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Guerra, Honra e Amor
img img Guerra, Honra e Amor img Capítulo 4 Encurralanda
4 Capítulo
Capítulo 6 O Acordo img
Capítulo 7 Desejo. Parte 1 img
Capítulo 8 Desejo. Parte 2 img
Capítulo 9 Desejo. Parte 3 img
Capítulo 10 Uma noite não é o suficiente img
Capítulo 11 Raiva img
Capítulo 12 Batalha img
Capítulo 13 Proximidade img
Capítulo 14 A proposta img
Capítulo 15 Desistência img
Capítulo 16 Última esperança img
Capítulo 17 Revelação img
Capítulo 18 Sem nada a perder img
Capítulo 19 Entregues aos desejos img
Capítulo 20 Considerando uma proposta impensável img
Capítulo 21 Conflitos do coração img
Capítulo 22 O sétimo dia img
Capítulo 23 Confronto, parte 1 img
Capítulo 24 Confronto, parte 2 img
Capítulo 25 Casa, lar e amor img
Capítulo 26 Conflitos internos img
Capítulo 27 Uma nova estrela img
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Capítulo 4 Encurralanda

–Ela não faz nada o meu tipo, nem me desperta interesse como mulher, mas é como dizem, olho por olho, dente por dente–

Kiyara levantou o olhar encarando o homem de pele branca, cabelos platinados e olhos num azul forte e claro.

Os olhos cor de mel cruzaram com os olhos azuis cristalinos. Uns portando raiva, e os outros portando desprezo.

–Preparem ela e a Levem para os meus aposentos–

–Sim Senhor–

O homem deu uma última olhada em Kiyara e saiu.

–Abram a cela– mandou o outro homem de cabelos loiros e entrou na cela.

–por que elas têm o corpo tão avantajado? Os seios parecem cocos prontos a colher, e o traseiro delas é tão volumoso, as coxas grossas parecendo de uma vaca e elas são ridiculamente altas. Eu não conseguiria fazer nada com uma mulher assim– comentou um dos guardas.

–isso porque você é fraco, eu já estive como uma mulher de Bahal antes, foi a melhor experiência da minha vida– comentou o outro guarda e os outros dois o olharam. –Era uma prostituta, mas ela me contou que todas elas na mocidade recebem um certo "treinamento" especial para agradar aos homens, parece que nasceram apenas para isso–

–Eu ainda acho estranho, uma mulher tem que ser delicada, pequena, bonita e frágil como uma flor, como as mulheres de Onir. E não fortes, altas e agressivas como as de Bahal, foram necessários mais de 10 homens e 4 soníferos para pegar ela. O Líder vai realmente fazer isso com essa mulher? Eu duvido que ele vá conseguir se animar com uma mulher dessas. A Princesa Lia era uma mulher formosa, a mais fina bela e delicada, não tem como ele tocar nessa mulher depois de estar apaixonado por uma mulher como a princesa Lia–

–Calem-se!– ordenou o homem loiro que parecia o líder deles.

–São as regras do nosso povo e o rei tem de o fazer. E você sabe muito bem que está proibido de pronunciar o nome dela no palácio, eu vou deixar passar dessa vez, da próxima, eu vou arrancar sua língua–

–m-me desculpe senhor–

O homem terminou de preparar a poção e olhou para Kiyara que o encarava com os olhos raivosos.

–Acredite, eu quero tanto que isso acabe quanto você, então apenas colabore e tudo terminará logo e você poderá voltar para sua aldeia e para o seu príncipe...bom isso se ele ainda querer você. Mas sendo uns bárbaros animais, presumo que os do seu povo não se importam de ter uma mulher que foi manchada por outro homem, provavelmente você já teve vários, isso me preocupa quanto a saúde do Rei, mas pela honra do nosso povo, isso tem de ser feito–

O homem segurou Kiyara pelo cabelo na nuca e aproximou o frasco da poção ao rosto dela mas antes que pudesse aproximar mais, sentiu um forte golpe que deixou um corte em seu rosto que começou a sangrar e antes que pudesse reagir, estava com o pescoço preso entre os braços de Kiyara e uma navalha apontando diretamente para sua carótida.

Kiyara olhou para os dois homens que estavam parados hesitando se atacavam ou não, um deles se moveu para frente.

–AAHHH!!! PARE!– gritou o loiro ao sentir a navalha perfurar seu pescoço fazendo sangue escorrer dele deixando bem claro que caso alguém se movesse, ele morreria ali mesmo.

Kiyara olhou para um dos homens ali e fez um sinal para Ele soltar as pernas dela.

O guarda olhou para seu chefe.

–Faça o que ela mandar–

O guarda soltou as pernas de Kiyara que logo torceu o pescoço do loiro o deixando desacordado e partiu para cima dos outros dois os neutralizando facilmente.

Kiyara olhou para o corredor que estava vazio e saiu caminhando com passos silenciosos mas logo começou a ouvir choros.

–Kiyara? É a Kiyara!– disseram as crianças Bahal que estavam numa cela e Kiyara imediatamente correu até elas.

–O que? Por que estão aqui? Desde quando estão aqui?–

–Nos trouxeram ha pouco, você vai nos levar de volta para casa neh?–

–É claro que eu vou– Kiyara sorriu tentando lhes transmitir confiança, contou as crianças e eram 7 de 5 á 11 anos e aquilo a enfureceu ainda mais. Como podia sequestrar crianças que nem sequer podiam se proteger?

–Vão para trás–

As crianças assim o fizeram e Kiyara quebrou a fechadura tirando as crianças dali logo em seguida.

–Fiquem juntos e atrás de mim, os mais velho segurem as mãos dos mais novos, e se precisarmos correr os peguem no colo. Entendido?–

As crianças confirmaram com a cabeça.

Kiyara foi na frente com passos cautelosos e tudo estava quieto, e aquilo não a agradava.

Saindo das masmorras, Kiyara viu um corredor com várias portas e uma janela no final. Tinha de ver onde estava primeiro.

Os Bahal continuaram caminhando pelo corredor até chegar ao fim.

Kiyara olhou pela janela e viu que estavam no térreo de um palácio, então seria fácil escapar, as crianças podiam pular daquela distância. Era noite então poderiam se esconder e escapar discretamente.

Kiyara se virou –Crianças eu...–

Kiyara cerou os dentes ao ver as crianças cercadas por guardas com espadas nos pescoços de cada uma.

–Eu disse ao Osório para levar mais guardas– Disse a voz de antes e logo o homem de olhos azuis apareceu e encarou Kiyara que estava numa posição de ataque.

–Afinal, se trata de uma mulher mais perigosa que 10 tigres– disse ele com seu sorriso costumeiro olhando para guerreira.

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