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Meu ex, conheça a verdadeira eu
img img Meu ex, conheça a verdadeira eu img Capítulo 3 Deanna realmente mudou
3 Capítulo
Capítulo 6 Ela já estava farta de se importar! img
Capítulo 7 Assine os documentos! img
Capítulo 8 Conferência de imprensa img
Capítulo 9 Assunto em alta img
Capítulo 10 Ela não desistiria img
Capítulo 11 Trazendo Deanna de volta img
Capítulo 12 Será que é Deanna mesmo img
Capítulo 13 Um talento raro como você img
Capítulo 14 Acha que sou idiota img
Capítulo 15 Negócio nunca foi minha praia img
Capítulo 16 Deanna é minha irmã! (Primeira parte) img
Capítulo 17 Deanna é minha irmã! (Segunda parte) img
Capítulo 18 O homem mais rico do mundo img
Capítulo 19 Então... você me odeia agora img
Capítulo 20 O que está fazendo aqui img
Capítulo 21 Estou com tanto medo img
Capítulo 22 Propondo um acordo img
Capítulo 23 O que mais você quer de mim img
Capítulo 24 O coração dela precisava de um transplante img
Capítulo 25 Se lembra de mim img
Capítulo 26 Você é idiota ou o quê img
Capítulo 27 Algo deu errado, não é mesmo img
Capítulo 28 Não é tudo por dinheiro img
Capítulo 29 Você está imaginando coisas img
Capítulo 30 Não leve isso a sério img
Capítulo 31 Vamos fazer a cirurgia img
Capítulo 32 Acho que a sorte estava ao seu lado hoje img
Capítulo 33 Sopa de ervas img
Capítulo 34 Meu coração sempre era dela img
Capítulo 35 Já tenho uma namorada img
Capítulo 36 Você me amava, não amava img
Capítulo 37 Por que não tentar img
Capítulo 38 A tatuagem de uma flor img
Capítulo 39 Logo eles vão cuidar disso img
Capítulo 40 Fui cruel com ela img
Capítulo 41 Recuperarei o que é meu img
Capítulo 42 Meu coração já tem dono img
Capítulo 43 Acho justo retribuir img
Capítulo 44 Você tem contatos img
Capítulo 45 Quem é você img
Capítulo 46 Estarei ao seu lado em cada passo img
Capítulo 47 A culpa é toda de Deanna! img
Capítulo 48 Não aja como uma barraqueira img
Capítulo 49 Não somos nem sequer irmãos de verdade img
Capítulo 50 A segunda diretora mais nova img
Capítulo 51 Reunião img
Capítulo 52 Os custos dos medicamentos eram exorbitantes img
Capítulo 53 Visão aguçada ou pura tolice img
Capítulo 54 Isso faz sentido img
Capítulo 55 A armadilha img
Capítulo 56 Leitura da sorte img
Capítulo 57 Não estou aqui para me reconciliar img
Capítulo 58 Você se casará comigo, né img
Capítulo 59 Ashton, você está sangrando! img
Capítulo 60 Seu nariz está sangrando img
Capítulo 61 Vou pensar nisso img
Capítulo 62 Tenha um pouco de dignidade img
Capítulo 63 Este mundo não fazia o menor sentido! img
Capítulo 64 Você tem um dom natural para negócios img
Capítulo 65 Não vou parar até me vingar! img
Capítulo 66 É melhor tomar uma decisão logo img
Capítulo 67 Estamos quase lá! img
Capítulo 68 As atitudes de vocês são péssimas img
Capítulo 69 Essa mulher era realmente incrível! img
Capítulo 70 Deanna não é alguém com quem se possa mexer img
Capítulo 71 A velha dívida entre eles foi finalmente quitada img
Capítulo 72 Sua irmã está prestes a me estuprar! img
Capítulo 73 Cayden, o que está acontecendo img
Capítulo 74 Ela não devia nada a ele img
Capítulo 75 Como você se tornou assim img
Capítulo 76 Iniciaremos a cirurgia em dez minutos img
Capítulo 77 Connor, você é uma peça! img
Capítulo 78 Acha que devo contar para Deanna img
Capítulo 79 Ashton pode ter sentimentos reais por Deanna img
Capítulo 80 O apoio da família img
Capítulo 81 Kristina estava adorando isso img
Capítulo 82 Não tenho nenhum sentimento por Deanna img
Capítulo 83 Você enlouqueceu img
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Capítulo 3 Deanna realmente mudou

