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Luxúria (CONTOS ERÓTICOS)
img img Luxúria (CONTOS ERÓTICOS) img Capítulo 3 Escondidos 3
3 Capítulo
Capítulo 6 Menage de aniversário img
Capítulo 7 Menage de aniversário 2 img
Capítulo 8 Menage de aniversário 3 img
Capítulo 9 Menage de aniversário 4 img
Capítulo 10 Hora extra img
Capítulo 11 Hora extra 2 img
Capítulo 12 Passeio em família img
Capítulo 13 Aurora e Jair (Encontro proibido) img
Capítulo 14 Aurora e Jair (Encontro proibido) 2 img
Capítulo 15 Novinho delícia (Ayla e Daniel) img
Capítulo 16 Por trás img
Capítulo 17 Trocados img
Capítulo 18 Espectadora img
Capítulo 19 Novinho v1rg3m img
Capítulo 20 Escapada na Academia img
Capítulo 21 Meu marido quer ser corno 1 img
Capítulo 22 Meu marido quer ser corno 2 img
Capítulo 23 Meu marido quer ser corno 3 img
Capítulo 24 Meu marido quer ser corno 4 img
Capítulo 25 Meu marido quer ser corno 5 img
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Capítulo 3 Escondidos 3

O dia começava a clarear quando Rodrigo despertou no susto, com a er.eção latejando e a cueca melada de po.rra, confuso se tudo havia sido um sonho sujo. O cheiro de s.exo e o perfume de Sheila ainda estavam impregnados em seu corpo. Ele se levantou, tomou um banho rápido para acordar e vestiu uma bermuda. Ainda atordoado, ele desceu as escadas.

Lá estava ela. Sheila dormia profundamente no colchão, de bruços, com a camisola subindo ligeiramente, expondo o contorno de sua bunda sob a seda fina da camisola.Rodrigo parou. Não havia sido um sonho.Impulsionado por uma urgência animalesca, ele abaixou o shorts, o pau grosso já estava totalmente duro e impaciente. Ele se ajoelhou atrás dela.Com a ponta dos dedos, ele levantou a camisola de seda, expondo a bunda e a calcinha de renda.

Ele inclinou-se e começou a beijar a bun.da dela, passando a língua no tecido fino, lambendo as nádegas cheias redondas.

Sheila apenas resmungou, sem se mexer, entregue ao sono e encenação. Rodrigo cuspiu na mão, espalhando uma saliva espessa pelo próprio pa.u para lubrificá-lo. Puxou a calcinha de renda para o lado, expondo a entrada da bu.ceta lisinha carnuda.

Afastou as nádegas dela, aproximou a cabeça do pa.u da abertura e, com lentidão agonizante, meteu na bu.ceta de Sheila. O tecido de seda da camisola subiu, e a lubrificação natural dela facilitaram a penet.ração.

Ela não despertou totalmente com o choque do peso e do pa.u grosso invadindo seu corpo, e foi soltando um gem.ido abafado no travesseiro.

Rodrigo a segurou firmemente pelos quadris, ditando o ritmo sem dar chance para que ela se levantasse.

- Bom dia, cunhada, va.dia. - ele sussurrou baixo.

Ele começou a meter forte e rápido, estocando a buce.ta dela por trás, com a brutalidade do tesão matinal. O som dos corpos se chocando, e o úmido das estocadas preencheram a sala. Ele podia sentir a buc.eta dela ficando mais molhada a cada movimento, com o go.zo da noite anterior misturando-se à lubrificação fresca, encharcando o pa.u dele.

Sheila gemia contra o travesseiro, sentindo o p.au dele bater fundo, direto no ponto que a fazia g.ozar. O prazer era sujo, irresistível, a pen.etração profunda rasgando o sono dela.

- Ahh... Rodrigo...estou sonhando. - ela conseguiu murmurar, agarrando o travesseiro.

Ele não conseguiu segurar por muito mais tempo. Sentindo o ápice se aproximar com a fricção quente e apertada da buc.eta dela, ele saiu de dentro dela com o pa.u pingando, o sêm.en pré-go.zo escorrendo pela ponta.

Sheila ofegou com a perda da pressão, mas não abriu os olhos, ele não deu tempo para ela reagir. Com um movimento rápido e firme, ele a virou de barriga para cima. As pernas de Sheila estavam abertas e arreganhadas, expondo a bu.ceta vermelha, inchada e brilhando de lubrificação e go.zo.

Ele se posicionou entre as coxas dela, segurou os quadris dela com as duas mãos e, sem qualquer aviso ou delicadeza, meteu o pa.u com toda sua força na buc.eta aberta.

A estocada foi tão profunda e violenta que Sheila arqueou as costas e soltou um grito rouco, que ela tentou abafar na mão.

- Toma! vaga.bunda seu leitinho! - ele falou, com o rosto contorcido de prazer.

As estocadas eram brutais, rápidas e profundas, forçando o corpo de Sheila contra o colchão. Ele a fo.dia sem piedade, concentrado em esvaziar o saco. Ela sentia o p.au grosso bater contra seu colo do útero repetidamente, uma dor prazerosa que anunciava a chegada do go.zo dele.

Em um último arremesso forte e desesperado, Rodrigo g.ozou, liberando uma rajada de porr.a quente e espessa que a encheu, sentindo-se esvaziado enquanto seus espasmos internos empurravam o líquido para dentro dela.

Ele se levantou rapidamente, puxando a bermuda apressadamente para que Katia não o visse caso acordasse. Seu olhar, porém, estava fixo na buc.eta da cunhada. O go.zo dele e o dela escorriam juntos pelas coxas internas de Sheila. Rodrigo saiu da sala, admirando a bu.ceta da cunhada, que escorria o goz.o dos dois, com a imagem daquele prazer sujo gravada em sua mente.

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