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Capítulo 2 chapitre deux

Katherine Blumem

O dia já começou ruim pra mim. Acordei tarde e corri para tomar banho, a droga do despertador não tocou, se me arrumar não fosse tão mais importante agora, eu estaria quebrando ele em quatro pedaços.

Tomei uma ducha relaxante e rápida, vesti rapidamente a horrível farda branca do supermercado, peguei minha bolsa e sai do quarto indo para cozinha, encontrando apenas Zoraida tomando café.

Zoraida - Está atrasada gatinha. falou devagar passando nutella em uma torrada.

Katherine - Como se eu não soube-se. revirei os olhos pegando uma maçã.

- Por que Maite não me acordou? mordi minha maçã.

Zoraida - Essa estava mais atrasada do que você. negou com a cabeça.

- Não consigo entender, como vocês duas vão dormir tarde, porque ficam assistindo demolidor. revirou os olhos. - Isso é tão chato.

Me aproximei dela e lhê dei um beijo na bochecha.

Katherine - É chato igual a você. ela fechou a cara e eu me afastei rindo

- Tenho que ir. fui até a porta e abri a mesma - Tchau Zô!

Zoraida - Tchau gatinha e se cuuuuuuuuida. gritou, já que eu fechei a porta.

Desci as escadas do apartamento e logo já estava fora, andando até a parada de ônibus. Esperei junto com as outras pessoas que estavam na parada impaciente. Vinte minutos depois, o ônibus apareceu, entrei nele e por um milagre os bancos estavam vazios.

Meia hora depois, desci do ônibus no ponto em frente ao famoso supermercado na qual trabalho. Atravessei a rua e entrei nele me dirigindo ao meu setor. Jonathan estava arrumando algumas caixas na pratileira quando entrei no setor catorze. Fiz apenas o de sempre, guardei minha bolsa no armário e sai sem falar nenhuma palavra com aquele cara, pude sentir os olhos dele enquanto eu me afastava. Idiota!

Jonathan era Bonito. Alto, musculoso, uma tatuagem enorme nas costa de um dragão e uma de umas linhas japonês no pescoço. Ele era bastante sexy, mas era um tremendo de um babaca traidor.

Há três meses eu estava saindo de uma confeitaria á noite e entrei em uma rua deserta. Sim, a rua era deserta, se eu era louca? Não! Porque a parada de ônibus ficava depois dessa rua, enfim, logo vi um carro, que de longe era familiar.

Na medida que fui me aproximando, fui vendo o carro balançar e reconheci o mesmo. Abri a porta de surpresa e vi a cena que até hoje está na minha mente. Ele tentou se explicar, mas eu não deixei. Isso não tinha explicação e ele ainda me culpou por ele ter me traído. Que a culpa era toda minha, apenas minha por ele me chifrar. Idiota!

Andei até meu caixa vendo várias e várias filas nos outros caixas. Quando retiro a placa de "fechada" as pessoas na fila disputam para serem atendidas por mim. Suspiro antes de começar pegar as coisas e trabalhar com um sorriso no rosto.

Eu nunca iria conseguir entender a lógica da maioria dos homens, uma hora eles estão em cima de você te bajulando e dizendo que você é o grande amor da vida deles. E numa outra hora, eles estão se atracando com uma sirigaita qualquer, como entender isso?

Com um grande gosto amargo na boca, me viro para não ver Jonathan e sua mais nova conquista, a garota com quem ele me traiu. Termino de arrumar minhas coisas e saio do meu setor. Natacha quando me ver saindo se aproxima de mim, com um grande sorriso nos lábios. Ela era sem a menor sombra de dúvidas a mulher mais linda que trabalha aqui, além da Maite.

Seus cabelos loiros e lisos até os ombros, sua pele branquinha, seus olhos verdes claros, seu busto rebitado e sua boca igual da atriz Angelina Jolie. Ela era uma Deusa e também minha Chefe.

Assim que ficou frente á frente de mim, fiquei embriagada com seu perfume doce. Nunca vi uma mulher gostar tanto de usar perfume como ela, poderia até ser agradável mas não era. Era muito doce e super enjoativo.

Natacha - Já vai Katherine? Pensei que hoje ficaria a madrugada também, já que sempre faz isso. deu um meio sorriso.

Katherine - Sim! Preciso resolver muitas coisas pendentes ainda. dei de ombros segurando na alça da minha bolsa.

Natacha - Certo... me olhou hesitante.

Katherine - Posso ajudar em alguma coisa? ergui uma sobrancelha.

Ela não parava quieta, parecia querer perguntar alguma coisa.

Natacha - Não quero me intrometer na vida particular dos meus funcionários, mas eu não estou aguentado. Por que você e o Jonathan terminaram? perguntou curiosa.

