Eles trocaram um olhar cúmplice e faminto, sabendo que haviam cruzado a linha e que não havia mais volta. O desejo selvagem era intenso, apenas esperando o momento certo para explodir.
Katia foi dormir e chamou o marido, os dois subiram juntos, ela estava bêbada, havia desmaiado na cama e, pelo silêncio subsequente, estava em sono profundo.
Rodrigo passou pela, com a ere.ção ainda semi-rígida.
- Sua irmã apagou - ele sussurrou, com a voz ainda debochada.
- É melhor eu subir, antes que ela acorde.
Ele foi para o banheiro do casal, e Sheila o ouviu tomar um banho rápido. Quando ele retornou ao quarto, vestiu apenas uma cueca samba-canção cinza e deitou na cama ao lado da esposa adormecida, virado para o lado oposto.
Sheila subiu, com o corpo ainda pulsando de tesão e o desejo por um orgasmo inadiável. Ela caminhou silenciosamente até o quarto e chamou a irmã, quase num sussurro.
- Katia? Está tudo bem?Não teve nenhuma resposta, Katia não se moveu, seu corpo era um peso inerte sob o edredom.
Sheila não precisou de mais convite. Ela deu a volta na cama e, com a audácia do tesão, parou ao lado de Rodrigo. Cuidadosamente, ela puxou a cueca dele para baixo. O pau, ainda semi-duro, estava ali, convidativo.Ajoelhando-se no chão ao lado da cama, ela o abocanhou com urgência.
Ela babava no p.au, sugando e lambendo com uma voracidade selvagem. Seu prazer era dobrado pela proibição do momento. Ela chupava o pa.u até as bolas, sugando-as e lambendo-as, antes de voltar ao corpo grosso da rola. O pa.u de Rodrigo endureceu na boca dela com uma velocidade impressionante, ficando firme e quente, quase pulsando.
Ela começou a lambê-lo vigorosamente, as mãos massageando a base, transformando o ato em uma pun.heta úmida e devassa. Sheila sugava a glande freneticamente, sentindo o pré-g.ozo salgado invadir sua boca.
De repente, ela parou. O desejo de sentir aquele pa.u dentro de si era insuportável.Com cuidado, ela subiu na cama, ao lado de Katia, sentou sobre Rodrigo. Ela se posicionou sobre o pa.u duro, guiando-o para sua buc.eta, que estava molhadíssima de tanto tesão. Ela se ajeitou e, lentamente, colocou o pa.u inteiro dentro de si. O gem.ido baixo de satisfação dela foi abafado no ar. A sensação de ter o cunhado cheio dentro dela era avassaladora. Ela começou a rebolar, cavalgando no pa.u com urgência, sentindo a buceta ser toda preenchida. A fricção da buce.ta melada no pa.u de Rodrigo criava um eco úmido e ritmado no quarto silencioso.
Sheila segurou na cabeceira da cama, fechou os olhos e começou a quicar, subindo e descendo com o quadril freneticamente. Ela engolia o p.au todo até bater no assoalho pélvico, sentindo um ardor e uma dorzinha maravilhosa que só aumentavam o seu prazer.
O orga.smo veio rápido, muito intenso. Ela goz.ou g.mendo no pa.u do cunhado safado, apertando-o com os músculos internos sugando o pa.u com a b.uceta.
- Goza, quero seu leitinho na minha buc.eta, seu gostoso! - ela falava, com a voz embargada.
- Olha que bu.ceta molhadinha, apertada! Aiii gostosoooooo!
Ela sentiu os espasmos musculares na base do pa.u. Rodrigo, bêbado, goz.ou deliciosamente, com um ge.mido baixo e sufocado sonolento, enchendo-a de por.ra quente, o satisfazendo a mais nova e suja obsessão da cunhada.
Exausta e satisfeita, Sheila deslizou do corpo de Rodrigo e saiu do quarto em passos silenciosos. Com o cheiro de se.xo era forte em si. Ela seguiu para o banheiro, onde se limpou com pressa, enxaguando a buc.eta melada e voltando a vestir a camisola de seda vermelha. Ela se aninhou no colchão na sala, de bruços, e caiu no sono profundo. O cansaço era maior do que a vergonha.