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Vícios - Desça a Escuridão Comigo!

Vícios - Desça a Escuridão Comigo!

Autor:: A.Fagundes
Gênero: Jovem Adulto
SINOPSE Eu não sou a heroína da sua história. Sou a mulher que outras temem, a que toma o que quer e não pede desculpas. Tudo que me tiraram, eu peguei de volta e agora eu me alimento do poder como única forma de sobrevivência. Não espere doçura, redenção ou finais felizes. O que você vai encontrar aqui é uma mente marcada, uma alma quebrada que aprendeu a ferir antes de ser ferida. Obsessões, segredos retorcidos e desejos perigosos essa é a minha essência. Quer descobrir quem eu realmente sou? Então entre... mas saiba: depois de ler minha história, você não vai conseguir me arrancar da pele. Aviso: Se você está procurando nuvens cor-de-rosa, arco-íris e finais felizes, então este livro não é para você. Estas páginas contêm cenas de flashback de abuso infantil de todas as formas (física, sexual e emocional), bem como BDSM e outros temas tabu. O amor não vive neste livro. Apenas obsessões sombrias, retorcidas e doentes surgem aqui. Você. Foi. Avisado!

Capítulo 1 1

SINOPSE

Eu não sou a heroína da sua história.

Sou a mulher que outras temem, a que toma o que quer e não pede desculpas. Tudo que me tiraram, eu peguei de volta e agora eu me alimento do poder como única forma de sobrevivência.

Não espere doçura, redenção ou finais felizes.

O que você vai encontrar aqui é uma mente marcada, uma alma quebrada que aprendeu a ferir antes de ser ferida. Obsessões, segredos retorcidos e desejos perigosos essa é a minha essência.

Quer descobrir quem eu realmente sou?

Então entre... mas saiba: depois de ler minha história, você não vai conseguir me arrancar da pele.

Aviso: Se você está procurando nuvens cor-de-rosa, arco-íris e finais felizes, então este livro não é para você. Estas páginas contêm cenas de flashback de abuso infantil de todas as formas (física, sexual e emocional), bem como BDSM e outros temas tabu.

O amor não vive neste livro. Apenas obsessões sombrias, retorcidas e doentes surgem aqui.

Você. Foi. Avisado!

playlist

Clown by Emeli Sandé

Unsteady by X Ambassadors

Titanium (Acoustic Version) by Madilyn Bailey

Treat You Better by Shawn Mendes

This is What You Came For by Calvin Harris ft. Rihanna

Maneater by Nelly Furtado

Iris by Goo Goo Dolls

Dangerous Woman by Ariana Grande

Under the Influence by Elle King

Take Me Home by Jess Glynne

Scarlet

Desça à escuridão comigo

Segure a minha mão, e eu vou levá-lo lá

Desça à escuridão comigo

Onde eu vou levá-lo em meu covil

Desça à escuridão comigo

O que você encontrará vai te sugar

Desça à escuridão comigo

Para testemunhar libertinagem, prazer e pecado

Desça à escuridão comigo

Ela fará você parecer tão errado que está certo

Desça à escuridão comigo

Abra os olhos e contemple a vista

Desça à escuridão comigo

Eu vou fazer você se sentir como o rei do mundo

Desça à escuridão comigo

Onde o que está à espera será desdobrado Desça à escuridão comigo

Você nunca vai acreditar em seus olhos

Desça à escuridão comigo

Você está em uma surpresa deliciosa

Desça à escuridão comigo

Sua cabeça vai girar, e isto nunca irá parar

Desça à escuridão comigo

Uma vez que você descer, você nunca subirá

prologo

Eu estou sobre o túmulo do meu pai, enxugando as lágrimas que ameaçam cair sobre o solo debaixo dos meus pés. Eu estou usando um vestido preto, que para logo acima do joelho, e em meus pés estão um par de saltos altos Louboutin novos, preto e vermelho. Eu grito elegância, mas também sou a imagem perfeita de uma filha em profunda angústia sobre a morte prematura de seu pai.

E que uma morte prematura foi.

Aperto meu peito, soltando soluços de dor quando me curvo para colocar novas flores em seu túmulo. Tenho vindo aqui todos os dias, trazendo novas flores para substituir as antigas. Eu pego as flores de ontem e as atiro de lado, enquanto traço a linha do nome do meu pai em sua lápide.

Aqui reside Richard Valentine, pai amoroso de duas filhas. Nascido em 26 de janeiro de 1970, morto em 15 de julho de 2016.

Isso foi há três semanas. Seu corpo foi encontrado enterrado em Virginia Water, em Surrey, somente dezenove milhas, ou menos, de onde eu moro. Ele foi enterrado profundamente, mas uma tempestade, dezesseis dias atrás, descobriu seu corpo em decomposição. Ele tinha uma facada nas costas, que foi a causa da sua morte. Foi assassinato, é claro, e só agora a polícia está investigando.

No início eles pensaram que ele havia fugido, possivelmente conhecido uma garota, se apaixonado loucamente, e estava vivendo na praia, bebendo cocktails com uma loira de seios grandes. Minha irmã, porém, se manteve sobre o caso. Ela tentou dizer a eles que não era possível ele simplesmente desaparecer sem ao menos manter contato. Eu a corroborei para a polícia, mas eu também a lembrei do tempo quando ele desapareceu por um ano sem deixar um traço, e voltou tão de repente como ele foi. Eu sabia a verdadeira razão do porquê, mas não a divulguei, nem para a minha irmã ou para a polícia. Aquele pequeno segredo era apenas entre papai e eu. Os dois policiais deram um ao outro aquele olhar... um que diz: - Sim, não há jogo sujo aqui. - eles só pensaram que ele encontrou a garota dos seus sonhos, e estava ocupado fazendo o papel do namorado apaixonado com seu novo brinquedo.

