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Sex Teacher

Sex Teacher

Autor:: AnnyDobrev
Gênero: Jovem Adulto
Melina é uma jovem virgem que ainda não sabe nada sobre sexo. Quando sua mãe viaja a trabalho, ela se hospeda na casa de Kathy, amiga de sua mãe, e que por sua vez, é casada com Tadeu. Um velho conhecido de Melina. Tadeu propõe a garota, umas aulas quentes para aprender mais sobre a prática de uma relação sexual. As coisas entre os dois, começa a esquentar, e o desejo ardente entre ambos, será difícil de conter.

Capítulo 1 Proposta

Melina

- Você não acha que seu marido irá reclamar ?

- Sabe bem que ele não é assim.

Kathy me ajudou com as bagagens e as pôs sobre a cama. Minha mãe viajou a trabalho para outro país e Kathy, sua amiga me convidou para passar um tempo em sua casa.

- Este é o teu quarto, aproveite! Tudo o que há nele é seu, eu mesma cuidei de deixar uns doces para ti perto de sua cama.

- Sabe, Kathy, adoro comer e por isso amei. Obrigada.

- Não precisa agradecer. Tadeu irá cuidar de você sempre que eu não estiver, vocês já se conhecem. Eu durmo no trabalho dia sim e dia não, por isto não teremos muito tempo juntas, mas prometi a sua mãe que ficaria segura aqui.

- Você é um amor Kathy, obrigada.

A casa era grande por demais, poderia me perder aqui por horas. O meu quarto é uma suíte mas o banheiro era todo de vidro, sem parede.

Quando Kathy saiu do quarto para se aprontar, me deixou só.

Tomei um banho e deixei os cabelos soltos. Saí pelo corredor em busca de achar Kathy em seu quarto, mas percebi que a casa restou por ficar vazia.

Vi uma porta aberta e decidi abrir .

Levei um susto quando vi Tadeu sentado em uma cadeira tocando-se lá em baixo. Eu queria dizer algo ou apenas sair dali depressa, mas permaneci imóvel.

Ele não tinha me percebido ali e continuou a fazer o que estava fazendo, até algo branco sair pela cabeça de seu membro volumoso. Eu nunca tinha visto um homem assim, ele continuava fazendo e eu não conseguia sair dali... estava um tanto quente, e delicioso.

- O que está fazendo?

- Oh... Eu não

Analisei o seu tamanho ao todo e estremeci só de imaginar.

- Não seja um menina má, Kathy não irá gostar de saber que me viu assim.

Ele se levanta e coloca uma bermuda, mas seu membro continua esguio.

Apenas permaneço ali enquanto ele se aproxima.

- Não se preocupe, desculpe por isto, apenas pensei que ela pudesse estar aqui. Não irei contar à ela o que vi.

- Oh não, nós não dormimos juntos, alem disso Kathy está indo trabalhar.

Sentei na sala e minutos depois, Tadeu sentou no sofá que estava vazio. Ele olhava para televisão, enquanto eu só conseguia pensar no que vi. Me assustei claro, foi a primeira vez que vi um pênis.

Logo o pensamento inapropriado se vai e apenas reparo no seu rosto, ele tem a barba por fazer, o cabelo escuro com alguns fios grisalhos. Era ainda mais lindo e sexy do que antes.

- Quantos anos você está Melina?

- dezoito.

Seu olhar paira sobre mim sem acreditar, suponho.

- Estás incrivelmente bela, apesar de parecer ser mais madura.

- E você senhor Tadeu?

- Só pode estar me tirando, não me chame de senhor - ele sorri - Tenho vinte e seis.

- Como conheceu Kathy?

- Ela descobriu o meu número com um amigo e começou a flertar, tudo foi muito rápido, e em 1 ano nos casamos. Foi a pior decisão que já tomei.

- São tão lindos. Apesar de nunca achar que casaria tão brevemente.

- Não nos amamos Melina, Kathy dorme em um outro quarto, isso quando está em casa.

- Sinto muito, não sabia.

- Não sinta.

- Quando te vi pela última vez combinamos que iríamos continuar nossas aulas quando eu estivesse adulta, mas daí você casou.

- Ainda és virgem? - perguntou malicioso.

- Não importa agora.

- Diga Melina, apenas diga.

- Sim,sou.

- Podemos continuar de onde paramos , o que acha?

- Não sei muito, apenas educação sexual que aprendi nas aulas de ciências, além do mais você é casado Tadeu.

- Não te preocupes com Kathy, não temos nada um com outro não somos casados de fato, apenas no papel.

Sinto seu olhar sobre mim, novamente, mas agora com outros olhos, com tesão. Tadeu foi no passado aquela típica paixão platônica que toda adolescente sente por um cara mais velho, então sim ainda sou virgem e inexperiente.

Não nego que ele me atrai. Um lado meu quer aceitar mas o outro quer recusar.

Tudo começou quando ele era professor de educação física e percebia que eu estava sendo motivo de piadinhas dos colegas de classe porque era bv e virgem.

- Diga de uma vez.

