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Almas Opostas
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Capítulo 55 Julie grávida img
Capítulo 56 Resto do sábado img
Capítulo 57 Uma semana depois img
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Capítulo 71 Segunda-Feiraa img
Capítulo 72 Ninguém vai nos Separar! img
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Capítulo 77 Perdão img
Capítulo 78 A chegada de Mary img
Capítulo 79 Conhecendo a Mary img
Capítulo 80 Dia Livre! img
Capítulo 81 Ligação surpresa img
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Capítulo 84 Presa por tráfico de drogas img
Capítulo 85 Sete Horas img
Capítulo 86 Finalmente livre img
Capítulo 87 Meu coração te pertence img
Capítulo 88 Sempre! img
Capítulo 89 Dias depois img
Capítulo 90 Pedido de desculpas img
Capítulo 91 Um brinde á sua morte img
Capítulo 92 Antes de dormir img
Capítulo 93 Quem é Cheryl img
Capítulo 94 A única íntima aqui é você! img
Capítulo 95 Klaus me amava.. img
Capítulo 96 Amanhã têm muito mais! img
Capítulo 97 Quer casar comigo img
Capítulo 98 Completamente Feliz img
Capítulo 99 O resto do final de semana img
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Capítulo 5 chapitre cinq

Assim que eu entrei no meu apartamento vi Mary mexendo nos vazos da instante principal, ela fazia várias careta enquanto passava o dedo pelo imóvel.

Klaus - Não vai me dar, nem mesmo um abraço? joguei minha maleta no sofá e abri os braços.

Mary - Menino... sorriu abertamente enquanto corria para me abraçar apertado - Como está meu filho?

Klaus - Indo... beijei as bochechas da minha eterna babá, minha segunda mãe.

Mary - Vim para a grande inauguração do seu mais novo hotel querido. me soltou

- Ele é muito lindo... sorrir.

Suspiro.

Klaus - Tenho que me arrumar, acabei de vir da Florida, tive uma reunião muito importante de última hora e vim correndo para Portugal. toco na minha nuca que esta doendo.

Por que isso justo agora?

Mary - Já preparei seu banho menino... começa a desabotoar meu terno, mas a paro no meio.

Mary - O quê filho? pergunta sem entender.

Klaus - Vai mesmo me despir Má? ergo a sobrancelha.

Mary - Eh...desculpa fica muito vermelha se afastando de mim - As vezes esqueço que cresceu, já não é mais o meu menininho de cinco anos, e sim um homem . sorriu de lado.

Klaus - Tem razão Má, eu cresci e várias coisas também cresceu comigo. ri da cara dela.

Mary - Menino Klaus. ficou ainda mais vermelha - Vai logo tomar o seu banho.

Klaus - Estava com saudades dessa voz autoritária avisei me afastando da sala.

Mary - Eu também gritou.

Duas horas depois, entrei no elevador sendo acompanhada por Mary, Brayan e os seguranças. Esse negócio está começando a me irritar, para onde eu vou eles vão atrás. Brayan mexia no tablet e Mary suspirava ao meu lado.

Ela estava muito bonita com seu vestido de gala preto longo de uma única só calda. Ela era muito bonita. Mary Evans está na casa dos quarenta e sete anos, alta, ruiva e minha eterna segunda mãe. Ela era muito bonita mesmo e sua aparência jovem fazia sucesso.

Meus dias naquela antiga casa Uckermann, se transformaram em uma bagunça total, porque eu não aceitava ela como minha babá, mas Mary com seu jeitinho doce de ser me conquistou e até hoje ela me ver como um menino de cinco anos e que corria para cama dela todas as vezes que chovia e tinha relâmpagos.

As portas do elevador se abriram revelando o Hall do hotel, saímos sendo atingidos por flesh e repórteres em cima, mas as enormes muralhas, seguranças, faziam uma barreira que impediam de se aproximarem.

O luxuoso e mais moderno Hall do hotel estava vários empresários, socialite, modelos, artistas, muito bem vestidos e elegantes, rindo e enchendo a cara de champanhe. Uma música animada e bastante agitada servia de trilha sonora para todos. Garçons passavam com bandejas cheias de doces e o inesquecível caviar.

[...]

