. - digo sério, e ele fecha a cara. - Temos que resolver o lance do filho da puta que tá me devendo lá no asfalto porra. - digo sério.
- Qual foi cara, eu mandei o Dentinho resolver essa parada pra nós, mas quando ele voltou, o noia falou que não vai pagar, que ainda tá no prazo. - diz o Jacaré.
- Por isso quando eu meto bala na testa desses filhos da puta, eu ainda sou errado nesse caralho. - digo sério. - E não se manda subordinados fazer o trabalho de vocês, vocês que tem que fazer porra. - digo, saindo de trás da minha mesa, vou caminhando pela minha sala, até a porta, vou saindo e os caras vem logo em seguida. - Resolvam isso, ou vou cobrar de vocês. - digo sério.
- Dessa vez eu vou lá. - diz o Mosca, me olhando.
- Beleza, espero um bom resultado dessa vez, ou eu não vou perdoar esse caralho. - digo sério, logo vou saindo da boca, assim que passei ali os meus vapor estavam na contenção. - O Gavião, já viu aquela parada lá? - pergunto para o Mosca.
- Já, ele disse que tá só terminando de notar os horários de troca de turno dos seguranças, e logo mais ele nós dar todas as coordenadas, no fechamento. - ele diz, então concordo.
- Beleza, já que tá no esquema, estarei esperando as coordenadas, agora vou dar um rolê no morro, da uma trocada no óleo tá ligado né? - digo sorrindo, e eles balançam a cabeça, dou uma gargalhada.
- No dia que você não pensar em comer uma dessas puta que você come, você pode perder esse título de fodão. - o Jacaré, ironiza. - Mas vai lá, depois eu que vou trocar de óleo nessa porra. - ele fala, então acabo rindo dele, logo faço toque com ele e com o Mosca, me despeço deles, e vou caminhando pelo morro.
Eu tô curtindo andar pelo morro, acompanhado dos meus vapor, afinal não é todo dia que eu ando pelo morro, sempre estou no carro, ou de moto, mas hoje eu estou querendo exercitar um pouco as pernas, e também olhar como é que as coisas nessa comunidade tem andado. Por mais que todos tenham medo de mim, ou até mesmo por me respeitarem, sou uma pessoa tranquila, só não curto muito que venham pisar nos meus pés, me acusando de coisas que eu não fiz, ou se eu fiz foda-se, eu não me importo, a única coisa que me interessa nessa porra de vida é a minha tia, e minha irmã, mas com a Valentina, eu não tenho que me preocupar ainda, afinal ela está estudando nos Estados Unidos. Até quando o filho da puta do meu pai, me liga, eu evito até de dar atenção a ele, aquele desgraçado me deixou no comando dessa porra, e agora eu tenho uma lista negra, além dos que me odeiam, mas sempre evito ter alguma confusão, mas como eles são desocupados e querem o comando do meu morro, aí fica difícil de não lutar com eles, até porque essa porra foi a minha herança, e assim sempre será, eu vou morrer nesse morro, vou lutar por esse morro, e só saiu daqui em um caixão. Estava com meus pensamentos bem longe, quando estava chegando em frente a um dos meus barracos, logo que olhei para ele, caminhei até a porta, mas antes que eu pudesse entrar, mandei um dos vapor arrumar uma puta qualquer para que eu pudesse me aliviar. Então entrei no meu barraco, fui até o sofá, me joguei no mesmo, mas antes que eu pudesse fazer algo, peguei um saquinho com cocaína, joguei tudo por cima da mesa de centro ali mesmo, peguei um cartão qualquer, logo fui fazendo as carreirinhas, assim que estava pronta, enrolei uma nota de duzentos e puxei com tudo pelo nariz, nesse momento entra a Pamela, logo que ela entrou, a mesma estava toda animadinha, sorridente, então ela veio andando na minha direção, enquanto ela tirava a roupa. Gosto de puta assim, com atitude, que já vai tirando a roupa, que já vem no molejo, sem pensar duas vezes ela se aproximou, tirou o meu pau da cueca e meteu na boca, começou a chupar com tanto desejo, ela foi chupando intensamente, fazendo garganta profunda, até que eu estava perto de gozar, fiz ela parar, puxando o cabelo dela, me levantei, coloquei a camisinha no meu pau, botei ela de quatro no sofá, e comecei a meter com tanta força, que ela gemia e gritava tão loucamente que eu não queria saber, se ela estava gostando ou não, afinal sou eu que tem que gostar, penso sorrindo, e continuo indo mais rápido, até que finalmente estava prestes a gozar, então tirei meu pau de dentro dela, e gozei dentro da camisinha, ela até tentou tirar a camisinha para chupar, mas me afastei, já fui indo direto para o banheiro, então tirei a camisinha ali e joguei na privada, logo dei a descarga.
- Gatinho, não sei que mania é essa que você tem, de sempre fazer isso. - diz ela, vindo atrás de mim.
- Porra não torra a minha paciência, eu como tua caverna quando eu quero, e gozo onde eu quiser caralho. - digo sério. - Agora volta pra lá, que já estou indo. - digo sério, mas ela não me ouve, continua me esperando.