Enquanto eu penso sobre isso, soco seu túmulo com ternura e varro as folhas que caíram das árvores próximas. Eu preciso ter certeza de que ele esteja limpo e arrumado antes de me ajoelhar em sua sepultura, e jogar os braços sobre a lápide. Com meus braços me protegendo de qualquer um que possa estar assistindo, eu tomo uma respiração longa e profunda. Um sorriso sobe no meu rosto enquanto eu profiro as palavras, - Você sempre adorou quando eu jogava meus braços em torno de você, não é? - eu suspiro, me debruçando para chegar mais perto de sua lápide antes de cuspir em seu túmulo.

- Eu espero que você esteja apreciando seu tempo no inferno, papai.

Capítulo 2 2

um

10 de maio de 2016, Londres.

Eu nunca quis ou pretendi ser uma boa pessoa. Claro, eu fiz o papel, me acostumei a agir. Na verdade, eu sou absolutamente boa nisso. Eu tive anos para aperfeiçoá-lo, de tal forma que me deixa até impressionada. O que posso dizer? Eu me amo. Eu sou um dez perfeito em todos os sentidos. É por isso que os homens me querem. É por isso que os homens praticamente caem aos meus pés para ter um pedaço de mim. Eu só dou a eles o que querem se eu tiver um benefício em troca. Tomemos, por exemplo, este homem que vejo na minha frente. Ele está em um terno de três peças, com o cabelo perfeitamente penteado e uma mão protetora colocada nas costas de sua esposa. Ele está conversando com outro casal, enquanto eles riem de suas piadas. Ele é um MP, então é claro que eles estão rindo. Aposto que as piadas são uma porcaria, mas eles vão rir delas de qualquer maneira. Eu odeio puxa-sacos e em lugares como este, o cheiro de merda enche o ar, me dando vontade de vomitar. Mas ei, eu sou uma senhora.

Eu só vomito arco-íris.

Mas, no entanto, isso não é a razão pela qual eu estou olhando. Eu estou olhando porque durante os últimos vinte minutos ele quase não tirou os olhos de mim. Eu não o culpo, claro. Eu sou alta e curvilínea, com pernas que vão por milhas. Eu tenho seios grandes, cabelos castanhos longos e fluidos, e os olhos verdes mais claros que alguém já viu. Me foi dito que eu posso hipnotizar um homem com os meus olhos, e com cada chance que tenho, eu faço isso. Um olhar enviado da maneira certa e seus paus ficam duros para mim. Inferno, eu nem sequer tenho que tentar. Eu sou só eu. Não posso deixar de ser eu, e para ser honesta, eu não teria isso de nenhuma outra maneira.

Ficando pronta para agir, eu tomo um gole do meu champanhe, descanso minha mão na minha perna nua. Estou com um vestido vermelho com uma abertura lateral, sentada no banco com as pernas cruzadas e dando a todos a chance de uma olhada em apenas um dos meus muitos ativos. Eu posso ver todas as mulheres de cara feia para mim, e todos os homens babando. Todos querem me foder, mas apenas um vai conseguir esta noite.

Precisando apressar um pouco as coisas, eu sorrio sedutoramente para o MP, quando ele olha para mim novamente. Eu posso vê-lo encarando enquanto dá suas desculpas para sair e se aproxima do bar. Eu me viro para enfrentar o bar e esperar que o inevitável aconteça.

Os homens são tão previsíveis.

- Eu nunca vi você por aqui antes, e acredite em mim quando digo que eu saberia se já tivesse visto um rosto bonito como o seu. Posso perguntar seu nome? - corro os dedos ao longo do copo e viro o rosto para a minha vítima. Eu sorrio mais uma vez antes de travar meus olhos com os dele. Eu sei qual olhar dar. Eu o aperfeiçoei ao longo dos anos. - Meu Deus, você é realmente impressionante.

Eu me aproximo, deixando-o saber que estou prestes a dizer algo que não deve ser ouvido. - Você quer descobrir o quão impressionante posso ser? - ele acena com seriedade, sua respiração pesada evidente. Eu já o excitava, e eu nem sequer comecei com ele ainda. - Me encontre no banheiro para deficientes em sessenta segundos. Vou estar contando. Se você não estiver lá neste tempo, eu vou embora. Entendeu? - ele balança a cabeça novamente, me deixando lentamente deslizar para fora do meu banquinho e seguir para os banheiros. Eu já estou molhada pelo que vai acontecer. Eu amo essa emoção. Eu amo a perseguição em saber que dentro de uma fração de segundo, os homens casados por meses, ou mesmo anos, estão dispostos a jogar fora todo esse tempo por alguns segundos em banheiros.

Que patético.

Eu vagarosamente caminho para o corredor silencioso e localizo o banheiro para deficientes. Eu vejo a marca de batom vermelho me dizendo que tudo está certo. Eu sorrio, abrindo a porta para entrar. O banheiro é no canto, e uma pia com espelho é exibida à esquerda da porta. Eu a fecho atrás de mim e levo alguns segundos para me verificar no espelho. Meus lábios estão cheios e carnudos, com a quantidade certa de batom vermelho escuro. Meu delineador preto está perfeitamente aplicado para acentuar meus olhos verdes impressionantes. Eu verifico a pia e percebo que está em uma ótima posição. O lugar perfeito para me foder.

Justamente quando eu penso nisso, uma batida na porta soa, e eu a abro com cuidado para deixá-lo passar. Ele parece prestes a estourar. Posso dizer que ele não consegue acreditar em sua sorte. Será que ele realmente acha que eu faria isso sem um motivo? Alguns homens podem ser uma decepção, às vezes.

Assim que tranca a porta atrás de si, ele se aproxima. Sua respiração é pesada, conforme ele move a cabeça para os meus lábios. Eu coloco o dedo sobre ele. - Ah-ah. Não tão rápido, garotão.

Ele franze a testa para mim. - Você tem uma regra sobre nenhum beijo ou algo assim? Por que você me escolheu, afinal?

Eu sorrio, pegando sua mão e fazendo-o arrastar sua mão na minha perna, e para minha buceta. - Sinta como eu estou molhada para você, então talvez você verá por quê. Eu não beijo, Sr. Caruthers. Eu apenas adoro foder.

Seus olhos se arregalaram quando percebe que não estou usando nenhuma calcinha. Ele lentamente alisa sobre meu monte antes de deslizar os dedos entre a minha abertura molhada. - Porra, você está molhada. Você sabe meu nome, e obviamente, sabe quem eu sou. O que você quer, querida?

