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Submissa Comprada pelo CEO II

Submissa Comprada pelo CEO II

Autor:: mamy chris
Gênero: Jovem Adulto
Matteo Glay, o CEO que precisava de uma esposa para se tornar o dono das empresas da família, à procura de uma linda mulher, ele se envolve, se apaixonou à primeira vista por Melinda Keen, a linda, garota sapeca, nada ingênua, cheirando a peixe, a caiçara se tornou a sua submissa favorita. Melinda Keen foi comprada pelo grande CEO para ser sua esposa, mas o que ela foi pega de surpresa que ela se tornou sua submissa. Ele já tinha uma coleção de submissas e ela se seria apenas mais uma para sua luxúria. Ela queria odiá-lo, ou melhor, ela devia odiá-lo, mas ela acabou se apaixonando pelo cruel e monstruoso CEO. Os dois ficaram rendidos à luxúria, ao amor, do mundo obscuro do BDSM e se entregaram completamente, mas o que eles não sabiam que a vingança de seus inimigos ia separá-los trazendo a dor. Ela o deixou, mas ele não desistiu dela um só momento, incansavelmente à procura de seu verdadeiro amor. Matteo Glay se entregou à luxúria e ao BDSM, e Melinda teve a nova oportunidade de reconstruir a sua vida. Mas será que ambos estão felizes com essa nova vida?

Capítulo 1 MATTEO GLAY X MELINDA KEEN

PRÓLOGO

Vagas lembranças decerto irão ficar para sempre. Preciso romper as correntes, libertar. Mas não consigo. Lembro-me dos beijos e abraços, do tom colorido que transformara meus dias cinzentos. Lembro-me do conforto ao ouvir sua voz, da suavidade do toque em sua pele, dos lindos cabelos com cheiro de alecrim que me fizeram apaixonar. Sinto falta dela.

Sabe aquele dia que você está desanimado, cansado de procurar e você não achar?

Sou eu...

Me virei na cama procurando o que me faltava, o cheiro e o corpo da minha garota. E hoje faz um ano que ela se foi e eu movi o mundo e não consegui encontrar nada. Amanheci péssimo, cansado, depois de uma noitada de farra, de bebedeira. Mas tudo em vão, porque quando você entra porta adentro, o seu coração chora, sofre. Cheguei desanimado, mas mesmo assim eu tinha que sobreviver.

Eu estava sobrevivendo à espera dela voltar.

Será que um dia ela ainda volta?

Tenho tantas perguntas sem respostas e nem sei o que dizer ou fazer quando estiver com ela de novo.

- Não pode ficar assim, Glay. Você precisa levantar a cabeça.

- Mas eu já levantei a cabeça, e o meu pau também depois de tanto tempo sozinho eu conseguir. Estou seguindo a minha vida.

- Já está tudo pronto para o coquetel e apenas meia hora e depois está livre.

Eu me troquei para mais um coquetel de trabalho. E era daqueles bem chatos. Em minhas noites se resume em coquetel e clubes noturnos de putaria.

- E o que é mesmo?

-Para a premiação de novos talentos.

E eu não tinha paciência nenhuma para novos talentos.

Todos os meus novos talentos eram cuidados pela luz. - Que palhaçada. Mas se não tenho opção.

Ainda me olho no espelho e vejo que a coleira dela estava no mesmo lugar em cima da cômoda e aonde vou eu a levo comigo. Passo a mão e coloco no meu bolso.

Sentando olhando o meu celular e eu fecho os olhos com um copo de uísque na mão. Aperto e sinto um aperto no peito.

- Chegamos senhor.

Deixei o copo e desço arrumando meu terno azul-marinho no lugar. E quando cheguei na megafesta, estava lotado, repleto de mulheres bonitas. Poderosos e políticos. A bagunça estava feita. Peguei o meu uísque e fiquei no fundo, olhando todo mundo conversar e falar ao mesmo tempo.

