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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube BDSM
img img O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube BDSM img Capítulo 2 O preço de um sonho
2 Capítulo
Capítulo 6 A primeira batalha da babá: Conquistar img
Capítulo 7 Versão sexy sem querer img
Capítulo 8 O CEO Adrian Cavallieri img
Capítulo 9 O Imperador Adrian Cavallieri img
Capítulo 10 O Dono Ambrosia Club Adrian Cavallieri img
Capítulo 11 Um problema delicioso chamado Clara Menezes img
Capítulo 12 Escolhas Vs Coragem img
Capítulo 13 Primeiro dia como babá img
Capítulo 14 Um homem de negócios img
Capítulo 15 Sessão BDSM- Sommelier em ação img
Capítulo 16 O dono do jogo! img
Capítulo 17 Manhã no Paraiso: Adão usa camisa cavada img
Capítulo 18 Grow Up e noite das garotas img
Capítulo 19 Clara quase abusada img
Capítulo 20 Éden em Horário Comercial img
Capítulo 21 Pelas Filhas, Até o Imperador abaixa a cabeça img
Capítulo 22 A babá é o gatilho da ruína do Imperador. img
Capítulo 23 Inicio de um sonho img
Capítulo 24 Primeiro dia de clara no Clube BDSM img
Capítulo 25 Clara se Torna 'Mel img
Capítulo 26 O bilionário Obcecado img
Capítulo 27 De volta ao lar img
Capítulo 28 Domínio: Sob as Mãos do Imperador (cena +18) img
Capítulo 29 A babá o objeto de Fixação do imperador. img
Capítulo 30 O Jogo o Começa img
Capítulo 31 Primeira vez de Mel e Imperador. img
Capítulo 32 Entre dois Mundos img
Capítulo 33 Caos em dose dupla img
Capítulo 34 Segurança o Plano B Perfeito img
Capítulo 35 Primeiro Beijo Decente img
Capítulo 36 O chefe me viu beijando o segurança. img
Capítulo 37 Quando o Desejo Sobrepõe a razão img
Capítulo 38 O que é meu ninguém toca. img
Capítulo 39 O Urubu do meu motorista img
Capítulo 40 Minha Doce Obsessão Vale Mais Que Três Milhões img
Capítulo 41 Mel Clara a minha perdição img
Capítulo 42 Beijo avassalador entre Mel e Imperador img
Capítulo 43 Os sonhos erôticos do CEO img
Capítulo 44 Meu cedro de masoquismo img
Capítulo 45 MEL VOCÊ É MINHA! img
Capítulo 46 Um limite chamado CLARA img
Capítulo 47 Fora de Controle img
Capítulo 48 Socorro! Vou viajar com meu chefe img
Capítulo 49 Fim de um quase amor! img
Capítulo 50 Á 5 centímetros do Paraiso img
Capítulo 51 A mercê de você img
Capítulo 52 O MEU Império FAVORITO É Entre Suas Pernas img
Capítulo 53 💌 CARTA DO CORAÇÃO - DA AUTORA PARA AS LEITORAS 💌 img
Capítulo 54 A melhor Viagem da minha vida img
Capítulo 55 Uma menina diferente img
Capítulo 56 Sorria Clara a vida é boa img
Capítulo 57 Adrian ou Mar! Quem me sufoca. img
Capítulo 58 Um dia no Balneário Camboriú img
Capítulo 59 Ain!! Adrian 🔥 img
Capítulo 60 Reta final da Viagem img
Capítulo 61 De volta ao pesadelo img
Capítulo 62 Inferno pessoal do Cavallieri img
Capítulo 63 Masoquista com diploma de Bilíonario img
Capítulo 64 Clara é minha responsabilidade. Minha vida. Minha obsessão. img
Capítulo 65 Clara é minha namorada. img
Capítulo 66 💜 Eu te amo Clara Menezes ( Capitulo extra- Aproveitem) 💜 img
Capítulo 67 Não chore pequena garota img
Capítulo 68 Realidade crua e real img
Capítulo 69 De imperador escravo do Desejo. img
Capítulo 70 Minha perdição, Meu Vício, img
Capítulo 71 O Imperador É prisioneiro dela. img
Capítulo 72 Muito glitter e os preparativos para festa das meninas img
Capítulo 73 A bela Clara e a Fera Adrian img
Capítulo 74 Paz que durou pouco! Papai voltou img
Capítulo 75 A fera VS não tão fera img
Capítulo 76 Um homem em furia img
Capítulo 77 Como a Inocência de Clara foi roubada img
Capítulo 78 Como a inocência de Clara foi roubada img
Capítulo 79 Um monstro também chora img
Capítulo 80 Uma historia de sobrevivência img
Capítulo 81 Rejeitada pelo Imperador img
Capítulo 82 A Clarinha do papai. img
Capítulo 83 Socorro! ele me encontrou img
Capítulo 84 Eu amo a Clara img
Capítulo 85 O verdadeiro sinônimo de Gentileza img
Capítulo 86 O sequestro de Clara img
Capítulo 87 O resgate de Clara img
Capítulo 88 Vingança feita na mesma moeda. img
Capítulo 89 De volta a rotina img
Capítulo 90 A Família Cavallieri Reunida . img
Capítulo 91 O Castelo de Cartas desmoronou img
Capítulo 92 Peso do passado de volta img
Capítulo 93 Entre o amor e a responsabilidade img
Capítulo 94 O Lado bom de se ter uma melhor amiga img
Capítulo 95 Só relaxa, aproveita e goza! img
Capítulo 96 O lado bom de ser decepcionada img
Capítulo 97 Ele me persegue img
Capítulo 98 Teatro do Imperador: Sorte no Azar img
Capítulo 99 Stalkeando Clara img
Capítulo 100 Vou até o inferno atrás do meu Oxigênio img
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Capítulo 2 O preço de um sonho