Eu coloco minha mão para baixo, para seu pau, e sorrio uma vez que eu sinto o quão grande ele é. Ele é do tamanho adequado. O suficiente para me agradar se ele souber como usá-lo. Ele está duro como pedra, então eu sei que ele está ansioso para começar tanto quanto eu. - Você é um homem poderoso. Isso realmente me excita. Eu adoro ser fodida por homens poderosos.

Sua sobrancelha levanta. - Então, é sobre isso? - eu aceno minha cabeça enquanto abaixo o zíper de suas calças e coloco minha mão no interior. Eu aliso seu pau, e uma onda de prazer dispara através de mim quando eu vejo sua reação. Eu vivo para isto. Eu sou, em certo sentido, excitada pelo poder, mas é o poder que tenho sobre eles que realmente me deixa molhada.

Querendo apressar as coisas, eu coloco minha mão na minha bolsa e puxo um preservativo. - Vamos escorregá-lo em algo mais confortável, não é?

- Porra, sim, - diz ele enquanto eu rasgo o pequeno pacote com a minha boca e prossigo para colocar o preservativo no seu pau. Ele parece pronto para disparar sua carga.

Uma vez colocado, eu sento na pia e espalho minhas pernas para ele. - Me foda tão duro quanto você conseguir.

Primeiro, ele fica lá maravilhado com minha buceta, antes de encontrar meus olhos. Eu o deixo excitado com esse olhar. Sem tempo a perder, ele empurra para frente, colocando seu pau na minha entrada. Ele desliza para dentro de forma constante, e eu noto o olhar de prazer escrito sobre ele. - Você é incrível. - ele bate até o fim, gemendo enquanto ele coloca a cabeça no meu ombro. - Você é tão apertada. - ele beija o meu pescoço e começa a se mover, mas é muito lento.

- Garotão, mais duro. Me foda mais duro. - eu grito, enquanto eu mantenho a minha posição com uma mão e tento espremer seus quadris em mim com a outra. Com uma força surpreendente, ele bate duro e rápido em mim, fazendo meu orgasmo aparecer mais rápido do que eu esperava. Não é tanto o que ele está fazendo... é a emoção. Eu amo a emoção. Mas isso só me leva a meio caminho. Eu lamento em voz alta, e eu estou prestes a dizer a ele para continuar, porque eu estou gozando, quando de repente ele geme alto e endurece.

- Pooooorra! - ele respira na base do meu pescoço.

Que decepção.

Eu quase suspiro meu desagrado, mas eu o seguro. Em vez disso, eu espero ele se acalmar do que era, obviamente, o orgasmo mais forte de todos os outros orgasmos. Eu não tenho nenhuma dúvida sobre isso.

Depois de alguns segundos, ele desliza para fora e olha para mim como se eu fosse a única mulher no mundo. - Eu tenho que vê-la novamente. Isto foi seriamente... palavras me faltam.

Eu sorrio meu melhor sorriso vencedor, e ajudo a tirar o preservativo para fora dele antes de jogá-lo no lixo. - Eu gostei também.

Ele fecha seu zíper. - Posso pegar seu telefone? - eu dou a ele como eu fiz milhares de vezes antes com os outros. É um número falso, é claro, mas ele não vai saber até que seja tarde. - Eu acho que não perguntei o seu nome.

Eu balanço minha cabeça. - Eu nunca disse. É Jenny.

Não é Jenny.

Eu vejo quando ele digita, antes de se inclinar para beijar minha bochecha. - Eu definitivamente ligarei para você. - ele vira para a porta, abre, e quando ele desaparece, eu digo: - Eu não tenho nenhuma dúvida sobre isso.

Tudo fica em silêncio por alguns segundos, e eu tomo meu tempo para respirar profundamente. Eu ainda estou insatisfeita e isso me irrita. Enquanto eu penso nisso, ele entra e tranca a porta atrás de si. - Ele deixou minha bebê insatisfeita. Nós não podemos deixar por isso, podemos?

Eu sorrio para o único homem que já amei, mas não posso ter. Ele também é o único homem que eu deixei ter poder sobre mim. Ele sabe disso e o usa para sua vantagem. Com um metro e noventa e oito, ombros largos, cabelo preto curto e uma mandíbula pronunciada, Reid Marks é tudo que uma mulher pode querer, e cara, elas realmente o querem. Ele é o rapaz malvado tatuado que meus pais desaprovariam. Isso só me faz querê-lo ainda mais. Eu tentei. Cara, como tenho tentado.

Eu bloqueio meus olhos com suas íris castanhas profundas. Assim como cada homem diz que eles se perdem na minha, eu igualmente me perco na dele. - Eu estava prestes a gozar, quando ele...

Ele me impede de falar, colocando o dedo nos meus lábios. - Eu vou fazer isso pra você.

Eu fecho meus olhos com um gemido quando sinto sua mão deslizar para cima do meu vestido. Ele encontra a minha entrada e desliza um dedo que é rapidamente seguido por outro. - Me beije, - ele ordena, e eu não hesito. Dou a ele os meus lábios, saboreando o gosto dele enquanto ele me fode com os dedos. Eu estou com minhas mãos agarradas na pia atrás de mim, enquanto ele soca os dedos repetidas vezes.

Dentro de um instante ele tem o polegar contra o meu clitóris e pressiona duro, me fazendo chorar. - Eu quero que você goze dizendo o meu nome. Só o meu nome, baby. - seu polegar começa a fazer pequenos movimentos no meu clitóris, mas bem quando meu orgasmo aumenta, ele tira o polegar e começa a bater fortemente os dedos dentro de mim. A palma de sua mão começa a bater no meu clitóris a cada mover de sua mão de mestre. Rapidamente o orgasmo vem de novo, e desta vez eu sei que não vai voltar. - Me dê isso, Scarlet. Agora.

