CEO CAMINHOS CRUZADOS
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Capítulo 9 8

Capítulo 8

AMARILDO NARRANDO

- Não é possível que você está procurando essa mulher – Paola fala.

- Você ainda quer falar sobre ela? – eu pergunto.

– Amarildo quero te apresentar a sua nova secretaria – Vitor Hugo fala entrando na minha sala, estou com a cadeira virada para á parede.

-Por que não saímos? – ela pergunta no celular e eu viro a cadeira olhando para a minha mesa.

-Ok, eu ligo para você mais tarde Paola – eu falo desligando o celular e levando o meu olhar para ela. Eu olho para aquela mulher que me encara com os seus olhos castanho que combina com a cor dos seus cabelos, seus cabelos era um pouco abaixo dos seus ombros.

-Essa é a Adriele á sua nova secretaria, ela veio da Alemanha da sede que fechou lá – Vitor Hugo fala. Eu me levanto da cadeira e ando em sua direção.

O silêncio toma conta daquele escritório e eu não entendia o porquê algo me prendeu nessa mulher.

-Bom dia senhor Amarildo, é um prazer conhecer o senhor e ter a oportunidade de trabalhar com você aqui na sede em nova York – Ela despeja todas as informações e estende á sua mão para me cumprimentar.

- É um prazer conhecer você Adriele – eu falo apertando á sua mão e sorrio para ela – Já nos conhecemos? – Ela me encara.

- Acredito que não – ela me olha – Bom, eu conheço o senhor claro, trabalhava em uma das sedes da empresa na Alemanha, então já escutei falar do senhor e vi você em várias entrevistas. Mas, a gente se ver pessoalmente é a primeira vez.

-Claro – eu falo para ela – você foi muito bem indicada pelo gerente de lá, ele falou da sua eficiência e da sua dedicação pela empresa, eu só tenho que agradecer.

-Obrigada – ela sorri – apenas faço o meu trabalho.

- Certo – eu falo – Vitor Hugo irá mostrar para você como funciona às coisas por aqui, não é muito diferente da Alemanha.

- Tenho certeza de que logo entrarei no ritmo de Nova York – ela diz sorrindo.

Os dois vão para fora do escritório e eu vou até a persiana e encaro pelos espaços da persiana ela e Vitor Hugo conversando na sala da secretaria, ela sorria e conversava com ele e eu fico encarando aquela mulher. Vitor Hugo sai de perto dela e ela começa se arrumar ali, ela olha para todos os lados e me escondo quando ela olha a persiana.

- O que está fazendo? – Vitor Hugo fala entrando e eu fecho a persiana e me afasto.

-Você não tem á sensação que conhece ela de algum lugar? – eu pergunto.

-Não – ele fala.

-E se ela for alguém infiltrada aqui? – eu pergunto para ele.

-A secretaria, ela? – ele diz negando com á cabeça. – Não parece fazer o perfil dela Amarildo.

-Eu não sei – eu falo – ela é familiar.

- Acho que devemos nos preocupar com a morte do nosso tio – ele fala – Descobrir quem é o mandante por trás da morte dele.

- Não devemos ir atrás disso Vitor , não queremos problema para cima de nós. A morte do nosso tio agora está sobre investigação se a gente ficar querendo informação ou ir atrás fazer a investigação por conta própria e a policia descobrir, irá colocar a gente sobre evidencia – ele me olha.

-Ok, eu entendo a sua colocação meu irmão – ele suspira. – Mas e a pessoa que matou ele, não sabia sobre o segredo?

- Se souber sobre o segredo essa pessoa vai vir nos ameaçar porque algo vai querer, não iria matar Pierre apenas para nos entregar para o Fbi – Eu respondo seu questionamento.

- E quando essa pessoa vier nos ameaçar, o que vamos fazer? – ele fala.

-Em primeira mão abaixar a cabeça e aceitar a ameaça e aí quando a gente souber com quem a gente está lidando, a gente vai pensar em agir – eu respondo para ele. – Até lá, vamos continuar com a nossa vida normal, chorando pelo luto do nosso tio.

- Posso decretar luto nas empresas? – ele pergunta.

- Sim – eu respondo – vamos até o enterro – ele assente. – Pede para Adriele ligar para a minha casa e mandar um traje todo preto.

- Vou fazer isso agora mesmo – ele fala saindo da minha sala.

            
            

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