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Uma dose de amor e o coração de um CEO, por favor
img img Uma dose de amor e o coração de um CEO, por favor img Capítulo 4 Não acho que deva subir (II)
4 Capítulo
Capítulo 7 Bastarda img
Capítulo 8 Bastarda (II) img
Capítulo 9 O dia do acidente img
Capítulo 10 O dia do acidente (II) img
Capítulo 11 Odiar é uma palavra bem forte img
Capítulo 12 Odiar é uma palavra bem forte (II) img
Capítulo 13 Piranhas img
Capítulo 14 Piranhas (II) img
Capítulo 15 Todo mundo tem direito à sua versão img
Capítulo 16 Todo mundo tem direito à sua versão (II) img
Capítulo 17 O meu, o seu, o nosso img
Capítulo 18 O meu, o seu, o nosso (II) img
Capítulo 19 Perfeita demais img
Capítulo 20 Perfeita demais (II) img
Capítulo 21 Oi, vô img
Capítulo 22 Oi, vô img
Capítulo 23 Batom de cereja img
Capítulo 24 Batom de cereja (II) img
Capítulo 25 Aceito dormir com você img
Capítulo 26 Aceito dormir com você img
Capítulo 27 Vlady img
Capítulo 28 Vlady (II) img
Capítulo 29 Fucking Fabulous img
Capítulo 30 Fucking Fabulous img
Capítulo 31 Ashley Rocha img
Capítulo 32 Ashley Rocha (II) img
Capítulo 33 Mabel Montez Deocca img
Capítulo 34 Mabel Montez Deocca (II) img
Capítulo 35 O pedido de Élida img
Capítulo 36 O pedido de Élida (II) img
Capítulo 37 Velho, de óculos e calvo img
Capítulo 38 Velho, de óculos e calvo (II) img
Capítulo 39 Montez Deocca ou Hauser img
Capítulo 40 Montez Deocca ou Hauser img
Capítulo 41 Orlando img
Capítulo 42 Orlando img
Capítulo 43 A tendência do ser humano img
Capítulo 44 A tendência do ser humano (II) img
Capítulo 45 No banheiro img
Capítulo 46 No banheiro (II) img
Capítulo 47 Amigo img
Capítulo 48 Amigo (II) img
Capítulo 49 O contrato img
Capítulo 50 O contrato (II) img
Capítulo 51 Sinta o meu coração img
Capítulo 52 Sinta o meu coração (II) img
Capítulo 53 David Dulevsky img
Capítulo 54 David Dulevsky (II) img
Capítulo 55 Eu sou um caso a ser estudado img
Capítulo 56 Eu sou um caso a ser estudado (II) img
Capítulo 57 Segredos e mentiras do CEO img
Capítulo 58 Segredos e mentiras do CEO (II) img
Capítulo 59 Senhor Dulevsky img
Capítulo 60 Senhor Dulevsky (II) img
Capítulo 61 Todos se conhecem img
Capítulo 62 Todos se conhecem (II) img
Capítulo 63 Ele tem duas malas img
Capítulo 64 Ele tem duas malas (II) img
Capítulo 65 A floresta img
Capítulo 66 A floresta (II) img
Capítulo 67 Eu não sou o pai img
Capítulo 68 Eu não sou o pai (II) img
Capítulo 69 Você precisa seguir em frente img
Capítulo 70 Você precisa seguir em frente (II) img
Capítulo 71 Zaud img
Capítulo 72 Zaud (II) img
Capítulo 73 Tumalina Hauser Maxim img
Capítulo 74 Tumalina Hauser Maxim (II) img
Capítulo 75 A verdade img
Capítulo 76 A verdade (II) img
Capítulo 77 Não lembro de ter dito isto img
Capítulo 78 Não lembro de ter dito isto (II) img
Capítulo 79 A promessa img
Capítulo 80 A promessa (II) img
Capítulo 81 Jacutinga img
Capítulo 82 Jacutinga (II) img
Capítulo 83 Eu quero beijá-lo img
Capítulo 84 Eu quero beijá-lo (II) img
Capítulo 85 Uma lenda img
Capítulo 86 A lenda (II) img
Capítulo 87 Eu não o beijei img
Capítulo 88 Eu não o beijei (II) img
Capítulo 89 Contem um segredo img
Capítulo 90 Contem um segredo (II) img
Capítulo 91 Astrofobia img
Capítulo 92 Astrofobia (II) img
Capítulo 93 Os outros img
Capítulo 94 Os outros (II) img
Capítulo 95 A flor da lua img
Capítulo 96 A flor da lua (II) img
Capítulo 97 Meu desejo img
Capítulo 98 Meu desejo (II) img
Capítulo 99 Para sempre img
Capítulo 100 Para sempre (II) img
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Capítulo 4 Não acho que deva subir (II)