Eu detono em torno dele, gritando seu nome como a boa menina que ele sabe que sou. Ele nunca me fode, mas ele garante que eu receba os melhores orgasmos que ele sabe que eu nunca vou ter. Ele já me disse várias vezes que ele não compartilha. O nosso pequeno arranjo está estabelecido, porque satisfaz a nós dois. Estamos acostumados a um certo estilo de vida juntos, e certamente não sai barato.

Reid desliza os dedos para fora de mim e lentamente os lambe, me deixando toda quente e necessitada por ele novamente. - Você faz isso de propósito.

Ele agarra a parte de trás do meu cabelo, enrolando em seu punho e puxa minha cabeça para ele. - Prove como você é incrível, porra. - ele esmaga seus lábios nos meus, deslizando sua língua para que eu possa provar meu gosto. Ele se afasta de repente. - Nós não temos muito tempo. - ele me empurra de joelhos, tirando o seu grande pau e eu me posiciono no chão. Com o punho ainda no meu cabelo, ele me puxa para frente espalhando seu pré-sêmem pelos meus lábios. - Esses lábios são meus, e só meus. - ele empurra minha cabeça para frente, fazendo meus lábios se abrirem para levá-lo em minha boca. Ele não é gentil. Ele nunca é, mas eu não dou a mínima. Ele é o único homem que eu iria deixar me tratar da maneira que ele trata, porque ele é o único homem que realmente cuida de mim... me ama do único modo que ele sabe que eu desejo.

Quando ele começa a adquirir um ritmo, uma batida soa na porta. - Cai fora! - Reid grita, então seu ritmo se torna frenético. - Porra, eu gostaria de ter tempo para saborear você, - ele resmunga, enrolando mais apertado meu cabelo em seu punho, e empurra seu pau mais profundo em minha boca. Ele é implacável quando bate mais rápido e mais duro no fundo da minha garganta. - Porra, Scarlet, eu vou gozar. - ele violentamente empurra seus quadris, e eu sinto quando o líquido atinge o fundo da minha garganta. Eu pego tudo, deixando-o deslizar para baixo. - É isso aí, baby. Me leve. Tome tudo de mim. - eu ouço seu suspiro satisfeito enquanto eu o limpo.

Uma vez feito isso, ele fecha seu zíper e me ajuda a levantar. Com uma mão em volta do meu pescoço, ele me faz olhar em seus olhos. - Você sabe que ninguém pode te amar do jeito que eu posso, né? - eu aceno com a cabeça, mas começo a engasgar um pouco quando ele coloca pressão sobre o meu pescoço. Mas tão rápido quanto ele aperta, ele tira a mão. - Vamos nos limpar e ir. - ele se vira, pegando o purificador de ar colocado no canto, que convenientemente tem uma câmera dentro, enquanto eu arrumo meu cabelo e aplico um pouco mais de batom nos meus lábios inchados.

Uma vez terminado, Reid se move para a porta. - Damas primeiro.

Eu sorrio, balançando a cabeça em sua direção quando saio pela porta. Ele me deixa ir primeiro para que eu possa me perder na multidão. Assim que saio, um homem do outro lado me dá uma examinada e está prestes a entrar quando ele percebe Reid. Seus olhos se arregalam quando ele percebe o que pode ter acontecido lá. Eu apenas sorrio e sigo em frente.

Há muito mais pessoas rindo agora e ficando bêbadas. Enquanto eu caminho, percebo todas as mulheres de cara feia na minha direção, quando seus maridos ou namorados olham. Eu apenas sorrio com a minha cabeça erguida, fazendo meu caminho para a saída. Uma vez lá, me viro para encontrar o Sr. Caruthers no bar com sua cabeça para baixo, enquanto ele digita algo em seu telefone. Sem dúvida, ele está me mandando mensagem de texto, mas eu nunca saberei o que a mensagem diz. Ele não vai mais ouvir falar de mim, apesar de tudo.

Muito em breve, ele vai desejar nunca ter me conhecido.

Eu perdi minha virgindade quando tinha catorze anos. Mas não com qualquer um. Pode-se dizer que fui estuprada. Na verdade, o conhecimento que eu não queria isso, quando ele obviamente queria, seria uma denúncia fatal. Mas o tempo mudou as coisas. Eu segui em frente e me tornei a pessoa que sou hoje. Eu aprendi a viver com meu abuso e logo o transformei para usá-lo como minha arma.

Com um sorriso sensual, eu olho nos olhos do meu estuprador, do outro lado da sala. É o vigésimo oitavo aniversário da minha irmã mais velha, então naturalmente, ele estaria aqui para celebrá-lo. Meu pai tinha dezoito anos, e minha mãe tinha apenas dezesseis quando eles tiveram Amber. Eu tenho que rir para mim mesma quando penso sobre isso. A história acabou se repetindo no futuro.

Seu marido amoroso, Porter, se ergue diligentemente ao seu lado, enquanto eles conversam com seus amigos. Porter não percebe isso ainda, mas ele tem uma marca na sua cabeça, e ele a teve desde o dia em que ele e Amber se casaram. Eu não tenho certeza de quando vou agir. Estou apenas esperando a oportunidade perfeita para atacar. Tenho certeza que meu dia vai chegar. A questão é apenas quando.

- Eu vejo que trabalhar em investigações realmente paga bem. - minha irmã sorri, mas tenho certeza de que posso detectar uma pitada de ciúme em sua voz. Ela tem todo o direito de estar. Ela pode não saber realmente a fonte de toda a minha riqueza, mas a parte das investigações não é uma mentira. Reid realmente não fazia muito em seu antigo emprego, porque agora ele faz uma porrada muito maior, fazendo o que ele faz comigo.

- Grande parte da nossa clientela é de classe alta, Amber. De modo algum é um negócio barato de se fazer.

Eu observo seus olhos me varrerem novamente, enquanto viajam no meu vestido Chanel branco e justo, e os sapatos Prada pretos de salto alto.

Realmente, vale a pena o benefício.

- Não há nada em você que não seja um rótulo?

Eu sorrio. - Amber, se eu não soubesse melhor, eu diria que você está com ciúmes.

Ela ri e está prestes a responder quando seu marido se aproxima e beija minha bochecha. - Scarlet, que bom vê-la novamente. Faz um bom tempo. É o trabalho que está te mantendo ocupada?