Já tinha se passado quatro horas desde que entrei no Hall. O comercial dos Grey já tinha sido visto e aprovados por todos, mais uma vez Magno e Augustus se irritaram porque não ficou como eles queriam. Foda-se! A empresa é minha e quem manda naquilo sou eu. Como a auditoria da empresa votou sim, eles não puderam fazer nada. A festa continuava, conversei com importantes empresários e flertei com meia dúzias de mulheres lindas presentes.

Quando chegou a hora dos agradecimentos, meu coração acelerou e minha respiração ficou curta imediatamente.

De novo não! Respirei fundo e subi no pequeno palco de madeira moderna. O Som alto tinha sido desligado e umas duzentas pessoas me encaravam... Minha boca ficou seca.

Klaus - Boa Noite! comecei e fleshes começaram a me cegar na hora - Muito obrigada por....

Minha vista embaçou.

Klaus - Por cada um ...presente.. n... fiquei tonto e quase tombei de lado.

Meu coração acelerou ainda mais, minha respiração ficou ofegante como se eu estivesse corrido em uma maratona, minha boca estava seca, não via nada além de borrão e vozes alta, meu peito ardeu e meu coração deu uma pontada tão, mais tão forte que cai de joelhos no chão com a vista toda preta e escutando gritos.

A única coisa que ouvi antes de tudo se apagar por completo, foi a voz alta e extremamente agoniada de Mary gritando horrorizada e... mais gritos dela

A primeira coisa que eu senti, antes mesmo de abrir os olhos, foi o peso de algo muito pesado sobre meu corpo, como se fosse um elefante e ele estivesse todo largado em meu peito até as pernas, a sensação de enjoo não saia do meu estômago, eu podia sentir a boca seca e complemente ressecada. O barulho de piii-piii era alto e vozes abafadas também faziam parte do lugar que eu estava.

Com um grande esforço e todo fora do normal, lentamente eu consigo abrir os olhos e a única coisa que vejo é borrão que aos poucos vai se intensificando por ele mesmo me fazendo ver por fim com toda clareza.

O quarto era azul claro, na janela um sofá cama, ao lado uma mesa de madeira com um vazo de flores em cima, uma porta branca ao lado da mesa. A cama que estava era daqueles de hospitais mais muito confortável, ao meu lado, duas poltronas de ambos lados.

A TV pendurada ficava de frente para cama, eu estava deitado, usando uma roupa branca sem graça de hospital que parecia um vestido. Nos meus braços estavam cheios de agulhas e fios ligados diretamente de soro e algum aparelho.

No meu peito podia sentir mais fios em torno dele, e alguns até faziam um leve choque. A porta dupla de madeira se abre no canto do quarto e Mary entra no quarto silenciosa, nas suas mãos estão uma bolsa, que ela deixa em cima da mesa e quando se vira pra mim, me ver olhando para ela. Seu cabelo ruivo e longo está preso, o canto de seus olhos estão fundos, olheiras, melhor dizendo.

Mary - Menino... sussurra se aproximando de mim e tocando na minha mão - Como se sente?

Klaus - Mole. sussurrou de volta quase sem força para falar.

Mary - Meu amor... beija minha cabeça - Vou chamar o médico! fala se afastando e indo para porta na qual entrou no quarto.

Klaus - Espera! pedi um pouco mais alto.

Ela volta para perto de mim e segura na minha mão novamente e ao sentir o toque da mesma eu respiro fundo.

Klaus - O que aconteceu comigo?

Mary - Meu querido você teve um transtorno de estresse agudo. suspirou

- Isso resultou em você, por que está extremamente sobrecarregado de trabalho, fisicamente e mentalmente.

Klaus - Como assim?

Mary - Qual é a última coisa que você lembra?

Faço um esforço e lembro de pouca coisa.

Klaus - De chegarmos no Hall do hotel e sermos atingidos pela mídia, o lançamento do comercial e.... penso mais um pouco

- E eu falando algo para aquelas pessoas e depois disso, não lembro de mais nada.

Mary - Você desmaiou na frente de todos no meio do seu discurso de agradecimento. Foi uma loucura e te trouxemos o mais rápido possível para o hospital. Fizeram vários tipos de exames em você e descobriram o que você tem, ou seja, o que causou o desmaio. tocou com carinho meus cabelos - Filho você precisa se cuidar, porque se isso não for tratado com urgência... engoliu em seco - Pode levar a pessoa á morte.

