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Reviravolta da vida
img img Reviravolta da vida img Capítulo 5 Morreu também não
5 Capítulo
Capítulo 6 Finge que não gosta img
Capítulo 7 Assistindo um filme img
Capítulo 8 Final de semana em família parte 1 img
Capítulo 9 Final de semana em família (parte 2) img
Capítulo 10 A mãe do Félix img
Capítulo 11 Você não ama a sua vida img
Capítulo 12 Matando a saudade img
Capítulo 13 Encontro img
Capítulo 14 O passando de Félix img
Capítulo 15 O passado de Félix parte 2 img
Capítulo 16 O passado de Félix (parte 3) img
Capítulo 17 Apaixonado img
Capítulo 18 Conhecer img
Capítulo 19 Um lugar especial img
Capítulo 20 Uma noite especial img
Capítulo 21 21 capítulo img
Capítulo 22 22 Capítulo img
Capítulo 23 Continuação do capítulo 22 img
Capítulo 24 24 Capítulo img
Capítulo 25 Encontro novamente img
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Capítulo 27 capitulo 27 img
Capítulo 28 Capitulo 28 img
Capítulo 29 Capitulo 29 img
Capítulo 30 Capitulo 30 img
Capítulo 31 Capitulo 31 img
Capítulo 32 Capitulo 32 img
Capítulo 33 Capitulo 33 img
Capítulo 34 Capitulo 34 img
Capítulo 35 Capitulo 35 img
Capítulo 36 Capitulo 36 img
Capítulo 37 Capitulo 37 img
Capítulo 38 Capitulo 38 img
Capítulo 39 Capitulo 39 img
Capítulo 40 O fim ou não img
Capítulo 41 Capitulo 41 img
Capítulo 42 Pai ou não img
Capítulo 43 Super estrela pop img
Capítulo 44 Chegada esplêndida img
Capítulo 45 Sem importância img
Capítulo 46 Capitulo 46 img
Capítulo 47 Capitulo 47 img
Capítulo 48 Descuidado img
Capítulo 49 Felix foi ofendido img
Capítulo 50 A melhor Família img
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Capítulo 5 Morreu também não

Beatrice: não se preocupe eu vou mandar alguém do meu hospital vir ficar com ela.

Luiz: eu não sabia que você era médica e tinha um hospital.

Beatrice: eu não gosto de falar pra pessoas que não conheço os meus negócios. Que são muito.

Luiz: tá certa minha sobrinha as pessoas pôde querer se aproximar de você pra se aproveita.

Beatrice: eu não sou tão ingênua quanto parece, os que tiveram a ousadia de mim roubar estão a sete palmos de terra em cima, estão todos mortos.

Ele arregalou os olhos de medo pelo o que eu falei. Ele não pensou que eu tinha me tornado uma mulher que matar a sangue frio as pessoas que me amava enganava.

Luiz: você...

Ele ficou me olhando como se quisesse falar alguma coisa mais estava com medo da minha reação, então me adiantei e falei antes dele.

Beatrice: eu vou esperar ela acordar pra mim desculpa com ela, até porque o meu pai e minha já o perdoou ela.

Luiz: tá se for assim pode ficar, eu vou mandar a Taís trazer umas frutas pra você.

Beatrice: não se preocupe eu não vou deixar ela irritada.

Ele saiu do quarto dela e eu fiquei sozinha mas a velha. Ele desce as escadas e encontro sua esposa e o Júlio na sala a Isabel tinha saído com suas amigas.

Luiz: Taís vai a cozinha cota umas frutas e leva lá pra sima pra nossa querida sobrinha. Eu está no estúdio com o Júlio.

Taís: tá bom.

Quando ela saiu eles se virarão e foi em direção ao estúdio, entraram o Luiz se sentou na cadeira atrás da mesa e o Júlio se sentou de frente pra ele.

Júlio: o que foi pai? Cadê o meu tio?

Luiz: vamos ter que mudar o plano o seu tio está morto.

Júlio: o que? Mas na investigação não falou nada sobre ele está morto.

Luiz: é eu sei, lá também só fala da grande empresa de produtos cosméticos, sendo que eu acabei de confirmar com ela que outras empresas que é dela

Júlio: e qual seria essas empresas?

Luiz: não sei aí ela não deixou muito clara quais empresa são dela só que tem um monte inclusive um hospital.

Enquanto isso no quarto eu tava mandando uma mensagem pra o Félix.

Beatrice - oi, você já pegou o Jhon na escolinha?

Félix - sim minha linda eu não iria esquecer dele nem que eu vou te ver hoje a noite.

Beatrice - eu vou demorar um pouco. Ah você poderia fazer aquela lasanha lá em casa e nos jantamos e depois assistimos um filme o que você acha?

Félix- é perfeito. Então vou passar no mercado e comprar as coisas pra preparar tudo pra nós termos uma noite maravilhosa.

Beatrice - tá bom.

