Lá estava ela. Sheila dormia profundamente no colchão, de bruços, com a camisola subindo ligeiramente, expondo o contorno de sua bunda sob a seda fina da camisola.Rodrigo parou. Não havia sido um sonho.Impulsionado por uma urgência animalesca, ele abaixou o shorts, o pau grosso já estava totalmente duro e impaciente. Ele se ajoelhou atrás dela.Com a ponta dos dedos, ele levantou a camisola de seda, expondo a bunda e a calcinha de renda.
Ele inclinou-se e começou a beijar a bun.da dela, passando a língua no tecido fino, lambendo as nádegas cheias redondas.
Sheila apenas resmungou, sem se mexer, entregue ao sono e encenação. Rodrigo cuspiu na mão, espalhando uma saliva espessa pelo próprio pa.u para lubrificá-lo. Puxou a calcinha de renda para o lado, expondo a entrada da bu.ceta lisinha carnuda.
Afastou as nádegas dela, aproximou a cabeça do pa.u da abertura e, com lentidão agonizante, meteu na bu.ceta de Sheila. O tecido de seda da camisola subiu, e a lubrificação natural dela facilitaram a penet.ração.
Ela não despertou totalmente com o choque do peso e do pa.u grosso invadindo seu corpo, e foi soltando um gem.ido abafado no travesseiro.
Rodrigo a segurou firmemente pelos quadris, ditando o ritmo sem dar chance para que ela se levantasse.
- Bom dia, cunhada, va.dia. - ele sussurrou baixo.
Ele começou a meter forte e rápido, estocando a buce.ta dela por trás, com a brutalidade do tesão matinal. O som dos corpos se chocando, e o úmido das estocadas preencheram a sala. Ele podia sentir a buc.eta dela ficando mais molhada a cada movimento, com o go.zo da noite anterior misturando-se à lubrificação fresca, encharcando o pa.u dele.
Sheila gemia contra o travesseiro, sentindo o p.au dele bater fundo, direto no ponto que a fazia g.ozar. O prazer era sujo, irresistível, a pen.etração profunda rasgando o sono dela.
- Ahh... Rodrigo...estou sonhando. - ela conseguiu murmurar, agarrando o travesseiro.
Ele não conseguiu segurar por muito mais tempo. Sentindo o ápice se aproximar com a fricção quente e apertada da buc.eta dela, ele saiu de dentro dela com o pa.u pingando, o sêm.en pré-go.zo escorrendo pela ponta.
Sheila ofegou com a perda da pressão, mas não abriu os olhos, ele não deu tempo para ela reagir. Com um movimento rápido e firme, ele a virou de barriga para cima. As pernas de Sheila estavam abertas e arreganhadas, expondo a bu.ceta vermelha, inchada e brilhando de lubrificação e go.zo.
Ele se posicionou entre as coxas dela, segurou os quadris dela com as duas mãos e, sem qualquer aviso ou delicadeza, meteu o pa.u com toda sua força na buc.eta aberta.
A estocada foi tão profunda e violenta que Sheila arqueou as costas e soltou um grito rouco, que ela tentou abafar na mão.
- Toma! vaga.bunda seu leitinho! - ele falou, com o rosto contorcido de prazer.
As estocadas eram brutais, rápidas e profundas, forçando o corpo de Sheila contra o colchão. Ele a fo.dia sem piedade, concentrado em esvaziar o saco. Ela sentia o p.au grosso bater contra seu colo do útero repetidamente, uma dor prazerosa que anunciava a chegada do go.zo dele.
Em um último arremesso forte e desesperado, Rodrigo g.ozou, liberando uma rajada de porr.a quente e espessa que a encheu, sentindo-se esvaziado enquanto seus espasmos internos empurravam o líquido para dentro dela.
Ele se levantou rapidamente, puxando a bermuda apressadamente para que Katia não o visse caso acordasse. Seu olhar, porém, estava fixo na buc.eta da cunhada. O go.zo dele e o dela escorriam juntos pelas coxas internas de Sheila. Rodrigo saiu da sala, admirando a bu.ceta da cunhada, que escorria o goz.o dos dois, com a imagem daquele prazer sujo gravada em sua mente.