Deanna saiu da residência dos Dixon sem levar nada.

Os empregados não perderam tempo para fofocar.

"Ela fala com a boca cheia que quer o divórcio, mas saiu de mãos vazias. Se está tentando se mostrar indiferente, está fazendo um péssimo trabalho."

"Pois é, né? Ela anda por aí como se fosse superior a tudo, mas todos sabem que ela só se casou com o senhor Dixon por dinheiro. Dizem até que ela nunca nem dormiu com o marido."

"Provavelmente isso é o melhor. Uma mulher como ela não merece o senhor Dixon de qualquer forma. Duvido que ela realmente vá se divorciar de verdade."

"Ah, por favor. O que ela poderia ganhar sendo médica? Ela só fala da boca para fora. Esperem e verão - ela vai ceder e largar seu emprego para poder ficar aqui e cuidar de Gillian em tempo integral."

"Se ela está tão determinada assim, por que não se divorcia de uma vez?"

À medida que Deanna se afastava da casa, as zombarias deles foram ficando para trás.

A febre a deixou esgotada, deixando seu corpo fraco e trêmulo.

Seus anos de formação médica a alertaram que ela estava prestes a ter um colapso.

Recompondo-se, ela se esforçou para ficar de pé enquanto esperava por um táxi.

De repente, uma rajada de vento soprou, seguida por um elegante carro preto que por pouco não a atingiu quando passou em alta velocidade.

Um pânico repentino a atingiu quando ela cambaleou para trás. Nesse breve instante, ela avistou o perfil de Connor através do vidro, tão indecifrável quanto uma pedra.

O vidro fumê subiu, a separando do mundo dele de uma vez por todas.

Ela ficou parada no lugar, com um sorriso triste e desolado estampado nos seus lábios.

Três anos de lealdade terminaram com ela sozinha na rua, rejeitada como se fosse uma estranha.

Quando o carro virou a esquina, o motorista deu uma olhada pelo retrovisor, seus olhos fixos na figura pálida de Deanna. "Senhor, ela parece estar prestes a desmaiar. Se ela desmaiar na frente da casa, as pessoas vão começar a fofocar. Podemos ter uma grande confusão em mãos."

Connor abriu os olhos, frios e determinados. "Ela é a culpada por Gillian ter perdido o bebê. Mesmo que ela abrisse mão de tudo, não seria suficiente para compensar o que aconteceu."

Sem que Connor o visse, os lábios do motorista se curvaram num leve sorriso de canto antes de ele responder: "Entendido, senhor."

Logo depois, o carro se misturou no trânsito.

O calor ondulava no ar, tirando toda a umidade dos lábios de Deanna e fazendo com que sua visão ficasse turva. Ela piscou para afastar a escuridão que a consumia, mas seu equilíbrio se abalou e ela lutou para se manter de pé.

Seu coração batia forte e dolorosamente enquanto ela apertava o peito para conseguir respirar.

O mundo se inclinava ao seu redor, e as bordas se embaçavam.

Por um momento de suspensão, ela se sentiu flutuar, leve como uma folha, solta do seu galho e caindo desamparadamente no chão.

Em meio a um nevoeiro de lágrimas e tontura, ela avistou um rosto familiar, com traços nítidos e olhos fixos que apareciam e desapareciam do seu campo de visão.

