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Chefe Desconhecido Amor Secreto
img img Chefe Desconhecido Amor Secreto img Capítulo 3 Mensagens Que Despertam Sorrisos
3 Capítulo
Capítulo 6 Olhares Cruzados img
Capítulo 7 Jogos de Ciúmes e Apoio Invisível img
Capítulo 8 Faíscas Atrás da Tela img
Capítulo 9 Observador Silencioso img
Capítulo 10 Memórias Compartilhadas img
Capítulo 11 A Apresentação Que Fez a Diferença img
Capítulo 12 Segredos Compartilhados img
Capítulo 13 Mudanças Que Não Passam Despercebidas img
Capítulo 14 A Primeira Rachadura img
Capítulo 15 Entre Palavras e Emoções img
Capítulo 16 Suspeitas e Dúvidas img
Capítulo 17 Proximidade Contida img
Capítulo 18 Palavras Que Aproximam img
Capítulo 19 Rumores no Ar img
Capítulo 20 A Um Suspiro de Distância img
Capítulo 21 Sob a Mesma Estratégia img
Capítulo 22 Entre Confissões e Sussurros Digitais img
Capítulo 23 Perto Demais img
Capítulo 24 Tempestade Silenciosa img
Capítulo 25 Mistérios e cumplicidade img
Capítulo 26 O lado oculto do CEO img
Capítulo 27 Palavras que ferem img
Capítulo 28 O toque que muda tudo img
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Capítulo 3 Mensagens Que Despertam Sorrisos

Luna chegou à sua mesa após o almoço, tentando organizar seus pensamentos. A manhã tinha sido exaustiva: reuniões, ligações, revisões de relatórios e a constante sensação de estar sob o olhar crítico de Ethan Del Valle. No entanto, em sua mente, um pequeno fio de leveza a acompanhava: as mensagens de "E".

Ligou o laptop e, quase instantaneamente, viu que havia uma nova mensagem:

"Espero que seu almoço tenha sido tão satisfatório quanto você prometeu. Apenas uma pergunta: você considera que os biscoitos da máquina de café são um risco para a sobrevivência mundial ou um aliado estratégico?"

Luna recostou-se na cadeira, rindo suavemente. Aquele tom brincalhão, aquela maneira de ver o cotidiano como algo quase épico, lhe arrancava sorrisos que a faziam esquecer a pressão do trabalho. Ela respondeu rapidamente:

"Definitivamente um aliado estratégico, embora com um sabor questionável. Seria um sacrifício necessário para a paz mundial... ou para sobreviver à próxima reunião com o CEO."

A resposta de "E" chegou quase de imediato:

"Gosto da sua perspectiva: pragmática e corajosa, mas com bom senso. Quase posso imaginar você enfrentando o CEO com um biscoito na mão e o olhar fixo nos gráficos de vendas."

Luna sorriu, sentindo um arrepio estranho no peito. Pela primeira vez em muito tempo, alguém parecia entender sua maneira de ver o mundo: suas piadas, suas preocupações e sua forma de enfrentar a rotina. Não era apenas um jogo de palavras; havia algo na maneira como "E" escrevia que a fazia se sentir compreendida e apreciada.

Enquanto escrevia a resposta, um e-mail urgente apareceu na tela: um cliente importante precisava de esclarecimentos sobre um projeto que estava prestes a ser apresentado. Luna suspirou, guardou a conversa com "E" por um momento e se concentrou em responder. Seus dedos voavam sobre o teclado, redigindo e-mails claros e concisos. Mas sua mente não parava de voltar às mensagens, à cumplicidade que estava se formando com alguém cuja identidade desconhecia.

Quando terminou de enviar a resposta, voltou ao chat:

"Se algum dia precisarmos convencer o mundo com nossas habilidades estratégicas, acho que seríamos uma ótima equipe. Embora admita que a logística dos biscoitos seja um mistério para mim."

"Confio que seu instinto resolverá até o mistério mais críptico. Além disso, sempre se pode delegar a alguém menos corajoso... ou mais faminto."

Luna soltou uma gargalhada. A maneira como "E" combinava humor e admiração era revigorante, diferente de tudo o que havia experimentado no escritório. Enquanto respondia, percebeu que havia esperado por aquelas mensagens durante toda a manhã, como uma pequena recompensa após as tensões do trabalho.

Ela decidiu arriscar um pouco mais, escrevendo com um tom mais pessoal:

"Confesso que hoje foi um dia especialmente complicado. As reuniões com o CEO me deixam exausta, e às vezes sinto que qualquer erro poderia custar a reputação que tanto me esforcei para construir."

A resposta chegou quase de imediato, e Luna se surpreendeu com a rapidez e a sensibilidade por trás das palavras:

"Entendo perfeitamente como você se sente. Às vezes, até os mais corajosos precisam de um descanso e de alguém que lhes lembre que os erros não definem seu valor. Se pudesse, enviaria um exército de biscoitos estratégicos e café duplo para aliviar a tensão."

Luna sentiu um calor no peito, uma mistura de surpresa e gratidão. Ninguém no escritório havia se dedicado a reconhecer seus esforços dessa maneira, e muito menos com um toque de humor que aliviasse a pressão. Por um momento, ela esqueceu o estresse do dia e se concentrou na sensação de conexão que estava surgindo.

