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Capítulo 5 04

Alex Roux

Elisa estava ali, embaixo de mim, com a respiração acelerada, trêmula e suando frio. Eu, por outro lado, ao sentir seu cheiro limpo e puro, tive que me controlar bastante para não tomá-la da forma que eu estava acostumado a fazer. Foi o único pedido que Helena me fez, e eu tentaria ao máximo cumprir.

Apoiei uma das minhas mãos no colchão e a outra coloquei em seu rosto, segurando firme antes de beijá-la. Elisa arfou, pega de surpresa, mas logo correspondeu ao beijo.

Minhas mãos passeavam por toda a extensão do seu corpo, enquanto minha língua fazia malabarismos em sua boca. As mãos dela continuavam imóveis sobre a cama.

- Pode me tocar, Elisa - minha voz saiu rouca, carregada de desejo.

- Prefiro não - respondeu.

- Essa vai ser sua primeira vez, com calma e toda a delicadeza que eu conseguir. Mas, assim que eu terminar, meu irmão irá entrar por essa porta e vai te foder.

- Eu assinei o contrato, não foi? - disse de forma petulante.

Minha vontade era de fodê-la ali mesmo, mostrar que um Roux não faz amor. Mas promessas são promessas.

Então, tirei seu vestido, deixando-a nua. Beijei toda a extensão do seu corpo e senti minha reação. Ela arfou, um gemido baixo escapou de sua boca, e eu soube que, mesmo tendo assinado o contrato por dever, ela estava sentindo prazer.

Minha mão deslizou até sua calcinha, sentindo o tecido úmido sob meus dedos. Afastei-a para o lado, roçando meus dedos até encontrar seu clitóris e acariciá-lo. Elisa arqueou as costas, gemendo.

Introduzi dois dedos em sua buceta, fazendo movimentos de vai e vem em formato de gancho. Ela levou a mão à boca, mordendo-a, tentando abafar os gemidos.

- Pode gemer alto, Elisa - minha voz saiu ainda mais rouca.

Ela me olhou com desejo. Eu conhecia muito bem aquele olhar de quem acabara de descobrir a sétima maravilha do mundo.

- Alex... - murmurou, empurrando a cintura contra meus dedos.

Segundos depois, ela gemia alto, gritando meu nome ao explodir em um orgasmo. Suas pernas tremiam, a respiração estava ainda mais ofegante, e eu não pensei duas vezes antes de abocanhar sua boceta e sugar todo o seu líquido. Com mais algumas investidas da minha língua, que a lambia, chupava e entrava em seu canal, ela gozou ferozmente na minha boca. Chupei tudo.

Subi até a altura de sua boca e a encarei profundamente. O desejo emanava de seu rosto, e eu me controlava para não fodê-la do jeito que eu gostava.

- Sinta o seu gosto, Elisa - digo, beijando-a com fervor.

Seus gemidos eram abafados pelos meus beijos, e meu pau duro puxava a calça de alfaiataria, roçando contra a boceta virgem daquela gostosa.

- Eu vou entrar em você agora - digo, e ela assentiu.

Tirei a calça e pensei em colocar a camisinha, mas, por ser a primeira vez dela, iria doer ainda mais. Deitei-me novamente sobre ela, encaixei meu pau em sua entrada e forcei devagar, com calma, até começar a entrar.

Ela gritou, agarrando minhas costas e cravando as unhas nelas. Quando finalmente entrei por completo, fiquei parado por alguns segundos, enquanto sua respiração, marcada pela dor, se acalmava.

Quando senti que ela relaxou, comecei movimentos suaves de vai e vem, até perceber seu corpo totalmente entregue sob o meu. Em segundos, seus gemidos voltaram a sair, e eu a beijei, sentindo-a por completo.

- Porra de mulher apertadinha - falei em seu ouvido, fazendo-a gemer e empurrar o quadril contra o meu pau duro, que latejava dentro dela.

Virei-a de quatro, empurrando meu pau com força dentro dela, fazendo-a gritar e implorar por mais. Puxei seus cabelos, enrolando-os em minha mão, beijei o lóbulo de sua orelha e dei tapas em sua bunda grande.

