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Capítulo 5 5

Ayla parou na entrada de casa, pegou o controle do portão e abriu. Rezava para que a mãe já tivesse voltado para o trabalho, quando deu de cara com o carro estacionado na garagem.

-Droga! - Ayla sabia bem que se o carro estivesse na garagem significava que a mãe não voltaria para o escritório.

Entrou com cuidado em casa e foi pela porta da cozinha, assim conseguiria passar direto para o quarto sem encontrar com a mãe. Mas, ao abrir a porta, teve uma surpresa nada agradável esperando por ela.

**

Emir voltou do almoço com um humor melhor e Aisha percebeu que até sorrindo sozinho o chefe estava.

Kerem estava trancado em seu escritório e a secretária avisou que Emir estava de volta.

Assim que Emir entrou e se acomodou em sua cadeira, Aisha entrou trazendo o café favorito do chefe e perguntou se algo havia acontecido no almoço.

-Está com um olhar diferente, parece que viu um passarinho verde. - A secretária riu do olhar do chefe e Emir pensou que talvez realmente tenha encontrado algum passarinho com os olhos mais lindos que ele já viu.

-Pelo jeito seu almoço foi bom. Vou te deixar trabalhar em paz, Kerem logo vem falar com você.

Aisha saiu fechando a porta atrás de si, enquanto Emir ligava o notebook para conferir os e-mails do dia. Com toda a confusão, mal teve tempo de organizar suas coisas. Recordou do almoço com aquela garota e em como, em poucos minutos, ela o fez esquecer dos problemas.

-Não pense bobagem, Emir Divit. Não queira seu nome envolvido em escândalos e você tem outras prioridades para pensar no momento.

O celular vibrou em cima da mesa e ele viu que era a mensagem da irmã. Por milagre, Bahar havia passado quase o dia todo sem ligar ou enviar mensagem e se ela lembrou de algo naquela hora é porque alguma coisa havia acontecido.

**

Eda passava o sermão da tarde para a filha, enquanto Ahmet, o irmão caçula de Ayla, apenas ria da bronca que ela levava.

-Samia me contou que vocês almoçaram e a senhorita estava voltando para casa. Agora me responda, da faculdade até aqui não demora uma hora e trinta minutos.

Ayla já tinha pensado no que falaria e aguardava a mãe terminar de passar o sermão para começar a tentar convencê-la.

-Mãe, agora que a senhora falou, eu vou explicar. No caminho de casa, o fecho da minha pulseira se soltou e eu fiquei sem saber onde arrumar, aí eu lembrei de uma joalheria que fica pertinho da faculdade. A senhora sabe como é né, eu converso demais e fiquei conversando com o senhorzinho que consertou o fecho da minha pulseira. E foi isso e, por favor, me perdoe, eu prometo que não vou fazer novamente.

Eda sabia que havia sido dura nas palavras e Furkan já havia dito que Ayla não era mais criança e sim uma moça adulta, mas para ela, sua Ayla sempre seria aquela menina de cabelos castanhos e olhos cor de esmeralda que ela tanto amava.

-Tudo bem, dessa vez eu deixo passar. Mas você me avisa quando esse tipo de imprevisto acontecer. Reclama que não uso redes sociais, mas a senhorita parece que esquece quando é necessário. Eu já ajudei seu irmão com a lição de casa, vai para o quarto e troca essa roupa que vou começar a preparar o jantar.

A mãe foi para as panelas, enquanto Ayla pegou a mochila de cima da mesa e foi para o quarto. Ao passar pelo irmão ouviu o garoto zombando dela:

-Só a mamãe e o papai para acreditar na sua conversa mole. - Antes que Ayla desse uma lição no garoto, ele foi mais rápido e correu para perto da mãe.

A menina entrou no quarto, jogou a bolsa no chão e se deitou na cama. Ficou de olhos fechados por alguns minutos e seu pensamento voltou horas atrás, quando ela e Emir almoçaram juntos e de como ele acabou sendo um homem mais legal do que pensava.

Lembrou das amigas, pegou a bolsa do chão e tirou o celular de dentro. Antes trancou a porta do quarto, pegou os fones de ouvido, conectou no aparelho e fez a vídeo chamada.

**

Emir e Kerem conversavam sobre os próximos passos da agência e o publicitário contou por alto sobre Ayla. Omitiu a idade da garota e o amigo disse que ele deveria tomar cuidado porque muitas garotas se aproveitavam de homens mais velhos para aplicarem golpes e, carente do jeito que ele estava, poderia acabar caindo em algum.

-Ela não é nenhuma golpista. Tudo bem que a chamei de chantagista porque ela realmente tentou me enganar, mas Ayla é bem divertida. Agora vamos falar de você e não de mim, porque nos últimos meses minha vida se resume a fracassos e pelo menos você deve ter algo de bom para contar.

**

Ayla ouvia o sermão das amigas, além da mãe falando e falando, ainda tinha Elçin e Samia no pé do ouvido dela.

Você é tão espertinha que correu para o carro dele, não deixou nem a gente olhar para o rosto do homem. Ayla, é sério, eu nunca conheci alguém tão sem noção como você.

Elçin reclamava da amiga que fugiu sem apresentar Emir para elas e Samia tentava acalmar os ânimos das duas.

Também não é assim, Elçin, a Ayla sabe que errou e tenho certeza de que não vai repetir.

Samia, minha querida amiga, você realmente conhece sua amiga Ayla? Imagina nós duas nas páginas policiais, por conta dessa maluca.

As duas falaram por quase 30 minutos e Ayla depois de tanto ouvir respondeu as amigas.

-Meninas, o Emir é gente boa. Tudo bem que é meio mal-humorado e ranzinza, mas ele é legal sim. Me pagou o almoço, consertou a pulseira da sorte e ainda me deu o cartão de visitas dele.

Ayla admirava a pulseira no pulso dela, relembrando com um sorriso no rosto a conversa com Emir na lanchonete.

Ayla, é óbvio que você vai jogar esse cartão fora, vai esquecer esse homem que até agora você apenas disse o nome e seguir em frente.

- AylaAAAAAAAAAAAAAAAAA- A mãe da jovem gritava o nome dela da cozinha. Antes de responder as amigas, a jovem avisou que precisava desligar.

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