Parecia que ter sido ontem que aquilo tudo aconteceu. Eu sorri, sozinha, observando para fora do automóvel. Sabia que aos poucos iria lembrando de tudo.

Cerca de quarenta minutos depois estávamos entrando na propriedade onde ficava a mansão Deocca, dentro de um dos mais conceituados condomínios de luxo de Noriah Norte.

A casa ficava cercada de um gramado gigantesco. Não muito grande em extensão, mas extremamente luxuosa, tinha praticamente 50% vidro na sua composição, o que fazia com que durante o dia houvesse muita luz natural e à noite proporcionava uma bela visão da lua e das estrelas. Ri ao lembrar do quanto eu tinha medo de temporais e pedia a Andress que cobrisse as vidraças do quarto para evitar os relâmpagos que pareciam tomar conta do ambiente em tempestades.

Andress sempre dizia que era desnecessário, que bastava eu abraçá-lo que tudo ficaria bem. Então eu me obrigava a ficar em seus braços enquanto ele alisava meus cabelos até o tempo ruim passar.

O primeiro andar abrigava as salas, cozinhas: a normal e a gourmet e dois banheiros. Na parte de cima ficavam as suítes. Eu e Andress usávamos a principal e minha sogra e amiga Mabel a segunda maior. O restante dos quartos abrigavam os hóspedes.

Minha amiga Ashley também tinha um quarto na mansão, que usava vez ou outra quando chegava tarde e achávamos perigoso que voltasse sozinha para casa. Ela era perfumista, como eu. E trabalhava na empresa Montez Deocca.

O estado de saúde de Mabel, minha sogra, era delicado e exigia cuidados. No passado um acidente a deixou paraplégica e também dependente de algumas medicações.

- Estou em casa. – Avisei o motorista.

Ele abriu a porta para que eu descesse e afirmou:

- Só irei embora quando a atenderem, senhora. Fui pago pela doutora para que ficasse segura.

Eu ri:

- Estou segura agora.

- Ainda assim, esperarei até que entre pela porta. – Afirmou enquanto se escorava no capô do carro, parecendo decidido a cumprir a promessa que fez a Verbena.

Virei as costas e de alguma forma me senti segura por ele estar ali. Reconheci o carro de Ashley na garagem, mas o outro, um Porsche vermelho, não lembrei de ser nosso. Teria Andress trocado de carro?

Abri a porta e deparei-me com a minha casa. Antes de fechá-la, espiei o motorista, que enfim pareceu decido a ir embora.

Olhei a sala em tons brancos, que eu havia escolhido. Aspirei o aroma floral e doce de lar. E fiquei confusa ao ver tudo exatamente da forma como deixei, sendo que Andress havia alegado que estava sem dinheiro para pagar meu tratamento e estadia no hospital.

Se livrar da casa seria a primeira coisa a fazer na falta de dinheiro, já que uma mansão naquele lugar em específico valia muito.

Certamente Mabel havia ficado ruim naquela noite e por isso Ashley havia vindo ajudá-la, já que minha amiga também se dava muito bem com minha sogra.

Estava indo em direção à escadaria de vidro quando parei. Minha mente trouxe uma lembrança de Kayde e Andress discutindo. Lembrei de algumas situações onde os dois se alfinetavam, me certificando de que não se davam muito bem.

Toquei as têmporas quando lembrei de meu avô... E todo meu coração encheu-se de amor. Desde que cheguei à casa dos Hauser e soube que Alexis era doente, passei a cuidá-lo e não levou muito tempo para que descongelasse aquele coração que tinha tanto amor dentro.

- Senhora? – ouvi a voz de Fernanda, a governanta, reconhecendo-a imediatamente, como se nunca tivesse deixado aquela casa, já que ela estava exatamente como há um ano atrás.

