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Capítulo 5 5

A festa atingiu seu ponto alto. Quando uma mulher dançava no pole dance, e logo outra, de lingerie, fazia um lap dance em Victor, se esfregando nele com total desinibição.

Rayra observava a cena, cada vez mais chocada com a "putaria" que presenciava. De repente, Victor se levantou, olhou diretamente para ela, e começou a caminhar em sua direção. Ela se levantou e entrou na casa, agindo com a maior naturalidade possível. Enquanto estava desesperada por dentro.

No caminho, Victor parou para conversar com algumas pessoas, e Rayra, curiosa e querendo evitá-lo, subiu as escadas. Ela foi direto para o dark room, espiar o que acontecia. No caminho, encontrou duas mulheres se agarrando. Chegando no quarto, ele estava escuro, iluminado apenas pela luz que vinha do corredor.

Ela entrou e foi direto para o balde de bebidas, vendo uma garrafa rosa que não conhecia. Leu o rótulo, abriu-a e começou a beber como se não houvesse amanhã. Em seguida, foi até a prateleira de sex shops, pegou um perfume afrodisíaco e o aplicou no pescoço. De repente, ela levou um susto com a voz que soou na escuridão.

Victor se aproximou por trás, curioso, sentindo o cheiro do perfume sensual que emanava do corpo dela.

- Oi. Começou a festa sozinha? - Ele pegou a garrafa, quase vazia, e a balançou.

- Você ainda não me presenteou, mesmo não tirando os olhos de mim.

Rayra, apreensiva, manteve-se de costas, esticando a mão para lhe oferecer a taça cheia.

- Toma. - ela disse, sem olhá-lo.

- O centro das atenções é você, é impossível não te olhar. Já ganhou presentes demais.

Ele, parado atrás dela, pegou a taça intrigado.

- Não o suficiente. Mas tudo bem, em me negar algo no meu aniversário, o dia em que eu deveria me sentir especial.

Rayra, gostando do perigo de ser reconhecida, riu. Ela pegou um par de algemas na prateleira à sua frente e estendeu a mão na direção dele.

- Adoraria te fazer se sentir especial. Mas do meu jeito.

Ele pegou as algemas, rindo, completamente envolvido no jogo.

- E se não for o suficiente?

- Tenho muitas opções hoje. E sou exigente.

Ainda de costas, ela caminhou até a porta da varanda, puxando a cortina para que a luz iluminasse o quarto. Lentamente, de maneira provocativa, ela começou a descer o zíper lateral do vestido.

- Coloque as algemas. E se deite. Presente a gente não escolhe.

Ele largou a taça e caminhou até a cama. Rayra se aproximou, vestindo apenas lingerie, e se ajoelhou ao lado dele.

- Deixa eu te ajudar, aniversariante. - Ela tirou a camisa dele, beijando seu pescoço e as costas, e prendeu as mãos dele na cabeceira de ferro da cama. Enquanto o prendia, ela se encostou levemente no corpo dele.

Victor sorria, olhando para ela.

- Você e eu já ficamos?

Rayra se afastou e foi até a porta do quarto.

- Não. Eu sou especial demais, um presente inédito. - Ela fechou a porta e voltou, subindo na cama e acariciando as pernas dele.

- Quantos anos você vai fazer?

- Trinta. - ele respondeu, e perguntou a idade dela.

Rayra abriu a calça dele, beijou seu abdômen e passou o cabelo pelo corpo dele, deixando-o ansioso.

- Não vamos falar sobre mim. A noite é toda sua. Vou te dar apenas um beijo, por cada ano de vida. Trinta beijos e nada a mais.

Ela tirou a calça dele e mordeu sutilmente a ereção dele por cima da cueca.

- Eu não beijo sem sentimentos. Para não correr o risco de desenvolvê-los inutilmente.

- Mas você merece uns beijinhos. Aproveite o presente.

Ele começou a rir, achando-a muito diferente das mulheres do meio liberal que conhecia.

- Ah, não, trinta? São poucos. Eu adoro beijar, muito.

Rayra, enquanto o tocava e o masturbava, beijando a barriga e o abdômen dele. Respondeu:

- É? Também gosto. Mas, infelizmente, não é um luxo que posso me permitir ter uma boca amiga.

- P.au amigo é fácil.

Victor estava deitado, adorando as carícias dela. Intrigado, ele perguntou:

- Por que não? Ninguém realmente se apaixona pelo beijo. Isso é bobagem. O sexo é mais importante que o beijo. E o que realmente apaixona é a convivência, a afinidade.

Soltinha pela quantidade de bebida que havia tomado, Rayra riu e tirou a cueca dele.

- Todas essas coisas que nunca vão acontecer entre nós.

Ela subiu em cima dele, vestindo apenas a calcinha e sutiã, roçando sua int.imidade no p.au dele, sentindo-o duro. Em seguida, ela se abaixou e beijou o pescoço dele, sussurrando em seu ouvido.

- Posso te beijar, te devorar, e até conviver com você. E nunca vamos nos apaixonar, pelo menos não ao mesmo tempo, em sintonia.

Ela passou a boca sutilmente pela dele, roçando os lábios.

- Você deve ser um grande safado, cafajeste. Não é? A julgar pelo seu aniversário.

Ele tentou beijá-la, mas ela se afastou, provocando-o. Ele sorriu, achando-a muito singular.

- Sou obrigado a concordar. Já tive muitas desilusões e, realmente, acho impossível me apaixonar.

Rayra sorriu, um sorriso pensativo que não chegava aos olhos.

- Vamos fazer terapia ou transar?

​Ela chupou sutilmente a boca dele:

- Também já sofri, muito. Perdi a minha vida toda, já passei mais tempo em relacionamentos do que sozinha.

- Acredito que os homens amam de uma maneira diferente, isso em sua minoria. - disse ela, aproximando-se ainda mais.

A distância entre os dois era mínima agora.

- Porque, pra mim... quase não amam. - ela sussurrou.

​Em um movimento lento, ela se aproximou, tirando o sutiã e revelando os seios. A tensão entre eles era imensa, mas ela continuou.

- Vocês só amam o que têm como benefício no momento. E, a partir do momento que perdem isso, o interesse acaba.

​Victor riu, tentando beijá-la.

- Discordo. Já conheci mulheres exatamente assim, até piores.

- Porque eu tenho a leve sensação de que você vai me torturar e me largar na vontade? - ele perguntou, com a voz carregada de uma ansiedade crescente.

​Rayra riu, um som melódico e sedutor. Ela se moveu, colocando os sei.os no rosto dele, fazendo-o chupar.

- Depende.

- Go.zar sem penetra.ção é uma tortura, para você?

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