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Esse príncipe é uma garota: A companheira escrava do rei maligno

Esse príncipe é uma garota: A companheira escrava do rei maligno

img Lobisomem
img 40 Capítulo
img Hannah
5.0
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Sinopse

Todos não sabiam que eu era uma menina e me olhavam como se eu fosse um homem, um príncipe. Os Urekais, conhecidos como os seres mais fortes e imponentes do mundo, sempre compavam seres humanos para satisfazer seus desejos lascivos. E quando eles vieram ao nosso reino para levar minha irmã, eu intervim para protegê-la. Foi assim que acabaram me comprando também. Meu plano era escapar, mas minha irmã e eu nunca tivemos uma chance. Como eu poderia saber que nossa prisão seria o lugar mais fortificado deles? Eu deveria permanecer discreto, pois eles não viam utilidade em mim, alguém que eles nunca deveriam ter comprado. Mas então o Urekai mais poderoso dessa terra, seu implacável rei, se interessou nesse "lindo príncipezinho". Como poderíamos sobreviver neste reino brutal, onde todos odiavam nossa espécie e não demonstravam misericórdia? E como alguém, com um segredo como o meu, podia se tornar uma escrava sexual? Nota do autor: Este é um romance sombrio para adultos, com vários tópicos delicados, como violência. Se você é um leitor experiente do gênero e está procurando por algo diferente, pronto para começar sem saber o que esperar, então mergulhe nesta aventura! Do autor do best-seller internacional "A escrava mais odiada do rei".

Capítulo 1 Intro prólogo

Urekai:

Antigamente, os Urekais eram conhecidos como os seres mais fortes e imponentes do mundo.

Na língua ancestral, eram chamados de "feras assustadoras", um título que refletia tanto seu poder quanto o mistério que os cercava.

Esses seres eram capazes de se transformar em feras imensas, assim como lobisomens, tinham sede por sangue, como vampiros, e conseguiam andar entre os humanos sem serem notados.

Apesar de sua força imensurável, os Urekais preferiam viver em solidão.

Embora sempre fossem temidos e desconfiados, eles nunca respondiam com violência ou hostilidade. Ao contrário, ofereciam hospitalidade a qualquer ser que desejasse atravessar suas terras além da grande montanha, dando as boas-vindas a todos.

Porém, tudo mudou cinco séculos atrás. Em uma noite de fraqueza, uma espécie inesperada atacou os Urekais: os humanos.

O Grande Rei Daemonikai, defensor imbatível de seu povo, tentava proteger seus súditos, mas, em um momento de descontrole, perdeu sua lucidez e se transformou em uma criatura selvagem, um monstro que representava um perigo para as pessoas que ele jurara proteger.

Mesmo diante do caos, os Urekais, com todo o seu poder, conseguiram capturar a forma animal de seu rei, aprisionando-o em uma jaula segura, garantindo que ele nunca pudesse escapar.

Consumidos pelo ódio pelos humanos, os Urekais mergulharam nas sombras, tornando-se as feras assustadoras que os outros sempre imaginavam que seriam.

A monstruosidade que antes os aterrorizava foi agora vestida com orgulho.

Humanos:

Após a invasão aos Urekais, um surto de vírus de origem misteriosa se espalhou rapidamente.

Ninguém sabia de onde ele viera, mas muitos achavam que o ataque aos Urekais era o responsável.

Após uma luta longa e árdua, a maioria dos homens, com o tempo, conseguiu se recuperar, mas o vírus se revelou mortal para quase todas as mulheres.

Aquelas que sobreviveram raramente deram à luz meninas. As poucas que restaram, ou as que nasceram, se tornaram mercadorias escassas e extremamente cobiçadas.

Em diversos reinos, pais ávidos por poder e riqueza passaram a vender suas filhas para casas de criação, onde as meninas eram tratadas como simples bens. Algumas, forçadas a viver em prostíbulos, existiam unicamente para satisfazer os desejos dos homens. Outras enfrentavam abusos indescritíveis em troca de proteção.

Nem mesmo os ricos e poderosos podiam garantir a segurança das mulheres em suas vidas, pois a simples presença de uma mulher - fosse ela uma criança, uma jovem ou uma idosa - atraía atenção indesejada.

As meninas, por mais que tentassem se esconder, estavam sempre em perigo. . . .

Prólogo

Terra Humana: O Reino De Navia.

"É uma me-menina, Vossa Alteza."

O príncipe Garret congelou.

Seus olhos se fixaram no curandeiro, enquanto suas mãos, ainda apoiadas no corpo exausto de sua esposa, tremiam incontrolavelmente.

Ele havia secretamente organizado o parto meses atrás, e agora eles estavam escondidos em uma das salas subterrâneas do palácio, onde sua amada esposa, Pandora, estava dando à luz.

"O que você acabou de me dizer?" O príncipe Garret esperava ter ouvido errado ou ter entendido errado.

Sua mente girava, clamando por todos os Deuses.