Mas eu estava louco para sair dali e voltar ao clube novamente. E mais uma vez fazer uma sessão. Para aliviar a minha dor. Às vezes não aliviava, às vezes só me fazia lembrar dela.

Mas eu adorava uma sala de luxúria. Ali, deparando, olhando cada detalhe daquela festa. Era todo mundo subindo ao palco, falando ao mesmo tempo. Agradecimentos e uma chatice e fui liberado de discursar essa noite.

Acendi o cigarro e fiquei de costas para o enorme palco. Eu estava cansado de olhar todo mundo subir lá em cima e pegar um canudo daquele.

Respirei fundo e olhei e vi uma linda modelo sorrindo para mim e eu a comprimento com o olhar. Mas acabo me virando de costas para o palco, fumando meu cigarro. Eu estava sendo obrigado a ficar ali. Porque sou representante do concurso.

Meu corpo estava ali, mas a minha cabeça estava longe. E depois de algum tempo na espera da finalização, eles começaram a anunciar os ganhadores do concurso. E anunciou uma, duas, três, seis pessoas.

Olhei desanimado para o palco. Foi tudo tão rápido. E depois voltei a fumar com um copo de uísque na mão e balancei o gelo.

E ele anunciando a todos e os gritos, eu fiquei cabisbaixo olhando para o chão e respiro fundo. Me sentindo aliviado pelo término.

E ele disse...

"Amélia Fiorentini parabéns e a ganhadora do prêmio da construção e design." Ganhou a bonificação. Ainda ganhará um trabalho para o novo hotel da cidade. Fiquei ouvindo e todos gritando. E era apenas um nome que eu nunca ouvi falar. - Vem até aqui para receber o seu prêmio.

Ouço lá, no fundo, as risadas e meu peito acelerou e sinto a mão trêmula, algo estava errado comigo. E quando tento sair da sacada e volta ao salão ouço a voz conhecida misturada na risada de timidez.

- Tenho a agradecer a alguém especial que me trouxe até aqui, Bernardo Cassiles. Ele é a pessoa mais importante na minha vida.

Eu ouvi aquela voz, aquela risada, que eu me virei tentando me segurar. O copo caiu ao chão, despedaçando a cada caco, assim como a minha vida. Eu seguro a coleira que estava no meu bolso e aperto.

E eu grito na hora:

- MELINDA?

Me aproximo do enorme palco, saí empurrando todos, eu queria olhar em seus olhos e mostra a ela que a encontrei. E quando me aproximo coloco uma das mãos no bolso e tiro a coleira e aperto e respiro fundo e olho em sua direção e faço questão de sorri mesmo com todo ódio dentro peito. E ficamos ali por alguns minutos sem ar, e sem saber o que fazer. Ela me encara e se calou e ouço o barulho do corpo dela ao chão. Ela desmaia.

"Minha Melinda?"

MELINDA KEEN GLAY

Saí correndo pelas ruas. A chuva forte que batia em meu rosto se misturava com as minhas lágrimas trazendo tudo aquilo que vivi com ele. Os pensamentos de tristeza, a dor de saber que eu estava deixando para trás o meu grande amor, mas eu não pensei duas vezes depois de ver tudo aquilo depois dos últimos acontecimentos. Eu precisava me reencontrar, eu precisava achar a antiga Melinda. Caminhando em meios as lagrimas nas ruas de Portugal desesperadamente. Era duas da manhã quando atravessa a rua, a única coisa que consigo olhar virando para frente, as lágrimas rolando em meu rosto e fico extasiada. E lembrando de tudo que vivemos encosto num enorme monumento e chorei ao fechar meus olhos e lembrar de tudo aquilo que nós dois vivemos dos nossos poucos momentos juntos, mas que parecia uma eternidade, eu chorei, mas eu não podia aceitar aquela situação.