- Fernanda! – Sorri, indo na direção dela e abraçando-a.

- Eu... Meu Deus! Achei que... Estivesse morta! – A voz dela mal saía.

- Está pálida. Parece mesmo que viu um fantasma. – Brinquei.

- Está... Viva!

- Em carne e osso. – Peguei a mão dela e a fiz tocar meu braço, o qual apertou levemente.

Percebi que suas mãos estavam trêmulas e tentei acalmá-la:

- Eu não estou morta. Não sou um fantasma, Fernanda. Acordei do coma há algumas semanas. E... Quis fazer uma surpresa a Andress e Mabel.

Ela deu um passo para trás e mordeu os lábios, nervosamente:

- Mas... Avisaram o senhor Montez Deocca?

- Não... Como eu disse, quis fazer uma surpresa – Sorri e me dirigi novamente para a escada, sendo contida por ela.

- Não pode subir, senhora. – Falou com a voz fraca.

Eu ri:

- Está tudo bem, Fernanda. Andress está em casa, não é mesmo?

Ela assentiu.

- Então irei fazer uma surpresa, conforme imaginei desde que saí do coma. Acredita que me disseram que meu Andress não quis saber notícias minhas? – ri – Isso tudo é uma loucura.

- Senhora... Eu... Não acho que deva subir.

Olhei no relógio, que marcava onze horas da noite:

- Andress não dorme cedo. Certamente irei encontrá-lo deitado, mexendo no celular – lembrei saudosa do corpo de meu marido na cama, usando somente uma cueca, com o corpo perfeito em evidência – E ele ficará feliz em me ver.

- Senhora...

- E Mabel? Meu Deus, que saudade da minha sogra!

- A senhora Mabel... Não está mais na casa.

- Como assim? – Voltei, dando alguns passos para trás e encarando Fernanda.

- Ela... Foi internada numa Clínica.

- O estado de saúde dela piorou?

- Eu... Não sei, senhora. Só sei que... Ela não se encontra mais na mansão.

- Onde ela está? Qual clínica?

- Não posso lhe dar esta informação, senhora... Porque realmente não sei.

Balancei a cabeça e Fernanda se pôs na minha frente:

- Senhora, não suba.

Estreitei os olhos e pedi:

- Saia da minha frente, Fernanda.

Ela abaixou o olhar e saiu, dando-me a passagem. Eu estava com medo do que encontraria lá em cima. Ainda assim respirei fundo, encarei-a e subi vagarosamente cada um dos degraus de vidro, com o coração acelerado.

Andei pelo corredor iluminado pelas andarelas acopladas à parede até chegar ao final dele, onde avistei a porta do meu quarto. Ouvi sons vindo do lado de dentro... E risadas abafadas.

Embora eu não quisesse admitir para mim mesma, já sabia o que estava acontecendo ali.

Vagarosamente girei a maçaneta, tentando não fazer nenhum ruído. Então, com a claridade que vinha da rua, das lâmpadas dos postes, agregada à da lua que emoldurava a noite bonita que fazia lá fora, avistei a silhueta perfeita do corpo de Andress sobre a mulher, enquanto beijava cada parte de seu corpo.

- Você é maravilhosa, Ashley!

- Eu sei... – Ela gargalhou.

Fiquei quase sem ar ao ouvir a voz da minha melhor amiga. Agora eu entendia o carro dela na garagem... E o fato de Mabel não estar mais na casa.

O que aqueles dois tinham feito com Mabel? Como Andress foi capaz de tirar a própria mãe de casa?

- Gostosa... – Andress abriu as pernas dela e começou a beijá-la.

Ouvi os gemidos intensos de Ashley ecoando pelo quarto:

- Me diga que será meu para sempre, Andress.

- Serei... Para sempre – Ele garantiu ainda entre suas pernas.

- E se Duda acordar? – Questionou, com a voz lânguida.

- Ela não vai acordar. E se acordar, exigirei o divórcio, quer ela queira, quer não. Não continuarei em hipótese alguma um casamento fracassado.

- Já vai fazer um ano... Talvez seja hora de entrar com um pedido judicial para que sejam desligados os aparelhos. – Ela sugeriu.

- Sinceramente... Não quero falar de Duda entre as suas pernas, amor...

Ela riu e gritou:

- Ai, isso dói... Continua... Adoro quando morde minha boceta.

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