Eu me certifico de dar a ele o meu melhor sorriso enquanto eu sedutoramente acaricio seu braço, quando ele se afasta de mim. Amber não nota, mas pelo olhar no rostinho de menino bonito de Porter, ele notou. O rubor no seu rosto é evidente, fazendo luxúria correr em minhas veias. Cara, eu queria fazer coisas sacanas com ele!

- Está indo perfeitamente bem, obrigada. Como é a vida com computadores? - ele é um nerd típico, e minha irmã é professora de escola primária. Eles queriam ter filhos durante um par de anos, mas não há notícias sobre isso ainda.

- O mesmo de sempre, o mesmo de sempre. Não há muito que possa ser dito sobre o meu trabalho. É muito chato comparado ao seu. - todos rimos.

Ele não sabe da missa a metade.

- Você pegou meu presente? - eu pergunto, olhando na direção da mesa onde todos os presentes estão colocados.

Ela balança a cabeça. - Não. Vou pegar agora. - ela corre, momentaneamente deixando Porter e eu sozinhos. Ele parece tímido de repente, o que é uma graça. Isto o torna ainda mais um desafio.

Enquanto eu penso nisso, olho mais uma vez para o meu abusador e posso ver que ele ainda está me observando. Ele nunca conseguiu tirar seus olhos de mim. Tem sido, pelo menos, um ano desde nosso último encontro, então, sem dúvida, ele ainda está curioso sobre mim. Eu posso ver o olhar predatório que ele me dá quando ele me vê. Ele ainda não o perdeu.

- Aqui está! - Amber diz alegremente quando ela acena a caixa retangular na nossa frente. Ela sorri antes de abri-la, e Porter e eu esperamos pacientemente enquanto ela rasga o papel da pequena caixa. Quando ela levanta a tampa, ela engasga quando vê o incrustado de diamantes da pulseira Tiffany prata. Me custou uma fortuna, mas ei, eu posso pagar. Ela pode ser uma cadela, mas ela ainda é minha irmã.

E minha irmã tem algo que eu quero.

- Oh meu Deus, Porter, olhe para isto, - ela grita, quase em lágrimas. Ela olha para mim. - É muito.

Eu balanço minha cabeça. - Para minha irmã, não é.

Eu vejo aquele olhar de culpa cruzar seu rosto enquanto ela morde o lábio. Ela corre para um abraço. - É lindo. Obrigada.

Eu ternamente a acaricio. - Não é nada. Eu o vi e sabia que tinha o seu nome.

Ela se afasta e empurra a pulseira na minha frente. - Você pode colocá-la em mim? - eu posso ver o brilho em seus olhos quando eu pego a pulseira dela.

Um monte de diamantes e ela está nas minhas mãos. Homens são previsíveis, mas as mulheres são igualmente assim.

Como a irmã diligente que eu preciso ser, eu aperto a pulseira em torno de seu pulso minúsculo e vejo como ela e Porter ficam ooh e ahh. - Isso foi tão doce da sua parte, - Porter diz com um sorriso suave.

Oh, baby, eu posso ser tudo, menos doce.

- Eu não vejo vocês faz um bom tempo, e devo admitir que me sinto um pouco culpada por isso. Nós somos uma família e devemos passar mais tempo juntos. Falando nisso, onde está mamãe? - no aniversário de meu pai em janeiro do ano passado, entrei em contato com a minha família pela primeira vez em muito tempo. Foi definitivamente uma noite que meu pai e eu não vamos esquecer. Eu tinha um plano para me aproximar, mas ele desapareceu por um tempo. Eu me mantive em contato com minha mãe e irmã, mas realmente não tenho feito muito esforço. Agora que ele está de volta, eles vão me ver muito.

Amber, parecendo chocada com o que eu disse, gagueja um pouco. - Erm, ela disse que estava vindo um pouco atrasada do aeroporto. Ela e David estão voando de volta de Paris hoje, mas os controladores de tráfego aéreo estão em greve novamente. Eles esperam chegar aqui em cerca de uma hora. Você vai ficar e vê-los, não vai?

Eu sorrio, pensando que isso vai ser perfeito. Eu terei dois homens, ambos os quais eu fodi, no mesmo lugar. Tá vendo, a-senhorita-perfeição que é minha mãe, com seu sempre-tão-perfeito marido, não imagina que David costumava me foder na casa da piscina quando eu estava morando com eles, um par de anos atrás. Toda chance que ele tinha, ele me fodia. Eu me pergunto o que os perfeitos mamãe e papai teriam a dizer sobre isso?

- Claro. Eu não perderia em vê-los por nada neste mundo.

Amber sorri brilhantemente para mim. - Ótimo. Mamãe mencionou no outro dia. Ela disse que ela e David estavam sentido sua falta.

Sim, eu aposto que David definitivamente está sentindo falta de alguma coisa minha.

Enquanto eu penso nisto, eu olho em direção a ele novamente e ainda posso vê-lo me encarando. Amber percebe onde eu olho. - Vocês ainda têm se falado?

Eu balanço minha cabeça. - Não, mas tenho certeza de que nós falaremos em algum momento. - Na verdade, eu estou contando com isso. Conhecendo-o, ele não será capaz de resistir a isto. Ele nunca consegue.

- Você quer outra bebida? - Porter pergunta, mudando de assunto. Acho que ele sabe da nossa situação e está escolhendo mudar a conversa por minha causa. Como ele é doce.

- Sim, obrigada. Isso seria legal.

Ele pega meu copo e vai embora, deixando Amber e eu juntas. Não demora muito, uma amiga dela está gritando quando ela olha o bracelete em seu pulso. - Scarlet me deu. - ela sorri.

Sua amiga olha para mim com um sorriso. - Uau. Eu já te disse que eu sou a sua irmã perdida de Brighton? - todo mundo ri, então eu também sorrio, como deveria. É difícil manter as aparências.

- Eu ouvi muito sobre você.

Eu me viro em direção à voz e encontro outro homem de aparência formal, em seus vinte e tantos anos. Seu cabelo está com gel em um estilo que algumas mulheres gostariam, mas ele não faz nada para mim. - Com licença?