Ele jamais deixará essa vida, não é isso que quero para mim. O que quero para mim é um amor de verdade. Uma família. Sem mentiras, sem promessas falsas e quando criei coragem de tomar o próximo passo, de ter que atravessar aquela rua e depois sem olhar para trás foi muito grande. As minhas pernas tremiam. O meu coração palpitava. As minhas mãos suavam. E a chuva me fazia chorar mais ainda ao lembrar de quando fizemos amor na chuva.

A única coisa que eu consigo é enxergar. São os faróis em cima do meu corpo. Caída ao chão.

Capítulo 2 Glay X MELINDA

Fui para o escritório e comecei a encher a cara, a beber, a me entregar a bebida e não sabia o que eu ia fazer. Ela se trancou no quarto, não quis me ouvir, não quis falar comigo. Eu ainda estive na porta do quarto dela e nada dela me atende. Eu precisava falar com ela, sentir o cheiro, mas ela não quis.

Meu coração está desesperado, querendo estar com ela. Saí do escritório com a cara de ontem amarrotada, a boca amarga, uma ressaca. Após tomar duas garrafas de uísque, as garotas foram para o hotel.

E quando chego na porta do escritório, que respiro fundo com os olhos ainda fechados, sem conseguir abrir, eu olho, a guardiã olha para mim assustada.

- O que aconteceu dessa vez?

Eu estava mudando, eu estava sendo outra pessoa. Ela estava acabando comigo, ela estava me mostrando que eu não era o tão poderoso Glay. Eu sabia que algo estava errado. Passei a mão no rosto e disse, fala de uma vez.

- DIZ GUARDIÃ?

- A Melinda foi embora.

- Não. Grito a segurando pelos braços. - Diz que isso e mentira?

- Por favor! SENHOR...

Ela começa a chorar e eu me assusto. Era verdade? Sai correndo pela casa e em gritos.

- MELINDA? Eu saí correndo pela casa, subi nas escadas, tropeçando e gritando. - Melinda... Melinda! Me joguei ao chão do quarto. - Por favor, não faça isso comigo, Melinda. Cai na porta do quarto dela. - Por favor, eu te amo, Melinda, eu te amo.

Eu caí no corredor, na porta do quarto dela, quando vi as gavetas vazias. As roupas jogadas sobre a cama e ela parecia que ela procurava algo. E em cima da cama, a camisola e abracei aquela camisola e chorei.

Me assusto comigo ao me ver chorando ali jogado ao chão. Me senti o pior dos homens, muito frágil, abandonado e não suportei a dor. E eu caí ali, chorando desesperadamente. Me desesperei quando ouvi a palavra.

"Melinda foi embora."

A minha vida desabou naquele momento. Todo o dinheiro, toda a posição, tudo que eu tinha não valia nada. Era como se eu não fosse nada e perdi tudo. O único amor da minha vida e eu perdi até a minha dignidade.

- Senhor, aonde vai?

Eu não conseguia ouvir nada, apenas sair correndo pelas ruas e não dei conta de como eu estava, apenas precisava respirar e corre atrás dela. Eu saí pelas ruas e eu ia fazer uma loucura nesse momento. Andei pelas ruas da cidade, à procura de uma porta, do que fazer, aonde ir, com quem falar.

- O que vou fazer?

Quando eu me olhei, eu estava na porta de casa, descalço, uma calça de moletom, um quimono de veludo, azul-marinho. Olhei desesperadamente para todos os lados, em frente à minha casa, sem rumo, sem ira, sem beira, à procura dela.

Mas ela já não estava mais ali. Eu sabia que ela tinha me deixado, que ela se foi. Respirei fundo, desesperado, quando olhei o carro parado e eu tinha certeza de que era o maldito. Corria tanto que tropecei em minhas pernas e me aproximo.

Eu acertei, que era o Noah.

- O que você faz aqui, seu maldito? O que você está pensando? Eu gritava sem para e socava o carro com tudo. - Você acha que pode vir na minha casa e me desafiar?

- É louco? Ele empurra a porta e eu o arranco dali.