Arregalei os olhos... Nesse momento a porta dupla de madeira se abriu e entrou um homem alto de jaleco e prancheta nas mãos.

Tinha mais ou menos a idade de Mary, coroa, olhos azuis escuros e cabelos crizalhos do jeito que minha babá gosta. Sei disso porque assim que ele entrou no quarto, ela ficou sem jeito.

Doutor - Como está Sr.Uckermann? perguntou todo serio mais ao mesmo tempo simpático.

Klaus - Mole. respondo baixo.

Doutor - Excelente! sorrir abertamente anotando algo na prancheta em mãos.

Excelente? Não consigo compreender, pois no fundo eu não consigo me sentir excelente.

Mary - Doutor Por favor explica para ele o que deve ser feito a partir de agora. sai de perto de mim e pega a bolsa

- Vou deixa essa bolsa com Taylor e volto já . jogou beijos pra mim e saiu do quarto nos deixando a sós.

Doutor - Sr.Uckermann, me chamo Brad Kavanagh e sou seu médico, o que lhê atendeu - deixou a prancheta em cima da poltrona e mexeu nos aparelhos ao meu lado - O senhor teve uma crise séria de transtorno de estresse agudo, por falta de descanso, tanto da parte física como mental e esse quadro pode piorar caso não seja tratado logo. me encarou

- A senhora que estava aqui, Mary Evans, me explicou o que você esteve fazendo. negou com a cabeça

- E devo dizer que isso não me surpreende, o senhor não é o primeiro caso que eu pego com esse tipo de problema.

Klaus - Como assim? franzi o cenho.

Doutor Brad - Muito Jovens empresários ou magnatas como o senhor, sempre acabam tendo isso, eles deixam a vida profissional tomando a sua própria vida pessoal, tendo reuniões fora do normal e viagens sem limites . negou com a cabeça

- E isso deixa a pessoa fraca, estressada, cansada e desidratada - me olhou feio - Além disso, o senhor não anda comendo, o que fez o caso mais sério ainda.

Então por isso o soro.

Doutor Brad: Os sintomas que o senhor com certeza andava sentido, era os sinais do estresse agudo e o desmaio foi por falta de hidratação.

Klaus - E como eu me recupero o mais rápido possível? Preciso ir para Tailândia tenho uma reunião muito import...

Doutor Brad - É disso que estou falando. bufou

- O senhor não pode mais trabalhar nesse ritmo, a senhora Evans me informou que faz dois anos que só trabalha e trabalha, tem noção disso meu rapaz? Se trabalhar de novo nesse ritmo, vai acabar morrendo. avisou

Suspirei. E agora? O que vou fazer? A empresa não pode esperar, meu pai não pode esperar. Que droga! Dinheiro, antes de qualquer coisa. Esse era o grande lema da minha família, dinheiro antes de qualquer outra coisa.

Klaus - Como faço para me curar?

Doutor Brad pega a prancheta novamente e anda pelo quarto, anotando algo nela concentrado.

Doutor Brad: O que o senhor precisa é relaxar, precisa está bem mentalmente, ou seja, precisa de férias. Uns meses de férias, afastado de reuniões, viagens longas e super cansativas, ajudaria muito e acabaria com isso depressa.

Klaus - E eu poderia voltar a trabalhar? tentei.

Doutor Brad - Não enquanto estiver com pensamentos de relatórios na cabeça. murmurou - Quer uma dica de médico?

Dei de ombros.

Klaus - Porque não!

Brad me encarou.

Doutor Brad - Sai de férias, viaje sozinho para um lugar bonito, relaxa, se divirta, pense somente em você, faça loucuras que nunca tenha feito antes, beije bastante na boca, namore muito e aproveite sua juventude. Ainda é muito jovem meu rapaz, aproveite e só assim você será totalmente curado e com várias histórias para contar quando estiver na minha idade.

Eu agradeço ao doutor e depois de sua saída eu fico na cama refletindo sobre suas palavras e começo a achar que sua ideia é muito boa, desde de novo fui forçado a me dedicar para esta empresa, minha vida sempre foi traçada por terceiros desde o meu nascimento e então porque eu não aproveitar esse momento para me conhecer de verdade a aproveitar e a minha vida. Com esse pensamento eu fecho meus olho e acabo dormindo. Vi ele deixar um papel no pé da cama, em uma prancheta grudada nela e sair do quarto.

Respirei fundo. Será?

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