Ele sorri e oferece sua mão. - Desculpa. Meu nome é Kevin. Eu sou um colega e amigo de Porter.

Isso explica muita coisa.

- Scarlet, - eu digo, balançando a mão. - Mas talvez você já soubesse disso.

Kevin ri. - Sim, Porter me disse que Amber tinha uma irmã mais nova. Ele disse que você era bonita, mas eu não imaginava o quão bonita você realmente é.

Isso me surpreende.

- Oh, ele falou, não é? Isso é muito lisonjeiro dele. - assim que digo isso, Porter me dá de volta a minha bebida. - Obrigada. Kevin estava me dizendo o quanto ele sabe sobre mim.

Kevin ri. - Eu estava apenas dizendo o que você mencionou sobre ela, mas não o quão bonita ela realmente é. Impressionante, - diz ele, passando seus olhos sobre mim.

Eu sorrio e olho outra vez. Eu não consigo evitar. Ele está lá no canto ainda pensativo, sempre olhando, tão pronto para atacar. Talvez eu devesse ligar o calor um pouco.

Eu começo a rir como uma menina adolescente da escola e coloco minha mão no ombro de Kevin. - Oh, você é encantador, - eu digo, enquanto eu vejo o rubor aparecer em seu rosto.

- Eu só vou ver se Amber está bem. - Porter movimenta o dedo para Amber. Posso dizer que ele está subitamente desconfortável, e quer deixar a nossa pequena interação.

Eu aceno com a cabeça e viro, colocando meu braço em torno de Kevin. - Então, me diga mais sobre você.

Capítulo 3 3

Depois de mais de dez minutos de conversa com Kevin, eu percebo que ficar em casa assistindo Gênios do Crime teria sido uma aventura muito mais emocionante do que isso. Eu fiz isso apenas para irritá-lo.

E eu tenho certeza que funcionou.

Enquanto Kevin tagarela, eu espero por uma oportunidade, quando sei que ele está me observando, antes de fazer as minhas desculpas. - Kevin, eu preciso usar o banheiro feminino. - eu não disse que eu voltaria para ele. Não tenho a intenção de conhecer as sagas de laptop diária de Kevin ou sobre noites de bingo com sua mãe toda quinta-feira.

Eu coloco a minha bebida em cima da mesa e faço o meu caminho através da multidão, saindo para o corredor. Eu não olho, mas eu sei que ele está observando cada movimento meu, e eu sei que ele vai me seguir. Eu subo os degraus, deliberadamente escolho usar o banheiro no andar de cima. Ninguém vai estar lá em cima, então eu sei que teremos muita privacidade para conversar. Isso é o que o Amber quer afinal de contas.

Enquanto eu tomo passo a passo, eu balanço meus quadris, sabendo que ele está assistindo, ele deve estar suando agora. Eu quase posso ouvir sua respiração ofegante a partir daqui. Eu vou ao banheiro o mais rápido que posso, e vou até minha bolsa para tirar o purificador de ar. Reid estaria chateado comigo se soubesse que eu estou fazendo isso, mas esta é a minha primeira chance em um longo tempo para obter a prova de que preciso do tipo de pessoa que este homem realmente é.

Eu coloco o purificador encima da bancada, na posição perfeita, e me viro para olhar meu cabelo no espelho. Ele está preso hoje, com um par de fios soltos acariciando minhas bochechas. Meu rosto está vermelho do álcool, mas também por causa da adrenalina agora correndo através de mim. Eu deveria ter medo dele, mas eu não tenho mais. Eu finalmente aprendi o poder que tenho sobre ele. Ele também acha que ele tem o poder, mas a garotinha assustada cresceu rápido e aprendeu uma coisa ou duas.

Assim que começo a fechar a porta, um pé aparece, me fazendo ofegar. Algumas vezes isto será uma atuação, algumas não. Eu só preciso provocá-lo do jeito certo para conseguir as imagens que eu preciso.

Eu recuo, permitindo a ele entre e me pressione contra a parede. - O que você está fazendo aqui? - pergunto quando ele aparece e fecha a porta atrás dele. Eu vejo o sorriso quando ele clica a fechadura. Me lembro deste som de anos atrás. Ele costumava me trazer pesadelos, mas de alguma forma, hoje isso me acalma.

- Tem sido mais de um ano, Scarlet. Não tenho o direito de ter algum tempo a sós com você, para perguntar como você está indo? - seus olhos vagueiam o comprimento do meu corpo, antes de encontrar meus olhos. - Vejo que você está fazendo bem para si mesma. Amber me disse que estava trabalhando em uma empresa de investigações?

Ele dá um passo mais perto, e eu permito que a minha respiração acelere. Eu quero que ele veja que eu estou nervosa, mas tudo o que eu sinto é calor. Tudo que eu sinto é a umidade se reunindo entre minhas pernas. É uma doença, mas o pensamento de que eu mantenho o poder sobre ele, para variar, me faz implorar para ser tomada. Tenho certeza que ele pode sentir o cheiro em mim. Seus olhos ainda são predadores... ainda segurando o lampejo de emoção que sei que ele tem toda a vez que faz isso comigo.

- Eu ajudo executá-lo com alguém. Alguém que ficaria muito zangado se souber que você está me prendendo aqui assim. Ele sabe sobre você.

Sua sobrancelha sobe e ele propositadamente dá um passo à frente. - E esse alguém seria o seu namorado?

- Sim, e ele é muito protetor comigo. Ele vai te matar se você me tocar.

Ele sorri, dando um passo à frente novamente. Eu posso ver isso transformá-lo. Quanto mais o desafiar, melhor. Ele está doente de si mesmo, mas a doença passou para mim agora. - É mesmo? - ele dá um passo à frente novamente, até estar a centímetros de mim. Viro a cabeça para longe dele, mas eu posso ver no canto do meu olho que ele está inalando meu cheiro. Ouço quando ele assume uma ingestão aguda, antes de soprar o calor de sua respiração no meu pescoço. Eu costumava me sentir doente quando ele fazia isso, mas agora, eu posso me ligar e desligar como um interruptor. - Você ainda cheira como costumava cheirar. Esta é a única coisa que não mudou. Além disso, seu corpo parece ainda mais firme do que o normal. Você malha?