- Cadê ela? Desgraçado... desgraçado! Eu comecei a bater nele e ele tentava revidar. Eu o joguei em cima do carro, amassei todo o carro. E nós pegamos na mão, quando eu olhei para ele todo ensanguentado. - Cadê a Melinda?

- Ela se foi e se livrou de você e nunca mais a terá.

Entre brigas e chutes, nos dois ali se pegando e ele dizendo coisas horríveis e claro ele sabia de tudo. Sou puxado pelo roupão e ele gritando.

- Maldito ela se livrou de você. Ela quer se feliz e ser amada e você não presta.

- Vou matar você... Grito e o George me segura e ouço o barulho da sirene. - Vou acabar com você juro...

- O que está acontecendo aqui? O policial se aproxima e ódio veio na hora. E já ia começar a minha vingança.

- Esse maldito tentou me assaltar. Ele me olha e ri. - Ainda rir. - Ele tentou entrar na minha casa esse maldito!

- Mentiroso...

Ele grita e tenta me empurrar. E dou dois passos.

- Sou Matteo Glay e veja quem é esse ladrãozinho. Eu estava jogando alto e ia acabar com ele e a minha vez. - Ele e um ladrãozinho barato.

- Maldito vai me pagar por isso.

Ele e segurado pelos policiais e eu quase ri.

- Você está preso! Ouço aquelas palavras e dei risada.

MELINDA KEEN GLAY

Ainda abri os olhos, respirei fundo quando eu sinto uma mão na tocar a minha e quando se aproxima do meu rosto que eu consegui abrir totalmente os meus olhos apertando a minha mão. Achei que fosse ele, o meu coração disparou as minhas pernas e tremia de saber que ele poderia ter vindo atrás de mim e me buscar. Mas quando os meus olhos abriram totalmente, eu vi que não era ele. Ele me deixou.

Senti que eu estava acordando. Parecia que eu tinha dormido uma eternidade, o cheiro forte do hospital.

Meu corpo todo doía. É engraçado que meu ventre também queimava a arder, uma sensação estranha. Quando tento me virar, eu passo um momento no meu ventre e algo estranho em minha calcinha.

Balanço a cabeça sem entender muita coisa. E quando abro os meus olhos completamente, eu olho o homem sentado novamente na poltrona com a mão na cabeça. E quando ele me vê acordando, ele corre para a beirada da minha cama, segura minha mão, aperta forte e diz:

- Olá! Estranha! Ainda bem que você acordou. Olhei assustada para ele, e vejo que parecia estar ali a bom tempo. Tento me move e ele me segura. - E melhor ficar quieta, está com algumas costelas quebradas.

- O que estava acontecendo? Ele, muito bonito, rosto largo, apertava minha mão, cheiro bom. - O que você faz aqui, moço?

- Desculpa. Fui o culpado do seu acidente.

- Quem é você?

- Sou o Bernardo Cassiles. Sou aquele que vai mudar a sua vida.

Capítulo 3 Melinda Keen

Este livro contém cenas de sexo explícito, práticas BDSM,

linguagem adulta e pode ser considerado ofensivo para alguns

leitores. Se você se sentir desconfortável, por favor, pare de ler, não

insista em algo que não lhe faz bem. Gatilho emocional.

continuação:

- Quem é você? - Sou o Bernardo Cassiles.

Ele é tão perfeito os olhos azuis com os cabelos negros, e quando disse todo dono de si deu um sorriso deixando duas covinhas aparecer. - Eu estava saindo de um coquetel, quando você atravessou a rua e eu tentei parar, mas a chuva não deixou. Quero te pedir desculpa. Parecia apreensivo e eu com dor olhando ele morde os lábios. - Eu não sei como vou fazer para poder te recompensar por tudo que eu te fiz. Você quer que eu avise alguém? Procuramos o celular, nas suas coisas, mas nós não achamos. Enquanto ele falava eu pensava no Glay e a uma hora dessa ele sabia que eu tinha fugido. - Como vamos avisar sua família?