- Você sempre faz isso, sempre me procura, e quando está satisfeito, descarta como se nada tivesse acontecido. - ela fala, um pouco frustrada, reviro meus olhos, então saiu do banheiro, logo que me limpei e dei a descarga, puxei ela pelos cabelos, segurei minha mão com firmeza no seu pescoço, e olhei para ela.
- Desde de quando eu te jurei amor? Desde de quando eu te jurei que te assumiria porra? - pergunto nervoso.
- Me desculpa. - ela fala, um pouco nervosa.
- Não tem caralho de desculpas, Pamela, tu trabalha lá no calçadão, e eu nunca perguntei a quem tu dar essa buceta porra, sabe bem que eu sou assim, como e jogo fora. - digo sério. - Se continuar querendo algo a mais, eu vou te proibir de chegar perto de mim! - digo, soltando ela, a mesma estava se tremendo, mas não liguei para ela. - Agora pega aqui seu dinheiro, e some da minha vista. - digo, pegando 3 notas de duzentos no bolso, e jogo para ela, a mesma pega o dinheiro.
- Eu não quis te cobrar nada. - ela fala baixando a cabeça, então ela começa a se vestir. - Eu nunca quis te cobrar nada. - diz ela, e vai embora, eu não sei que caralho, essas mina tem na cabeça, eu já falei que não quero porra de fiel, não quero nenhuma mulher, gosto de viver sozinho, gosto de não ter dor de cabeça com nenhuma filha da puta, então respirei fundo, logo mais olhei para as carreirinhas de pó que ainda estavam ali na mesa de centro, então peguei a nota que eu estava, e cheirei mais uma, essa porra é tão boa, que eu fico loucão em segundos, e é a melhor coisa que existe, estava pra lá de bagdá, quando comecei a vestir a minha cueca e minha bermuda, assim que fiquei pronto, me joguei no sofá e apaguei ali mesmo.
- Imperador, porra. - grita o Mosca, acabo me acordando, pego a minha arma, destravo ela e aponto para ele, quando abrir meus olhos, acabei reconhecendo quem era.
- Mas que mania do caralho, perdeu a noção do perigo filho da puta? - pergunto para ele.
- Tu já sabe que horas já é porra? - ele pergunta me olhando, então nego com a cabeça, coloco a minha arma sobre a mesa de centro. - É quase 7 horas da noite porra. - ele fala me olhando.
- Mas que caralho, eu dormir pra porra então. - digo sério. - Mas estava precisando. - digo, dando uma gargalhada.
- Porra Imperador, tu dormiu 5 horas de relógio porra. - ele fala, olhando ao redor.
- Eu sou o dono desse caralho, não te devo satisfações porra, eu durmo a hora que eu quiser, e faço o que bem entender porra! - digo nervoso. - Mas quem te falou que eu dormir isso tudo? - pergunto, irônico.
- Deduzi fi, tu subiu pra cá era 13:20 da tarde porra, sabe lá quanto tempo tu comeu as puta aqui, então deve ser mais ou menos esse horário ai. - ele fala, acabo rindo.
- Não tenho mulher, mais tenho vigias. - digo rindo, então me levanto, pego meu celular que estava jogado no sofá, em seguida a minha arma, guardo comigo, então vou saindo do barraco e ele vem atrás.
- Aí, temos que resolver uma parada lá na entrada do morro. - ele fala, logo que saímos do barraco.
- Quero saber, qual é o dia que tu vai resolver sozinho alguma coisa, seu filho da puta. - digo, encarando o mesmo.
- Tá, eu vou lá resolver, já que o assunto é seu. - ele fala aquilo, me deixando cismado, então olho para ele, e o mesmo me olha. - É que o Jacaré ficou lá me esperando, com um cara, esse cara estava de tocaia perto do morro, e o Jacaré percebeu, então ele acha que deve ser algum olheiro de algum morro. - ele fala, sendo que ele também poderia agir, mas eu vou resolver essa parada.
- Beleza, vamos lá. - digo e sigo o mesmo, ele estava de moto, então assim que ele subiu na moto, subir em seguida, o mesmo ligou e deu partida para a entrada do morro, ele acelerou a toda velocidade.
Enquanto ele estava pilotando, fui olhando tudo, as vezes eu vejo que se eu não tivesse nesse morro, esses filhos da puta não eram nada, até porque além de cuidar da comunidade, ver o que falta e o que não falta, eu ainda comando o tráfico aqui dentro, tenho que tomar de conta de tudo, sem contar que quando coloco esses caras para darem a vida por mim, eles ainda parecem ser iniciante nessa porra. Assim que estávamos chegando, ele foi parado a moto na entrada, então desci e fui até onde o Jacaré estava segurando o cará, junto com alguns dos vapor, olhei para ele, e comecei a fazer as perguntas, o mesmo falou que estava querendo um emprego, mas como sou macaco velho nessa porra, eu sei que não é só isso, então comecei a gritar com ele, ele se tremia, mas não falava o que eu queria ouvir, até que saquei minha arma, bati na cabeça dele, e mandei ele falar ou eu iria mandar ele para a cidade do pé junto em um segundo, o mesmo continuou alegando que era apenas um cidadão de bem, que queria moradia e trabalho, só que não me convenceu, então pedi para levarem ele, que queria conversar com ele lá no quartinho da alegria.