Ele não me tocou, mas eu sei que é apenas uma questão de tempo. - Você não deveria estar me fazendo perguntas como essas. Você sabe como é inapropriado?

Ele começa a rir... uma risada má, gutural. Ele pode ter envelhecido um pouco, e seu cabelo é grisalho, mas ele ainda comanda o lugar apenas como ele costumava fazer. Ele ainda consegue ter aquele ar de poder que uma vez me fez encolher.

Não mais.

- Depois de tudo o que fizemos juntos, você quer trazer os meus comentários inapropriados?

Viro a cabeça para ele e vejo o seu sorriso. - Nem tudo o que fizemos juntos. Tudo que você fez comigo. Você não pode mais fazer isso. Eu cresci e conheci alguém com quem estou feliz. Você não pode mais me machucar.

Eu cuspo na cara dele, esperando a reação que eu quero. Dentro de um segundo, ele tem a mão em volta da minha garganta, quando ele me bate contra a parede.

- Escuta, sua putinha, você não faz as regras de merda. Eu faço. Eu fiz de você minha puta. Tomei sua inocência e te fiz minha para sempre. Nenhum homem do caralho jamais vai ser capaz de tirar isso de mim. Quem quer que seja que acha que tem uma reivindicação sobre você, pode pensar de novo. - ele bate minha cabeça contra a parede, apertando o meu pescoço um pouco mais forte. Após a picada inicial, eu sorrio e, em seguida, o riso explode de repente para fora de mim. - Do que você está rindo?

Surpreendendo-o ainda mais, coloco minha mão em seu pau duro. - Você ainda não pode evitar, não é? Mesmo agora que estou crescida, você ainda quer me foder em sua submissão. Você ainda quer ter poder sobre mim. Bem, eu vou te dizer outra coisa, papai. - eu inclino minha cabeça para frente, e surpreendentemente, ele me deixa chegar mais perto de seu ouvido para sussurrar, - Eu não sou mais uma garotinha.

Quando eu puxo a minha cabeça, eu testemunho o momento em que ele vê isto. Ele sabe que eu sou tão doente quanto ele. Ele acha que eu acredito que ele é o meu verdadeiro pai, mas ele não sabe que eu o ouvi naquele dia no hospital, quando ele estava falando com a minha mãe. O dia em que ele me colocou lá e tentou fazer com que aquilo fosse tudo culpa minha. Fingi que estava dormindo, mas eu ouvi cada palavra. Amber é dele, mas minha mãe teve um caso com outro homem, quando ela e meu suposto pai haviam se separado. Eles ficaram juntos no final, mas minha mãe descobriu que ela estava grávida de mim. Eu acho que o motivo pela forma como ele me tratava era por isso. Ele estava impotente para parar a minha mãe de estar grávida de outro homem, então ele usou isso contra mim. Ele nunca tocou em Amber. Ela era a mais velha e eu não conseguia entender como ele a deixou em paz e me pegou. Naquele dia no hospital, eu descobri por que e a partir de então, tudo mudou para mim.

Eu ouvi sua respiração acelerar quando eu propositadamente massageei seu pau através de suas calças. Quanto mais eu fazia isto, mais duro ele se tornava. Finalmente, eu era a única recebendo a reação dele, e eu nunca me senti tão excitada. - O que você está fazendo? - ele pergunta.

Eu tranco meus olhos com os dele. Sem dúvida, ele pode ver o desejo correndo por eles. - Você não sabe, papai? Isto é o que você quer, não é? É o que você veio fazer aqui. Você não me tocou desde aquele dia, não é? Certamente, você deve sentir falta disto. Certamente, você deve sentir falta do jeito que você costumava gozar com tanta força dentro de mim? Me lembro de todas as vezes, bem... especialmente a última vez.

- Puta do caralho, - ele cospe, levantando o meu vestido. Ele ainda tem uma mão em volta do meu pescoço, enquanto desabotoa a calça com a outra. Eu sei o que vai acontecer a seguir, mas desta vez eu estou pronta para isso. Desta vez, eu quero.

E ele vai descobrir o quanto em breve.

Uma vez que seu pau está livre, ele levanta minha perna e empurra minha calcinha de lado, antes de se empurrar dentro de mim. - Poooorra! - ele grita, ofegante contra o meu pescoço. Ele começa a empurrar duro dentro de mim contra a parede. - O que diabos está errado com você? - pergunta ele, batendo em mim inúmeras vezes.

Ele está perguntando o que há de errado comigo?! Essa é boa.

- Isso é o que você quer. É o que você sempre quis. Eu não sou uma boa menina? - pergunto, gemendo quando ele atinge o colo do meu útero.

Eu posso sentir o clímax vindo. Este será o segundo que eu tenho com ele. O último o fez desaparecer, e eu não o vi desde então. Me permito apreciá-lo porque o sexo é agora a minha arma.

Não dele.

Eu posso sentir a pressão de sua mão apertando meu pescoço, mas em vez de me machucar, realmente funciona como combustível para o meu orgasmo. Ele vem mais rápido, se elevando enquanto o meu corpo fica tenso. - Estou gozando! - eu choro antes de ondulações virem através de mim. Com a fúria do meu orgasmo, ele me morde duramente no ombro, grunhindo a sua própria libertação.

Nós ficamos assim contra a parede, nossa respiração se acalmando. Ele não solta meu pescoço. Ele ainda acha que detém o poder. - Que porra foi isso? - ele pergunta. Ele se afasta, olhando para mim como se eu tivesse de repente me tornado estranha para ele. - Você é uma puta doente. Uma puta doente, - ele cospe.

Eu puxo o meu paletó por cima do ombro exposto que ele mordeu, e sorrio para ele. - Papai não gosta quando me faz gozar.