Não sei bem o por quê, mas acabei rindo com essa pergunta. Natacha Oliveira era além de uma Deusa, era uma curiosa sem tamanho.

Katherine - Por motivos que eu não gostaria de entrar no assunto, me entende?

Natacha - Claro! parecia decepcionada - Quer que eu te der uma carona? cruzou os braços.

Katherine - Não obrigada, Vou de ônibus mesmo.

Natacha: Tudo Bem! Boa Noite Katherine! sorriu antes de começar a se afastar.

Katherine - Boa Noite... murmurei.

Sai do supermercado e caminhei pelas ruas indo para parada de ônibus. Já tinha esse caminho decorado na minha mente.

A rua estava bastante movimentada. Nessas horas de seis para ás sete da noite, ela sempre estava movimentada por causa das pessoas que saiam de seus trabalho para irem embora ou outras que iriam para a faculdade.

Soltei um longo suspiro. Faculdade! Uma palavra tão simples, mas tão difícil pra mim. Faziam cerca de dois anos que eu tentava entrar para uma faculdade pública e não conseguia. Era muito concorrido as grande universidades públicas, principalmente se for para o curso de medicina. Mas mesmo assim eu não iria desistir. Afinal, sou brasileira e brasileira não desiste nunca. Não é mesmo?

Uma búzina me trás de volta á realidade e percebo que já estou em frente a parada de ônibus lotada. Uma hora depois, meu ônibus aparece e eu entro, sendo esmagada pelos passageiros. Vida de pobre é difícil!

Não estou reclamando, muito pelo ao contrário, agradeço muito á Deus por tudo que tenho, mesmo sendo pouco. Tem pessoas que para elas, se estivessem no meu lugar, seria uma vida de luxo, por que elas mal conseguem colocar comida na mesa, agora imagine andar de ônibus e eu sei bem do que elas passam. Sei muito bem!

A viagem durou cerca de mais ou menos, uma hora e vinte minutos, entre socos e cotoveladas sai do ônibus inteira. Mas minha bolsa não teve a mesma sorte, ela estava mais amassada que o último bolo da Maite.

Parei em frente à porta da confeitaria e dei dois socos na mesma, as vitrines estavam toda cobertas pela cortina branca e eu sabia que já tinha fechado... Segundos depois, a porta foi aberta e dona Clarice mesmo que apareceu sorridente.

Clarice - Katherine querida. me beijou no rosto carinhosa.

Katherine - Olá dona Clarice. sorri simpática

- Vim pegar as novas encomendas.

Clarice - É claro. olhou por trás de mim. Veio sozinha de novo? seu olhar era reprovador.

Katherine - Sim! Vim direto do trabalho.

Ela abriu a porta para mim passar e eu entrei olhando para o grande salão vazio, as mesas estavam coberta com panos brancos.

Clarice -Katherine você sabe que eu não suporto quando vêm até aqui sozinha querida. trancou a porta e se aproximou me abraçando pelos ombros delicadamente.

Katherine - Eu já disse para a senhora não ficar preocupada comigo. falei sendo guiada por ela até o balcão, onde me obrigou a me sentar na cadeira de banco alto.

Clarice - Como não vou me preocupar? Querida aqui é o Rio de Janeiro e nessa hora da noite os bandidos costumam agir muito por aqui . negou com a cabeça

Não deveria se arriscar tanto. me repreendeu.

Ela deu a volta do balcão e pegou uma agenda de cima de um frizzer, sentou a minha frente e abriu agenda com cuidado.

Katherine - Eu sei me cuidar. sorri agradecida pela preocupação - Não fique se preocupando comigo, por favor. pedi.

Clarice - Sei que sabe se cuidar querida . falou olhando para agenda

- Mas mesmo assim, eu me sinto mal por tê-la que trazer aqui. Deixe que pelo menos Pablo a leve para casa, sim?

Katherine - Dona Clarice eu... fui interrompida por ela que segurou em minhas mãos.

Clarice - Por favor Katherine, já são oito da noite e está muito tarde, para uma moça linda como você andar sozinha. Pablo te levando para casa, me sinto mais aliviada, e assim quem sabe, vocês não se dão uma chance? sorriu me olhando nos olhos. - Para serem...amigos é claro. sorriu de lado maliciosa.

Fitei a senhora de quarenta e tantos anos. Ela nunca escondeu que queria que eu namora-se Pablo, seu filho. Dona Clarice desde que me conheceu, não para de jogar o filho dela pra mim, mas Pablo e eu não temos nada haver. Não somos amigos, só meros conhecidos. Mas sua mãe pensa ao contrário. E reza para que um dia eu seja sua nora. Eu sei disso, porque uma vez peguei ela rezando.

Katherine - Tudo bem! concordei - Ele me leva para casa, se não for incomoda-lo ressaltei.