Soltei seus cabelos e agarrei sua cintura com as duas mãos, puxando-a cada vez mais contra mim, enterrando toda a extensão do meu pau dentro dela. Senti suas pernas tremerem e, mais uma vez, ela explodiu em um orgasmo, gritando meu nome. Aquilo me deixou com um tesão fora do comum, e investi ainda mais rápido até sentir o jato vir. Saí de dentro dela e gozei no colchão.

Gemi alto e caí ao lado dela na cama. Fazia quanto tempo que eu não transava com alguém? Duas semanas? Porra.

O trabalho estava me matando. Talvez fosse a falta de sexo que estivesse me deixando estressado.

Elisa se levantou, e eu a observei. Seu olhar estava frio, diferente daquela menina assustada de antes.

- Vou tomar um banho. Fale para a criada trocar os lençóis para eu receber seu irmão - disse, entrando no banheiro.

De certa forma, aquilo me assustou. Ela aprendeu rápido. Talvez, só talvez, ela fosse diferente... e aquele contrato pudesse se tornar vitalício, sem compromisso e sem sentimento.

Levantei-me e saí do quarto ainda nu. Encontrei Helena e Cézar à porta. Os dois me olharam com uma expressão clara de curiosidade.

- Peça para a empregada trocar os lençóis - disse a Helena. - Ela é toda sua, irmãozinho.

Fui para o meu quarto.

Merda de acordo.

---

Elisa Martins

Entrei no banheiro para tomar banho e, não, eu não estava enojada nem nada do tipo. Alex Roux tinha sido o mais carinhoso possível. Ele fez minha primeira vez não apenas ser inesquecível, como me fez sentir prazer - um prazer que eu nunca havia sentido.

Eu sabia que aquele Alex que transou comigo era uma versão contida. Sabia que ele não tinha mostrado tudo o que queria fazer. E sabia que Cézar Roux seria um mar de trevas e agressividade.

Tomei um banho de banheira por dez minutos, ao menos para repor as energias. Quando saí, vesti um roupão e deixei o banheiro, sendo surpreendida por Cézar. Ele me segurou pela cintura, virando-me de costas para ele. Com a mão livre, enrolou meus cabelos e puxou para trás, deixando sua boca próxima ao meu ouvido.

- Pronta para ser fodida de todas as formas possíveis, querida? - disse, lambendo meu lóbulo antes de me jogar com força na cama. - Já vou avisando que gosto que gema, que gema gostoso, que grite meu nome, igual à vadiazinha que você é. Caso não faça isso, as consequências não são boas.

Ele subiu em cima de mim, arrancando o roupão, abocanhando meu seio. Gemi pela surpresa, não por excitação. Derramou óleo por todo o meu corpo, deixando-me escorregadia. Beijou meu pescoço, depois minha boca com brutalidade, puxou meus cabelos e me fez ajoelhar à sua frente, empurrando seu pau mediano na minha boca - mediano porque não se comparava ao de Alex, exageradamente grande e grosso.

Ele empurrava minha cabeça contra seu pau, forçando-me a chupar. Gozou no meu rosto, mas não parou ali. Empurrou-me na cama, virou-me de quatro e meteu sem dó na minha buceta, com toda a força e velocidade que conseguia. Eu não conseguia emitir som algum, então ele me virou de frente e deu um tapa no meu rosto.

- Eu falei pra você gemer, sua vagabunda - disse, dando outro tapa.

Enfiou novamente na minha buceta, deu tapas na minha bunda, e eu gemia, não por estar gostando, mas para não ser agredida outra vez.

Se tivesse que colocar numa balança, Alex ou Cézar, eu escolheria Alex mil vezes.

Ele empurrou mais algumas vezes e gozou, caindo sobre mim. Levantou-se, tirou a camisinha e jogou em algum canto do quarto. Segurou meu rosto com uma mão, apertando minhas bochechas, e com a outra deu um tapa leve.

- Isso, putinha. Agora você sabe como eu gosto. Não cometa o mesmo erro de novo. Vagabunda.

Saiu do quarto, deixando-me jogada na cama.

Levantei-me com muito custo e fui para o banheiro, entrando debaixo do chuveiro. Esfreguei meu corpo como se estivesse sujo. Como dois irmãos podiam ser tão diferentes?

Quando voltei ao quarto, ele já estava arrumado. Deitei na cama e deixei o cansaço me vencer.

{...}

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