- O que pensa em fazer ?

- Terá as aulas que te prometi, mas saiba que se aceitar irei fundo e não poderá recuar.

- Não posso, Kathy foi tão gentil.

- Vem, vamos começar de onde paramos.

{ Esse é um livro hot recomendado para maiores. Sou nova na plataforma, se puderem favoritar e comentar, agradeço. Obrigada e espero que gostem .}

Contém palavrão.

Contém linguagem explícita de sexo.

Capítulo 2 Tadeu deixa Melina excitada

Era a primeira noite que Kathy estaria dormindo no trabalho e Tadeu me provocava, já que havia recusado a sua proposta de me ensinar sobre sexo.

Depois que tomei banho, Tadeu me chamou para jantar. Ele estava com uma bermuda larguinha, na qual era notório o seu volume. Fingi que não estava percebendo nada e tentei agir naturalmente.

- Não precisa ficar quieta assim Melina, sei que és agitadinha - diz, de costas para mim. Enquanto ele se movimenta observo suas costas definidas mas acabo me chateando por estar agindo assim. Mas o que eu poderia fazer se Tadeu era mesmo uma tentação do mal.

- É impressão sua.

- Se bem me lembro você adorava quando te dava uns beijos.

Jantamos em silêncio, até que ele decide se aproximar de mim.

Ele chega bem perto e eu acabo ficando de pé, tentando evitar o contato. Tadeu passa o polegar em meus lábios carnudos e sem querer minha mão esbarra em seu membro.

- Foi sem querer.

Sou muito desastrada.

- Não acho que tenha sido sem querer. Se quer tocar nele, ele está disponível- diz, segurando aquela grossura em sua mão.

- Mas foi sem querer.

- Vamos ver até aonde vai resistir.

- Digamos que eu aceite, qual seria o próximo passo?

Ele sorri de lado e fala no meu ouvido.

- Que tal eu te mostrar na prática?

Fico toda arrepiada.

- Eu aceito, com uma condição.

- Qual?

- Sem beijo na boca e sem penetração.

Ele gargalha.

Sim eu estava nervosa, sentir um pênis rasgar-me não seria tão legal.

Além do mais, não poderia fazer isso com a Kathy.

Ele tem um sorriso lindo e dentes perfeitos. Todo lindo.

- Fechado. Agora vem, vamos começar as suas aulinhas tão esperadas. Você vai se deliciar tanto quanto eu.

Tadeu entrou no quarto e ligou a música em som ambiente, era umas batidas envolventes. A luz apagada e o quarto escuro favoreciam o clima.

Eu estava com vergonha. Não iria tirar roupa nem nada do tipo, ao menos por enquanto, queria ir devagar.

Sabia que estava errada, mas não era tão errado assim, já eles estavam casados apenas no papel. Ambos não queriam mais.

Eu me sentei e Tadeu apoiou os joelhos na cama, ficando de frente pra mim.

- Você pode tirar a minha camisa ? - sua voz era sexy. Eu não entendo muito de homens sexys, mas sabia que Tadeu era, mais que isso, ele me mostrava.

Levantei devagar enquanto reparava no seu abdômen definido. O volume em sua calça me chamou atenção. Eu engoli seco e por um momento imaginei o estrago que aquilo faria se estivesse em um outro local.

- Agora eu vou tirar a sua - ele disse, sem perder tempo.

- Pra quê? Não!

- Calma, só a blusa Melina. Não é como se eu estivesse vendo seus peitos, se bem que não seria má idéia.

Era como se eu estivesse nua e exposta para ele. Tadeu me deixava intimidada, eu sentia um frio na barriga e queria cobrir a parte em que o sutiã deixava à mostra, e era justamente a que ele não parava de olhar.

- Hoje vai aprender a ficar excitada.

- E você vai me mostrar como ficar?

- Não. Eu vou te provocar a excitação.

Ele me deitou na cama e ficou sobre mim, o seu membro estava imprensado no meu sexo. Eu fiquei olhando para ele sem saber o que fazer, mas ele de fato sabia e estava prestes à me mostrar.

Ele beijou o meu pescoço por um tempo. Tempo suficiente de saber que aquele era o meu ponto fraco. Arrepios. Região sensível ao toque. Sua boca molhada beijava suavemente aquela região, enquanto a sua mão direita passeava pelo meu corpo. Ele estava por cima de mim, podia sentir ele pressionar seu membro, estava quente, em questão de minutos já estava suando, já queria tirar toda a roupa.

Eu sentia como se estivesse ficando molhada lá embaixo.

Então ele começou a descer os lábios.

Teria como melhorar?

Nossa, sim, teria. Oh.

O meu sutiã era de renda e sem bojo, dava pra ver o bico dos seios que ficaram rijos. Ao mesmo tempo ele passou a língua ali, nossa que delícia isso é mesmo muito incrível, Tadeu era incrível. Era tão bom que eu queria mais, o meu corpo estava em chamas, queria mais do que ele poderia me oferecer, eu o queria, todo ele.