- Não, por favor. Se você quer fazer algo por mim, não deixe eles avisarem minha família. Diga que... Que vim estudar aqui, e não quero preocupar a minha família. Mas não avise minha família, por favor.

Implorei para que ele não avisasse. Ele segurou minha mão e apertava, eu sinto um desespero bater em meu corpo. Se eles avisarem ele vai me achar.

- Calma, fica tranquila. Eu não deixarei que eles avisem sua família. Pode deixar, eu cuidarei disso. E você, durma, você precisa descansar.

- Sinto muita dor no meu corpo, e minhas pernas parecem que pesam uma tonelada.

- Sim, você quebrou a perna, quebrou duas costelas.

- Ah, e o que mais? Algo estava estranho, ele não me olha nos olhos.

- Minhas desculpas. Ele gaguejou. - Você perdeu o bebê.

Quando ele disse bebê, eu olhei para ele novamente, balancei a cabeça, fechei os olhos, respirei fundo sem entender. Que bebê? O que ele estava dizendo?

- Como assim, bebê? Você está ficando louco?

- Sim, você estava grávida. Três semanas, e ele não resistiu. Mil desculpas eu não tive culpa. Ele estava desesperado.

"Gravida" ficou batendo na minha cabeça? Três semanas, como? Impossível. Eu estar grávida de três semanas e tomei a injeção no castelo. Não, não pode ser?

Comecei a chorar e ele me segura e observo o desespero dele.

- Calma, fica tranquila, eu chamarei o médico.

Fiquei pensando no que ele disse e fecho os olhos e começo a chora. Meu coração disparou.

- Que bom que você acordou e agora está fora de perigo, pequena garota.

- O meu corpo todo dói, e não consigo me mover.

- Calma, você ficará bem. Só precisa se cuidar um pouco mais e faremos uns novos exames e vamos fazer de tudo para você se recuperar e não ficar nenhuma sequela.

- Eu pago todas as despesas. E trarei os documentos dela.

Olho para ele sem entender o que ele ia fazer. Respiro fundo e crio coragem.

- Mas, doutor, o que ele me disse é verdade. O que ele disse sobre o bebê?

- Sim, infelizmente não conseguimos salvar a vida do seu filho. Você estava grávida de três semanas, mas ele não aguentou o baque.

- Não, doutor, não pode ser. Eu não podia estar grávida.

Fechei os meus olhos, respirei fundo, tentando lembrar quando foi a última vez que tomei. E já fazia mais de um mês que eu estava. Já estava indo para três meses que eu estava em Portugal. E nem sequer me prevenir. Ele tinha razão.

- Sim, doutor, é possível.

- Infelizmente, não consegui salvar.

-Me perdoa por isso.

Fiquei ali por dias em choque, pensando em minha vida, pensando nele. A lágrima correr em meus olhos, mas eu não conseguia me mover, eu não conseguia abrir os olhos, eu não conseguia sequer falar uma palavra. O meu coração estava explodindo, uma tristeza tão grande no peito, e eu queria permanecer dormindo. E todas às vezes que eu acordava, eles me davam mais uma injeção e eu adormeci. E eu fiquei assim por dia.

A perda do bebê me deixou abalada demais. Eu não consigo acreditar que ia ser mãe e como seria?

Matteo Glay

Não conseguir para de procurá-la e nem pensar na minha Melinda. Foram dias sem saber nada dela, eu ia para o escritório e voltava lutando contra os meus sentimentos e deixei tudo de lado, eu não conseguia pensar. O moleque ficou apenas dois dias preso e logo saiu e eu voltei a seguir sem ela.

- E o que vai fazer com as garotas?

- Resolva isso, eu não quero saber de nada e nem estou com cabeça para isso. George? Abaixei a cabeça, eu já não aguentava mais viver sem ela.

- Nada dos informantes?

- Nada e o moleque foi solto, mas anda pela cidade e vai à faculdade normal.

- Mande vigiá-lo e melhor contrata uma mulher para fingir ser amiguinha dele e assim saber todos os passos dele.