POV. Clara Menezes

O gosto amargo subiu pela minha garganta, queimando como ácido. Soquei o balcão de mármore branca com tanta força que a palma da minha mão latejou instantaneamente.

- Mas que merda! - O grito saiu rasgado, atraindo olhares assustados na pequena sala de espera da secretaria. - Como assim "falta um documento"? Eu trouxe tudo! Eu revisei essa pasta mil vezes durante a viagem!

A secretária, uma mulher de meia-idade com óculos na ponta do nariz e um crachá que dizia "Bete", recuou um pouco, assustada com a minha fúria.

- Senhorita Menezes, eu entendo, mas... a certidão de óbito da sua mãe não está autenticada. Sem a autenticação do cartório original, o sistema da bolsa integral não aceita. É a burocracia, não sou eu.

Senti meu estômago revirar. Não era enjoo de fome, embora eu não comesse nada decente há dois dias. Era ódio. Puro e simples.

- A senhora tem noção de onde eu vim? - Minha voz tremia, oscilando entre o choro e o grito. - Eu vim do Pará. São três dias dentro de um ônibus fedendo a suor e mofo para chegar em Porto Alegre. Eu gastei cada centavo que eu juntei limpando chão para pagar essa passagem. Eu não tenho dinheiro para voltar e autenticar um papel!

Apoiei a testa no balcão, sentindo o mundo girar. A imagem do meu pai veio à mente. O sorriso torto, o cheiro de cachaça e a mão pesada. "Vai lá, Clara. Vai quebrar a cara e voltar com o rabo entre as pernas para cuidar do velho aqui."

Eu preferia morrer de fome na rua a voltar para aquela casa.

- Eu não posso voltar... - sussurrei com o gosto amargo do fracasso ainda na boca. - Eu não tenho para onde ir. Minha única amiga mora aqui. - meus olhos arderam, os esfreguei com força por causa do incômodo. - Merda!!!

Bete suspirou. O barulho das teclas do computador parou. Quando levantei os olhos, vi que a expressão dela tinha mudado. De medo para pena. Eu odiava pena, mas naquele momento, era tudo o que eu tinha.