Ela tentou forçar suas pálpebras a se abrirem, mas a exaustão a dominou. À medida que seus sentidos se esvaíam, uma voz distante e urgente a chamava, e o pânico marcava cada sílaba.

Theresa Lloyd, a amiga mais próxima de Deanna e também sua colega, entrou correndo no hospital após receber uma ligação, só para encontrá-la inconsciente, com a pele pálida e fria.

Mesmo dormindo, o corpo de Deanna tremia incontrolavelmente, o suor frio se acumulando na sua testa. Ela parecia estar à beira da morte, a um passo de partir para sempre.

A equipe de obstetrícia e ginecologia correu para atendê-la, e suas vozes se elevaram num coro de preocupação.

Nikolas Green, o diretor do hospital, chegou e, ao vê-la fraca e sem vida na maca, a dor contorceu sua expressão. "Ela perdeu muito sangue e mesmo assim terminou a cirurgia. Mas quando ela ficou doente, pegou um táxi sozinha e desmaiou bem na entrada. A família Dixon não tem coração!"

Com o rosto vermelho de indignação, a enfermeira-chefe, Rebecca Oliver, apontou o dedo para o quarto de Gillian. "Eles são tão sem-vergonha assim? Deanna quase morreu, mas eles só se importam com outra mulher."

Enfermeiras e médicos, cheios de raiva, levaram Deanna às pressas para um quarto privativo.

Sua febre durou até a noite. Quando a manhã finalmente chegou e seus olhos se abriram, ela se sentiu frágil e exausta, se recostando nos travesseiros.

Seu olhar vagava, vazio, enquanto o caos do dia anterior se repetia com detalhes cruéis.

A dor surgiu no seu peito, quente e intensa, ao se lembrar dos três anos amando um homem que um dia a abraçou com carinho, mas que agora só deixava cicatrizes.

Ela puxou os joelhos até o peito, escondendo o rosto nos braços enquanto lágrimas silenciosas escorriam.

Durante todo esse tempo, acreditara que o amor verdadeiro seria retribuído. No entanto, sua dedicação só a deixara destruída.

Ela se agarrou à esperança de que o esforço e a obediência poderiam derreter até o coração mais gelado.

Como esse sonho parecia tolo!

Não era de se admirar que as pessoas a chamassem de ingênua - olhando para trás, até isso parecia uma palavra muito branda.

Quando Deanna acordou novamente, a luz do sol entrava pela janela do hospital.

Como seu corpo estava pegajoso de suor frio, ela trocou de roupa.

Seus colegas chegaram, com Theresa liderando o caminho, segurando uma sacola de café da manhã nos braços.

"Deanna, finalmente você acordou", disse Theresa, segurando a mão dela com alívio. "Você quase me deu um ataque cardíaco. Por um segundo, pensei que nunca mais te veria."

Deanna abriu um leve sorriso, pensando que Theresa sempre tinha um talento para o drama. "Estou bem agora. Não foi nada."

"Deanna, por favor, se concentre em melhorar. Cuidaremos das rondas e dos exames. Toda a equipe concordou em cobrir seus turnos, então você não precisa pensar em nada além de se recuperar", comentou outro colega, Ian Dale, sua voz cheia de carinho.

Desde a chegada de Deanna ao Hospital Benignity, ela elevara o nível da cirurgia cardíaca. Quando a gravidez de Gillian exigiu um acompanhamento rigoroso, ela foi transferida para liderar a obstetrícia e ginecologia.

Alguns da velha guarda duvidaram dela no início, mas depois de vê-la na sala de cirurgia, até os mais teimosos mudaram de ideia.

Sob sua liderança, o departamento mudou muito, as taxas de sucesso cirúrgico disparando e a reputação do hospital se espalhando por todo o país.

A lealdade e o respeito da sua equipe foram conquistados com muito esforço e, nesse momento, o apoio deles parecia uma tábua de salvação.