A mão sai do nada, batendo com força contra minha bochecha direita. Entretanto, não me perturba. Eu sou insensível contra qualquer dor que ele inflige a mim. Em vez disso, eu seguro minha bochecha, mas sorrio para ele quando levanta as calças. Uma vez feito, ele pisa em minha direção, segurando um dedo para o meu rosto. - Você é uma cadela venenosa. Faça um favor a todos e nos deixe antes de sua mãe chegar. - ele se vira para sair, então eu agarro o purificador de ar no canto e saio correndo atrás dele. Quando ele está prestes a descer as escadas, eu ando até ele e sussurro, - Eu acho que meu padrasto vai ficar feliz em me ver. Na verdade, a última vez que eu estava vivendo com ele, ele me fodeu na jacuzzi, por trás, enquanto mamãe estava na frente, no jardim da casa. David gosta da emoção de ser pego. Mas então, você sabe tudo sobre isso, não é? Você não está orgulhoso de mim, papai?

Eu passo por ele, notando o choque e raiva por todo o seu rosto. Quando eu chego até a metade, posso dizer que ele quer dizer alguma coisa, mas quando minha mãe aparece e grita, - Scarlet, aí está você! Eu estive te procurando por toda parte, - ele de repente se cala.

- Eu só fui lá em cima ter uma conversa com o papai.

Ela sorri, olhando para cima. - Oh, isso é bom. Já era hora de vocês dois conversarem novamente. - ela me puxa para um abraço, e eu aceito isso como a boa filhinha que eu sou. Percebo que David está atrás dela, de modo que minha mãe diz olá para o meu pai, eu me aproximo e vou abraçar David. Eu o beijo na bochecha sedutoramente, e ele ronrona no meu ouvido, - Você está bela como sempre. - eu o deixo colocar o braço em volta da minha cintura, e o tempo todo, eu estou vendo a reação do meu pai. Fúria é a única palavra para descrever o que está escrito em seu rosto.

Bem, realmente. O que ele esperava?

- Tem sido anos desde que todos nós estivemos juntos assim. Estou feliz que vocês dois puderam fazer isto. Tem sido um caminho muito longo.

Eu sei que minha mãe está fazendo um pequeno comentário sobre eu perder o contato nesses últimos meses, mas tudo isso passa por cima de mim. - Me desculpe por isso. Eu fui pega com trabalho e outras coisas, mas eu percebi recentemente o quão importante realmente é a família.

Minha mãe olha para mim com um sorriso orgulhoso no rosto. - Isso é maravilhoso, querida. Isso significa que vamos ver você mais vezes?

Sinto David me puxar pela cintura. - Eu gostaria de poder te ver mais.

Sim, eu aposto que você gostaria.

Eu brevemente olho para o meu pai, e eu posso ver uma veia saindo de seu pescoço. Eu sei que ele não gosta da ideia de alguém me tocando além dele, mas eu não sou mais aquela menina que ele pode controlar. Devo admitir, porém, o diabinho em mim adora vê-lo se contorcer pela primeira vez. Na verdade, eu daria qualquer coisa para foder alguém na frente de meu pai. Talvez eu deva mandar uma fita.

- Eu gostaria. O trabalho é louco, mas eu estou tentando encontrar mais tempo de descanso agora.

Minha mãe aperta meu braço. - Você deve vir em casa agora que o verão está chegando novamente. Me lembro o quanto você amava a piscina quando você estava vivendo com a gente.

Sinto David me puxar outra vez, e eu tento duramente esconder meu sorriso. A piscina foi anfitriã de muitas festas de sexo. Sempre que David poderia pôr suas mãos em mim.

Eu lembro do tempo em que minha mãe estava no telefone na sala de estar, e David e eu estávamos na cozinha. No minuto em que ela dizia 'olá' a quem estava na linha, David corria para mim, me empurrava sobre a mesa de jantar, e me comia forte. Ele ficava super excitado com isso. Ela poderia ter entrado na sala a qualquer momento, e a emoção disto o excitava tanto que ele gozava em segundos. Eu o castiguei por isso, e o fiz vir para baixo em mim enquanto mamãe ainda estava no telefone. Eu fodi seu rosto como se não houvesse amanhã. Se havia uma coisa que David era bom, era quando ele estava comendo buceta.

- Isso seria ótimo. Eu não nado faz um longo tempo. Eu vou para a academia agora para manter a forma.

Minha mãe trilha seus olhos sobre mim. - Eu vejo. Você está tão vibrante e saudável.

- Obrigada.

- Meu número ainda é o mesmo. Me faça um convite e vamos arranjar alguma coisa. Talvez no próximo fim de semana?

Eu concordo. - Sim, isso vai ser perfeito.

Minha mãe, obviamente, satisfeita com minha resposta, se vira para o meu pai. - Então, como você está, Richard? Tem sido um bom tempo desde que vi você, também.

Meu pai relutantemente tira os olhos de mim e olha para a minha mãe. - Eu estou bem, obrigado. Trabalho me levou para a França por um ano, e eu só voltei recentemente.

Minha mãe sorri. - Então, Amber me disse. Ela disse que sentiu muito sua falta. - o rosto do meu pai se acende com isso. Amber sempre foi a menina dos olhos do papai. - Como está indo a escrita? Eu ouvi que seu novo suspense foi um enorme sucesso.

- Está indo bem. Na verdade, tenho outro que sai na próxima semana. Eu usei o meu tempo na França para escrever. Eu escrevi mais livros em um ano do que em toda a minha carreira de escritor. - ele então olha para mim. - Mas eu senti muito a falta das minhas meninas.

Eu não consigo evitar o grunhido que lhe dou. Ninguém vê quando eu atiro punhais para o homem que me arruinou de dentro para fora. Eu me importei uma vez, mas não mais. Ele não pode me machucar enquanto minha parede de aço se mantém firmemente em seu lugar.

Eu vejo quando ele olha para a mão de David em volta da minha cintura, e o rosnado se transforma em um sorriso. Eu posso dizer que ele está pensando. Minha mãe e irmã podem ter sido sempre cegas para o seu Sr. Hyde oculto, mas eu sei muito bem do que ele é capaz. Ele se atreve a ficar com raiva de que outro homem esteja me tocando, mas eu suponho que ele poderia, considerando que o homem é casado com minha mãe. O pensamento quase me faz rir em voz alta.

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