- Olha... - Ela baixou o tom de voz, como se fosse contar um segredo. - O prazo para a bolsa de 100% encerrou no sistema agora, com essa recusa. Mas... ainda temos três vagas para a bolsa parcial de 50%.

Ri, um som seco e sem humor.

- Moça, 50% de uma faculdade particular em Porto Alegre 1.500.00 é mais dinheiro do que eu já vi na vida. Eu acabei de chegar, não tenho emprego, como vou pagar metade da mensalidade?

Bete olhou para os lados, certificando-se de que o supervisor não estava perto.

- Olha o que posso fazer, é o seguinte lançar a data de vencimento para daqui a dois meses, e diluir o valor dessas duas mensalidades para as mensalidades seguinte, e talvez você consiga um emprego, más e o máximo que posso fazer por você.

Não sabia se agradecia, mas juro que ao olhar para ela. Ela brilhou como um anjo. "Obrigada Deus", mas ainda restava uma pergunta. "Que porra eu ia fazer?" minhas pernas tremiam, e o meu coração batia descompassado contra as minhas costelas. Levei as mãos a cabeça enquanto pensava.

- É, e eu não posso voltar para casa. E eu te agradeço demais por isso, eu preciso de um emprego. - olhei para ela tentando fazer uma carinha de cachorro que caiu da mudança- por um acaso a senhora não sabe de nenhum lugar que possa estar contratando?

Ela levou a mão ao queijo como se buscasse no fundo da memória...

- Eu limpo banheiro, sirvo mesa, qualquer coisa. - confirmei

-Bom, Minha prima... nome dela é Adelaide Ela é governanta em uma casa no bairro Moinhos de Vento. Família rica, daquelas que a gente vê na revista. - Ela anotou um endereço e um nome num pedaço de papel. - O patrão é um homem difícil, um tal de Cavallieri. Eles estão desesperados por uma babá. A última pediu demissão a dois dias aos prantos. O salário é bom, deve ser o bastante para cobrir o restante da mensalidade.

Peguei o papel como se fosse um bilhete premiado, mas então a realidade me atingiu.

- Babá? - Meu estômago gelou. - Cuidar de criança?

Eu não sabia nada sobre crianças. Minha própria infância tinha sido um borrão de medo, fugas, violências, portas trancadas e silêncio para não acordar o monstro no quarto ao lado. Eu não sabia brincar. Eu não sabia ser doce. Só sabia sobreviver

- Eu... eu não levo jeito com criança, Bete. Eu não tive... - Travei. - Eu não sou maternal.

- Você quer a vaga na faculdade ou não? Já cursou um ano, não pode desperdiçar- Ela foi direta, apontando para o relógio na parede. - A prova de vestibular para a bolsa de 50% começa em quarenta minutos. Se você passar, garante a vaga. O emprego... bem, você se vira. Se esse não der certo, procura outro. É pegar ou largar, menina. O ônibus para o Pará sai da rodoviária às oito da noite.

Olhei para o papel com o endereço da mansão. Depois para a porta da sala de provas. E por último, para a minha mala surrada no canto do corredor, que carregava minhas roupas e meus traumas.

- Me dá a caneta - falei, engolindo o medo junto com a bile. - Eu vou fazer essa prova.

Depois que terminei a prova, graças ao bom Deus e Clarice Lispector consegui a pontuação, já estava escrita começa na próxima semana. As mensalidades seriam 2.000.00 reais, mas os dois primeiros meses não precisaria pagar, então tinha um tempo para conseguir um emprego.

Estava cansada, exausta, fedendo meu vestido estava todo amarrotado e meus pés moídos dentro da bota. Saí do prédio da faculdade arrastando minha mala de rodinhas, que fazia um barulho irritante no calçamento molhado.

A chuva tinha dado uma trégua, mas o ar úmido fazia meu vestido de algodão barato colar no corpo de um jeito desconfortável. Eu me sentia suja. Três dias de estrada, o meu cabelo castanho oleoso... Eu devia estar fedendo a derrota e fritas.....

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