- Já fiz isso senhor...

Foram os piores meses da minha vida antes de bebedeira, brigas, discussões, humilhações, isso estava me destruído sem a Melinda, ela entrou na minha vida de um jeito que eu não esperava que ia fazer tanto sucesso assim. Achei que seria somente só mais uma mulher em minha vida. Mas ela me mostrou que nem todas as mulheres são como, ela. Me trouxe a paz, ela me deu vontade de ter uma família de verdade. E o meu coração é dela assim como o meu corpo. Ele se foi e eu viro o uísque sofrendo e fecho os olhos pensando em nós.

Abocanhei um seio entre os meus dentes e lambia, soprava, sugava enquanto ela gemia mais alto e rebolava mais forte, quando tentou se tocar, dei um tapa em sua bunda e prendi os seus braços para trás.

- O que mandei você fazer? Melinda... Gozar...

Segurei firme em sua cintura e afastei sua calcinha para o lado, sua boceta estava tão molhada que encharcou as minhas coxas... passei a cabeça do meu pau em toda sua extensão, pressionando o clitóris e ela estremeceu inteira no meu colo. - Puta que pariu, assim? Tomei os seus lábios nos meus e disse sem me afastar. - Mais.... Levantei-me, com ela em meu colo e a coloquei deitada de costas no sofá, ainda nos beijando. A cada movimento com a língua ela gemia mais alto. Nos beijamos no que pareceu ser uma eternidade e, quando vi que o seu corpo parou de pulsar, ordenei. - Abra as pernas. - Ela obedeceu de pronto, abrindo-se ao máximo para mim. E a minha boca a sugou lambendo o grilinho e puxando para a minha boca comer todo o seu gozo. Ela gritou e me apertou os braços forte e eu rebolei no sofá. E ouço vozes longe e quando respiro fundo saindo daquele momento de êxtase eu me assusto.

- O que está fazendo sol?

- Não pode fazer isso conosco, eu não vou volta para o castelo e digo mais nenhuma de nos vamos.

- Como se atreve a me desafiar? Aperto seus lábios que meus dedos chegam a doer e a empurro. - Vá e não volte a me enfrentar.

Ela parou na porta e me encerrou e quando eu me viro lá estavam todas uma mais linda que a outra. Eu sabia que eu estava errado.

- Vocês também?

- Só queremos ficar ao seu lado senhor... Flor diz com respeito e não autoridade. - Queremos cuidar e sabemos que precisa de nós.

Ela tinha razão, mesmo que não rolasse nada, eu precisava de companhia. Eu a abracei, era diferente das outras. E me abraça forte, eu precisava de um abraço, andei em meia bebedeira e loucura sem ela.

Eu sabia que tinha que cuidar delas e eu não posso deixá-las sozinhas.

- Então fiquem... Mas não espere muito de mim, preciso desse tempo.

- Vamos cuidar de você senhor...

Eu sabia que estava errado, mas também precisava ser o senhor delas. Viro o uísque e o guardião chega gritando.

- Precisa ver isso!

Corri com ele até o escritório e eu sabia que era ela a minha Melinda... E quando entro sem forças.

- Veja!

Eu seguro nas mãos o envelope e quando arranco do envelope eu me sento ali olhando esse papel.

Eu seguro nas mãos o envelope e quando arranco do envelope eu me sento ali olhando esse papel. - Um dos investigadores trouxe.

- Isso e um acidente. Eu fico olhando. - O que tem haver com ela?

- Ela sofreu um acidente na rua do ouvidor. Ele acha que é ela, mas não tem nada que diga que seja ela.

- Como é isso?

- No hospital era outra pessoa e não a Melinda... Mas uma imagem meia embaçada parecer ela.

Pego a foto e as pernas ficam mole e a cabeça girava eu vi a minha Melinda ali era ela sim. Eu abro o sorriso e ali nasce uma esperança de nós.

- E a Melinda! Eu sorri. - Vamos achá-la eu dou a minha vida por isso.

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