Depois desse dia cansativo eu não tava com vontade de sair de casa pra jantar, depois de avisa o Félix liguei pra minha secretária.

Alice: senhora o que eu posso fazer por você?

Beatrice: cancela aquela reunião pra manhã as oito horas da manhã.

Alice: sim senhorita mais alguma coisa?

Beatrice: mas uma coisa liga pra ó hospital e manda um médico pra vir morar na casa da família Song.

Alice: tá bom irei fazer isso agora senhorita.

Beatrice: obrigado fala que é pra mandar o mais rápido possível.

Alice: tá bom.

Quando eu desliguei o telefone a porta do quarto foi aberta e a Taís entrou com uma bandeja na mão. Ela colocou a na minha frente.

Taís: eu cortei umas frutas pra você.

Beatrice: tá.

Taís: eu posso te fazer uma pergunta?

Beatrice: pode.

Eu estava comendo uma fruta, mais eu estava reparado tudo que ela fazia cada movimento dela. Eu só aceitei a fruta porque eu acho que se eles forem agir não vai ser desse jeito.

Taís: porque o seu pai não veio aqui para ver a mãe dele uma última vez?

Beatrice: porque o meu pai morreu, quando eu tinha dezoito anos.

Eu falei olhando pra ela, para ver a sua reação, e não me enganei quando ela ouviu tinha um brilho de felicidades que logo se transformou em um olhar triste quando percebeu que eu estava olhando pra ela.

Taís: sinto muito. E sua mãe? Eu gostaria de ir visitá-la, nós somos bons amigos.

Beatrice: então você vai ter que ir muito longe, primeiro terá que morrer pra vê-la, porque ela morreu, um ano depois que o meu pai morreu.

Ela arregalou os olhos, eu percebi que ela estava com muito medo do que eu falei pensou que eu estava falando que eu iria mata-la. Quando eu ela ia me responder a velha acordou e falou com ela muito fria.

Lúcia: pare de ser intrometida Taís.

Taís: me desculpa mãe, não queria me meter onde eu não fui chamada.

Lúcia: saía agora.

Taís: sinto muito Beatrice.

Beatrice: não foi nada.

Depois que eu falei ela saiu, quase correndo porta pra fora, com medos da velha.

Beatrice: que bom que você acordou. Me desculpa por ter me exaltado com a senhora.

Lúcia: não querida eu que tinha que te pedir desculpas por tudo o que você passou. E tudo minha culpa o seu pai não está mais entre nós.

Beatrice: não precisa se desculpa comigo.

Lúcia: quando ele morreu?

Beatrice: já fez um bom tempo, mais pra mim e como se tivesse sido ontem.

Nós conhecemos um bom tempo, eu olhei pra ó relógio em meu pulso e já era quatro horas. Se eu não sair agora eu ia chamar muito tarde em casa.

Beatrice: eu tenho que ir agora daqui a vai escurecer e eu tenho que descer a montanha

e ainda atravessar a cidade pra chegar em casa.

Lúcia: tá bom, volta qualquer dia pra visitar.

Beatrice: tá na próxima vez que eu vi eu vou te trazer alguém pra te apresentar.

Lúcia: tá bom. Tchau minha neta.

Eu peguei minha bolsa, e me levantei pra sair do quarto más me lembrei de uma coisa.

Beatrice: eu mandei a minha secretária manda enviar um médico pra ficar com você.

Lúcia: tá bom

Saí do quarto e deci as escadas o Luiz estava sentado no sofá com um jornal na mão o Júlio em sua frente com o celular na mão.

Quando eu desci o último degrau o Luiz

Luiz: como está a minha mãe?

Beatrice: bem.

Depois de falar isso eu vou a caminho da porta sem falar mais nada com ninguém, ele se levantou foi em minha direção ele tentou pegar no meu braço mais eu me afastei antes que ele pudesse me tocar. Ele ficou um pouco sem graça pelo o que eu fiz.

Luiz: minha sobrinha você não vai ficar pra o jantar.

Beatrice: não.

Me virei e saí sem esperar ele falar outra coisa.

Júlio: ela não que não vai ser fácil de enganar.

Luiz: é ela é muito mais esperta que o pai dela. Mas eu vou conseguir enganar, e se eu não conseguir, manda sumirem com ela.

Pensamento de Beatrice.

" Esse idiotas pensa que vai me enganar. Não vejo a de tirar tudo deles, ele pensa que eu sou besta, más tá muito enganado. Vai ser muito fácil tirar tudo deles. Eu gostei de falar com a minha avó o meu pai e muito parecido com ela. Parece que ela é a única inocente daquela família."

Quando eu cheguei em casa já passava das sete horas da noite, o Félix já tinha feito o jantar e arrumar a mesa pra nós, quando o meu carro parou ele abriu a porta da minha casa. Quando eu ia passar pela porta ele me deu um abraço apertado e quando eu pensei que ia me solta me deu um beijo.

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