Porém, o velho curandeiro do palácio, com mãos trêmulas e uma expressão de pesar no rosto, cuidadosamente virou o pequeno embrulho que envolvia uma criança. "É uma menina."

Pandora sentiu o sangue gelar e, com um movimento rápido, se aproximou para olhar a criança.

"Não. Oh, Deuses, por favor, não..." Ela balançou a cabeça com força, as lágrimas acumulando-se em seus olhos.

Vendo isso, o curandeiro sentiu as lágrimas brotarem de seus olhos. "Sinto muito, Vossa Alteza."

"Não!", Pandora gritou, enterrando o rosto nos braços do marido, enquanto soluços e mais soluços saíam de sua garganta.

Sentindo-se entorpecido, Garret segurava sua esposa.

Sua primeira filha, Aekeira, não tinha nem quatro anos, e o rei já começava a negociar o destino dela com o reino de Cavar.

A ideia de vender sua filha ao maior lance, só para que o reino de Navia pudesse "usar mais fundos", era um golpe cruel demais para suportar.

Apesar de ser irmão de Garret, Orestus era um tirano, e sua palavra não admitia contestação.

Agora, uma segunda filha... Duas meninas... O peso disso parecia insuportável.

Lágrimas encheram os olhos de Garrett enquanto ele olhava para a bebê chorando e se contorcendo nos braços do curandeiro.

O mundo parecia um lugar implacável, sem proteção para nenhuma de suas filhas.

Entre os soluços, Pandora ergueu a cabeça e declarou com uma força repentina: "Vou criá-la como um menino."

Os olhos do curandeiro se alargaram, refletindo um misto de incredulidade e apreensão. "Você está sugerindo que mantenhamos a identidade dela em segredo?"

Firme em sua decisão, Pandora confirmou: "Sim. Esta criança jamais será vista como uma menina. Ninguém, absolutamente ninguém, descobrirá a verdade!"

Claramente alarmado, o curandeiro balançou a cabeça em desespero. "Mas isso é impossível! Um segredo tão grande assim... O rei... ele nos matará se souber!"

A voz de Pandora era carregada de uma feroz determinação: "Então, levaremos o segredo para o túmulo. Não consegui salvar minha primeira filha, mas pelos Deuses da Luz, não falharei com a minha segunda."

Garret, que até então permanecera em silêncio, observou a cena com um olhar contemplativo. Ele sabia que o que estavam prestes a fazer era arriscado, mas também era a única chance de manter a filha em segurança.

Pandora olhou para o pequeno ser em seu colo e, com uma calma quase surreal, declarou: "A criança que dei à luz hoje é um menino. O nome dele será Emeriel. Emeriel Galilea Evenstone."

Emeriel.

Garret gostou desse nome, que era neutro e significava "Proteção do Céu" na língua antiga.

Era um nome perfeito, pois eles precisariam de toda a proteção possível para a criança crescer com segurança.

"Concordo", ele finalmente se pronunciou.

Com o plano traçado, Garret fez os outros dois homens presentes na sala jurarem segredo.

*********

Durante a noite silenciosa, parados ao lado do berço, Garrett e sua esposa observavam com atenção o sono tranquilo da sua filha recém-nascida. No canto oposto do quarto, a pequena Aekeira, com três anos, dormia enrolada em um cobertor, seu pequeno peito subindo e descendo com uma cadência serena.

"Em todos os meus anos nesta terra, nunca vi ninguém ter duas filhas, Garrett", Pandora sussurrou, com a voz embargada.

Ela olhou para ele, com os olhos brilhando de lágrimas. "Não sei o que isso significa para nós... ou para elas."

Sempre firme, mas com um toque de suavidade em seu olhar, Garrett colocou a mão sobre o ombro dela. "Talvez isso signifique que elas têm um destino grande a cumprir."

Preocupada, Pandora se virou para a menina mais velha, dizendo: "Ou talvez... uma grande tristeza no futuro. Eu tenho tanto medo por elas, Garrett. Como algo assim pôde acontecer?"

"Talvez você tenha sido tocada pelos Deuses, minha querida", Garrett sugeriu, tentando confortá-la.

"Eu realmente duvido disso. Por que eu? Por que nós?"

Garrett não tinha resposta para isso.

Pandora se aproximou do berço, passando os dedos pela pele da bebê com uma delicadeza quase reverente. "Se isso for verdade, que os Deuses protejam as nossas bebês, pois nem sempre estaremos aqui para fazer isso."

Garrett se aproximou de Pandora, a puxando para seus braços e a segurando com força, lutando para esconder sua própria preocupação.

Infelizmente, ela estava certa.

As chances de um casal como eles, nessa época, ter não apenas uma, mas duas filhas, eram inexistentes.

Nenhuma. Absolutamente nenhuma.

Enquanto ele olhava para as duas crianças dormindo, a oração surgiu em seu coração. "Seja qual for o Deus que você seja, por favor... proteja nossos anjos."

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