Estava adorando, estava adorando Tadeu brincar com a língua pelos meus seios descendo a minha barriga, era uma tortura boa.

Ele abriu o meu short e eu gelei.

Na verdade eu nem sabia se estava toda depilada.

Fiquei aliviada quando ele parou e logo veio por cima de mim.

- Vou parar por aqui, antes que eu acabe descumprindo a sua condição. Agora é a sua vez, quero te ver em cima de mim. Sou todo seu.

- Mas eu - tento, falar.

- Senta com a boceta bem em cima do meu pau.

Espera, vou tirar a cueca para que possa sentir melhor.

Oh céus.

Sentei bem em cima dele. Joguei o cabelo de lado.

- Vem aqui, inclina o corpo e fique com o rosto bem perto do meu - disse, me conduzindo - assim, bem assim.

Suspirei. Eu estava molhada e qualquer movimento que fazia, sentia excitação, ah era muito intenso. Os gemidos escapavam involuntariamente. Tadeu me conduziu novamente, apertando a minha bunda e puxando-a para cima e para baixo, e os gemidos eu não conseguia conter.

Aaah que porra. Por que eu nunca senti isso antes?

Ele suspirava e eu gemia.

- Está molhadinha, isso significa que está pronta.

- Pronta para o quê?

- Para sentir o meu caralho duro dentro de você.

Capítulo 3 A esposa em casa

Quando Tadeu disse o próximo passo das aulas eu fiquei anestesiada sem saber o que fazer. O quarto estava quente, o ar condicionado não dava vasão , estava molhada e muito agitada.

Quando ele tirou a cueca eu fiquei em choque. Era grande volumoso, senti muita vergonha. Então ele veio pra cima de mim como um animal doido pra atacar sua presa. Eu confesso queria mais dele, queria que ele me levasse nas alturas como prometeu, mas não tão rápido.

- Espera Tadeu - tento empurrar ele mas ele continua me atiçando.

Esse homem não cansa nunca é?

- Não, chega.

Ao dizer isso, ele ficou visivelmente decepcionado. Colocou as roupas e eu coloquei as minhas.

- Não vou te forçar, acho que te assustei sendo rápido demais, acertei?

- Sim. - estou envergonhada. Tadeu acabou de me ver excitada e quase me penetrou.

- Então, vamos por partes. Amanhã terá novas aulas, essa foi apenas a primeira. Terás muito o que aprender.

- Está certo. Amanhã continuaremos.

Me beijou na bochecha e saiu.

× × ×

Não paro de pensar em Tadeu tocando meu corpo, o bico do meu peito, e até lá embaixo. Eu fico até úmida só de lembrar das cenas de hoje, já imagino o que me espera nas próximas aulas, como fazer como sentir.

No começo, quando Tadeu me ofereceu as aulas eu fiquei receosa por ele estar casado com Kathy, mas quando ele me contou que não tem relações e que não dormem juntos eu fiquei mais aliviada e decidi ceder.

E agora como sua aluna posso dizer que ele é um ótimo professor e eu queria tirar a nota máxima em suas "provas".

No dia seguinte, quando Kathy chegou eu percebi que não seria possível ter as nossas aulas sexuais, já que hoje era o dia em que ela dormia em casa. Fiquei visivelmente desanimada e ela logo percebeu. Tadeu ainda não tinha descido do quarto, era frustrante a situação em que eu estava, me sentia culpada conversando com Kathy enquanto seu marido dormia lá em cima. Tinha esquecido como ela era legal e como ela fazia tudo para me deixar confortável em sua casa.

A minha mãe me ligou e contou que passará um mês fora a trabalho. Tempo suficiente para eu me entreter bastante com Tadeu.

Quando me despedi de mamãe, vi Tadeu descendo as escadas. Engoli seco ao ver seu volume na bermuda de moletom, o filho da mãe ainda estava sem camisa. Kathy não gostou nada do marido à vontade ou o clima entre eles não vai bem mesmo, ou eu posso estar vendo coisas demais.

- Bom dia - os dois dizem ao mesmo tempo. Dão um estalinho rápido e Tadeu senta de frente para mim.

Kathy está fazendo o almoço e eu estou lhe ajudando cortando as batatas.

Tadeu pisca e eu reviro os olhos. Que situação eu me meti.

× × ×

O horário do almoço passou rápido . Logo já era de tarde, Kathy havia ido deitar, ficamos à sós na sala.

Sozinhos, eu sabia o que poderia acontecer. Levantei e logo Tadeu me levou pra parede. Senti sua respiração bem próxima, senti seu membro bem na minha entrada. Estremeci.

Ele me olhava com tamanha intensidade, eu queria tanto ter a aula de hoje, saber o que me esperava.

- Quando Kathy dormir, não penses que irá faltar com nossas aulas, terás a aula de sexo.

Ele se esfrega em mim, gemi internamente, se é que isso existe.

- E o que irá ensinar a sua aluna? - pergunto manhosa.

- Vai aprender a se tocar, vai gozar com o meu pau esfregando seu clitóris.

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