Clarice - Você nunca incomoda, e meu filho terá o imenso prazer da sua companhia. piscou um olho me fazendo rir.

Katherine - Tá bom, Mas e as encomendas?

Clarice - Seus bolos e tortas estão sendo um sucesso querida, se continuar assim vou ter que abrir um ponto maior. As pessoas que entram aqui, sem exceção, só querem seus bolos e tortas.

Katherine - É mesmo? sorri animada.

Dona Clarice assentiu, enquanto escrevia algo em um folha branca e rasgou em seguida me dando. Olhei com atenção vendo meu nome completo, um número e uma senha de banco?

Katherine - O que é isso? perguntei ainda olhando para a folha em minhas mãos.

Clarice - Tomei a liberdade de fazer uma conta no banco para você. sorriu

- Estou depositando agora o seu dinheiro por lá. Katherine agora você não está recebendo só uns "trocados" por fazer bolo e eu revender na minha padaria. disse séria - Agora, você está recebendo mais ou menos...quatro salários mínimos.

Ao ouvir oque a mesma disse não me contive em arregalar meus olhos.

Clarice - Eu sei! - riu divertida

- Também fiquei assim quando Pablo fez as contas do mês aqui e como fizemos um acordo você tem 15% das rendas da padaria. bateu palmas - Bom, acho que agora podemos nos chamar de sócia, né? Afinal, minha padaria só está começando á crescer por sua causa.

Katherine - No..ssa - ainda estava sem palavras, não imaginava que meus doces iam ser tão "reconhecidos".

Clarice - Como agora sua renda é alta, decidi depositar na sua mais nova conta no banco. E amanhã mesmo, vou atrás do advogado amigo meu para assinarmos os papéis... sorriu.

Katherine - Qual papeis? - franzi o cenho.

Clarice - Para você ser oficialmente minha sócia e ter todos os benefícios. suspirou

- Mas só vou poder pegar os lúcros do mês e passar para sua conta segunda-feira. Como sua conta é nova, ainda está sendo aprovado no sistema e essas coisas chatas de banco. Mas segunda-feira sem falta, você vai está com seu dinheiro nas mãos, tudo bem? perguntou hesitante.

Katherine - Está tudo ótimo dona Clarice. sorri ainda sem acreditar, que eu ganharia uma fortuna

- Mas a senhora tem certeza que me quer oficialmente como sócia?

Clarice - Absoluta certeza querida. tocou nas minhas mãos

- Quero você oficialmente como sócia e quem sabe oficialmente na família. ergueu a sobrancelha sugestiva.

Retirei minhas mãos das dela com o rosto quente.

Katherine - Fico honrada... falei sem graça.

Clarice - Eu é que fico honrada. olhou novamente para agenda.

- Aqui... virou uma página para me mostrar uma lista - Aqui está as encomendas. No total são cinco bolos e uma única torta para quarta e quinta-feira. Sendo que um dos bolos, é para um casamento.

Katherine - Casamento? me animei.

Clarice - Sim e eu... começou falar.

Ficamos conversando por uma hora acertando cada detalhe. Depois ela me obrigou a comer a minha torta que ela tinha separado pra mim. Meia hora depois, ela subiu para chamar o filho, já que moravam em cima e desceu com ele.

Clarice - Pablo vai lhê levar para casa. bateu no ombro dele.

Katherine - Se não for encomado. olhei pra ele.

Pablo - Claro que não é Katherine riu

- Será um prazer.

Clarice - Não te falei que Pablo iria adorar sua companhia querida? ergueu a sobrancelha me puxando pelos ombros e me colando ao lado do filho, bem grudado nele. - Vocês até que ficam bonitinhos juntos, sabiam?

katherine/ Pablo - É mesmo? falamos juntos e nos encaramos sem graça por causa disso.

Clarice - Aí que lindo! bateu palmas de leve - Falam até ao mesmos tempo. sorriu.

Pablo - Eh...agora precisamos ir, né Katherine? - me olhou sem jeito.

Katherine - Claro! - respondi enquanto nós dois e dona Clarice, é claro, caminhávamos para fora.

Já em frente à padaria ela me abraçou apertado, se despedindo de mim e depois Pablo. Quando ele se afastou dela, ela soltou.

Clarice - Cuida dela filho e por favor, se forem namorar ou "ficarem" como vocês jovens falam hoje em dia, não esqueçam da camisinha. Sou muito nova para ser vovó sorriu abertamente.

Eu quis que um buraco se abrissem onde eu estava pisando. Onde ela tira esses tipos coisas? Meu Deus!

Pablo - Mamãe! a repreendeu sem graça.

Clarice - O que? riu.

Negando com a cabeça, Pablo puxou meu braço com delicadeza até o carro e abriu a porta pra mim, logo entrou e deu a partida no completo silêncio.

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