Seu telefone vibrou com uma nova mensagem de "E":

"Se eu pudesse te dar um conselho, seria este: nunca subestime o poder de um sorriso no meio da batalha. E acho que você lida muito bem com isso."

Luna não pôde evitar sorrir e, enquanto escrevia sua resposta, sentiu seus dedos tremerem ligeiramente. Pela primeira vez, alguém estava conseguindo que suas emoções se misturassem à lógica de sua rotina diária, criando um espaço seguro onde ela podia ser ela mesma, mesmo diante da pressão constante do CEO.

"Obrigada... vou tentar me lembrar disso quando enfrentar a próxima reunião. Embora eu não prometa que não morderei o mensageiro se não houver café no meio."

"Trato justo. Considero o café um direito humano básico. Além disso, gosto do seu senso de humor, mesmo sob pressão. Isso me lembra que, embora a batalha seja intensa, há pequenos momentos que fazem tudo valer a pena."

Luna recostou-se na cadeira, deixando que aquelas palavras a enchessem de uma sensação calorosa. Era estranho como alguém que não conhecia podia fazê-la sentir-se tão compreendida. Seus pensamentos viajaram brevemente para Ethan, o CEO que a observava com atenção durante cada reunião. A diferença era esmagadora: Ethan impunha respeito e certa distância, enquanto "E" oferecia proximidade e cumplicidade, sem sequer revelar seu rosto ou sua identidade.

Enquanto isso, os minutos passavam e Luna tinha que seguir com sua rotina. Ela precisava preparar documentos para a próxima reunião, revisar e-mails e organizar a agenda da tarde. No entanto, cada vez que seu telefone vibrava com uma nova mensagem de "E", sentia um impulso de emoção que a fazia sorrir até mesmo na frente de colegas de trabalho que a olhavam com curiosidade.

Em um momento, ela se permitiu um breve descanso e escreveu:

"Às vezes me pergunto... quem é você de verdade? Não tenho ideia de sua identidade, mas sinto que nos entendemos como se nos conhecêssemos há anos."

Houve um silêncio breve, quase angustiante, antes que a resposta chegasse:

"Talvez isso seja o mais interessante: que não precisamos de nomes ou rostos para sentir uma conexão genuína. Às vezes, a identidade é secundária; o importante é como nos entendemos e nos acompanhamos no dia a dia."

Luna suspirou, impressionada com a maturidade e sensibilidade daquelas palavras. Pela primeira vez, sentia que alguém realmente a escutava e a compreendia, além dos títulos e cargos que ocupava no escritório. Essa conexão digital estava se tornando algo mais do que um jogo: era um refúgio emocional em meio ao caos de trabalho.

A tarde continuou com seu ritmo habitual, mas para Luna, tudo parecia mais leve. Suas mãos trabalhavam rápido, ajustando documentos e coordenando detalhes, mas sua mente voltava constantemente às mensagens de "E". Cada frase, cada piada, cada gesto de compreensão parecia preencher um vazio que ela nem sabia que existia.

Quando finalmente chegou a hora de encerrar o expediente, Luna se recostou na cadeira e olhou a tela uma última vez antes de desligar o laptop. Ela havia recebido uma nova mensagem:

"Excelente dia, secretária estrela. Você sobreviveu à rotina, às reuniões e à pressão. Agora, você merece um descanso... embora amanhã haverá novas aventuras. Mantenha o sorriso; é a sua melhor arma."

Luna sorriu, sentindo uma mistura de gratidão e emoção. Nunca tinha imaginado que uma troca de mensagens pudesse ter um efeito tão profundo em seu estado de espírito. Por um momento, ela esqueceu a tensão da manhã e a pressão do CEO, concentrando-se apenas na sensação de ser compreendida e apreciada.

Guardou o laptop, vestiu a jaqueta e se dirigiu à saída, com uma mistura de cansaço e satisfação. A conexão com "E" havia se aprofundado em poucas horas, e embora ainda não conhecesse sua identidade, Luna sentia que algo importante estava começando.

Enquanto caminhava para o estacionamento, pensou no quão estranho e emocionante era sentir-se assim por alguém que nunca tinha visto. A curiosidade, a antecipação e a sensação de ser compreendida formavam um coquetel de emoções que ela não podia ignorar. Ela sabia que amanhã traria novas reuniões, mais desafios e a constante pressão de trabalhar sob o olhar de Ethan Del Valle. Mas também sabia que, em algum lugar atrás da tela, "E" estaria lá, esperando com palavras engenhosas, humor e compreensão, pronto para acompanhá-la em cada pequeno triunfo e cada desafio.

E enquanto Luna abria a porta do carro, não pôde evitar pensar: Quem é você de verdade, "E"? Quando descobrirei que a pessoa que me entende e me faz sorrir poderia ser alguém muito mais próximo do que eu imagino?

Com essa pergunta flutuando em sua mente, ligou o motor e dirigiu para casa, consciente de que algo havia mudado em sua rotina diária. A emoção, o mistério e a conexão emocional com "E" haviam se instalado em sua vida, e Luna sabia que, passo a passo, mensagem por mensagem, estava prestes a descobrir algo que poderia transformar seu dia a dia para sempre.

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