As palavras de Ian foram repetidas pelo restante da equipe, todos concordando com a cabeça.

Deanna se permitiu relaxar, genuinamente comovida.

Depois que seus colegas voltaram ao trabalho, ela olhou para Theresa, que permanecia ao lado da sua cama. "Você sabe onde está meu celular?"

Theresa ficou imediatamente em alerta. "Por favor, não me diga que está pensando em ligar para Connor novamente. Você já não está cansada de ser ignorada por ele? Se ainda está querendo consertar as coisas, pelo menos espere até estar mais forte. Você não pode continuar se entregando a alguém que só recebe."

Como a dor já havia passado, Deanna abriu um sorriso cansado e torto, decidindo seguir para frente.

Balançando a cabeça, ela disse: "Não é por causa dele. Só quero ver as notícias."

Ela conhecia muito bem o jeito de Gillian, que faria questão de conseguir simpatia, se fazendo de vítima e colocando toda a responsabilidade pela tragédia sobre ela.

Dessa vez, as acusações de Gillian não se limitariam a fofocas na família Dixon - ela iria jogar para a plateia, inventando histórias para arruinar sua reputação em todos os lugares.

Deanna se lembrou dos anos que Gillian passara agindo como uma amiga, apenas para preparar o terreno para essa traição.

Três anos de gentileza, só para acabar com uma faca nas costas.

Cada manchete e artigo que Deanna lia provava que ela estava certa.

Observando-a, Theresa não conseguiu esconder sua frustração. "Para que se dar ao trabalho de olhar? Eu te disse que Gillian não era tão doce quanto fingia. Ela é uma cobra, e você continua sendo picada porque se recusa a ver isso. Você a chamava de amiga de 'bom coração'. Bom, agora a internet inteira está convencida de que você é a vilã. E Connor? Aquele homem é um caso perdido! Como um idiota com ele conseguiu se tornar CEO?"

Deanna permanecia em silêncio, sua atenção grudada no celular na sua mão.

Todas as reportagens eram sobre ela e o Hospital Benignity - Connor e a família Dixon não foram mencionados.

Para os médicos, a reputação era tudo. Para um hospital, era a sobrevivência.

Ela podia suportar o que quer que o mundo lhe impusesse, mas não podia deixar que o lugar que havia se esforçado tanto para construir caísse em ruínas.

O ataque de Gillian foi implacável e perfeitamente planejado, mas ela não sabia que a mesma experiência que Deanna usara para salvar sua vida poderia ser usada com a mesma eficácia para destrui-la.

Afinal, a doença cardíaca congênita nunca desaparecia de fato, precisando de cuidados constantes, e ignorar isso era uma receita para o desastre.

Deanna achou isso até engraçado, pensando no quanto ela amou Connor e no pouco que Gillian entendia o que estava realmente em jogo.

Pelo canto do olho, Theresa notou o sorriso fraco e quase ameaçador de Deanna, o que a fez se arrepiar. "Deanna, hum... o que está acontecendo? Sei que você passou por um inferno, mas está me assustando. Tudo bem, não vou chamar Connor de idiota nem Gillian de cobra nunca mais, prometo."

Deanna ergueu os olhos e viu o rosto preocupado de Theresa, percebendo que seu velho hábito de defender Connor havia prejudicado sua amiga.

Sua garganta ardia a cada palavra, mas ela falou com uma determinação silenciosa: "Sendo sincera, você tem razão, Theresa. Finalmente estou vendo isso agora."

Após tomar sua água, ela se recostou no travesseiro e fechou os olhos, deixando Theresa com os olhos arregalados e completamente atônita.

O que acabou de acontecer? Deanna realmente mudou?

Ela passara anos sendo repreendida toda vez que reclamava de Connor. E agora, Deanna estava concordando com ela?

Incrédula, Theresa beliscou seu braço com força suficiente para deixar uma marca, e a dor provou que ela não estava imaginando coisas.

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